por uberlandiahoje | fev 11, 2026 | Ponto de Vista |
Dr. Flávio de Andrade Goulart*
Em minhas caminhadas matinais pelo final da Asa Norte, em Brasília, vejo com alguma constância pequenas placas com informações sobre as espécies vegetais ali presentes, geralmente plantas naturais (ou endêmicas) do Cerrado, pois que existem algumas exóticas também. Fico feliz em vê-las (e aprender com elas), porque sou um notório curioso sobre a botânica e frequentemente, quando não me trai a memória, passo a incorporar esses novos conhecimentos, às vezes tratando os mesmos – confesso – como se os conhecesse desde sempre. Mas tem uma coisinha que às vezes me faz cócegas na mente, ou seja, a frequência com que aparece em tais plaquinhas a palavra “medicinal”, ao lado de designativos como ornamental, alimentícia, madeira. É apenas a primeira dessas categorias que me provoca especulações, porque quanto a ornamentar com flores, oferecer frutos e sementes, se converter em lenha ou tábuas, não caberiam muitas dúvidas. Mas tal definição de medicinal no mínimo exigiria a a indagação: como assim? Ou ainda: para que tipo de problemas de saúde? Nas tais plaquetas, é claro, isso não está esclarecido, mas quando vamos aos livros de botânica, principalmente dedicados às árvores e outras plantas do cerrado, o mesmo adjetivo aparece inúmeras vezes, com esclarecimentos um pouco mais detalhados, embora, a meu ver, ainda obscuros. Como diziam os antigos, é aí que a porca torce o rabo, ou para adequar tal expressão à situação presente, é aí que o pequizeiro retorce (ainda mais) seus galhos, já tortos de natureza. As informações obtidas em tais textos são de uma generalidade espantosa, dando origem a expressões vagas como afecções do fígado, estados inflamatórios, febres, corrimentos, doenças dos rins, do estômago, do fígado etc. Pois bem, gostaria de saber em que tipo de clínica ou laboratório, dentro de qual categoria metodológica, isso foi devidamente testado e comprovado. Os adeptos de tais terapias certamente vão me condenar por exagero na crítica e de descrença no poder terapêutico da natureza, ou coisas assim. Quem tive mais paciência vai tentar me explicar que se tratam de conhecimentos ancestrais de uma suposta medicina tradicional, aspectos aos quais eu deveria me render, deixando de lado minhas tendências céticas e materialistas. Com a aproximação da COP-30 já reparei que tal assunto ganhou novas proporções, por exemplo, na suposição de que certos “conhecimentos tradicionais” indígenas poderiam conter a chave não só para processos de cura de doenças como também para a resolução da crise ambiental. Isso é, sem dúvida, resultado de movimentos descoloniais e ambientalistas, que alimentam ideias um tanto românticas e sem base factual, de que as crenças e tradições dos chamados povos “ancestrais” ou “originários” apenas por isso já deveriam usufruir de um estatuto comparável ao das ciências estabelecidas, com raízes desde os tempos de Galileu, passando por Descartes, Louis Pasteur, Mme. Curie, Niels Bohr, Oppenheimer e Einstein. Mas a vida (aquela real, pelo menos) é bem mais complicada, para tristeza e revolta dos tais descolonizadores do conhecimento. Preocupado com isso procurei algumas leituras ancoradas na Ciência Tradicional, que os tais descolonizadores costumam menosprezar, em troca do que denominam Nova Ciência. Assim cheguei ao texto seguinte, que recomento aos leitores.
Conhecimento tradicional e Ciência Carlos OrsiBaixar
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CATEGORIASNOSSA POSIÇÃO, TERCEIROSTAGSCIÊNCIA, CONHECIMENTO TRADICIONAL, PLANTAS MEDICINAIS
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*Flávio de Andrade Goulart é médico, professor de Medicina na UFU e na UNB, secretário de Saúde em Uberlândia e sobrinho do poeta Carlos Drummond de Andrade
por uberlandiahoje | fev 10, 2026 | Últimas Notícias |
Certame ofereceu 13.795 vagas para cargos da Secretaria de Educação em todas as regiões do estado
GOV. MG
O Governo de Minas, por meio da Secretaria de Estado de Educação (SEE/MG) e da Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag/MG), divulgou nesta terça-feira (10/2) o resultado definitivo de três carreiras do Concurso Público nº 01/2025, destinado ao provimento de quase 14 mil vagas para a rede estadual de ensino.
