O DIA NO BRASIL PODERÁ SE TRANSFORMAR EM NOITE ESCURA

Ivan Santos – Jornalista

Na última eleição os eleitores brasileiros resolveram reformar fortemente o Congresso, especialmente a Câmara dos Deputados. Para o Senado os mineiros elegeram pessoas como o Cleitinho que passa os dias divulgando intrigas e mentiras pelas redes sociais. Não presta atenção em nenhum tema de interesse público. No entanto ele consome cerca de R$ 200 mil reais por mês para o seu gordo salário e para pagar assessores que o ajudam a alimentar as redes sociais de intrigas contra a oposição. Cleitinho e seus colegas da direita só sabe falar mal do Lula e cuidar de alimentar uma ilusão em defesa de um Mito.
Para a Câmara Federal os eleitores deram prioridade na votação em delegados e agentes de polícia, policiais militares, capitães, coronéis e generais. Nenhum deles se preocupa com o povão. A prioridade deles é receber altos salários e ricas mordomias. Na prática, a maioria dos senadores e deputados eleitos trabalha para atrapalhar o governo.
O clima no Planalto, entre o Governo e os deputados e senadores está muito ruim. Os parlamentares querem mais dinheiro para financiar a eleição de prefeito se vereadores que os possam ajudar na reeleição na próxima eleição. Saúde, Educação, Trabalho, Emprego e Segurança não interessam aos representantes do povo no Parlamento.
Um exemplo é a regulamentação da Reforma Tributária que interessa para as empresas que dão milhares de empregos no Brasil. Os deputados empurram a reforma tributária com a barriga e para votarem um item do Projeto pedem mais dinheiro ao Governo.
O povo elegeu um governo de esquerda que tem propostas socialistas para melhorar a vida dos mais pobres e um Congresso conservador, de direita que só pensa em melhorar a vida dos barões do agronegócio e dos capitães das indústrias e do mercado financeiro (os bancos). O Brasil está numa encruzilhada. Se ficar parado o bicho pega, se correr o bicho como. Se o povo não acordar o dia, por aqui, se transformará em noite escura.

