por uberlandiahoje | set 4, 2026 | Ponto de Vista |
Paulo Henrique Coimbra de Oliveira – Economista – RJ
Se Lula e Flávio saíssem de cena, Alcolumbre e Motta renunciassem, se o impeachment de Moraes, Toffoli , Dino , Zanin e Gilmar fossem decretados e todos os envolvidos nos escândalos do INSS e banco Master fossem condenados e 90 % dos atuais políticos fossem cassados , todos os corruptos condenados pela lava jato e mensalão fossem novamente presos e devolvessem todo o dinheiro roubado certamente estaríamos vivendo num país melhor.
por uberlandiahoje | set 4, 2026 | Ponto de Vista |
TANIA TAVARES – Professora – SP
Não acredito que o PGR-Gonet e outros membros do STF querem esconder as artimanhas de Vorcaro com Alexandre de Moraes. Por isto, não conseguem nem um código de conduta para si mesmos. E nós os pagadores dos seus salários somos tratados como néscios. Acorda BRASIL!
por uberlandiahoje | set 2, 2026 | Ponto de Vista |
Gustavo Hoffay – Agente Social
O Brasil vem sentindo aumentar, dolorosamente, uma onda de criminalidade que deixa aterrada a segurança e o bem-estar de todo o seu povo ordeiro e enquanto ferindo ânimos e esperança com tensões diárias e livres de justas punições. Em meio à indignação geral e o medo (ou covardia) da maioria dos políticos em agir, de maneira a colocar um dique na sanha de marginais destemidos e que se multiplicam iguais a baratas, desumanizando considerável parcela da sociedade por meio de ações cada vez mais fortes e violentas, ainda assistimos terroristas enaltecendo seus bárbaros atos como forma de “justiça revolucionária” contra uma sociedade que os oprime e explora, divulgando fotos e vídeos dos seus feitos na Internet. E transporto esse meu sentimento para o campo político, onde um outro tipo de violência é justificado por ideologias inconsequentes: a violência política. Antigamente assassinatos e sequestros eram sempre considerados crimes mas, hoje, desde que exercida por motivos políticos ela é, não raro, tida como algo normal, justificável, ao ponto dos seus praticantes serem mesmo tratados por heróis e enquanto movidos por algum ideal doutrinário. Interessante observarmos que a violência política nem sempre distingue entre pessoas consideradas como culpadas e inocentes mas, frequentemente, também atinge aqueles aos quais não toca responsabilidade alguma em situações politicas como, por exemplo, crianças. A violência política atinge estruturas mais que propriamente pessoas; por isso pode ser até mais cruel do que a clássica violência. Além do mais o fato de que todo e qualquer cidadão , em viagem ou em trânsito pelas ruas de alguma cidade, contribui para gerar em muitas sociedades um clima de insegurança e pânico….um paranoia! E quais seriam as causas de tão lamentável situação? Assinalo a escala de valores da sociedade de consumo e a qual professa a predominância do ter sobre o ser, a corrida a um consumo desenfreado, a sede pelo poder, pelo domínio…! Uma sociedade que deseja reconhecer a legitimidade do aborto, não tem qualquer autoridade moral para contestar a violência urbana. Penso então que se a sociedade deseja opor um dique à violência deve, entre outras medidas, restaurar a consciência do valor da pessoa humana, reafirmar a primazia do ser humano sobre o dinheiro, o poder e o prazer e reverenciar a dignidade da convivência humana, fundada sobre a fraternidade e a justiça. E cabe aos nossos políticos serem modelo de conduta moral e disciplinar, de maneira a honrarem os seus mandatos e serem agentes na proteção da vida em sociedade, evitando condutas que campeiem para atitudes irracionais e mesmo criminosas a partir de atos em benefício único de si mesmos. Lembro aqui o fato de antigos parlamentares que foram eleitos em virtude da sua popularidade artística mas que, mesmo beneficiando-se de todas as regalias do cargo ao qual foram conduzidos, raramente fizeram jus aos seus respectivos mandatos.
