Terceira Guerra Mundial?

Tania Tavares – Professora – SP – taniatma@hotmail.com

Gostaria de saber dos que simpatizam e apoiam os grupos terroristas: Hamas, Hezbollah e outros que são financiados pelo Irã, uma ditadura, acham deste ataque covarde a Israel que pode nos levara a uma 3ª guerra Mundial? Vão ler e aprender História!

O problema do Brasil é Bolsonaro!

Marília Alves Cunha – Educadora e escritora – Uberlândia – MG

Não é mais presidente, é inelegível, mantem sua popularidade porque é carismático e comunga, com o povo que o segue, valores e princípios. Errou como presidente? É claro, algumas vezes. Mas não deixou manchas de corrupção e sim, traços fortes da disposição em levar o Brasil a um caminho de prosperidade. Erros são naturais, acontecem são próprios do ser humano. Corrupção não! Corrupção é crime, traição, sabotagem, antidemocracia, contra Brasil!

Mas o nome do ex-presidente é assolado, ainda, com exagero de frequência pela grande imprensa. Furtam-se a falar da situação problemática do país, abstem-se de um presente cheio de erros, insegurança e incompetência para repetir acaloradamente narrativas puramente politiqueiras. Vamos falar em realidades?

Estamos em crise na saúde pública, temos dengue, faltam hospitais ou os que temos estão em situação crítica, pessoas despreparadas comandam assunto tão delicado, sério e importante para os brasileiros. Não vemos perspectivas de melhora no quadro, não são apresentados planos ou projetos que assegurem pelo menos a minimização do grave problema. Vamos levando…

A segurança pública também é motivo de preocupação. O Brasil é um país que, sinceramente falando, eu não escolheria caso turista “alienígena” fosse. Nossos presídios de segurança máxima não têm segurança, imaginem os outros. Bandidos dão ordens da cadeia, por celular. O que mais se reproduz nas cadeias são celulares, nada ou ninguém impede esta prática que surte efeitos desastrosos. Mas, pessoas de bem são proibidas de falar ao celular com quem bem entenderem, pessoas que nem condenadas são. A segurança pública no Brasil é um espetáculo de pura insegurança… Paradoxal, não acham?

A floresta Amazônica e o Cerrado continuam desaparecendo. Batem recordes de desmatamento. Os índios continuam morrendo por desnutrição e outros males. Mas não se fala mais nisso, a Fernanda Montenegro não mais se submete a arder-se na fogueira, desapareceram as vozes ardorosas, amantes do verde que clamaram com cara de desespero pela Amazônia e pelos índios. O objetivo se perdeu? Atualmente é melhor não enxergar e ouvir, apenas usufruir no que puderem o que lhes for concedido? E o governo, o que tem feito para minorar o problema ou resolvê-lo? Ninguém vai cobrar, com musiquinhas e falas lacrimosas?

O Brasil é considerado hoje um dos piores países para se investir. Teve o pior desempenho nos mercados globais no primeiro trimestre em 2024. Saiu de um superávit primário de 54 bilhões em 2022 para um déficit primário de 134 bilhões em 2023, sem computar gastos com pagamento de precatórios. A história dos precatórios é ardilosa, para não dizer escandalosa…

Diferentemente dos países que optam pela modernidade e desburocratização, o governo atual optou pela expansão da máquina pública e da estrutura burocrática. Temos hoje 35 ministérios, 15 a mais do que no governo anterior. Expansão sem qualquer ganho de eficiência, muito antes pelo contrário.

A proibição de loteamento político das estatais foi uma coisa muito importante para o Brasil, principalmente depois da corrosão imposta a nossa economia com os escândalos do Petrolão e outros. Mas o governo Lula apressou-se a recorrer ao STF e conseguiu a suspensão de parte da lei das estatais. Temos hoje políticos dirigindo estatais. E para piorar ainda mais a situação, foram retomados investimentos em “grandes paquidermes albinos” como, por exemplo, a “Refinaria Abreu e Lima”. Alguns deste paquidermes oportunizaram grandes escândalos de corrupção, num passado não muito distante.

Temos também o retorno de políticos sacramentados do PT. Aliás, alguns nunca foram, sempre são. Um deles é Eduardo Suplicy. Reclamou, com muita razão, do furto de sua carteira numa reunião petista, em discurso choroso ao microfone, apesar da cara indignada da petista apresentadora. O petista mais petista que existe, com tantas prioridades a serem atendidas neste país de “meu Deus o que é isto” apregoou: “ É fundamental democratizar a maconha”. Saravá! Saravá também para Zé Dirceu que discursa no Senado e veio, como um anjo caído do céu, para salvar a democracia…

Para espanto meu, caros leitores, o Brasil, através de sua diplomacia, condenou-se a um registro histórico: absteve-se de votar na ONU sobre direitos das mulheres e violência cometidas contra as mulheres. Foi feio para um país e um governo que diz identificar-se com causas identitárias e lutar contra a misoginia. Foi feio. E os ministérios também estão destituindo as mulheres: algumas já o foram devidamente e mais nomes estão sendo fritados… O filho do presidente, de acordo com noticiários, também andou aprontando. O que é inaceitável é ver petistas de carteirinha, que falam tanto em misoginia, criticando a mulher do rapaz que, dizem, recebeu os sopapos, como se ela tivesse merecido… Que coisa, né?

