Aumenta o número das pessoas preocupadas com o futuro

Ivan Santos – Jornalista

Já assistimos a vários vídeos veiculados por sites animados por torcedores do Capitão Mito que apontam para um progresso positivo e seguro na economia brasileira. Não é o que temos visto em sítios independentes.
O jornal “Folha de São Paulo Online”, divulgado hoje, publica uma pesquisa do Instituto DataFolha com uma revelação desconfortante: “69% da população do Brasil afirma neste momento que a situação econômica do País piorou”. Esta revelação é preocupante.
As pessoas pobres não têm dinheiro para comprar um quilo de carne que custa R$ 60 e um botijão de gás a mais de R$ 100. Quem tem um auto velho já o deixou imobilizado num canto do barraco onde dorme porque não pode comprar gasolina a R$ 7 o livro. Os 15 milhões de desempregados estão sem esperança de ter um emprego até o fim deste ano. Essa massa desempregada já perdeu a esperança de ver os investimentos geradores de empregos prometidos pelo governo da Nova Política.
A pesquisa do Datafolha recém divulgada trouxe uma informação importante para quem quiser refletir sobre a realidade comandada pelo governo da Nova Política: “Mesmo entre os apoiadores do governo do Capitão, a opinião sobre a economia nacional neste momento é negativa. Para 31% das pessoas desse segmento ouvidas pelos pesquisadores, a economia melhorou, para 36% piorou e para 32@ ficou como estava.
Para analistas independentes do mercado, a economia nacional derreteu nos últimos meses e se agravou com a crise da falta d’água nas represas geradoras de energia, com a alta dos preços dos alimentos e dos derivados de petróleo que turbinam a inflação e com o aumento dos juros. As ameaças feitas pelo Capitão ao STF só aumentaram a insegurança no País. As pessoas seguem desorientadas a esperança de ver um direcionamento seguro para o futuro do País concentra-se no céu.

André Mendonça continua a ser fritado em fogo lento no Senado

Ivan Santos – Jornalista

Esta semana pode apresentar o capítulo final da novela André Mendonça, o Terrivelmente Evangélico virtual ministro do Supremo Tribunal Federal.
O advogado André Mendonça, pastor presbiteriano, foi ministro da Justiça e estava na Advocacia Geral do Estado, cargos de confiança do governo do Capitão Mito Bolsonaro. O presidente prometeu aos evangélicos nomear um “terrivelmente evangélico” para o STF e indicou André Mendonça.
O nome do advogado-pastor foi indicado pelo Capitão ao Senado para ser sabatinado há quase dois meses. O nome está “congelado” na Comissão de Constituição e Justiça comandada pelo ex-presidente da Câmara Alta da República, senador David Alcolumbre. Este senador foi eleito presidente do Senado com apoio do Governo. No exercício da presidência sempre atuoue em sintonia com o Palácio do Planalto.
A pergunta que não quer calar não tem resposta: por que Alcolumbre segura o nome de André Mendonça? Há várias especulações, e entre tantas destaca-se uma pergunta: Quem no Palácio do Planalto tem interesse em fritar André Mendonça?
No campo das especulações políticas muita gente diz que alguns políticos evangélicos são fiéis, além de Deus, só a quem tem poder temporal. Se o poder mudar de cadeira… Então brota outra pergunta: Com quem ficaria André Mendonça no STF se a temperatura mudar bruscamente? Ninguém sabe. Esta pode ser a grande questão.

Reformas em Santa Cruz agora só se for pra boi dormir

Ivan Santos – Jornalista

As reformas Tributária e Administrativa propostas pelo Governo ao Congresso foram mutiladas na Câmara e transformadas malandramente para deixar tudo na administração pública nesses setores como está. Em alguns casos, como na Administrativa, a piora é visível.
Na Reforma Administrativa, com apoio do Governo, o que houve até agora foi a manutenção e criação de privilégios para policiais, militares e bombeiros. Esses segmentos da segurança pública são considerados especiais pelo chefe do Governo e merecem os melhores salários acrescidos de privilégios régios. Os dois projetos estão emperrados na Câmara e no Senado e se não houver empenho do chefe do Poder Executivo nenhum deles será aprovado até o fim de 2022 por causa das eleições.
O relator da Reforma Administrativa, deputado Arthur Maia (DEM-BA) já está a elaborar o terceiro relatório para atender a grupos de pressão no Congresso e externos. Parece que o relator procura criar um documento para agradar a seus fregueses eleitorais, de olho na reeleição em 2022. Assim pensam todos os outros deputados. Desta forma só será aprovada agora ume reforma que garanta mais benesses e bondades aos eleitores servidores públicos. Para criar austeridade nada. O discurso de reformas neste momento é conversar pró boi dormir. O governo não tem projetos reais para reformar nada.

