por uberlandiahoje | fev 12, 2026 | Blog |
Primeira e segunda votação
01.Projeto de Lei Complementar N°. 65/2026 – de autoria do prefeito municipal, que altera a Lei Complementar N°. 799, de 20 de agosto de 2025, que “dispõe sobre a implementação do Programa Federal de Habitação Minha Casa, Minha Vida no Município de Uberlândia e revoga a legislação que menciona”. O projeto deve ser aprovado por votação nominal. Maioria absoluta.
O projeto tem por objetivo garantir que as unidades imobiliárias dos empreendimentos cadastrados pelo Programa Minha Casa, Minha Vida, possam ser comercializadas a todas as famílias inscritas no cadastro habitacional do município, o qual conta, atualmente, com aproximadamente 30.000 (trinta mil) famílias uberlandenses, sendo que muitas delas ultrapassam a renda bruta familiar prevista no teto da Faixa 02. A alteração da legislação é necessária para que mais famílias possam ser atendidas pelo programa.
“Considerando que essas famílias apresentam alta demanda por moradia de interesse social, faz-se necessária a ampliação da abrangência do programa para contemplá-las. O projeto visa, assim, possibilitar a aquisição da moradia digna pela população de baixa renda, ou seja, a aquisição de moradias de interesse social pelas famílias que apresentam renda familiar bruta mensal entre o teto da Faixa 2 e o limite de renda estabelecido pela legislação municipal (até seis salários mínimos)”, explica.
O projeto de lei foi aprovado por 23 votos favoráveis.
Três ausências.
O projeto de lei foi aprovado também, em segunda votação, por 17 votos favoráveis.
Nove ausências.
02.Projeto de Lei Ordinária N°. 950/2026 – de autoria do prefeito municipal, que autoriza a abertura de crédito especial no valor de R$ 10.629.517,56 (dez milhões, seiscentos e vinte e nove mil, quinhentos e dezessete reais e cinquenta e seis centavos) no orçamento da Secretaria Municipal de Infraestrutura e dá outras providências. O projeto deve ser aprovado por votação nominal. Maioria absoluta.
Os recursos mencionados pelo projeto de lei deverão ser utilizados para a construção de infraestrutura poliesportiva do Bairro Canaã; para a construção do estacionamento do Parque do Sabiá; para a construção de infraestrutura poliesportiva do Bairro Morumbi; para a construção de infraestrutura poliesportiva do Bairro Shopping Park; para a construção da quadra poliesportiva coberta da Praça dos Buritis e para a construção da quadra poliesportiva e pista de caminhada do Bairro Pequis.
O projeto de lei foi aprovado por 23 votos favoráveis.
Três ausências.
O projeto de lei foi aprovado também, em segunda votação, por 17 votos favoráveis.
Nove ausências.
03.Projeto de Lei Ordinária N°. 934/2026 – de autoria do prefeito municipal, que desafeta do domínio público e autoriza a concessão de direito real de uso do imóvel que especifica à Sociedade Educacional Uberabense e dá outras providências. O projeto, que apresenta emendas, deve ser aprovado por votação simbólica. Maioria simples.
De acordo com o projeto de lei, a entidade pleiteia a concessão de direito real de uso de área pública para a construção e funcionamento de um hospital veterinário universitário, cujo interesse público foi devidamente atestado pelas Secretarias de Agronegócio e Meio Ambiente.
“A entidade (Sociedade Educacional Uberabense) terá um prazo inicial de 03 (três) anos para a implantação do seu projeto (construção de um hospital veterinário universitário), prazo prorrogável por mais 02 (dois) anos”, justifica o texto da proposta de autoria do prefeito municipal.
O projeto de lei foi aprovado, sem emendas, por votação simbólica.
Maioria simples.
O projeto de lei foi aprovado também, em segundo turno, por votação simbólica.
Maioria simples.
Voto contrário dos vereadores: Abatênio Marquez (PP), Amanda Gondim (PSB), Dr. Igino (PT), Fabão (PV) e Professor Ronaldo (PT).
04.Projeto de Lei Ordinária N°. 860/2025 – de autoria dos vereadores Amanda Gondim, Antônio Carrijo e Sérvio Túlio, que dispõe sobre a implantação, operação e licenciamento de cemitérios, memoriais pet e crematórios privados de animais domésticos no Município de Uberlândia e dá outras providências. O projeto deve ser aprovado por votação simbólica. Maioria simples.
De acordo com o projeto de lei, fica permitida a construção, implantação e operação, pela iniciativa privada, de cemitérios, memoriais pet e crematórios destinados, exclusivamente, ao sepultamento, à guarda provisória e/ou cremação de animais domésticos de pequeno porte.