Não há como dizer que o país vai bem. Além de tudo que citamos e muitas outras que não citamos, o brasileiro está sofrendo restrições ilegais e sem fundamentação, na sua liberdade de expressão, amplamente descrita na Constituição Federal. O uso de redes sociais está se transformando em uma guerra e o mundo inteiro toma conhecimento das supostas ilegalidades cometidas e que podem comprometer o nosso futuro. No Brasil a censura pode ser usada como forma de proteção à democracia, como forma de impedir a replicação do mal? Quem será responsável por ditar as regras sobre democracia e sobre o Bem e o Mal?

Escrevi demais! Tantas coisas acontecem neste país! Nunca é um dia comum, igual aos outros, o que nos deixa prolixos. Mas não se preocupem se a vida piorar, se a conta de tudo que se faz de errado vier parar nas costas dos cidadãos. Tudo será resolvido a contento. O problema do Brasil, para as grandes redes de comunicação é o Bolsonaro, não resta dúvida. Tirá-lo de cena, eis a questão, eis a solução!

Novo BRICS!

Tania Tavares – Professora – SP – taniatma@hotmail.com

Bloco dos Brics cresce e passa a integrar 5 novos países,são eles: Egito, Etiópia, Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Irã além de China e Rússia, os demais são Brasil, India e África do Sul. A Argentina não quis participar. Os sete primeiros são autocracias,vulgo ditaduras. O que o Brasil está fazendo aí? Preocupante!

Assunto encerrado

Paulo Henrique Coimbra de Oliveira Economista – RJ

Um pavão sem penas produziu seguintes afirmativas: perdeu mané; derrotamos o bolsonarismo; eleição não se ganha, se toma; sou chantageado por um rato devido a uma orgia em Cuba: e centenas de outras que ele e outros pavões pelados produzem diuturnamente. E em recente polêmica com um superstar americano depois de uma sova coletiva em outro pavão disse à imprensa: “assunto encerrado”. Quero crer que tal assunto só se encerrará quando um outro pavão, de outra linhagem, já com poucas penas tomar coragem e resolver expulsar do seu viveiro esses pavões que não ostentam mais nenhuma beleza. Nem para prato de comida exótica servem mais.

Últimos capítulos

*Cesar Vanucci

“Essa novela golpista não vale a pena ver de novo”.
(Antonio Luiz da Costa, educador).

Pra falar verdade, ninguém foi totalmente pego de surpresa com a identificação dos autores da intentona golpista. Afinal de contas, as digitais dos implicados no atentado antidemocrático estavam profusamente espalhadas por tudo quanto é canto investigado. As provas arrasadoras, meticulosamente colhidas e sistematicamente liberadas pela Polícia Federal e divulgadas pela mídia sinalizavam, desde o começo, o que estava por vir na hora fatal da designação dos nomes, sobrenomes, endereços e CPFs da patota sediciosa.
A delação premiada do Tenente Coronel Mauro Cid, ajudante de ordens do ex-presidente, Jair Messias Bolsonaro, abriu as comportas das revelações incriminatórias. A ela juntaram-se adiante, entre muitos outros indícios, os impressionantes depoimentos de dois militares de alta graduação, reputação e credibilidade irretorquíveis, ambos integrantes do ministério de um governante que se empenhava, obsedantemente,em golpear de morte as instituições democráticas. O ex-ministro do Exército, Marco Antonio Freire Gomes e o ex-ministro da Aeronáutica, Carlos de Almeida Baptista Jr., ouvidos como testemunhas pela PF, relataram com riqueza de detalhes, o que ocorreu nos bastidores do Palácio do Planalto na urdidura da conspiração. Foi um desfile de informações estarrecedoras. Deixou muita gente de queixo caído. Como é possível, a essa altura de nossa evolução democrática, algo assim, ser engendrado, em desafio tão insolente à consciência cívica da nação? Durante as oitivas o General e o Brigadeiro mencionaram as pressões e constrangimentos vividos nos contatos com a antiga cúpula governamental. Registraram sua enfática recusa em participar da conjura. Condenaram a atitude de Bolsonaro, chegando a dizer-lhe, em certo momento, ser ele passível de prisão em razão das ilicitudes praticadas. Confirmaram que todas as avaliações feitas por organismos altamente qualificados, inclusive as Forças Armadas, atestaram, peremptoriamente, a lisura das eleições e a fidedignidade dos dados extraídos das urnas eletrônicas, ao contrário do que foi propalado pelos interessados na quebra dos dispositivos democráticos.
A ruptura institucional com a implantação de um regime de exceção objetivada na trama colocada em andamento pelo ex-presidente com o conluio de outros personagens destacados na vida pública, não se concretizou em plenitude por diversos alvissareiros fatores. O primeiro deles foi a amadurecida consciência da sociedade brasileira. Mantendo presentes na memória lances trevosos do passado, a opinião pública repele toda e qualquer tentativa extremista de violação dos preceitos democráticos. Outro fator digno de nota foi a incontinenti reação dos Poderes Constituídos às manobras golpistas. Pesou também e muito na resistência à ação desagregadora dos plantonistas da ditadura o posicionamento legalista das Forças Armadas, como exemplificado na conduta dos dois chefes militares citados.
Esta impactante e nefasta investida antidemocrática, abortada, nos efeitos mais danosos almejados pelos conspiradores, caminha na direção dos indiciamentos e julgamentos de seus autores. Paralelamente aos fatos relacionados ao golpe propriamente dito, aproximam-se também do desfecho investigações sobre outras cabulosas façanhas envolvendo os mesmos manjados personagens.
A novela golpista chega a seus últimos capítulos. A esperança de todos é de que as cenas vividas jamais voltem a ser exibidas.

