por uberlandiahoje | ago 4, 2026 | Blog |
Tania Tavares – Professora – SP
O presidente Lula diz não quer participar dos debates para não “ouvir bobagens”, ou será para não responder perguntas embaraçosas: dívida Pública de R$10 trilhões; propaganda eleitoral com gastos de R$ 255,3 milhões e outros gastos institucionais em ano eleitoral. As inseguranças da população sendo mortas ao usar seu celular nas ruas, correligionários envolvidos com o caso do banco MASTER, viagens, Lulinha, Correios, etc…
por uberlandiahoje | ago 1, 2026 | Blog, Ponto de Vista |
Tania Tavares – Professora – SP
unca vamos defender bandidos, mas o assassinato em Paraisópolis não se justifica. Como PMs querem que a população os respeite como alguém que nos protege, se eles agem como se não houvesse treinamento para a abordagem? Com estes atos eles só nos causam pânico. E o jurados que absolveram os PMs estão corretos? A quem recorrer? Cruzes!!!
por uberlandiahoje | jul 1, 2026 | Blog |
Estado prestará suporte à prefeitura na elaboração dos projetos para futura execução da obra
O Governo de Minas firmou, nesta terça-feira (30/6), na Cidade Administrativa, em Belo Horizonte. um acordo de cooperação técnica com o município de São João del-Rei, no Campo das Vertentes, para dar início aos estudos voltados à implantação do Anel Viário da cidade histórica.
GOV. MG
O projeto, assinado com a Prefeitura de São João del-Rei por meio da Secretaria de Estado de Infraestrutura, Mobilidade e Parcerias (Seinfra), em conjunto com o Departamento de Estradas de Rodagem de Minas Gerais (DER-MG), prevê a construção de uma ligação viária entre a rodovia BR-265, nas proximidades do Supermercado Bahamas, e a MG-383, no trevo do aeroporto da cidade.
O objetivo é reduzir o tráfego de veículos pesados na malha urbana do município, contribuindo para a preservação do patrimônio histórico, cultural e ambiental da região. A expectativa é que o empreendimento traga ganhos para a logística local, favoreça a atração de investimentos e impulsione o potencial turístico da cidade.
Em fevereiro, o governador Mateus Simões havia anunciado a destinação de recursos para a obra, que será executada pelo município. “O Anel Viário tira de dentro de São João del-Rei o fluxo de carretas e também dos veículos médios que estão de passagem. Essas carretas causam problemas sérios no asfalto, no trânsito e degradam o patrimônio histórico de São João del-Rei, o que depõe contra o que é o sistema de turismo da cidade”, disse na ocasião.
“Estamos falando de melhora em logística, em atração de investimentos e também na recuperação da capacidade de atração turística da cidade, que é uma referência histórica para a gente”, explicou o governador de Minas Gerais.
Pelo acordo, o Governo de Minas prestará apoio técnico e institucional ao município durante toda a fase de elaboração dos projetos de engenharia, fornecendo diretrizes e parâmetros adotados pelo Estado para orientar os trabalhos. “Vamos analisar todo o projeto e o que for necessário para que, o mais breve possível, possamos celebrar o convênio e viabilizar os recursos para executar essa obra, que é tão importante para o município”, afirmou o secretário-adjunto da Seinfra, Pedro Calixto.
Já o DER-MG prestará suporte especializado nos trechos em que o Anel Viário envolve interseções com rodovias estaduais, verificando a conformidade dos projetos com as normas vigentes, além de colaborar na análise técnica das Obras de Arte Especiais, como pontes e viadutos.
“Reconhecemos a importância técnica do contorno porque, além de interligar duas rodovias importantíssimas, ele vai desafogar o trânsito na área urbana. Retirar o tráfego pesado da cidade é essencial, tanto para melhorar a mobilidade quanto para proporcionar mais qualidade de vida aos moradores e gerar impactos positivos para toda a região”, reforçou o diretor-geral do DER-MG, Matheus Novais.