Segundo a proposta, os empreendimentos poderão operar nas seguintes modalidades, sujeitas às regras e aos regulamentos específicos que o empreendedor estabelecer em conformidade com as normas municipais:
I – Cemitério para sepultamento perpétuo: modalidade em que os corpos dos animais permanecem sepultados no local por tempo indeterminado.
II – Memorial pet: modalidade em que os corpos dos animais permanecem no local por tempo indeterminado em câmaras de resfriamento ou estação vertical de transferência; modalidade em que os corpos poderão ser trasladados, após o período contratual, para cremação, incineração ou outro cemitério, conforme o contrato firmado com o proprietário.
III – Crematório: modalidade destinada à incineração dos corpos dos animais.
Os autores do projeto explicam que é facultada a parceria entre os estabelecimentos para a prestação dos serviços de traslado, incineração e destinação final dos restos mortais dos animais, respeitadas as exigências sanitárias e ambientais.
“Esses empreendimentos deverão atender, integralmente, às exigências legais aplicáveis, os quais deverão ser de natureza, exclusivamente, privada, vedada a utilização de recursos do orçamento público ou a criação de novos cargos, novas despesas ou atribuições para qualquer órgão da administração pública municipal direta ou Indireta”, acrescenta.
Por fim, estabelece que a fiscalização das atividades praticadas por esses empreendimentos será exercida pelos órgãos municipais competentes, nos termos das suas atribuições e competências, já estabelecidas na legislação urbanística, de posturas, sanitária e ambiental vigente.
O projeto de lei foi aprovado por votação simbólica.
Maioria simples.
O projeto de lei foi aprovado também, em segundo turno, por votação simbólica.
Maioria simples.
Em tempo: a próxima reunião ordinária plenária do ano, somente presencial, a nona (penúltima) reunião plenária do primeiro período da segunda sessão ordinária, deverá ser realizada amanhã, quinta-feira, dia 12 de fevereiro, em horário regimental, com início provável às 9 horas, no Plenário Homero Santos da Câmara Municipal de Uberlândia.
por Ivan Santos | fev 12, 2026 | Blog |
Número já está ativo e funcionará 24h por dia, durante sete dias da semana, para oferecer serviços como emissão de boleto mensal
A Cohab Minas acaba de lançar seu canal oficial no WhatsApp, ampliando os meios de atendimento e comunicação da companhia. A novidade é a assistente virtual Cida, que já está disponível para conversar com os mutuários, 24 horas por dia, sete dias da semana, oferecendo um atendimento ágil por meio do contato (31) 3501 – 4600.
GOV. MG
Por meio do canal, os mutuários poderão tirar dúvidas, obter informações sobre contratos e serviços, além de receber o boleto virtual para pagamento das parcelas do financiamento da casa, tudo de forma simples e sem a necessidade de deslocamento.
O presidente da Cohab Minas, Márcio Bernardino, destaca que o novo canal foi criado com foco em facilitar a vida do beneficiário. “Esse canal foi pensado para tornar o dia a dia do mutuário mais simples. Agora, ele pode receber o boleto virtual diretamente pelo WhatsApp, além de acessar informações importantes de forma rápida. É uma ferramenta que aproxima a Cohab Minas das pessoas, encurta distâncias e melhora o atendimento”, destaca o presidente.
A assistente virtual Cida foi desenvolvida para oferecer respostas ágeis e orientar os mutuários de maneira eficiente, fortalecendo o relacionamento entre a Cohab Minas e seus clientes. A iniciativa faz parte do processo de modernização da companhia e do uso da tecnologia como aliada na prestação de serviços públicos.
Para acessar o canal oficial da Cohab Minas no WhatsApp e conversar com a assistente virtual Cida, basta adicionar o número oficial da companhia e iniciar a conversa: (31) 3501 – 4600.
Serviços canal Whatsapp
Pelo canal, o mutuário vai receber o boleto de pagamento, solicitar a emissão de segunda via de boleto das prestações, falar sobre quitação do seu financiamento, ter informação sobre escritura, negociação de dívida, transferência de financiamento, entre outros serviços.
Outros canais de atendimento
Além do atendimento online pelo WhatsApp, o mutuário também conta com outros meios de comunicação com a Cohab Minas, para esclarecer dúvidas, site: www.cohab.mg.gov.br , e o Cohab Atende, que funciona das 8h às 18h, na Cidade Administrativa, 14º andar, Prédio Gerais, Rodovia Papa João Paulo II, 4001 – Serra Verde – Belo Horizonte.
por uberlandiahoje | fev 12, 2026 | Blog |
Tecnologia de ponta garante diagnósticos mais rápidos, redução de radiação e maior ergonomia para os profissionais
GOV. MG
O Instituto de Previdência dos Servidores do Estado de Minas Gerais (Ipsemg) segue atualizando seu parque tecnológico para aprimorar a assistência hospitalar. Com o objetivo de otimizar o fluxo de atendimento e ampliar a precisão diagnóstica, a instituição promoveu a substituição dos antigos equipamentos de raio-x móveis por modernos sistemas digitais integrados. A transição foi iniciada com a capacitação das equipes técnicas, assegurando que a nova tecnologia esteja plenamente incorporada à rotina assistencial de forma eficiente e segura.