Um político para comandar a política econômica nacional

Ivan Santos – Jornalista

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, virtual candidato do PT a presidente da República, disse hoje a um grupo de aliados que se conquistar o mandato de presidente em outubro do ano que vem, após a posse em primeiro de janeiro de 2023 nomeará um político para comandar a economia do Brasil.
A declaração de Lula não surpreendeu quem acompanha o processo político nacional. NO passado, depois de ouvir muitas reclamações contra ministros da Fazenda técnicos o presidente Juscelino Kubitschek decidiu nomear um político para o cargo. Chamou e nomeou o deputado mineiro José Maria Alkmin.
Após assumir o cargo, Alkmin abriu as portas do ministério para os prefeitos e políticos aliados e começou a assinar decretos de liberações de verbas para obras e serviços em centenas de municípios eleitoralmente estratégicos. Os técnicos que orientavam o presidente advertiram: “Esse ministro vai criar dificuldades para o cumprimento do orçamento”.
O presidente Juscelino mandou um emissário falar com o ministro. O político Alkmin recebeu o recado e respondeu: “Eu não sou um técnico que administra as finanças com o fígado. Eu sou um político que libero dinheiro para fortalecer nossas bases eleitorais para nós ganharmos a próxima eleição”.
Advertido de que a liberação de dinheiro sem controle iria criar desequilíbrio no cumprimento do Orçamento, Alkmin, político mineiro dos mais sagazes, explicou sem rodeio: “ Diga ao presidente que não se preocupe; eu libero dinheiro para obras, mas não pago. Os prefeitos e governadores querem é tirar foto com o ministro e ver a publicação do crédito no Diário Oficial. Liberar o dinheiro eu libero, mas só mando pagar se Deus permitir”.

Um político para comandar a economia do Brasil

Ivan Santos – Jornalista

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, virtual candidato do PT a presidente da República, disse hoje a um grupo de aliados que se conquistar o mandato de presidente em outubro do ano que vem, após a posse em primeiro de janeiro de 2023 nomeará um político para comandar a economia do Brasil.
A declaração de Lula não surpreendeu quem acompanha o processo político nacional. NO passado, depois de ouvir muitas reclamações contra ministros da Fazenda técnicos o presidente Juscelino Kubitschek decidiu nomear um político para o cargo. Chamou e nomeou o deputado mineiro José Maria Alkmin.
Após assumir o cargo, Alkmin abriu as portas do ministério para os prefeitos e políticos aliados e começou a assinar decretos de liberações de verbas para obras e serviços em centenas de municípios eleitoralmente estratégicos. Os técnicos que orientavam o presidente advertiram: “Esse ministro vai criar dificuldades para o cumprimento do orçamento”.
O presidente Juscelino mandou um emissário falar com o ministro. O político Alkmin recebeu o recado e respondeu: “Eu não sou um técnico que administra as finanças com o fígado. Eu sou um político que libero dinheiro para fortalecer nossas bases eleitorais para nós ganharmos a próxima eleição”.
Advertido de que a liberação de dinheiro sem controle iria criar desequilíbrio no cumprimento do Orçamento, Alkmin, político mineiro dos mais sagazes, explicou sem rodeio: “ Diga ao presidente que não se preocupe; eu libero dinheiro para obras, mas não pago. Os prefeitos e governadores querem é tirar foto com o ministro e ver a publicação do crédito no Diário Oficial. Liberar o dinheiro eu libero, mas só mando pagar se Deus permitir”.

Sem apoio bélico o Mito nada mudou no dia 7 de setembro.

Ivan Santos – Jornalista

O tiro de canhão que muitos esperavam que seria detonado pelo Capitão Mito Bolsonaro no Dia 7 de setembro, transformou-se numa bombinha de festa para comemorar a data cívica. Faltou apoio militar para que o Mito pudesse virar a mesa. Decepção! O Mito não pode hoje governar como Nicholas Maduro, na Venezuela ou Putin, na Rússia.
Passada a patuscada, o Mito despertou e começou a ver a realidade nua a crua. Sem saber o que fazer chamou o ex-presidente Temer para com ele se aconselhar. Ouviu o experiente articulador político dizer: pare a greve dos caminhoneiros, senão um caos social poderá cair no seu colo. O Mito assustou-se e mandou seus serviçais expedir ordens para que os caminhoneiros fossem trabalhar.
O tempo serenou, mas ninguém em Pindorama sabe por quanto tempo.
O silêncio nos quartis de Santa Cruz no dia 7 de setembro passado foi um indicativo real de que os atuais comandantes das Forças Armadas não têm interesse em apoiar um golpe com o Mito no comando. Segundo informações que têm circulado em vários jornais, hoje há mais de 6 mil militares da ativa e da reserva em cargos estratégicos no governo. Os militares têm sido contemplados com vantagens previdenciárias, vantagens salarias e outras bondades que não tiverem de 1964 a 1985 quando mandaram e desmandaram no País. Então, apoiar um golpe para quê? Golpe hoje, para militar, não tem interesse.
Depois de 7 de setembro passado nada mudou em Santa Cruz. Esta semana a CPI da Covid poderá criar mais nós cegos paga o governo desatar e o Orçamento para 2022 deverá começar a ser deformado na Câmara por um congresso cuja maioria só pensa na própria reeleição em outubro do ano que vem. Em Santa Cruz a crise total continua. Para desatar os nós que amarram o governo o Mito precisa consultar seus conselheiros no cercadinho frente do Alvorada. Até amanhã! Saravá!