A previsão é que a fase de estudos, que inclui o levantamento de dados locais e a elaboração dos projetos básico e executivo de engenharia, seja concluída em até seis meses. O acordo de cooperação técnica terá vigência de 12 meses. “Vamos dar continuidade às tratativas para viabilizar essa obra tão sonhada pela nossa região. Agradeço ao Estado pelo compromisso firmado com São João del-Rei. Esperamos voltar em breve para celebrar esse convênio e dar início às obras”, destacou o prefeito da cidade, Aurélio Suenes.
por Ivan Santos | jun 25, 2026 | Blog |
Autor: Rafael Moia Filho – Escritor, Acadêmico da ABLetras, Blogger, Analista Político e Graduado em Gestão Pública.
As operações conduzidas pela Polícia Federal recentemente, deixaram um rastro entre os operadores da ação denominada Carbono Oculto, com investigações que resultaram nas prisões dos envolvidos nos escândalos do Banco Master e Reag Investimentos. Há muitas evidências da ligação entre as três operações, lavagem de dinheiro, corrupção e elo entre os operadores.
O processo enviado ao Supremo Tribunal Federal baseado numa reportagem publicada pela revista Veja apontando uma fortuna estimada em aproximadamente R$ 100 milhões atribuída a Mohamad Hussein Mourad, conhecido como “Primo”, e Roberto Augusto Leme da Silva, o “Beto Louco”, teria sido direcionada ao Banco Master por intermédio da Reag Investimentos.
A partir dessa informação, tudo indica que existam novos elementos reforçando a necessidade urgente de uma apuração integrada sobre possível lavagem de dinheiro, crimes contra o sistema financeiro nacional e atuação de organização criminosa.
Segundo a notícia de fato, investigadores da Polícia Federal teriam atuado em diferentes frentes relacionadas ao caso Banco Master, inclusive em negócios realizados a partir da Reag Investimentos, apontada na peça como uma possível estrutura utilizada para movimentação e ocultação de grandes quantias em dinheiro.
A lógica jurídica indica que a conexão entre Banco Master, Reag e personagens investigados na Operação Carbono Oculto altera “qualitativamente” a compreensão do caso, ao indicar possível integração entre recursos de origem ilícita e estruturas formais do mercado financeiro.
A investigação do Banco Master demonstra inequivocamente que estamos diante de um dos maiores escândalos financeiros do país. Porque revela a conexão concreta entre fraude financeira, estrutura regulada do mercado de capitais, eventual ocultação patrimonial, intermediação por gestora de investimentos, possível integração de valores ilícitos ao sistema financeiro formal e ramificações da Operação Carbono Oculto.
As investigações conduzidas com extremo cuidado profissional pela PF, agora entram na fase mais difícil em nosso país, que é esperar as ações do Poder Judiciário. Onde nem sempre os bandidos de colarinho branco, empresários e figurões são julgados, condenados e presos por seus crimes. Principalmente por que o Ex dono do Banco Master – Daniel Vorcaro mantinha relações próximas e promíscuas com inúmeros deputados, senadores, autoridades do judiciário, celebridades e subcelebridades.
Em razão disso, está sendo pedido a preservação imediata de registros bancários, fiscais, societários, telemáticos e eletrônicos ligados às operações investigadas, incluindo e-mails corporativos, relatórios internos de compliance, documentos de identificação de clientes e comunicações internas sobre prevenção à lavagem de dinheiro.
Outro ponto central da representação é o pedido para que as autoridades avaliem a adoção de medidas cautelares patrimoniais, como bloqueio, arresto e indisponibilidade de ativos vinculados aos investigados.
A peça também pede que a Polícia Federal informe ao STF se a movimentação atribuída a Primo e Beto Louco, com passagem pela Reag Investimentos e destino ao Banco Master, já integra formalmente as investigações em andamento.
O tempo opera em favor dos investigados quando há intermediação por fundos, gestoras, veículos societários, contas de passagem e operações formalmente lícitas, mas materialmente destinadas à ocultação, diz a lógica criminosa neste nosso paraíso da impunidade.
por Ivan Santos | jun 12, 2026 | Blog |
Municípios como Jacutinga e Albertina atraem investidores internacionais e ampliam o protagonismo de Minas na produção dos vinhos de inverno
A Serra da Mantiqueira vive um novo ciclo de desenvolvimento econômico, turístico e cultural impulsionado pela expansão da vitivinicultura e pelo crescimento do enoturismo.
