por uberlandiahoje | set 5, 2026 | Ponto de Vista |
Autor: Rafael Moia Filho – Escritor, Acadêmico da ABLetras, Blogger, Analista Político e Graduado em Gestão Pública.
Nos acostumamos com nossa gente reclamando diariamente dos políticos, não que não tenham razão, porém, é notório que não adianta apenas reclamarmos sem que façamos nossa parte no contexto da vida nacional.
Muitos acreditam que o ato de votar encerra a sua participação política em nossa sociedade. Ledo engano, a participação política é o exercício da liberdade individual para a construção coletiva do bem comum. É um direito humano fundamental e alienável.
Funciona com um enorme círculo onde aparecem na sequência: Informação > Mobilização > Ação > Bem comum > Informação.
Porém, mesmo votando, participando e acompanhando a vida política em nossas cidades, estado e nação, isso não é o suficiente para que vivamos em sintonia numa democracia.
No caso brasileiro vivemos numa sociedade que contém pessoas praticando fraudes, ilícitos e querendo sempre levar vantagem em tudo o que fazem, sem respeitar o próximo.
São pessoas jogando lixo em terrenos urbanos, ateando fogo em mato, ajudando com isso a aumentar a poluição, a destruição de áreas nativas e colocando em risco o meio ambiente e as pessoas.
Nas cidades do nosso país, temos milhares dirigindo automóveis, caminhões e motocicletas sem possuírem CNH, ou estando com o documento cassado.
Muitos dirigindo nas cidades se estradas completamente alcoolizados, provocando tragédias que ceifam vidas diariamente. Algo que poderia ser evitado se estes motoristas se preocupassem com as suas vidas e a de terceiros.
Temos uma sociedade permissiva, que na maior parte das eleições deixa de exercer seu direito sagrado a escolha de seus representantes pelo voto. Homens que não sabem ouvir um “Não” de uma mulher ao final de um relacionamento e se utilizam de armas de fogo para mata-las.
por uberlandiahoje | set 5, 2026 | Ponto de Vista |
TANIA TAVARES – Professora – SP
No desacreditado STF, dito Supremo, ainda há ministros “probos”, pois do contrário podemos pensar avacalhou, fecha e troca. O povo não pode continuar sendo considerado o idiota que só paga os impostos!
por uberlandiahoje | set 5, 2026 | Ponto de Vista |
Paulo Henrique Coimbra de Oliveira – Economista – RJ-
Se Lula e Flávio saíssem de cena, Alcolumbre e Motta renunciassem, se o impeachment de Moraes, Toffoli , Dino , Zanin e Gilmar fossem decretados e todos os envolvidos nos escândalos do INSS e banco Master fossem condenados e 90 % dos atuais políticos fossem cassados , todos os corruptos condenados pela lava jato e mensalão fossem novamente presos e devolvessem todo o dinheiro roubado certamente estaríamos vivendo num país melhor.
por uberlandiahoje | set 4, 2026 | Ponto de Vista |
Ana Maria Coelho Carvalho – Bióloga
O Zé, meu finado marido, era uma pessoa muito simples, a começar pelo nome. Os amigos brincavam que, de bobo, ele só tinha a cara e o jeito de andar. Durante muitos anos, só andou de botina, de preferência bem surrada. Para todo lado e em qualquer ocasião. Também adorava camisa quadriculada, com quadrados bem grandes. Com o tempo, foi ficando mais discreto. Quando viajamos para Europa pela primeira vez, ele queria levar as botinas velhas de qualquer maneira. Achei um ultraje levar as botinas, sabia que ele andaria com elas o tempo todo. Elas ficaram. Uma tarde, sentados num barzinho em Amsterdam, olhávamos as pessoas que passavam pela rua: cabelos azuis, piercings na testa e no queixo, roupas estranhas e mirabolantes. Passou um homem alto, bem negro, forte, vestido com um macacão apertado vermelho berrante, calçando galochas vermelhas e luzidias. Pedalava feliz e devagar uma bicicleta com bandeiras coloridas. O Zé não se conteve e falou em tom magoado: “-Tá vendo, e você não me deixou trazer as minhas botinas…”
Certa vez, querendo embelezá-lo, entrei em uma loja sofisticada e cara. Escolhi uma camisa de manga comprida, estampada de marrom claro e escuro, bem “fashion” – na época ele era reitor na UFU e precisava andar arrumadinho. Levou-a para participar de um encontro de reitores em Manaus e desfilou com ela por lá. Depois, num belo dia, estava ele andando no Campus Santa Mônica com a camisa. Encontrou uma velha amiga nossa, que disse espantada: “-Zé, você está muito pra frente, andando de camisa estampada com mulher pelada!” Ele ficou horrorizado, contou que era um presente meu, a amiga ficou mais escandalizada ainda. Chegou bravo em casa e jogou a camisa fora. Olhei-a com atenção, de diversos ângulos, e, surpresa! Tinha mesmo uma mulher nua estampada em toda a frente, com três flores em locais estratégicos, eu não tinha visto e nem ele! Pior, tinha uma nas costas também. Desisti de embelezá-lo.