FIM DE LINHA

*Cesar Vanucci

“O PCC já se equipara a Máfia” (Lincoln Gakiya, Promotor de Justiça de SP).
As investigações levadas a cabo pela Justiça e Ministério Público de São Paulo com a colaboração da Receita Federal, tendo como alvo o sistema de transporte coletivo urbano da capital bandeirante, revela de forma exuberante a avantajada infiltração do crime organizado nos escalões administrativos do Estado. Pelo que já veio à tona, trazido pelos promotores, o PCC, grupo mafioso de alta periculosidade, apoderou-se de parte substancial das linhas de ônibus que circulam na maior cidade do país, controlando duas ou mais empresas responsáveis pelo deslocamento diário de calculadamente 600 mil passageiros. O esquema que está sendo agora desmontado pelas autoridades vem beneficiando, há anos a lavagem de dinheiro ligada ao trafico de drogas, de armas e outras atividades ilícitas. Ficou apurado que a “gestão empresarial” era exercida por elementos indicados pelo Primeiro Comando da Capital (PCC). Contra eles expediram-se ordens de prisão. Algumas já foram cumpridas, estando a polícia no encalço de elementos foragidos. A justiça ordenou o sequestro de bens, o que levou à constatação de que os “fora da lei” são detentores de mansões e veículos luxuosos, além de outros ativos de custo elevado. Os promotores estão convencidos de que as investigações em curso, dessa operação emblematicamente denominada “Fim de linha”, desembocarão fatalmente na descoberta de outras frentes de atuação do banditismo em esferas governamentais. No foco das atenções da força tarefa incumbida das desconcertantes apurações figuram, também, alguns setores que provavelmente estariam sendo alcançados pelos tentáculos da facção. Já teria sido identificada a participação de “empresários do crime” em negócios de revenda de veículos de luxo, hotelaria, serviços hospitalares e de limpeza. A prefeitura de São Paulo promoveu, com base em decisão judicial, a reestatização das linhas operadas pelas concessionárias assumidas pelo pessoal do PCC. A eventual implicação de agentes políticos e de funcionários públicos na maracutaia vem sendo objeto de averiguação. Tem-se por certo que das diligências aflorarão novidades ainda mais chocantes. Esta bem sucedida empreitada Judicial e policial significa, sem dúvida, outro “round” vencido pelo Poder Público no combate à criminalidade. Oxalá seja o “Fim da linha” para uma parcela significativa dos inimigos da lei.
A história do “crime organizado” tem sua origem em articulações deflagradas no recesso sistema penitenciário dos anos 70. A busca de melhoria de alojamento em presídios superlotados conduziu detentos a formarem grupos na defesa de interesses comuns. Com o correr do tempo esses agrupamentos passaram a atuar além dos muros dos presídios, utilizando estratégias nos moldes da máfia universal. Criaram nas relações entre seus membros uma sensação de “pertencimento” voltada para a acolhida do delinquente e seus familiares, disseminando um aparente sentimento de confiança. A estrutura dessas facções abrange hierarquia, planejamento “empresarial”, uso de meios tecnológicos, formação de quadros e definição de atribuições. A demarcação de território é parte da logística. A “lei do silencio” (ou seja, a “omertá” do implacável código da máfia matricial) imposta aos integrantes é seguida à risca. O narcotráfico, o contrabando de armas, o roubo de cargas e carros, os sequestros, os assassinatos de encomenda são, entre outras ilicitudes as ações desenvolvidas com fitos rendosos. A bandidagem vale-se da intimidação e corrupção para cooptar políticos e servidores inescrupulosos. Segundo estimativas de estudiosos das questões da criminalidade, acham-se em atividade no território nacional entre grandes, médias e pequenas 88 facções. Algumas delas com ramificações internacionais.

Jornalista (cantonius1@yahoo.com.br)

QUEM É PIOR?

Paulo Henrique Coimbra de Oliveira – Economista – RJ

Mídia importante divulgou quanto custou a Israel se defender de um ataque de mísseis do Irã. A bagatela equivalente à 5 bilhões de reais. A PEC do quinquênio custará aos brasileiros 42 bilhões. Ou seja 8 vezes mais. Deixo a seguinte reflexão: um país gasta 5 bi para defender seu povo e o outro gasta 42 bi para perder a honra. Qual dessas ações é mais nociva e indigna?

Governo de Minas reforça ideais de justiça e liberdade na entrega da Medalha da Inconfidência 2024

Tradicional cerimônia em Ouro Preto destacou a contribuição histórica do ex-presidente Fernando Henrique para a economia do país e prestou homenagem ao sargento Dias, policial que perdeu a vida cumprindo o dever

GOV. MG.