A homologação é a etapa final do concurso público, quando o governo confirma oficialmente que todas as fases do certame foram concluídas de acordo com as normas do edital, tornando o resultado válido e definitivo. Neste momento, serão homologados os cargos de Professor de Educação Básica (PEB), Analista de Educação Básica (AEB) e Técnico da Educação (TDE). As homologações dos demais cargos ocorrerão nos próximos meses.
A partir dessa etapa, o Estado fica autorizado a iniciar as convocações dos candidatos aprovados, conforme a necessidade da administração pública. As nomeações acontecerão em três lotes, a partir de fevereiro. O primeiro lote contemplará PEB, AEB e TDE. A publicação estará disponível no Diário Oficial de Minas Gerais.
“Vamos fortalecer a rede estadual com a chegada de novos profissionais, ampliando a capacidade de atendimento da educação pública em todas as regiões de Minas. A homologação deste concurso reafirma o compromisso do Governo do Estado com a valorização dos servidores e com a qualidade do ensino oferecido aos estudantes”, afirmou o secretário de Estado de Educação, Rossieli Soares da Silva.
O concurso contempla vagas para os cargos de Professor de Educação Básica, Especialista em Educação Básica (EEB), Analista Educacional (ANE), Analista de Educação Básica, Técnico da Educação e Assistente Técnico de Educação Básica (ATB). A previsão de publicação dos resultados finais e a homologação das demais carreiras pode ser consultada no site da banca organizadora Consulplan.
Atuação em todo o estado
As oportunidades são destinadas à atuação nas 47 Superintendências Regionais de Ensino (SREs) e nas Unidades de Ensino distribuídas por todas as regiões do estado, fortalecendo a rede pública e ampliando o acesso a uma educação de qualidade para os estudantes mineiros.
A remuneração inicial varia de acordo com o cargo e a carga horária, com valores entre R$ 1.917,11 e R$ 6.937,06. Todos os cargos são vinculados ao regime estatutário, conforme a Lei Estadual nº 15.293/2004, garantindo estabilidade e direitos aos servidores.
A divulgação do resultado final e da homologação reforça o compromisso do Governo de Minas com a valorização dos profissionais da educação, reconhecendo o papel essencial desses servidores na formação dos estudantes e no desenvolvimento do estado. A iniciativa representa um importante avanço para o fortalecimento da Educação Pública Estadual, com a ampliação do quadro de profissionais e a melhoria da gestão educacional.
Valorização profissional
O Governo de Minas instituiu a Comissão Permanente de Concursos da Educação, responsável por planejar, organizar e acompanhar os concursos públicos para as carreiras da SEE/MG, além de identificar as necessidades de novas vagas. Desde 2019, o governo já nomeou 28.704 servidores em diversas carreiras em todo o estado.
por uberlandiahoje | fev 10, 2026 | Política Nova |
Ivan Santos – Jornalista
Certa vez mestre Armando Nogueira, um dos maiores cronistas de jornais do Brasil, ensinou uma lição a quem quiser aprender a escrever. Segundo ele, “bem escrever é cortar palavras”. E contou uma história ocorrida em uma feira de peixes na beira de uma praia. O feirante escrevera um anúncio assim: “HOJE, VENDO PEIXE FRESCO”. A um amigo dele que chegara, perguntou se o anúncio estava correto. O amigo escritor observou: “Você já notou que todo dia é sempre hoje”? E acrescentou: “Acho dispensável esta palavra HOJE”.
O feirante retirou a palavra e o anúncio ficou: “VENDO PEIXE FRESCO.” O amigo tornou a comentar: “Aqui, nesta feira, existe algum peixe dado de graça”? O peixeiro respondeu: “Que eu saiba. “Então não é preciso o verbo VENDER. O peixeiro obedeceu e retirou o verbo. O anúncio ficou: “PEIXE FRESCO”. A seguir, o visitante perguntou: “Me diga uma coisa: por que apregoar que o peixe é fresco se o que traz o freguês a uma feira no cais do porto é a certeza de que todo peixe daqui é fresco”? Lá se foi o adjetivo.
Ficou o anúncio reduzido a uma singela palavra: “PEIXE”. Foi por pouco tempo. O visitante ponderou que era menosprezar a inteligência dos clientes anunciar, em letras garrafais, que o produto da banca era peixe. O anúncio foi cancelado, sumiu. O feirante vendeu tudo. Não sobrou nem a sardinha do gato. E ainda aprendeu uma preciosa lição: “Escrever é cortar palavras”.