De outra feita, fomos a um baile no Praia Clube. O cantor era filho do Altemar Dutra, aquele cantor famoso que possuia um vozeirão. O Zé comentou, após ouvir as primeiras músicas: -“Coitado, não chega nem aos pés do pai dele”. Música vai, música vem, no meio da festa, já no clima, o Zé falou: -“Sabe, esse cantor não é tão ruim assim”. No final da festa, depois de um bom vinho e muitas músicas, arrematou: -“Esse cantor é muito melhor que o pai dele”. É isso aí, na vida a gente se acostuma com tudo. É só uma questão de tempo.
E a gente vai envelhecendo junto. Esperando as rugas e as dentaduras. Como em uma propaganda de chocolate que assisti, onde dois velhinhos demonstravam grande amor um pelo outro. O velhinho comia com satisfação a barra de chocolate e a velhinha olhava, com vontade de comer o chocolate também. O velhinho passou metade da barra para ela, que fez uma cara de tristeza. Ele entendeu, tirou sua dentadura e a emprestou para a velhinha, que escancarou um maravilhoso sorriso desdentado.
Assim, por cinquenta e um anos, o Zé e eu caminhamos pela vida de mãos dadas. A estrada foi longa, cheia de percalços, mas conseguimos permanecer com os pés na mesma estrada, até o dia em que ele se foi. Que descanse em paz, junto ao Criador.
por uberlandiahoje | set 4, 2026 | Ponto de Vista |
Paulo Henrique Coimbra de Oliveira – Economista – RJ
Se Lula e Flávio saíssem de cena, Alcolumbre e Motta renunciassem, se o impeachment de Moraes, Toffoli , Dino , Zanin e Gilmar fossem decretados e todos os envolvidos nos escândalos do INSS e banco Master fossem condenados e 90 % dos atuais políticos fossem cassados , todos os corruptos condenados pela lava jato e mensalão fossem novamente presos e devolvessem todo o dinheiro roubado certamente estaríamos vivendo num país melhor.
por uberlandiahoje | set 4, 2026 | Ponto de Vista |
TANIA TAVARES – Professora – SP
Não acredito que o PGR-Gonet e outros membros do STF querem esconder as artimanhas de Vorcaro com Alexandre de Moraes. Por isto, não conseguem nem um código de conduta para si mesmos. E nós os pagadores dos seus salários somos tratados como néscios. Acorda BRASIL!
por uberlandiahoje | set 2, 2026 | Ponto de Vista |
Gustavo Hoffay – Agente Social
O Brasil vem sentindo aumentar, dolorosamente, uma onda de criminalidade que deixa aterrada a segurança e o bem-estar de todo o seu povo ordeiro e enquanto ferindo ânimos e esperança com tensões diárias e livres de justas punições. Em meio à indignação geral e o medo (ou covardia) da maioria dos políticos em agir, de maneira a colocar um dique na sanha de marginais destemidos e que se multiplicam iguais a baratas, desumanizando considerável parcela da sociedade por meio de ações cada vez mais fortes e violentas, ainda assistimos terroristas enaltecendo seus bárbaros atos como forma de “justiça revolucionária” contra uma sociedade que os oprime e explora, divulgando fotos e vídeos dos seus feitos na Internet. E transporto esse meu sentimento para o campo político, onde um outro tipo de violência é justificado por ideologias inconsequentes: a violência política. Antigamente assassinatos e sequestros eram sempre considerados crimes mas, hoje, desde que exercida por motivos políticos ela é, não raro, tida como algo normal, justificável, ao ponto dos seus praticantes serem mesmo tratados por heróis e enquanto movidos por algum ideal doutrinário. Interessante observarmos que a violência política nem sempre distingue entre pessoas consideradas como culpadas e inocentes mas, frequentemente, também atinge aqueles aos quais não toca responsabilidade alguma em situações politicas como, por exemplo, crianças. A violência política atinge estruturas mais que propriamente pessoas; por isso pode ser até mais cruel do que a clássica violência. Além do mais o fato de que todo e qualquer cidadão , em viagem ou em trânsito pelas ruas de alguma cidade, contribui para gerar em muitas sociedades um clima de insegurança e pânico….um paranoia! E quais seriam as causas de tão lamentável situação? Assinalo a escala de valores da sociedade de consumo e a qual professa a predominância do ter sobre o ser, a corrida a um consumo desenfreado, a sede pelo poder, pelo domínio…! Uma sociedade que deseja reconhecer a legitimidade do aborto, não tem qualquer autoridade moral para contestar a violência urbana. Penso então que se a sociedade deseja opor um dique à violência deve, entre outras medidas, restaurar a consciência do valor da pessoa humana, reafirmar a primazia do ser humano sobre o dinheiro, o poder e o prazer e reverenciar a dignidade da convivência humana, fundada sobre a fraternidade e a justiça. E cabe aos nossos políticos serem modelo de conduta moral e disciplinar, de maneira a honrarem os seus mandatos e serem agentes na proteção da vida em sociedade, evitando condutas que campeiem para atitudes irracionais e mesmo criminosas a partir de atos em benefício único de si mesmos. Lembro aqui o fato de antigos parlamentares que foram eleitos em virtude da sua popularidade artística mas que, mesmo beneficiando-se de todas as regalias do cargo ao qual foram conduzidos, raramente fizeram jus aos seus respectivos mandatos.