O Governo de Minas finalizou neste domingo (21/4), em Ouro Preto, a Semana da Inconfidência Mineira, com a cerimônia de entrega da Medalha da Inconfidência, honraria concedida pelo Estado a personalidades e instituições que contribuíram para o desenvolvimento de Minas Gerais e do país.
Os eventos contaram com as presenças do governador Romeu Zema, do vice-governador Professor Mateus, e de outras autoridades.
A solenidade foi realizada em dois momentos distintos. Primeiro, a honra militar, com a presença dos Dragões da Inconfidência, o hasteamento da bandeira, a colocação de flores no monumento ao mártir da Inconfidência Mineira e a salva de 21 tiros, realizada na Praça Tiradentes, no coração da cidade histórica.
Na sequência, ocorreu o ato de entrega da Medalha da Inconfidência no Centro de Artes e Convenções da Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop).
Em 2024, foram 171 agraciados que contribuíram para o desenvolvimento de Minas Gerais e do Brasil, em quatro designações: Grande Medalha (40), Medalha de Honra (58), Medalha da Inconfidência (72) e Grande Colar (um), honraria concedida a chefes de Estado, chefes de governo e chefes dos demais Poderes da União.
“É com imensa honra que nos reunimos hoje para celebrar a memória do mártir Tiradentes e conceder a Medalha da Inconfidência, que reconhece aqueles que, como os inconfidentes mineiros, lutam pela liberdade, pela justiça e pela prosperidade dos mineiros e brasileiros”, destacou o governador Romeu Zema em seu discurso.
Em outro trecho, o governador reafirmou ideais caros à Minas Gerais e aos mineiros. “Em um caminho de desenvolvimento, a estabilidade e a liberdade devem andar juntas. Por isso, nós mineiros prezamos pela cordialidade, mesmo em momentos de conflito, pois sabemos que onde há equilíbrio, há maior segurança, previsibilidade e crescimento”, acrescentou.
O vice-governador ressaltou a importância da Semana da Inconfidência que, pela primeira vez, reuniu comemorações em outras cidades.
“Tivemos a oportunidade de contemplar a cidade de Ritápolis, local em que Tiradentes passou a infância e, depois, Tiradentes, onde a conjuração começou. E terminamos em Ouro Preto, onde efetivamente a condenação do alferes ocorreu. É importante reconhecermos que Minas Gerais como um todo participou desse movimento que significa muito para o Brasil. Isso mostra o tamanho e a importância da Inconfidência Mineira no movimento pela liberdade realizado em Minas Gerais há quase 250 anos”, disse.
Grande Colar
O agraciado com o Grande Colar em 2024 é o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (FHC), sociólogo e autor de vários livros sobre mudança social e os condicionantes políticos do desenvolvimento do Brasil e da América Latina.
“Há 30 anos, ainda como Ministro da Fazenda, FHC foi o idealizador do Plano Real. Para as gerações mais jovens, pode parecer natural o Brasil ter uma mesma moeda sólida por três décadas, mas essa não era a realidade até aquele momento. A hiperinflação e a desvalorização cambial eram fantasmas da vida real que atormentavam os brasileiros”, salientou o governador.
Eleito presidente da República por dois mandatos consecutivos, FHC ocupou o cargo de 1995 a 2002. Seu governo foi um período marcado pela consolidação da estabilidade econômica, por reformas na economia, na Previdência Social e na administração pública, bem como pela democratização do acesso às políticas sociais.
“Já como presidente, Fernando Henrique trouxe avanços com reformas estruturantes que fundamentaram nossa estabilidade e propiciaram o desenvolvimento do Brasil não só durante os oito anos de seu governo, mas por décadas após sua gestão. Me inspiro em Fernando Henrique para que o legado do meu governo não seja algo pontual, mas sim uma mudança de paradigma em Minas Gerais”, pontuou Zema.
Homenagem especial
O Governo de Minas também prestou homenagem ao sargento Dias, policial militar que perdeu a vida em cumprimento do dever, vítima de condenado da Justiça em benefício de saidinha temporária. A viúva do sargento recebeu a medalha.
“Sua morte não será esquecida, pois assim como a memória de Tiradentes nos inspirou a buscar um país mais justo, tenho a certeza de que a lembrança eterna de sargento Dias nos inspirará a ter um país onde as leis protejam os cidadãos, sejam respeitadas e aplicadas com rigor. Mais uma vez, deixo meu reconhecimento e solidariedade à família do sargento Dias”, condecorou o governador.
Tradição
A honraria foi criada em 1952 pelo governador Juscelino Kubitscheck e¬¬¬ é, tradicionalmente, entregue todo dia 21 de abril, Dia de Tiradentes, em alusão a Joaquim José da Silva Xavier, mártir da Inconfidência Mineira, movimento de independência que teve como epicentro a cidade de Ouro Preto, no século 18.
A data resgata os valores históricos de Minas Gerais, como a luta por um processo mais democrático e de liberdade. Tiradentes foi executado em 21 de abril de 1792, no Rio de Janeiro.
• Acesse aqui a lista dos agraciados com a Medalha da Inconfidência 2024.
• Galeria de fotos disponível na Agência Minas:
https://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticia/governo-de-minas-reforca-ideais-de-justica-e-liberdade-na-entrega-da-medalha-da-inconfidencia-2024