Jornalismo
Jornalismo não é literatura; é informação. O texto jornalístico não admite frases na voz passiva, locuções verbais, gerúndios nem adjetivos qualificativos. Os leitores de jornais não aceitam julgamentos prévios e têm o direito de saber quem foi que praticou a ação indicada pelo verbo principal da oração. Simplificar é preciso.
laro: dificilmente permitirei”.
Manual precioso
As jornalistas Dad Squarisi e Arlete Salvador, no livro “A arte de escrever bem” ensinam produzir mensagens pelo correio eletrônico, escrever relatórios, fazer vestibular ou produzir matéria jornalística. Elas, com indiscutível habilidade e competência, ensinam, no livro, como redigir hoje, de modo adequado e elegante.
Lição de mestre
Pompeu de Souza, lendário jornalista do “Diário Carioca” do Rio de Janeiro, que introduziu o “lead” no noticiário brasileiro, dizia aos principiantes: “Jovem, escreva um sujeito, um verbo e um complemento, sempre nesta ordem – a direta. Se quiser escrever um adjetivo, peça minha permissão e, antecipadamente, declaro: dificilmente permitirei”.
Manual precioso
As jornalistas Dad Squarisi e Arlete Salvador, no livro “A arte de escrever bem” ensinam produzir mensagens pelo correio eletrônico, escrever relatórios, fazer vestibular ou produzir matéria jornalística. Elas, com indiscutível habilidade e competência, ensinam, no livro, como redigir hoje, de modo adequado e elegante.
por uberlandiahoje | fev 10, 2026 | Política Nova |
Ivan Santos – Jornalista
Certa vez mestre Armando Nogueira, um dos maiores cronistas de jornais do Brasil, ensinou uma lição a quem quiser aprender a escrever. Segundo ele, “bem escrever é cortar palavras”. E contou uma história ocorrida em uma feira de peixes na beira de uma praia. O feirante escrevera um anúncio assim: “HOJE, VENDO PEIXE FRESCO”. A um amigo dele que chegara, perguntou se o anúncio estava correto. O amigo escritor observou: “Você já notou que todo dia é sempre hoje”? E acrescentou: “Acho dispensável esta palavra HOJE”.
O feirante retirou a palavra e o anúncio ficou: “VENDO PEIXE FRESCO.” O amigo tornou a comentar: “Aqui, nesta feira, existe algum peixe dado de graça”? O peixeiro respondeu: “Que eu saiba, não”. “Então não é preciso o verbo VENDER. O peixeiro obedeceu e retirou o verbo. O anúncio ficou: “PEIXE FRESCO”. A seguir, o visitante perguntou: “Me diga uma coisa: por que apregoar que o peixe é fresco se o que traz o freguês a uma feira no cais do porto é a certeza de que todo peixe daqui é fresco”? Lá se foi o adjetivo.
Ficou o anúncio reduzido a uma singela palavra: “PEIXE”. Foi por pouco tempo. O visitante ponderou que era menosprezar a inteligência dos clientes anunciar, em letras garrafais, que o produto da banca era peixe. O anúncio foi cancelado, sumiu. O feirante vendeu tudo. Não sobrou nem a sardinha do gato. E ainda aprendeu uma preciosa lição: “Escrever é cortar palavras”.
Jornalismo
Jornalismo não é literatura; é informação. O texto jornalístico não admite frases na voz passiva, locuções verbais, gerúndios nem adjetivos qualificativos. Os leitores de jornais não aceitam julgamentos prévios e têm o direito de saber quem foi que praticou a ação indicada pelo verbo principal da oração. Simplificar é preciso.
Lição de mestre
Pompeu de Souza, lendário jornalista do “Diário Carioca” do Rio de Janeiro, que introduziu o “lead” no noticiário brasileiro, dizia aos principiantes: “Jovem, escreva um sujeito, um verbo e um complemento, sempre nesta ordem – a direta. Se quiser escrever um adjetivo, peça minha permissão e, antecipadamente, declaro: dificilmente permitirei”.
Manual precioso
As jornalistas Dad Squarisi e Arlete Salvador, no livro “A arte de escrever bem” ensinam produzir mensagens pelo correio eletrônico, escrever relatórios, fazer vestibular ou produzir matéria jornalística. Elas, com indiscutível habilidade e competência, ensinam, no livro, como redigir hoje, de modo adequado e elegante.
por uberlandiahoje | fev 10, 2026 | Últimas Notícias |
Confira os vencimentos da primeira parcela que vão até sexta-feira (13/2), de acordo o final de placa do veículo
Começa nesta segunda-feira (9/2), a escala de pagamentos da primeira parcela do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) de 2026 em Minas Gerais. De acordo com o final da placa, os vencimentos vão até sexta-feira 13/2. Quem optar por quitar a cota única terá desconto de 3%.