As duas novas unidades de raio-x digital apresentam diferenciais técnicos que transformam a dinâmica do atendimento à beira do leito. O monitor acoplado ao próprio equipamento permite a visualização imediata da imagem, sem a necessidade de cabos ou computadores externos, o que garante maior agilidade diagnóstica. Além disso, os aparelhos são portáteis e possibilitam o deslocamento até o paciente sempre que necessário.
Outro avanço importante está relacionado à segurança radiológica. Por serem mais potentes e modernos, os equipamentos demandam menor tempo de exposição, reduzindo significativamente a dose de radiação tanto para o paciente quanto para a equipe assistencial.
A mobilidade e a ergonomia também se destacam como benefícios relevantes, conferindo mais segurança aos profissionais. O deslocamento motorizado minimiza o esforço físico dos técnicos de radiologia, enquanto o funcionamento por baterias internas elimina a presença de fios no ambiente, reduzindo riscos de contaminação e acidentes.
Para a coordenadora administrativa do setor de Radiologia, Neiva de Souza, essa atualização vai além da substituição de equipamentos e representa uma mudança de paradigma no Hospital Governador Israel Pinheiro (HGIP), ao reforçar o compromisso da gestão com uma assistência mais segura, eficiente e humanizada. “Com os novos RX os pacientes passam a usufruir de um serviço de imagem mais rápido e tecnicamente superior”, afirma.
Atendimento ampliado
Beneficiários da Assistência à Saúde do Ipsemg que possuam solicitação para exames de raio-x ou tomografia e desejarem atendimento no Serviço de Radiologia e Diagnóstico por Imagem do HGIP podem realizar o agendamento por meio da Central LigMinas, pelo telefone 155, de segunda a sexta-feira, das 7h às 19h.
São disponibilizadas 40 vagas diárias para a realização dos exames, com atendimento das 7h às 22h. Nos fins de semana e feriados, o serviço funciona exclusivamente para exames de raio-x. Para a realização do exame, é necessário apresentar CPF, cartão de beneficiário e pedido médico.
por uberlandiahoje | fev 12, 2026 | Blog |
Levantamento mostra que o Governo de Minas já investiu quase R$ 570 milhões em pesquisas coordenadas por mulheres
Nesta quarta-feira (11/2), data em que se comemora o Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência, Minas Gerais tem a comemorar uma relevante atuação feminina nas áreas de Ciência, Tecnologia e Inovação (C,T&I).
GOV. MG.
O Governo de Minas, por meio da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sede-MG) e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig), já investiu mais de R$ 568 milhões em pesquisas coordenadas por mulheres, de 2021 a 2025.
As mulheres representaram, em média, 60% dos bolsistas Fapemig nos cinco últimos anos. Os dados são referentes a bolsas institucionais (de formação): iniciação científica e científica júnior, mestrado e doutorado. Em 2024, a fundação contava com 5.186 mulheres bolsistas cadastradas e 475 projetos sob coordenação feminina. Já em 2025, esses números aumentaram para 5.991 (+15%) bolsistas mulheres cadastradas e 523 projetos de chefias femininas.
“Mais que reconhecer a atuação feminina na ciência, o Governo de Minas tem investido no trabalho e na produção científica dessas mulheres. Esse é um papel essencial do Estado que ecoa nas gerações seguintes, em meninas que são capacitadas e inspiradas por essas mulheres, construindo um legado feminino na ciência”, afirma a secretária de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sede-MG), Mila Corrêa da Costa.
Inspiração
A Fapemig lançou, nos últimos anos, chamadas que buscavam fomentar a participação feminina nas áreas de C,T&I. É o caso do Ciência por Elas, lançada em 2023, que investiu R$ 17,9 milhões em 95 pesquisas coordenadas por mulheres.
Houve também a chamada para concessão de bolsas de iniciação científica em áreas STEM (Ciências, Tecnologia, Engenharias e Matemática), lançada em 2025, que incentivou a participação de estudantes em áreas que, historicamente, contam com maior presença masculina. Das 300 bolsas concedidas, mais da metade (160) foram destinadas a mulheres.