GOV. MG
Na região conhecida como Serra dos Encontros, localizada na divisa entre Minas Gerais e São Paulo, cerca de cem projetos de vinícolas em um raio de 100 quilômetros e investimentos privados estimados em mais de R$ 1 bilhão apontam para a consolidação de uma das novas fronteiras do vinho brasileiro.
O movimento reúne vinícolas, restaurantes, meios de hospedagem, experiências gastronômicas, empreendimentos de alto padrão e roteiros turísticos estruturados em torno da paisagem, do clima de montanha, da hospitalidade e dos vinhos de inverno. A chegada de investidores nacionais e internacionais reforça a atratividade da região e contribui para redesenhar o mapa do enoturismo brasileiro, historicamente concentrado no Sul do país.
Para Minas Gerais, essa transformação possui importância estratégica. A Serra dos Encontros é um território compartilhado entre os dois estados e conta com participação direta de municípios mineiros como Jacutinga e Albertina, além de conexões com outros polos vitivinícolas do Sul de Minas e da Mantiqueira. Jacutinga, tradicionalmente reconhecida pela produção de malhas, também vem se consolidando como destino emergente da viticultura e do turismo rural, com vinícolas em operação, novos empreendimentos e crescente interesse de visitantes.
A consolidação desse polo fortalece o turismo de inverno em Minas Gerais. A combinação entre altitude, clima seco, dias ensolarados e noites frias favorece tanto a produção dos vinhos de inverno quanto a oferta de experiências turísticas durante a estação. O vinho passa a integrar um conjunto de ativos já reconhecidos do território mineiro, como cafés especiais, queijos artesanais, azeites, cachaças, gastronomia, paisagens rurais, patrimônio cultural e modos de fazer tradicionais.
“O vinho de inverno da Mantiqueira já é uma das novas fronteiras do turismo brasileiro, e Minas faz parte dessa história de maneira essencial. Estamos falando de ciência, território, paisagem, trabalho, cozinha, hospitalidade e cultura. O desafio agora é transformar esse potencial em produto turístico estruturado, narrativa forte e presença nacional. Minas tem todas as condições de se consolidar como um dos grandes polos de viticultura e enoturismo do país”, ressalta o secretário de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais, Leônidas Oliveira.
O avanço da vitivinicultura na Mantiqueira também está diretamente associado à ciência e à inovação. A técnica da dupla poda, que desloca a colheita das uvas para o inverno, foi validada e difundida com contribuição decisiva da Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig), permitindo que regiões de clima tropical de altitude passassem a produzir vinhos finos de alta qualidade reconhecidos nacional e internacionalmente.
A Serra dos Encontros já reúne produtores de Espírito Santo do Pinhal, Santo Antônio do Jardim, Jacutinga e Albertina, articulados em torno de uma vitivinicultura de alto valor agregado, sustentável e competitiva. A qualidade da produção tem sido reconhecida em premiações internacionais, com destaque para o Decanter World Wine Awards 2025, que apontou a região entre as áreas brasileiras mais premiadas.
Para os próximos anos, a estratégia passa pelo fortalecimento da integração entre os municípios produtores, pela ampliação da visibilidade dos roteiros do vinho e pela conexão da vitivinicultura com outras vocações mineiras. Na Mantiqueira, vinho, café, queijo, gastronomia, natureza, patrimônio e bem-estar formam uma das experiências turísticas mais autênticas e sofisticadas do Brasil.
por uberlandiahoje | maio 25, 2026 | Blog |
População mineira poderá contribuir para atualização da Lista Vermelha de Espécies Ameaçadas
GOV, MG
Entre os dias 22/5 e 22/6, cidadãos e pesquisadores poderão participar da atualização da Lista Vermelha de Espécies Ameaçadas de Extinção do estado. A iniciativa é coordenada pelo Instituto Estadual de Florestas (IEF) e tem como objetivo ampliar a participação popular no levantamento de espécies que necessitam de atenção especial para conservação.