GOV. MG 
A segunda parcela terá vencimento entre os dias 9 e 13/3 e a terceira entre 9 a 15/4.
A consulta dos valores pode ser feita pelo Renavam do veículo, no site da Secretaria de Estado de Fazenda de Minas Gerais (SEF/MG), pelo telefone 155 do LIGMINAS e no aplicativo MG App.
Em Minas Gerais, a expectativa de arrecadação do IPVA 2026 é de cerca de R$ 12 bilhões para uma frota tributável de mais de 8,5 milhões veículos.
Outro tributo que deve ser pago é a Taxa de Renovação do Licenciamento Anual de Veículo (TRLAV), no valor de R$ 35,62, cujo vencimento é 31/3, independentemente do final da placa.
Programa Bom Pagador
Em 2026, o programa Bom Pagador segue garantindo desconto extra de 3% no IPVA para os veículos que se mantiveram regulares em 2025 e 2024. O desconto é automático, já aplicado no valor lançado. O proprietário que optar pelo pagamento do imposto em cota única e se beneficiar do programa Bom Pagador, acumulará os dois descontos.
Penalidades
O pagamento em atraso do IPVA gera multa de 0,3% ao dia até 30º (trigésimo) dia e de 20% após o 30º (trigésimo) dia, além de juros da Taxa Referencial do Sistema Especial de Liquidação e de Custódia (Selic).
No caso de atraso da TRLAV, as penalidades são multa de 0,15% ao dia até 30º (trigésimo) dia; de 9% do 31º até o 60º dia e de 12% a partir do 61º dia, além de juros da Taxa Referencial do Sistema Especial de Liquidação e de Custódia (Selic).
Isenção
Em razão de alteração na legislação, promovida pelo Congresso Nacional, 3.376.501 veículos com 20 anos ou mais de fabricação foram isentos do IPVA em Minas Gerais, totalizando uma renúncia de receita no valor de R$ 1,06 bilhão.
A isenção, que abrange veículos de passageiros, incluindo motocicletas, caminhonetes e veículos de uso misto, é aplicada automaticamente pela SEF/MG. Portanto, não é necessária nenhuma ação da parte do proprietário. Não estão contemplados ônibus, micro-ônibus e veículos de carga.
Vale ressaltar que mesmo esses veículos isentos do IPVA devem pagar a Taxa de Licenciamento.
Como pagar
Os pagamentos do IPVA e da TRLAV podem ser feitos via Pix (QR Code), Documento de Arrecadação Estadual (DAE), internet banking ou diretamente nos terminais de autoatendimento ou guichês dos agentes autorizados (Bradesco, SICOOB, Mercantil, CAIXA, Casas Lotéricas, Banco do Brasil, Mais BB, Itaú e Santander), bastando informar o número do Renavam do veículo.
Para gerar o código Pix (QR Code) e emitir o DAE, é necessário acessar o site oficial da Fazenda.
No caso de pagamento por Pix, o beneficiado da operação sempre será Estado de Minas Gerais, CNPJ18.715.615/0001-60, e bancos emissores Itaú e Santander.
Prevenção a golpes
Uma força-tarefa composta pela Secretaria de Estado de Fazenda (SEF/MG), Polícia Civil (PCMG), Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), Ouvidoria-Geral do Estado (OGE/MG) e o Departamento Estadual de Trânsito (Detran/MG), tem orientado a população contra os golpes envolvendo o IPVA.
Além de divulgar massivamente as dicas de prevenção, a força-tarefa tem o objetivo de agir rapidamente para retirar do ar sites fraudulentos e investigar os crimes. Segundo levantamento da Secretaria de Fazenda, em 2025, foram recebidas 2,6 mil denúncias de golpes tendo como alvo o IPVA.
por Uberlândia Hoje | fev 10, 2026 | Últimas Notícias |
Primeira etapa do Pouso Alegre Business Park é entregue com 100% de ocupação e tem expansão prevista já para 2026
O Governo de Minas, por meio da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sede-MG) e de sua vinculada Invest Minas, participou, nesta segunda-feira (9/2), da inauguração da primeira fase do projeto Pouso Alegre Business Park, novo empreendimento logístico da Fulwood no município do Sul de Minas.