 

Bárbara Heliodora passa a integrar o Panteão dos Inconfidentes

Despojos da poeta e integrante da Inconfidência Mineira foram levados até o espaço de memória do movimento, em Ouro Preto

GOV. MG

A poeta e heroína da Inconfidência Mineira, Bárbara Heliodora Guilhermina da Silveira foi homenageada na cerimônia de entrega da Medalha da Inconfidência, neste domingo (21/4), em Ouro Preto, por sua participação ativa no período emblemático da história de Minas Gerais, em 1789.
Durante a cerimônia, o Museu da Inconfidência recebeu uma porção de terra do túmulo onde a poeta esteve enterrada, em São Gonçalo do Sapucaí, no Sul de Minas, desde 1819. Os despojos foram levados até o Panteão dos Inconfidentes pelo governador de Minas Gerais, Romeu Zema, acompanhado da primeira dama Christiana Renault, esposa do vice-governador mineiro, Professor Mateus.
Bárbara Heliodora nasceu em 1759, em São João del-Rei, e foi casada com o inconfidente Alvarenga Peixoto. Membro da aristocracia, a poeta teve uma excelente educação, gostava de música e poesia, se tornou uma das pioneiras da literatura brasileira. Heliodora e Alvarenga Peixoto cediam a casa para as reuniões do movimento, daí veio o título de “Heroína da Inconfidência Mineira”.
No Panteão dos Inconfidentes, a lembrança de Bárbara Heliodora ficará ao lado de outros inconfidentes, como Tiradentes e o marido Alvarenga Peixoto. A oficialização da poeta entre os heróis da Inconfidência Mineira representa uma forma de corrigir um equívoco histórico, já que à época, por ser mulher, a ativista não obteve o devido reconhecimento como parte indissociável da memória de nosso estado.
O vice-governador Professor Mateus acredita que a homenagem marca a integração de Bárbara Heliodora dentro do reconhecimento da conjuração.

“Durante muito tempo se questionou qual é o papel de Bárbara Heliodora no movimento da Inconfidência, e trazer os despojos dela para se juntar aos do seu marido no museu, ao lado dos inconfidentes, mostra respeito e consideração à história de uma mulher que representou muita convicção mineira na defesa da liberdade”.
Ele destaca ainda a firmeza demonstrada pela homenageada, tal qual a simbologia que Tiradentes representa para os Inconfidentes. Tiradentes representa a liberdade como Bárbara Heliodora representa a convicção em uma causa. Acho que tivemos a oportunidade neste ano de reforçar que a liberdade não é somente um valor e é preciso uma convicção para a defesa dessa liberdade. E Bárbara Heliodora representa muito bem essa convicção”.
Memória respeitada
O teatrólogo Icaro Claudinei Alba, de 56 anos, descendente da inconfidente homenageada em 2024, frisa a importância que isso traz para o reconhecimento tão almejado pela família.