A participação das mulheres nos ambientes acadêmicos, científicos e tecnológicos não apenas reforça a capacidade e a qualidade da ciência feminina, mas também inspira as novas gerações. Elizângela Aparecida dos Santos é uma dessas mulheres.
Doutora em Economia Aplicada, docente e pesquisadora na Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM) – Campus Unaí, ela foi a vencedora do Prêmio Bunge 2025, na categoria Juventude. A pesquisadora dedica seus trabalhos à análise dos impactos das mudanças climáticas na agricultura brasileira e, em sua jornada acadêmica, contou com o apoio da Fapemig.
“Receber esse reconhecimento ainda jovem, e sendo mulher, demonstra que a ciência é um espaço possível e necessário para todos, fortalecendo e incentivando as novas gerações de meninas e mulheres a ocuparem um espaço cada vez mais diverso e plural”, ressalta.
Financiamento que faz a diferença
A pós-doutora em fisiologia cardíaca, docente e pesquisadora do Instituto de Ciências Biológicas (ICB), da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Silvia Guatimosim, é outro exemplo de destaque na ciência mineira.
“Meu primeiro contato com a ciência foi através de uma bolsa de iniciação científica da Fapemig, assim como meu primeiro financiamento de pesquisa, recurso extremamente importante para a implementação do meu laboratório da linha de pesquisa de fisiologia cardíaca na UFMG”, destaca Silvia.
O financiamento possibilitou a implementação não apenas do laboratório, mas também da primeira linha de pesquisa em fisiologia cardíaca da UFMG e de Minas Gerais. Hoje, o laboratório é referência no Brasil e reconhecido internacionalmente. “É importante o reconhecimento do nosso trabalho, da nossa dedicação e da nossa competência, da mesma forma que é feito para os homens”, ressalta.
Para este ano, está previsto o lançamento de uma nova chamada Ciência por Elas, com estimativa de mais de R$ 15 milhões em investimentos.
“A Fapemig, como agência de fomento, entende que um de seus papéis é contribuir para a diminuição da desigualdade em termos de gênero, valorizando as mulheres dentro do contexto de ciência, tecnologia e inovação”, destaca assessora técnica de Ciência, Tecnologia e Inovação da Fapemig, Cynthia Barbosa.
por uberlandiahoje | fev 11, 2026 | Ponto de Vista |
Dr. Flávio de Andrade Goulart*
Em minhas caminhadas matinais pelo final da Asa Norte, em Brasília, vejo com alguma constância pequenas placas com informações sobre as espécies vegetais ali presentes, geralmente plantas naturais (ou endêmicas) do Cerrado, pois que existem algumas exóticas também. Fico feliz em vê-las (e aprender com elas), porque sou um notório curioso sobre a botânica e frequentemente, quando não me trai a memória, passo a incorporar esses novos conhecimentos, às vezes tratando os mesmos – confesso – como se os conhecesse desde sempre. Mas tem uma coisinha que às vezes me faz cócegas na mente, ou seja, a frequência com que aparece em tais plaquinhas a palavra “medicinal”, ao lado de designativos como ornamental, alimentícia, madeira. É apenas a primeira dessas categorias que me provoca especulações, porque quanto a ornamentar com flores, oferecer frutos e sementes, se converter em lenha ou tábuas, não caberiam muitas dúvidas. Mas tal definição de medicinal no mínimo exigiria a a indagação: como assim? Ou ainda: para que tipo de problemas de saúde? Nas tais plaquetas, é claro, isso não está esclarecido, mas quando vamos aos livros de botânica, principalmente dedicados às árvores e outras plantas do cerrado, o mesmo adjetivo aparece inúmeras vezes, com esclarecimentos um pouco mais detalhados, embora, a meu ver, ainda obscuros. Como diziam os antigos, é aí que a porca torce o rabo, ou para adequar tal expressão à situação presente, é aí que o pequizeiro retorce (ainda mais) seus galhos, já tortos de natureza. As informações obtidas em tais textos são de uma generalidade espantosa, dando origem a expressões vagas como afecções do fígado, estados inflamatórios, febres, corrimentos, doenças dos rins, do estômago, do fígado etc. Pois bem, gostaria de saber em que tipo de clínica ou laboratório, dentro de qual categoria metodológica, isso foi devidamente testado e comprovado. Os adeptos de tais terapias certamente vão me condenar por exagero na crítica e de descrença no poder terapêutico da natureza, ou coisas assim. Quem tive mais paciência vai tentar me explicar que se tratam de conhecimentos ancestrais de uma suposta medicina tradicional, aspectos aos quais eu deveria me render, deixando de lado minhas tendências céticas e materialistas. Com a aproximação da COP-30 já reparei que tal assunto ganhou novas proporções, por exemplo, na suposição de que certos “conhecimentos tradicionais” indígenas poderiam conter a chave não só para processos de cura de doenças como também para a resolução da crise ambiental. Isso é, sem dúvida, resultado de movimentos descoloniais e ambientalistas, que alimentam ideias um tanto românticas e sem base factual, de que as crenças e tradições dos chamados povos “ancestrais” ou “originários” apenas por isso já deveriam usufruir de um estatuto comparável ao das ciências estabelecidas, com raízes desde os tempos de Galileu, passando por Descartes, Louis Pasteur, Mme. Curie, Niels Bohr, Oppenheimer e Einstein. Mas a vida (aquela real, pelo menos) é bem mais complicada, para tristeza e revolta dos tais descolonizadores do conhecimento. Preocupado com isso procurei algumas leituras ancoradas na Ciência Tradicional, que os tais descolonizadores costumam menosprezar, em troca do que denominam Nova Ciência. Assim cheguei ao texto seguinte, que recomento aos leitores.