GOV. MG
O projeto vai entrar em operação com 100% de locação e foi concebido com um aporte de R$ 100 milhões, inteiramente privados.
Durante o evento, que contou com a presença de autoridades do Governo do Estado, da empresa e do município, foram anunciados os próximos passos da Fulwood em Pouso Alegre.
Ainda no segundo semestre de 2026, a empresa pretende entregar a segunda fase do projeto, com 50 mil metros quadrados e investimento de R$ 80 milhões. A empresa também estuda acrescentar outros 24 mil metros quadrados, com obras ainda neste ano, elevando o empreendimento a um novo patamar de oferta para grandes operações de logística e e-commerce.
“Esse empreendimento mostra como Minas tem se consolidado como um hub logístico estratégico do país. Além da nossa localização privilegiada, trabalhamos para oferecer previsibilidade, infraestrutura e um ambiente de negócios competitivo, que dão segurança ao investidor. É assim que conectamos regiões e atraímos novos projetos”, destaca a secretária de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mila Corrêa da Costa.
Estrutura de ponta
Localizado às margens da Rodovia Fernão Dias (BR-381), principal ligação entre São Paulo e Belo Horizonte, o Pouso Alegre Business Park conta com 78 mil metros quadrados de área total, sendo 71 mil metros quadrados destinados à armazenagem, seguindo padrão triple A.
A chegada de mais um parque logístico de alto padrão a Minas Gerais reflete a atuação contínua do Governo de Minas na criação de um ambiente favorável aos negócios, baseado em infraestrutura, segurança jurídica, mão de obra qualificada e políticas públicas alinhadas às demandas do setor produtivo.
Nesse contexto, Minas também se destaca pelo ambiente tributário competitivo, que tem mantido o estado atrativo mesmo diante das mudanças trazidas pela reforma tributária federal.
“Minas construiu um modelo de relacionamento com o investidor pautado pela previsibilidade, investimentos em infraestrutura, competitividade tributária e diálogo permanente. Minas segue se posicionando como o segundo maior mercado consumidor do país e um estado preparado administrativamente para receber e ampliar grandes projetos”, afirma o diretor de Atração de Investimentos da Invest Minas, Leandro Andrade.
Trabalho contínuo
A escolha por Pouso Alegre está associada à posição estratégica do município, que reúne acesso aos principais corredores rodoviários do Sudeste, aeroporto regional, porto seco e infraestrutura consolidada.
A Invest Minas já acompanha a atuação da Fulwood no estado há anos. Além de Pouso Alegre, a empresa possui empreendimentos em operação em Extrema e Betim, somando mais de R$ 1,5 bilhão em investimentos.
“Os investimentos em Pouso Alegre reforçam a atuação da Fulwood em Minas Gerais, onde já investimos mais de R$ 1,5 bilhão na última década. Para os próximos anos, estão previstos mais R$ 700 milhões, com a meta de alcançar 1 milhão de metros quadrados de ABL no estado”, celebrou o CEO da empresa Gilson Schilis.
Fundada em 1994, a Fulwood é uma das principais incorporadoras de condomínios logístico-industriais do Brasil, com atuação em cinco estados. A empresa desenvolve, loca e administra empreendimentos de alto padrão, com foco em galpões triple A, totalizando mais de 1 milhão de metros quadrados de área bruta locável no país.
por Ivan Santos | fev 10, 2026 | Últimas Notícias |
Parceria público-privada é a primeira do país no setor para construção e operação de unidades de atendimento a adolescentes
O governador Romeu Zema assinou, nesta segunda-feira (9/2), o contrato da Parceria Público-Privada (PPP) para o sistema socioeducativo de Minas Gerais. Inédito no Brasil, o modelo representa um avanço na modernização da infraestrutura e dos serviços destinados a adolescentes em cumprimento de medidas socioeducativas no estado.
GOB.MG
“É um projeto pioneiro, que faz todo o sentido. É um compromisso do Governo de Minas qualificar a segurança pública e também as políticas sociais. Espero que tenhamos muito sucesso e que, em breve, gente do Brasil inteiro esteja vindo aqui para conhecer na prática”, afirmou o governador Romeu Zema.