“Estamos há alguns anos tentando colocá-la no Panteão junto com os outros homens que participaram da Inconfidência Mineira. Ela foi escritora, ajudou o marido a não entregar os demais inconfidentes, que estavam sob risco de morte”, conta.
“É aqui em Ouro Preto com os inconfidentes que nasce o ideal de liberdade diante de Portugal e que também nasce a literatura e a arte do Brasil. Hoje ela não pertence mais à minha família, ela é um mito, um ideal de liberdade e cultura que pertence ao Brasil todo. A memória de Bárbara Heliodora é um exemplo não só pra mim e pra minha família, mas para toda pessoa que quer fazer algo de bom para o Brasil, mesmo que ao custo de um sacrifício pessoal, da sua família e da sua comunidade”, celebra Ícaro, que ajudou a desembargadora Mônica Sifuentes, presidente do Tribunal Regional Federal da 6ª região (TRF-6), a escrever seu livro “Um Poema para Bárbara”, em 2014.
Mônica Sifuentes também acompanhou o governador e a primeira-dama na cerimônia em que levaram os despojos da poeta até o Panteão dos Inconfidentes. “Isso resgata a importância da mulher nesse movimento, coisa que até pouco tempo atrás não era colocado em evidência, a Inconfidência Mineira era um movimento feito especificamente por homens” pontua Mônica Sifuentes.
A presidente do TRF-6 lembra que a ideia de ter Bárbara Heliodora no Panteão já tinha sido cogitada em 1949, quando o espaço passou a receber a lembrança dos demais inconfidentes. Quando ela sugeriu esse ato, nos últimos anos, a proposta foi aceita e tocada em conjunto pelo prefeito de Ouro Preto, Angelo Oswaldo, pelo secretário de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais (Secult), Leônidas de Oliveira, pelos descendentes e pela diretoria do Museu dos Inconfidentes.
“Agora, a História está recuperando essa participação feminina no movimento, uma participação intensa e forte que possibilitou que o movimento se espalhasse inclusive depois que os principais membros foram condenados, elas tiveram que suportar os efeitos daquela condenação, demonstrando a força e a bravura da mulher mineira”, complementa

 

Governador entrega prêmios e destaca importância de eventos vitrine como a Copa do Mundo de Mountain Bike, em Araxá

Chefe do Executivo acompanhou a reta final da disputa internacional, que levou milhares de turistas e fãs do ciclismo para a cidade mineira

GOV. MG.

Encerrando um dia de comemoração e homenagens à Inconfidência Mineira, o governador Romeu Zema participou da reta final e do pódio da Copa do Mundo de Mountain Bike neste domingo (21/4), em Araxá, no Alto Paranaíba.

É a primeira vez que o campeonato internacional tem etapa disputada em Minas, e o governador fez questão de conhecer a competição que mobiliza fãs do ciclismo em todo o planeta.

Zema acompanhou a reta final da prova UCI Cross Country Olímpico da Elite masculina. Na ocasião, o governador foi até o pódio e premiou o vencedor da corrida, Simon Andreassen, da Dinamarca. Zema também entregou os prêmios para as melhores equipes do fim de semana.

“Eu vejo esse evento como um dos mais importantes do ciclismo no mundo. A mountain bike tem ganhado terreno e se popularizado cada vez mais, e Minas Gerais, por ser o estado mais montanhoso do Brasil, tem tudo a ver com esse esporte”, declarou.

O Chefe do Executivo recordou o empenho do Estado ao trazer esse evento, visto que, no ano passado, em Paris, o vice-governador Professor Mateus e o secretário de Estado de Cultura e Turismo, Leônidas de Oliveira, assinaram o protocolo de intenções com a Warner Bros. Discovery Sports para que a cidade de Araxá fosse uma das sedes da Copa do Mundo de Mountain Bike.

“Há um ano, nós definimos dar apoio a esse evento e, hoje, estamos patrocinando esse campeonato que é divulgado para todo planeta e leva o nome de Araxá e de Minas Gerais para os quatro cantos do mundo”, salientou.

A Copa do mundo de Mountain Bike foi realizada no Grande Hotel de Araxá e todo o circuito contou com 3,8 mil quilômetros de extensão para os competidores.

Oportunidade

A atração do evento para Minas Gerais integra estratégia do governo para promover o turismo e movimentar a economia mineira. Eventos como um campeonato internacional trazem mais visibilidade e mais negócios para a economia criativa, gerando trabalho e renda para a população.