A Consulta Pública possibilita a participação da população e conta com o envolvimento das comunidades tradicionais, populações ribeirinhas, sociedade civil, ONGs, empreendedores, produtores rurais, pesquisadores e demais interessados. Todos poderão indicar animais e plantas que precisam de maior atenção para avaliação de risco de extinção, com atenção especial às espécies vegetais e aos animais invertebrados.
É importante o olhar da sociedade mineira para espécies que desapareceram ou estão mais difíceis de encontrar em suas regiões. O contrário também pode ocorrer, como uma maior presença de espécies classificadas no passado como ameaçadas de extinção, e que irão ganhar novo status indicando uma melhora de conservação.
Segundo a diretora de Proteção à Fauna do IEF, Ariane Goulart, a contribuição popular é essencial para o monitoramento da biodiversidade. “Esse olhar da população sobre a natureza local é fundamental para identificar espécies ameaçadas”, afirma.
Para participar, basta acessar a plataforma (clicando aqui), verificar a lista prévia de espécies candidatas para avaliação e, caso a espécie que queira indicar não esteja presente é só preencher os dados solicitados e indicá-la com a devida justificativa. As contribuições serão analisadas por especialistas e poderão integrar o processo de definição das espécies que serão oficialmente avaliadas. A participação é voluntária e colaborativa, permitindo que os usuários contribuam com opiniões, sugestões e informações relacionadas à fauna e flora mineiras.
O IEF informa ainda que não haverá compartilhamento dos dados pessoais com terceiros para fins econômicos. Eles serão utilizados exclusivamente para viabilizar e qualificar o processo participativo, permitindo o registro, a organização e a análise das contribuições da sociedade civil, bem como para subsidiar processos técnicos e científicos voltados à priorização de espécies e ao fortalecimento de iniciativas de conservação da biodiversidade. Além disso, todas as colaborações incluídas no processo terão o devido crédito ao responsável pela informação.
Os participantes poderão solicitar acesso, correção, anonimização ou exclusão de seus dados, além de revogar o consentimento a qualquer momento por meio dos canais disponibilizados na plataforma. “A iniciativa reforça a importância da colaboração entre sociedade civil e órgãos ambientais na preservação da biodiversidade e na proteção das espécies ameaçadas de extinção em Minas Gerais”, finaliza Marina Dias, diretora de Conservação e Recuperação de Ecossistemas do IEF.
O Projeto Listas Vermelhas
Coordenado pelo IEF e executado pelo consórcio Fundação Biodiversitas-Biocev em colaboração com comunidade acadêmica, o projeto Listas Vermelhas de Minas Gerais tem como objetivo identificar, classificar e atualizar o grau de ameaça das espécies presentes no território mineiro, com base em critérios técnicos reconhecidos internacionalmente, seguindo parâmetros da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN).
Mais do que um levantamento científico, as Listas Vermelhas são instrumentos legais fundamentais para a gestão ambiental. A ferramenta orienta a criação e ampliação de unidades de conservação, orienta licenciamentos, subsidia estratégias de proteção, apoia pesquisas científicas e contribui para a formulação de políticas públicas efetivas voltadas à conservação da biodiversidade. Em Minas Gerais, a elaboração da lista estadual de espécies ameaçadas de extinção está prevista na Constituição do Estado, sendo um dos dispositivos para a proteção da fauna e flora mineira.
A iniciativa integra as ações de compensação socioambiental pelo rompimento da barragem em Brumadinho, em 2019, com financiamento previsto no Acordo de Reparação, firmado em 2021.
Com duração estimada de 30 meses, o projeto será desenvolvido em etapas que incluem levantamento de dados, consultas públicas, validação científica e publicação dos resultados. Ao final, será disponibilizado um “Livro Vermelho” das espécies ameaçadas, além de guias práticos, além da plataforma digital aberta ao público.