Conhecimento tradicional e Ciência Carlos OrsiBaixar
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CATEGORIASNOSSA POSIÇÃO, TERCEIROSTAGSCIÊNCIA, CONHECIMENTO TRADICIONAL, PLANTAS MEDICINAIS
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*Flávio de Andrade Goulart é médico, professor de Medicina na UFU e na UNB, secretário de Saúde em Uberlândia e sobrinho do poeta Carlos Drummond de Andrade
por uberlandiahoje | fev 10, 2026 | Blog |
Certame ofereceu 13.795 vagas para cargos da Secretaria de Educação em todas as regiões do estado
GOV. MG
O Governo de Minas, por meio da Secretaria de Estado de Educação (SEE/MG) e da Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag/MG), divulgou nesta terça-feira (10/2) o resultado definitivo de três carreiras do Concurso Público nº 01/2025, destinado ao provimento de quase 14 mil vagas para a rede estadual de ensino.
A homologação é a etapa final do concurso público, quando o governo confirma oficialmente que todas as fases do certame foram concluídas de acordo com as normas do edital, tornando o resultado válido e definitivo. Neste momento, serão homologados os cargos de Professor de Educação Básica (PEB), Analista de Educação Básica (AEB) e Técnico da Educação (TDE). As homologações dos demais cargos ocorrerão nos próximos meses.
A partir dessa etapa, o Estado fica autorizado a iniciar as convocações dos candidatos aprovados, conforme a necessidade da administração pública. As nomeações acontecerão em três lotes, a partir de fevereiro. O primeiro lote contemplará PEB, AEB e TDE. A publicação estará disponível no Diário Oficial de Minas Gerais.
“Vamos fortalecer a rede estadual com a chegada de novos profissionais, ampliando a capacidade de atendimento da educação pública em todas as regiões de Minas. A homologação deste concurso reafirma o compromisso do Governo do Estado com a valorização dos servidores e com a qualidade do ensino oferecido aos estudantes”, afirmou o secretário de Estado de Educação, Rossieli Soares da Silva.
O concurso contempla vagas para os cargos de Professor de Educação Básica, Especialista em Educação Básica (EEB), Analista Educacional (ANE), Analista de Educação Básica, Técnico da Educação e Assistente Técnico de Educação Básica (ATB). A previsão de publicação dos resultados finais e a homologação das demais carreiras pode ser consultada no site da banca organizadora Consulplan.
Atuação em todo o estado
As oportunidades são destinadas à atuação nas 47 Superintendências Regionais de Ensino (SREs) e nas Unidades de Ensino distribuídas por todas as regiões do estado, fortalecendo a rede pública e ampliando o acesso a uma educação de qualidade para os estudantes mineiros.
A remuneração inicial varia de acordo com o cargo e a carga horária, com valores entre R$ 1.917,11 e R$ 6.937,06. Todos os cargos são vinculados ao regime estatutário, conforme a Lei Estadual nº 15.293/2004, garantindo estabilidade e direitos aos servidores.
A divulgação do resultado final e da homologação reforça o compromisso do Governo de Minas com a valorização dos profissionais da educação, reconhecendo o papel essencial desses servidores na formação dos estudantes e no desenvolvimento do estado. A iniciativa representa um importante avanço para o fortalecimento da Educação Pública Estadual, com a ampliação do quadro de profissionais e a melhoria da gestão educacional.