Durante o fim de semana da Copa do Mundo de Mountain Bike, os hotéis de Araxá foram totalmente reservados, atingindo a marca de 100% de ocupação. Com base nisso, o governador Romeu Zema destacou a importância para a cidade em receber uma atração internacional.

“Esse evento ajuda a divulgar Araxá e Minas para todo o mundo. Nunca antes aqui na cidade a população viu tanto estrangeiro como agora. Isso contribui muito para a economia. Os organizadores me disseram que poucos locais atendem tão bem como no Grande Hotel. Isso só ajuda, pois os turistas podem voltar mais vezes em Araxá”, disse o governador.

Expectativa

Em reunião com a diretoria da Warner Bros. Discovery Sports, o governador Romeu Zema conheceu as lideranças que promovem o evento.

A expectativa é a de que Araxá continue sediando a Copa do Mundo de Mountain Bike para os próximos dois anos e em dois finais de semana, ao contrário deste ano, que foi apenas em um.

Turismo gastronômico

Após a entrega de medalhas, Zema conheceu o estande de Minas Gerais, promovido pela secretaria de Cultura e Turismo de Minas Gerais (Secult-MG). No espaço, o governador conversou com produtores que estavam expondo quitandas, doces, queijos e outros produtos da culinária mineira.

O governador reforçou a importância do turismo gastronômico, um dos pilares da atração de visitantes para o estado.

Parcela única do IPTU 2024 pode ser paga até 30 de abril

Contribuinte ainda tem a opção de quitar o imposto em até seis vezes

Secretaria de Governo e Comunicação/PMU

O Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) 2024 em Uberlândia pode ser pago em parcela única até o dia 30 de abril. O prazo é o mesmo para quitar a primeira parcela, caso a opção seja parcelar o imposto em até seis vezes. Nesses casos, não há desconto.
Também em 2024, a Prefeitura de Uberlândia disponibilizou ao contribuinte o IPTU Digital, que está acessível por meio do Portal Cidadão, localizado no Portal da Prefeitura de Uberlândia. É possível se inserir na versão virtual do sistema até o dia 30 de abril, bastando atualizar os dados cadastrais, como e-mail, telefone e endereço..
Em caso de dúvida, a Secretaria Municipal de Finanças está disponível pelo telefone (34) 3239-2804 e pelo e-mail: plantaofiscal@uberlandia.mg.gov.br.