O “X” da questão.

*Cesar Vanucci

“Babaca e hipócrita”. (Jornalista Guga Chaves, sobre Elon Musk)

A insolência do gringo endinheirado, agredindo irracionalmente a soberania brasileira, não envolve nenhum propósito altruísta, ao contrário do que uma interpretação capciosa, provinda de segmentos obscurantistas, tenta insinuar. Busquemos o “X” da questão. O magnata Elon Musk dono da rede social “X” (antigo Twitter), não defende liberdade de expressão coisíssima nenhuma com seus desabridos ataques à Justiça de nosso país. Sua malfadada atitude tem a ver com ambição de ganhos financeiros, mesclada com a disposição sibilina de desviar a atenção da opinião pública das investigações, em estado terminal, a respeito da intentona golpista que alvejou fundo nossas instituições democráticas. Já não fosse ele partidário entusiasta, pelo menos ocasionalmente, da internacional ultraconservadora empenhada em estabelecer uma nova ordem política e econômica mundial!
Liberdade de opinião é coisa sagrada. Não admite definitivamente qualquer tipo de censura. Criminalização no uso das plataformas digitais, semeando ódio, estimulando homicídios, suicídios, pedofilia, automutilações, violência contra gêneros, etnias e crenças é coisa bem diferente. A dignidade humana impõe uma distinção cristalina a respeito na preservação dos direitos fundamentais. Os que procuram, no caso em tela, misturar alhos com bugalhos, confundir Zé Germano com gênero humano, desservem a causa civilizatória, comportam-se como violões de um enredo nefasto.
Utilizando o “X” como ferramenta política, atraindo pessoas que comungam de ideias extremadas, Musk mira, na realidade, a desestabilização do esquema jurídico e parlamentar voltado para a urgente e impostergável implementação do processo regulatório da internet. Tal regulação faz-se imprescindível em escala universal. Como acontece no Brasil, todas as democracias acompanham com interesse e esperança os debates e estudos concernentes à palpitante matéria. A internet, como enfatizado pelo Ministro Alexandre de Moraes, alvo das infames assacadilhas do desatinado e arrogante miliardário, não é terra de ninguém. Às lideranças conscientes incumbe o dever primordial de instituir regras para internet. Este fabuloso engenho foi criado com o objetivo de favorecer a comunicação social, o intercambio de ideias, o incremento da economia e o bem-estar da gente do povo. Não com a finalidade de alvejar reputações, atassalhar a honra alheia, propalar mentiras como se verdades fossem. E não, também, para erodir os alicerces democráticos e fazer a propagação despudorada das “excelências” de regimes tirânicos.
O Supremo Tribunal Federal, em manifestação incisiva, deixou claro que nenhuma organização, nacional, muito menos estrangeira, desfruta da condição de desrespeitar a Constituição brasileira. Da posição assumida pela Alta Corte compartilham os demais Poderes da Republica e setores mais lúcidos do pensamento humanístico, jurídico e político da nacionalidade.
A respeito do autor das aleivosias assacadas contra o STF e, por extensão contra a soberania nacional, cabe adicionar algumas informações significativas, divulgadas por órgãos da imprensa. Elon Musk é um empreendedor de sucesso em diversos ramos de atividade, consome drogas ilícitas e volta e meia se envolve em polemicas em diversas partes do mundo. O jornalista Guga Chaves, correspondente do “Globo News” nos Estados Unidos, classifica-o de “babaca e hipócrita”. Explica por que: “seu decantado apreço” pela liberdade de expressão varia de acordo com as circunstâncias e conveniências. Os rendosos negócios ditam seu “procedimento ético”. Por exemplo, Elon não tuge nem mugi diante das severas restrições impostas às operações do “X” na China, Arábia Saudita, Turquia e Índia países dirigidos por governos autocráticos de onde provêm investimentos de elevada monta que abarrotam seus cofres, garantindo sua presença no topo da lista dos ricaços da “Forbes”.

Jornalista (cantonius1@yahoo.com.br)