Valorização profissional
O Governo de Minas instituiu a Comissão Permanente de Concursos da Educação, responsável por planejar, organizar e acompanhar os concursos públicos para as carreiras da SEE/MG, além de identificar as necessidades de novas vagas. Desde 2019, o governo já nomeou 28.704 servidores em diversas carreiras em todo o estado.
por uberlandiahoje | fev 10, 2026 | Política Nova |
Ivan Santos – Jornalista
Certa vez mestre Armando Nogueira, um dos maiores cronistas de jornais do Brasil, ensinou uma lição a quem quiser aprender a escrever. Segundo ele, “bem escrever é cortar palavras”. E contou uma história ocorrida em uma feira de peixes na beira de uma praia. O feirante escrevera um anúncio assim: “HOJE, VENDO PEIXE FRESCO”. A um amigo dele que chegara, perguntou se o anúncio estava correto. O amigo escritor observou: “Você já notou que todo dia é sempre hoje”? E acrescentou: “Acho dispensável esta palavra HOJE”.
O feirante retirou a palavra e o anúncio ficou: “VENDO PEIXE FRESCO.” O amigo tornou a comentar: “Aqui, nesta feira, existe algum peixe dado de graça”? O peixeiro respondeu: “Que eu saiba. “Então não é preciso o verbo VENDER. O peixeiro obedeceu e retirou o verbo. O anúncio ficou: “PEIXE FRESCO”. A seguir, o visitante perguntou: “Me diga uma coisa: por que apregoar que o peixe é fresco se o que traz o freguês a uma feira no cais do porto é a certeza de que todo peixe daqui é fresco”? Lá se foi o adjetivo.
Ficou o anúncio reduzido a uma singela palavra: “PEIXE”. Foi por pouco tempo. O visitante ponderou que era menosprezar a inteligência dos clientes anunciar, em letras garrafais, que o produto da banca era peixe. O anúncio foi cancelado, sumiu. O feirante vendeu tudo. Não sobrou nem a sardinha do gato. E ainda aprendeu uma preciosa lição: “Escrever é cortar palavras”.
Jornalismo
Jornalismo não é literatura; é informação. O texto jornalístico não admite frases na voz passiva, locuções verbais, gerúndios nem adjetivos qualificativos. Os leitores de jornais não aceitam julgamentos prévios e têm o direito de saber quem foi que praticou a ação indicada pelo verbo principal da oração. Simplificar é preciso.
laro: dificilmente permitirei”.
Manual precioso
As jornalistas Dad Squarisi e Arlete Salvador, no livro “A arte de escrever bem” ensinam produzir mensagens pelo correio eletrônico, escrever relatórios, fazer vestibular ou produzir matéria jornalística. Elas, com indiscutível habilidade e competência, ensinam, no livro, como redigir hoje, de modo adequado e elegante.
Lição de mestre
Pompeu de Souza, lendário jornalista do “Diário Carioca” do Rio de Janeiro, que introduziu o “lead” no noticiário brasileiro, dizia aos principiantes: “Jovem, escreva um sujeito, um verbo e um complemento, sempre nesta ordem – a direta. Se quiser escrever um adjetivo, peça minha permissão e, antecipadamente, declaro: dificilmente permitirei”.
Manual precioso
As jornalistas Dad Squarisi e Arlete Salvador, no livro “A arte de escrever bem” ensinam produzir mensagens pelo correio eletrônico, escrever relatórios, fazer vestibular ou produzir matéria jornalística. Elas, com indiscutível habilidade e competência, ensinam, no livro, como redigir hoje, de modo adequado e elegante.
por uberlandiahoje | fev 10, 2026 | Política Nova |
Ivan Santos – Jornalista
Certa vez mestre Armando Nogueira, um dos maiores cronistas de jornais do Brasil, ensinou uma lição a quem quiser aprender a escrever. Segundo ele, “bem escrever é cortar palavras”. E contou uma história ocorrida em uma feira de peixes na beira de uma praia. O feirante escrevera um anúncio assim: “HOJE, VENDO PEIXE FRESCO”. A um amigo dele que chegara, perguntou se o anúncio estava correto. O amigo escritor observou: “Você já notou que todo dia é sempre hoje”? E acrescentou: “Acho dispensável esta palavra HOJE”.
O feirante retirou a palavra e o anúncio ficou: “VENDO PEIXE FRESCO.” O amigo tornou a comentar: “Aqui, nesta feira, existe algum peixe dado de graça”? O peixeiro respondeu: “Que eu saiba, não”. “Então não é preciso o verbo VENDER. O peixeiro obedeceu e retirou o verbo. O anúncio ficou: “PEIXE FRESCO”. A seguir, o visitante perguntou: “Me diga uma coisa: por que apregoar que o peixe é fresco se o que traz o freguês a uma feira no cais do porto é a certeza de que todo peixe daqui é fresco”? Lá se foi o adjetivo.