O PRAIA

Antônio Pereira – Jornalista, escritor ehistoriador

Naqueles tempos não havia clubes sociais, os bailes se faziam nas salas de visitas dos palacetes dos coronéis e os encontros festivos familiares eram na beira dos rios e córregos.
Nos fins de semana, as famílias desciam para as suas margens e ali passavam o dia, brincando na água, comendo e bebendo. Eram os piqueniques.
Por isso se pode refluir a história do Praia do Clube para toda a década de vinte, do século passado. Menos perigoso que o rio das Velhas, com a água sempre límpida, piscoso, mais perto, o Uberabinha atraía famílias e grupos de jovens para as suas margens. Eles desciam pela encosta do Fundinho, atravessavam o córrego São Pedro e iam usufruir das delícias do rio, sempre fresco, sempre ensombrado. Era comum senhoras distintas trazerem suas filhas para nadar. Então, todas entravam na água com aqueles vestidões longos que mal deixavam ver seus tornozelos. As primeiras a usarem maiôs foram as senhoras Conceição e Zizi.
Era assim mesmo, pena que as senhoras Oneide Borges Fonseca, Conceição Carneiro, Dorama Marquez, Zizi Carneiro, Censinha Moreira e outras que levavam as meninas para brincar no rio já não possam mais confirmar.
Foi, no entanto, a rapaziada que resolveu criar o clube depois de um desentendimento com o proprietário da área que não queria mais que ali se fizessem piqueniques nem que os moços do comércio lá nadassem. Esses moços e mais uns poucos senhores casados, jovens também, ao fim do expediente desciam diariamente para a natação no Uberabinha.
Nunca é demais citar seus nomes: José de Oliveira Guimarães, Mário Guimarães Faria, Oscar Miranda, Mackis Alvim, Dario José Vieira, Roman Balparda, Enéas de Oliveira Guimarães, Boulanger Fonseca, Floramante Garófalo, os irmãos Hermes, José, Joaquim e Francisco Carneiro, Fausto Savastano, Cícero Macedo, José Quércia, Manoel Moraes, os irmãos Gercino e Lourival Borges, Américo Vaz e outros.
Os compradores da área foram: José Guimarães, Mário Faria, Lourival e Gercino, Oscar, Roman, Enéas, Boulanger, José Carneiro, Hermes e Savastano. Depois o José Guimarães comprou as partes dos Carneiro e do Savastano.
Desses tempos heroicos há que se registrar algumas passagens interessantes: primeiro, durante dez anos o clube permaneceu como propriedade particular. Só em 1945, por sugestão do associado Celso Queiroz, é que a propriedade se transformou em clube de direito, com Estatuto e tudo.
O nome “Praia Clube” foi sugerido pelo fiscal federal José Victor, um apaixonado, capaz de loucuras, pelo futebol, que não ficou muito tempo por aqui. A sugestão nasceu por causa de uma prainha de seixos, em forma de meia lua, que havia onde estão as quadras de peteca descobertas. Os seixos foram tirados e colocada areia do rio das Velhas.
As cores preto e branco foram sugeridas pelo sócio Roman Balparda, uruguaio, torcedor do Peñarol que adota essas cores.
Logo no início, havia um salva-vidas, o Nenê, Manoel Moraes, que possuía um casal de cães, o Príncipe e a Praiana, que, sob suas ordens, mergulhavam dos pontos mais altos do trampolim de madeira que se construiu na prainha.
Pouco depois, o clube adquiriu um ônibus com bancos apenas nos fundos e nas laterais, apelidado de Tereza, que tinha ponto na praça Adolfo Fonseca, em frente à casa comercial do sócio Oscar Miranda. O Tereza fazia muitas viagens; quando ele ia chegando, o pessoal se agitava: “Corre, gente, que lá envém a Tereza!”
Pois é, o tempo passou, muita coisa aconteceu e o Praia Clube virou essa coisa fenomenal que, em matéria de crescimento e beleza, é a própria projeção da cidade. A mera visão de sua proposta de lazer conduz para a alma do usuário uma sensação plena de conforto e de felicidade.

DEPUTADOS AMERICANOS AMEAÇARAM PROIBIR O TIC TOC

Ivan Santos – Jornalista

A Câmara dos Deputados dos Estados Unidos aprovou uma Resolução que autoriza o presidente da República Norte-americana a proibir o Tic Toc no país. Os deputados decidiram que o Tic Toc só poderá atuar no território norte-americano de a empresa chinesa Byte Dance que controla o Site passar o comando nas operações nos Estados Unidos para um cidadão norte-americano. Sob o controle externo o Tic Toc será proibido no país.
A decisão da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos agiu em defesa das leis do País e considerou o Tic Toc um Site estrangeiro que não estava agindo de acordo com as diretrizes da Justiça Norte Americana. Qualquer coincidência não é diferente do que ocorre no Brasil com o X (ex-Twitter) cujo controlador, o bilionário Elon Musk, recentemente, ameaçou não cumprir determinações da Justiça do Brasil que tem mandado suspender perfis que divulgam informações falsas e espalham discursos do ódio.
Os deputados que aprovaram a Resolução entenderam que as relações da empresa Byte Dance, que controla o Tic Toc com o governo chinês pode trazer risco à segurança nacional nos Estados Unidos que é um país soberana e precisa se preparar preventivamente contra qualquer ameaça de intervenção estrangeira.
A Resolução da um ano de prazo para a Byte Dance encontrar um administrador norte-americano para o Site ou será proibida de atuar nos Estados Unidos.
O exemplo da Câmara dos Representantes nos Estados Unidos serve de exemplo para o Brasil cuja Justiça já determinou que se o Twitter continuar a divulgar informações falsas e discursos de ódio será proibido de atuar no Brasil. O exemplo dos Estados Unidos serve para reflexão dos direitistas que entendem que Elon Musk pode fazer o que quiser no Brasil porque é um homem rico e poderoso nos Estados Unidos. Lá ele é obrigado a respeitar as leis do País. Aqui no Brasil também porque nosso país tem leis que precisam ser respeitadas por todos.