O projeto foi estruturado pelas secretarias de Estado de Infraestrutura, Mobilidade e Parcerias (Seinfra-MG) e de Justiça e Segurança Pública (Sejusp-MG). O contrato terá duração de 30 anos e prevê investimentos superiores a R$ 100 milhões, voltados à construção, operação e manutenção das unidades, sem retirar do Estado as funções de orientação, fiscalização e gestão da política socioeducativa.
O consórcio Soluções em Gestão Socioeducativa (SGS), vencedor do leilão realizado na B3, em São Paulo, em setembro de 2025, será responsável pela construção das unidades, manutenção da infraestrutura e execução de serviços de atendimento aos adolescentes.
“É um marco histórico. É o primeiro modelo de parceria público-privada para unidades socioeducativas do Brasil. É Minas, mais uma vez, pioneira na área de PPP, com potencial de ser exemplo para todo o país. Foi algo complexo, praticamos a resiliência para chegar no dia de hoje com esse contrato. Então, é momento de comemorar”, frisou o secretário de Estado de Infraestrutura e Mobilidade de Minas Gerais, Pedro Bruno.
Atendimento integral
Além da infraestrutura, o modelo prevê serviços como formação profissional, acompanhamento multidisciplinar individualizado e ações voltadas ao fortalecimento dos vínculos familiares e comunitários, contribuindo para a ressocialização dos adolescentes.
As unidades serão implantadas nos municípios de Betim, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), e Santana do Paraíso, no Vale do Aço, com capacidade para atender até 90 adolescentes do sexo masculino em cada centro. O prazo para elaboração do projeto arquitetônico e conclusão das obras é de até 30 meses após a assinatura do contrato.
“Com isso, nós otimizamos as unidades, já que temos algumas com pouquíssimos adolescentes e um número grande de servidores, o que fica completamente inviável. Teremos impactos na segurança a médio prazo, porque vamos impedir o avanço de uma criminalidade que, hoje, é uma das pautas centrais do país”, ressaltou o secretário de Estado de Justiça e Segurança Pública, Rogério Greco.
Papel do Estado mantido
Ao Governo de Minas caberá a condução da política pública, com responsabilidade sobre a gestão e fiscalização da PPP, a oferta da educação básica, o projeto pedagógico e a segurança das unidades. Esses serviços seguirão sendo prestados por servidores estaduais, assegurando o cumprimento do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e do Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo (Sinase).
A iniciativa foi qualificada no Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) do Governo Federal e estruturada sob a coordenação da Secretaria Especial para o Programa de Parcerias de Investimentos (Seppi), da Casa Civil da Presidência da República, em parceria com o Escritório das Nações Unidas de Serviços para Projetos (Unops) e com o Fundo de Apoio à Estruturação de Projetos de Concessão (FEP Caixa).
Reconhecimento nacional
Além de pioneiro, o projeto da PPP do sistema socioeducativo de Minas Gerais já recebe reconhecimento nacional. A iniciativa está entre as finalistas do Prêmio P3C, na categoria Melhor Estruturação de Projeto, uma das mais importantes premiações do país voltadas a concessões e parcerias público-privadas.
A 5ª edição do prêmio será realizada no dia 23/2, em São Paulo, e visa valorizar projetos e ins
por uberlandiahoje | fev 10, 2026 | Últimas Notícias |
Primeira discussão e votação
01.Projeto de Lei Ordinária N°. 951/2026 – de autoria do prefeito municipal, que autoriza a abertura de crédito especial no orçamento da Secretaria Municipal de Saúde no valor de R$ 5.070.702,00 (cinco milhões, setenta mil e setecentos e dois reais). O projeto deve ser aprovado por votação nominal. Maioria absoluta.
O projeto de lei tem por objetivo a construção de uma policlínica no Bairro Jaraguá, que deverá contribuir para a ampliação de especialidades médicas, fortalecendo a capacidade e reduzindo filas de espera, alinhada com as diretrizes do Programa Agora Tem Especialistas.
“O objetivo da proposta é criar uma unidade especializada que ofereça consultas, exames e pequenos procedimentos, ao atuar como centro de apoio diagnóstico, ampliando o acesso à atenção especializada como Clínico Geral, Ortopedia, Cardiologia, Dermatologia, Oftalmologia, Radiologia, Mamografia, Pediatria, Fisioterapia e Nutrição”, justifica.
A policlínica também deverá contar com a oferta de serviços de diagnóstico, exames de ultrassonografia, assim como exames laboratoriais.
O projeto de lei foi aprovado por 22 votos favoráveis.
Quatro ausências.
O projeto de lei foi aprovado também, em segunda votação, por 20 votos favoráveis.