por uberlandiahoje | set 2, 2026 | Ponto de Vista |
Tania Tavares – Professora – SP
Se eu fosse a Receita Federal dava uma olhada nos currículos dos candidatos, pois há muitas contradições, ou seja, candidatos com tão pouco patrimônio…, que dá para duvidar!
por uberlandiahoje | set 1, 2026 | Ponto de Vista |
Marília Alves Cunha – Educadora e escritora
É bonita a nossa Constituição Federal em vários de seus aspectos, apesar de ter se alongado demais. Talvez, por ser a 1ª. após longo tempo de regime militar, tenha sido grande demais o desejo de liberdade, o desejo de expandir-se, de não deixar nenhuma lacuna em assuntos importantes e nenhuma peia a amarrar sentimentos contidos.
No que tange à liberdade de expressão, este é um direito líquido e certo do cidadão brasileiro. Pelo menos é o que consta na nossa lei maior que deve ser respeitada por todos e principalmente por seus guardiões, a Corte Suprema. A defesa da CF, no meu humilde entender, deveria ser missão exclusiva e única do nosso Tribunal, tal a grandeza de sua essência.
Quase todo mundo, na teoria, considera de suma importância o pensar, o exprimir-se, emitir opiniões, discutir ideias. O que seria do ser humano, ser inteligente, de raciocínio e lógica, ser pensante, se de repente lhe roubassem todas estas potencialidades e o reduzisse à expressão menor, como mero repetidor de opiniões estabelecidas? Se fosse obrigado a guiar-se apenas por uma cartilha da verdade, com recomendações e regras que estreitassem poderosamente suas vias de comunicação?
Temos, porém, uma CF que nos protege ou pelo menos pretende. No art. 5º. encontramos a liberação da manifestação do pensamento. Mais adiante, reafirmando esta condição, o art. 53 dá ênfase à liberdade de expressão de deputados e senadores, invioláveis por quaisquer de suas opiniões, palavras e votos. E, em seguida nos deparamos com o art. 220 que reza que a manifestação do pensamento, a criação, a expressão e informação sob qualquer forma, processo ou veículo não sofrerá qualquer restrição.
O mundo livre reconhece a importância desta proteção. A Declaração Universal dos direitos Humanos, feita a mais de 70anos, dita no seu art. 19: “Todo indivíduo tem direito á liberdade de opinião e de expressão, o que indica o direito de não ser inquietado pelas suas opiniões e o de procurar e difundir, sem consideração de fronteiras, informações e ideias por qualquer meio de expressão”.
Vale a pena relembrar, num momento importante e histórico que perpassa nossa pátria, trecho do discurso brilhante do Ministro Alexandre de Moraes sobre o tema, pronunciado em 21/06/2018. Verbis:
“A Constituição protege a liberdade de expressão no seu duplo aspecto: positivo, que é exatamente o cidadão poder se manifestar como bem entender e o negativo, que proíbe a legítima intervenção do Estado, por meio de censura prévia. O direito fundamental á liberdade de expressão, portanto, não se direciona somente a proteger as opiniões supostamente verdadeiras, admiráveis ou convencionais, satíricas, humorísticas, bem como as não compartilhadas pelas maiorias.”
Muitas pessoas tem se esquecido de sua importância, como ser de liberdade e de opinião. Pessoas que, tempos atrás, se voltavam efetivamente à luta contra a censura, hoje se mostram cabisbaixos, aceitando calados a flagrantes episódios de desvios das regras constitucionais. Uns até aplaudem, não querendo entender que o primeiro passo para a perda da liberdade, este estado ou condição do homem livre é a perda do poder de se expressar e emitir opiniões.
por uberlandiahoje | set 1, 2026 | Ponto de Vista |
Tania Tavares – Professra – SP
A responsabilidade em coibir os roubos de celulares, que está aterrorizando todos os brasileiros é Federal, Estadual e Municipal. Será que não há um serviço de inteligência nestas instâncias que não sejam capazes de localizar e prender os receptadores? Pois, se roubam celulares é porque há quem os compre e revende, nos poupem!