por uberlandiahoje | set 2, 2026 | Ponto de Vista |
Tania Tavares – Professora – SP
Se eu fosse a Receita Federal dava uma olhada nos currículos dos candidatos, pois há muitas contradições, ou seja, candidatos com tão pouco patrimônio…, que dá para duvidar!
por uberlandiahoje | set 1, 2026 | Política Nova |
Ivan Santos – Jornalista
No início dos anos 1080 o estadista português, Mário Soares, depois de militar por mais de 20 anos na oposição, viu o partido dele – o Socialista – chegar ao poder e ele, primeiro ministro e chefe do governo. Nesta condição, Mário Soares veio ao Brasil, em visita oficial. Desceu em São Paulo. Ainda no aeroporto foi interpelado por jornalistas. Uma jovem jornalista perguntou-lhe:
– Dr. Mário, como o senhor vê, agora, a Oposição no governo?
Espantado, Mário Soares observou:
– Não entendi sua pergunta porque não sei o que é oposição no Governo. Neste momento, em Portugal, eu não sou da oposição: sou do governo; não conheço oposição no governo. Em Portugal quem era da oposição agora é governo. Eu, hoje não respondo pela oposição porque sou o chefe do governo.
A repórter parece nada ter entendido porque voltou a perguntar:
– Mas o senhor não é da oposição?
– Fui. Agora sou governo – respondeu Soares.
Este fato histórico serve para quem quiser interpretar o que ocorre em eleições no Brasil. No passado o prefeito Zaire Rezende (governo) perdeu para Virgílio Galassi, da oposição. Virgílio passou a ser do Governo e Zaire voltou à Oposição. Os vereadores eleitos pelos partidos da coligação vitoriosa passaram a integrar o governo e os que eram da base do governo foram para a oposição. Na prática do processo político brasileiro, alguns vereadores eleitos para a oposição aderiram ao novo governo. Isto é traição aos eleitores que apoiaram o candidato derrotado. Na democracia, o papel da oposição é importante para fiscalizar os atos do governo no exercício do mandato e acompanhar a aplicação dos recursos do Orçamento Público. No processo democrático a oposição é indispensável. Se os vereadores da oposição preferirem trair os eleitores derrotados, em troca de favores políticos, vendem-se ao poder. Aos eleitores poderão julgar os traidores na próxima eleição.
por uberlandiahoje | set 1, 2026 | Notícias |
GOV. MG
O Departamento de Estradas de Rodagem de Minas Gerais (DER-MG) informa que serão realizadas detonações de rochas próximas aos quilômetros 3, 9 e 12 da MG-414, em Araguari, no Triângulo Mineiro, nos dias 1 e 2/9/2026, sempre às 17h. A operação é necessária para a continuidade das obras na rodovia.
Em razão das detonações, o tráfego será interrompido nos dois sentidos da MG-414 por aproximadamente 30 minutos em cada dia, como medida de segurança para os usuários da rodovia e as equipes responsáveis pela execução dos serviços.
Durante a operação, serão adotados todos os procedimentos de segurança e controle necessários, incluindo sinalização do trecho, escolta armada e monitoramento sismográfico.
O DER-MG orienta os motoristas a programarem seus deslocamentos e evitarem passar pelo trecho próximo ao horário das detonações, além de respeitarem a sinalização e as orientações das equipes que estarão no local.
Após a conclusão dos procedimentos de segurança, o tráfego será liberado normalmente nos dois sentidos da rodovia.
..