Seis ausências.
02.Projeto de Lei Ordinária N°. 633/2025 – de autoria do vereador Ronaldo Tannus, que institui e insere no Calendário Oficial de Eventos do Município de Uberlândia a Semana Municipal do Combate ao Bullying e à Violência na Escola. O projeto, que apresenta emenda, deve ser aprovado por votação simbólica. Maioria simples.
O projeto de lei foi aprovado, emendado, por votação simbólica.
Maioria simples.
O projeto de lei foi aprovado também, em segundo turno, por votação simbólica.
Maioria simples.
Segunda votação e redação final
01.Projeto de Lei Ordinária N°. 933/2026 – de autoria do prefeito municipal, que autoriza a abertura de crédito suplementar no orçamento da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social no valor de R$ 373.000,00 (trezentos e setenta e três mil reais) e a transferência de recursos no valor de R$ 643.124,48 (seiscentos e quarenta e três mil, cento e vinte e quatro reais e quarenta e oito centavos) às entidades que menciona. O projeto deve ser aprovado por votação nominal. Maioria absoluta.
Entidades:
Carol – Casa de Amparo Infantil e Residência Inclusiva R$ 175.397,76
Fundação Maçônica Manoel dos Santos R$ 175.397,76
Missão Sal da Terra R$ 292.328,96
O projeto de lei foi aprovado, em segunda votação, por 24 votos favoráveis.
Duas ausências.
02.Projeto de Lei Ordinária N°. 632/2025 – de autoria do vereador Elinho da Academia, que institui o Dia Municipal de Conscientização Sobre as Doenças de Origem Genética que Acometem a Visão. O projeto, que apresenta emendas, deve ser aprovado por votação simbólica. Maioria simples.
O projeto de lei foi aprovado, em segundo turno, por votação simbólica.
Maioria simples.
03.Projeto de Lei Ordinária N°. 637/2025 – de autoria do vereador Edinho Combate ao Câncer, que institui, no âmbito do Município de Uberlândia, o “Dia Municipal do Catador de Materiais Recicláveis” e dá outras providências. O projeto, que apresenta emenda, deve ser aprovado por votação simbólica. Maioria simples.
O projeto de lei foi aprovado, em segundo turno, por votação simbólica.
Maioria simples.
Em tempo: a próxima reunião ordinária plenária do ano, somente presencial, a sétima reunião plenária do primeiro período da segunda sessão ordinária, deverá ser realizada amanhã, terça-feira, dia 10 de fevereiro, em horário regimental, com início provável às 9 horas, no Plenário Homero Santos da Câmara Municipal de Uberlândia.
por uberlandiahoje | fev 10, 2026 | Ponto de Vista |
Marilia Alves Cunha – Educadora e escritora.
O Brasil já passou por muitas situações difíceis, nos seus 525 anos. Crises econômicas, crises morais, crises de autoridade enfim, nunca fomos um país que flanou suave em céus de brigadeiro. Sempre estivemos mais ou menos na corda bamba, esperando um tombo ou um balanço mais forte. Estamos sobrevivendo, aos trancos e barrancos. Estamos aqui, apesar das imensas dificuldades, nos agarrando á esperanças. Existe um povo mais esperançoso do que os que atenderam ao convite do Níkolas ou o seguiram pelos meios digitais, caminhando e falando sobre liberdade e justiça?
Nunca vimos o Brasil tão embaraçado, sem rumo, repleto de escândalos como o que se apresenta agora. Não é mais uma coisinha aqui, outra acolá, poucas pessoas, dinheiro na casa dos milhares. Não é mais uma situação que acontece, passa pelos trâmites legais, é julgada pelos meios e tribunais próprios e concluída no tempo certo. A coisa ficou muito pior, envolvendo altas autoridades dos três poderes agindo despudoradamente em favor dos próprios interesses e reagindo como se fossem criaturas angelicais, infernizadas por tiranetes que usam e abusam das redes sociais. E o dinheiro afrontosamente tirado do povo brasileiro, dinheiro na casa dos bilhões, enchendo bolsos dos novos milionários, bilionários de ocasião.