Ficou o anúncio reduzido a uma singela palavra: “PEIXE”. Foi por pouco tempo. O visitante ponderou que era menosprezar a inteligência dos clientes anunciar, em letras garrafais, que o produto da banca era peixe. O anúncio foi cancelado, sumiu. O feirante vendeu tudo. Não sobrou nem a sardinha do gato. E ainda aprendeu uma preciosa lição: “Escrever é cortar palavras”.
Jornalismo
Jornalismo não é literatura; é informação. O texto jornalístico não admite frases na voz passiva, locuções verbais, gerúndios nem adjetivos qualificativos. Os leitores de jornais não aceitam julgamentos prévios e têm o direito de saber quem foi que praticou a ação indicada pelo verbo principal da oração. Simplificar é preciso.
Lição de mestre
Pompeu de Souza, lendário jornalista do “Diário Carioca” do Rio de Janeiro, que introduziu o “lead” no noticiário brasileiro, dizia aos principiantes: “Jovem, escreva um sujeito, um verbo e um complemento, sempre nesta ordem – a direta. Se quiser escrever um adjetivo, peça minha permissão e, antecipadamente, declaro: dificilmente permitirei”.
Manual precioso
As jornalistas Dad Squarisi e Arlete Salvador, no livro “A arte de escrever bem” ensinam produzir mensagens pelo correio eletrônico, escrever relatórios, fazer vestibular ou produzir matéria jornalística. Elas, com indiscutível habilidade e competência, ensinam, no livro, como redigir hoje, de modo adequado e elegante.
por uberlandiahoje | fev 10, 2026 | Blog |
Confira os vencimentos da primeira parcela que vão até sexta-feira (13/2), de acordo o final de placa do veículo
Começa nesta segunda-feira (9/2), a escala de pagamentos da primeira parcela do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) de 2026 em Minas Gerais. De acordo com o final da placa, os vencimentos vão até sexta-feira 13/2. Quem optar por quitar a cota única terá desconto de 3%.
GOV. MG 
A segunda parcela terá vencimento entre os dias 9 e 13/3 e a terceira entre 9 a 15/4.
A consulta dos valores pode ser feita pelo Renavam do veículo, no site da Secretaria de Estado de Fazenda de Minas Gerais (SEF/MG), pelo telefone 155 do LIGMINAS e no aplicativo MG App.
Em Minas Gerais, a expectativa de arrecadação do IPVA 2026 é de cerca de R$ 12 bilhões para uma frota tributável de mais de 8,5 milhões veículos.
Outro tributo que deve ser pago é a Taxa de Renovação do Licenciamento Anual de Veículo (TRLAV), no valor de R$ 35,62, cujo vencimento é 31/3, independentemente do final da placa.
Programa Bom Pagador
Em 2026, o programa Bom Pagador segue garantindo desconto extra de 3% no IPVA para os veículos que se mantiveram regulares em 2025 e 2024. O desconto é automático, já aplicado no valor lançado. O proprietário que optar pelo pagamento do imposto em cota única e se beneficiar do programa Bom Pagador, acumulará os dois descontos.
Penalidades
O pagamento em atraso do IPVA gera multa de 0,3% ao dia até 30º (trigésimo) dia e de 20% após o 30º (trigésimo) dia, além de juros da Taxa Referencial do Sistema Especial de Liquidação e de Custódia (Selic).
No caso de atraso da TRLAV, as penalidades são multa de 0,15% ao dia até 30º (trigésimo) dia; de 9% do 31º até o 60º dia e de 12% a partir do 61º dia, além de juros da Taxa Referencial do Sistema Especial de Liquidação e de Custódia (Selic).
Isenção
Em razão de alteração na legislação, promovida pelo Congresso Nacional, 3.376.501 veículos com 20 anos ou mais de fabricação foram isentos do IPVA em Minas Gerais, totalizando uma renúncia de receita no valor de R$ 1,06 bilhão.
A isenção, que abrange veículos de passageiros, incluindo motocicletas, caminhonetes e veículos de uso misto, é aplicada automaticamente pela SEF/MG. Portanto, não é necessária nenhuma ação da parte do proprietário. Não estão contemplados ônibus, micro-ônibus e veículos de carga.
Vale ressaltar que mesmo esses veículos isentos do IPVA devem pagar a Taxa de Licenciamento.
Como pagar
Os pagamentos do IPVA e da TRLAV podem ser feitos via Pix (QR Code), Documento de Arrecadação Estadual (DAE), internet banking ou diretamente nos terminais de autoatendimento ou guichês dos agentes autorizados (Bradesco, SICOOB, Mercantil, CAIXA, Casas Lotéricas, Banco do Brasil, Mais BB, Itaú e Santander), bastando informar o número do Renavam do veículo.