A ARTE DE MENTER E DIFAMAR PELAS REDES SOCIAIS

Ivan Santos – Jornalista

O ex-presidente Jair Bolsonaro, mais conhecido entre seus admiradores como Capitão Mito, mesmo declarado inelegível até 2030, não para de fazer politicagem nas redes sociais.
O Jornal Folha de São Paulo escalou observadores para observarem as publicações feitas pelo Mito nas redes sociais que ele comanda. DE quais foram os destaques: muitas fakes News (informações falsas), distorção da realidade política, ataques à imprensa tradicional e preocupação com os yanomamis para desgastar o governo do presidente Lula, mentiras abundantes e propostas políticas vazias. Nas últimas postagens o Mito convida seus seguidores e os brasileiros em geral para uma manifestação a seu favor na Praia de Copacabana (RJ) amanhã, dia 21 de abril.
Segundo a Folha, no último domingo (14) uma das contas do Mito publicou um vídeo no qual um homem que diz ser ex-integrante do PCC afirma ter sido instruído, assim como outros membros da facção criminosa a votar no presidente Lula (PT) na ultima eleição. Mentira pura, mas é esse tipo de informação que o Time do Mito defende nas redes sociais para confundir e manter uma luta política contra a esquerda, contra os comunistas e contra criminosos organizados com a ajuda de Deus e do Espírito Santo.
As postagens do Mito também apresentam o Supremo Tribunal Federal (STF) como uma Organização do Mal e o ministro Alexandre de Morais como inimigo público Número 1. Morais entende que propaganda mentirosa nas redes sociais faz mal ao Brasil e os Brasileiros. O Time do Mito defende ampla liberdade para que os políticos da direita possam dar opinião falsa ou verdadeira como quiseram.
Quando presidente, o Mito defendeu que os indígenas deviam se integrar a sociedade tradicional brasileira e deixarem a floresta. Agora, para desgastar o Governo de Lula o Mito divulgou nas suas Redes um vídeo com supostas imagens de miséria dos índios yanomamis que estariam abandonados sem assistência nenhuma e pediu a seus seguidores para que repassassem as imagens.
O Mito divulga tudo que na opinião dele desgasta o Governo de Lula. Um dos temas recentes foi a guerra entre Israel e Hamas. O Mito usa de muita desinformação com mentiras para jogar defensores de Israel contra Lula. No momento o Mito defende o bilionário Elon Musk que se queixou publicamente da Justiça do Brasil e do ministro Alexandre de Morais. O Mito defende o bilionário.
Além de postagens com conteúdo falso, as redes de Bolsonaro divulgam muitas mentiras identificadas pelo Site boato.org. Numa delas destacou-se uma informação, segundo a qual, o presidente Lula ganhou um carro zero quilômetro de uma empresa chinesa. A Agência Lupa checou a informação e concluiu que era mentira.
É esse tipo de informação falsa, mentirosa, que o ministro Alexandre de Morais que que acabe em todas as redes sociais. Os brasileiros merecem receber informações verdadeiras e não mentirosas. Esta determinação vale para todos, lulistas e bolsonaristas, inclusive.