Precisamos de oposição a esta corrupção desenfreada. A oposição, dentro e fora do Congresso Nacional é essencialmente importante. É fator de liberdade, pluralidade de partidos políticos, eleições democráticas. Cito John Kennedy, em importante fala enquanto presidente dos EUA: “Os homens que questionam o poder trazem uma contribuição indispensável, especialmente quando o questionamento é desinteressado, pois eles determinam se usamos o poder ou se o poder nos usa”. É desta oposição desinteressada que o Brasil precisa com urgência, oposição que se faz a bem da nação, prejudicada até os ossos por aqueles que usam seus poderes e sua influência para degenerar tudo que de bom, honesto e limpo o Brasil ainda possui.
Bem, mudando um pouco de assunto, reporto-me aqui ao discurso do presidente Luiz Ignácio Lula da Silva, por ocasião do aniversário do PT, festejado na Bahia. Discurso grosseiro, indigno de um presidente e desrespeitoso para com os brasileiros. Neste discurso, Lula abandona a fala mansa de paz e amor e incita o povo a retaliar os que fazem críticas ao governo. Tem a eleição de 2026 como uma guerra que se faz principalmente nos meios digitais e quer ver os soldados na linha de frente, lutando contra os que se opõem a ele. Não é nenhuma surpresa: sempre odiou perder e sempre admirou (já disse isto) o regime chinês – um só partido e uma eleição que nada tem de democrática. Para não variar, cito Barack Obama, em seu discurso quando do término de seu segundo mandato como presidente dos EUA: “Se perdemos, aprendemos com nossos erros, fazemos algumas reflexões, sacudimos a poeira, nos erguemos e voltamos ao jogo. O importante é que todos sigam em frente, com presunção de boa fé em nosso povo. Porque esta presunção é essencial para a democracia vibrante e funcional. Eu estou ansioso para fazer tudo que puder para ter a certeza de que o próximo presidente tenha sucesso. Como já disse antes: eu penso neste trabalho como uma corrida de revezamento. Você pega o bastão, corre o melhor que puder com a esperança de que, quando for a hora de passar o bastão, você esteja um pouco à frente, você teve progresso. E eu quero garantir que a passagem do bastão seja bem executada. Porque acima de tudo, estamos no mesmo time”.
Bem entendido, o time a que Obama referia-se não era o time dos Democratas e sim o time do Estados Unidos da América. Bonito trecho de discurso, não é mesmo? Ainda temos muito a aprender! Espero que consigamos, com mais afinco! Já perdemos tempo demais, já perdemos economias demais, já perdemos vergonha demais e, parece, a paciência também começa a esgotar-se.
Marília Alves Cunha
por uberlandiahoje | fev 9, 2026 | Política Nova |
Ivan Santos – Jornalista
Certo dia, um professor entrou na sala de aula e disse aos alunos para se prepararem para uma prova relâmpago. Todos se assustaram com o teste que viria.
O professor entregou a folha com a prova virada para baixo, como era de costume…
Quando puderam ver, para surpresa de todos, não havia uma só pergunta ou texto, apenas um ponto negro no meio da folha.
O professor analisando a expressão surpresa de todos, disse: “Agora vocês vão escrever um texto sobre o que estão a ver”.
Todos os alunos, confusos, começaram a tarefa. Terminado o tempo, o professor recolheu as folhas, colocou-se na frente da turma e começou a ler cada redaão em voz alta.
Todas, sem exceção, definiram o ponto negro tentando dar explicações para o que viram no centro da folha de papel.
Após ler todas, a sala em silencio, o professor disse: – Esse teste não será para nota, apenas serve de aprendizado para todos nós.
Ninguém falou sobre a folha em branco. Todos centralizaram suas atenções no ponto negro. Assim acontece em nossas vidas. Temos uma folha em branco inteira para observar, aproveitar, mas sempre nos centralizamos nos pontos negros.
“A vida- ensinou o professor – é um presente de DEUS dado a cada um de nós, com extremo carinho e cuidado. Temos motivos pra comemorar sempre. A natureza que se renova, os amigos que se fazem presentes, o emprego que nos dá sustento, os milagres que diariamente presenciamos. No entanto, insistimos em olhar apenas para o ponto negro. O problema de saúde que nos preocupa, a falta de dinheiro, o relacionamento difícil com um familiar, a decepção com um familiar, a decepção com um amigo. Os pontos negros são mínimos em comparação com tudo aquilo que temos diariamente, mas são eles que povoam nossa mente.”
Continuou o professor: “Tirem os olhos dos pontos negros da vida. Aproveitem cada benção, cada momento que Deus lhes dá. Creiam que o choro pode durar até o anoitecer, mas a alegria logo vem no amanhecer. Tenham essa certeza, tranquilizem-se e sejam felizes!!!