Para gerar o código Pix (QR Code) e emitir o DAE, é necessário acessar o site oficial da Fazenda.
No caso de pagamento por Pix, o beneficiado da operação sempre será Estado de Minas Gerais, CNPJ18.715.615/0001-60, e bancos emissores Itaú e Santander.
Prevenção a golpes
Uma força-tarefa composta pela Secretaria de Estado de Fazenda (SEF/MG), Polícia Civil (PCMG), Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), Ouvidoria-Geral do Estado (OGE/MG) e o Departamento Estadual de Trânsito (Detran/MG), tem orientado a população contra os golpes envolvendo o IPVA.
Além de divulgar massivamente as dicas de prevenção, a força-tarefa tem o objetivo de agir rapidamente para retirar do ar sites fraudulentos e investigar os crimes. Segundo levantamento da Secretaria de Fazenda, em 2025, foram recebidas 2,6 mil denúncias de golpes tendo como alvo o IPVA.
por Uberlândia Hoje | fev 10, 2026 | Blog |
Primeira etapa do Pouso Alegre Business Park é entregue com 100% de ocupação e tem expansão prevista já para 2026
O Governo de Minas, por meio da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sede-MG) e de sua vinculada Invest Minas, participou, nesta segunda-feira (9/2), da inauguração da primeira fase do projeto Pouso Alegre Business Park, novo empreendimento logístico da Fulwood no município do Sul de Minas.
GOV. MG
O projeto vai entrar em operação com 100% de locação e foi concebido com um aporte de R$ 100 milhões, inteiramente privados.
Durante o evento, que contou com a presença de autoridades do Governo do Estado, da empresa e do município, foram anunciados os próximos passos da Fulwood em Pouso Alegre.
Ainda no segundo semestre de 2026, a empresa pretende entregar a segunda fase do projeto, com 50 mil metros quadrados e investimento de R$ 80 milhões. A empresa também estuda acrescentar outros 24 mil metros quadrados, com obras ainda neste ano, elevando o empreendimento a um novo patamar de oferta para grandes operações de logística e e-commerce.
“Esse empreendimento mostra como Minas tem se consolidado como um hub logístico estratégico do país. Além da nossa localização privilegiada, trabalhamos para oferecer previsibilidade, infraestrutura e um ambiente de negócios competitivo, que dão segurança ao investidor. É assim que conectamos regiões e atraímos novos projetos”, destaca a secretária de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mila Corrêa da Costa.
Estrutura de ponta
Localizado às margens da Rodovia Fernão Dias (BR-381), principal ligação entre São Paulo e Belo Horizonte, o Pouso Alegre Business Park conta com 78 mil metros quadrados de área total, sendo 71 mil metros quadrados destinados à armazenagem, seguindo padrão triple A.
A chegada de mais um parque logístico de alto padrão a Minas Gerais reflete a atuação contínua do Governo de Minas na criação de um ambiente favorável aos negócios, baseado em infraestrutura, segurança jurídica, mão de obra qualificada e políticas públicas alinhadas às demandas do setor produtivo.
Nesse contexto, Minas também se destaca pelo ambiente tributário competitivo, que tem mantido o estado atrativo mesmo diante das mudanças trazidas pela reforma tributária federal.
“Minas construiu um modelo de relacionamento com o investidor pautado pela previsibilidade, investimentos em infraestrutura, competitividade tributária e diálogo permanente. Minas segue se posicionando como o segundo maior mercado consumidor do país e um estado preparado administrativamente para receber e ampliar grandes projetos”, afirma o diretor de Atração de Investimentos da Invest Minas, Leandro Andrade.
Trabalho contínuo
A escolha por Pouso Alegre está associada à posição estratégica do município, que reúne acesso aos principais corredores rodoviários do Sudeste, aeroporto regional, porto seco e infraestrutura consolidada.
A Invest Minas já acompanha a atuação da Fulwood no estado há anos. Além de Pouso Alegre, a empresa possui empreendimentos em operação em Extrema e Betim, somando mais de R$ 1,5 bilhão em investimentos.
“Os investimentos em Pouso Alegre reforçam a atuação da Fulwood em Minas Gerais, onde já investimos mais de R$ 1,5 bilhão na última década. Para os próximos anos, estão previstos mais R$ 700 milhões, com a meta de alcançar 1 milhão de metros quadrados de ABL no estado”, celebrou o CEO da empresa Gilson Schilis.
Fundada em 1994, a Fulwood é uma das principais incorporadoras de condomínios logístico-industriais do Brasil, com atuação em cinco estados. A empresa desenvolve, loca e administra empreendimentos de alto padrão, com foco em galpões triple A, totalizando mais de 1 milhão de metros quadrados de área bruta locável no país.