Polícia Civil de Minas Gerais amplia poder operacional com entrega de viaturas, armas e drones

Investimento de R$ 8,7 milhões reforça combate qualificado ao crime e moderniza ações policiais em todo o estado

GOV. MG

Com investimento de R$ 8,7 milhões destinados ao combate qualificado à criminalidade no estado, a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) reforça sua capacidade de investigação e atuação com a entrega de 30 novas viaturas, mais de 2 mil pistolas Glock e 18 drones de última geração.

A solenidade de entrega foi realizada nesta sexta-feira (5/12), na Academia de Polícia Civil (Acadepol), em Belo Horizonte. Na ocasião, o secretário de Estado de Governo (Segov-MG), Marcelo Aro, destacou a importância dos novos equipamentos.

“Estamos somando na estrutura que o policial civil tem para combater o crime. Isso é motivo de muito orgulho para nós. Sabemos que ainda precisamos fazer muito, mas, passo a passo, estamos chegando onde realmente deveríamos e queremos estar”, ressaltou.

Já a chefe da PCMG, delegada-geral Letícia Gamboge, afirmou que o novo aparato irá contribuir para investigações qualificadas. “As novas viaturas, armas de fogo e drones irão fortalecer substancialmente a capacidade logística e operacional da PCMG, ampliando o potencial de investigação e combate ao crime em Minas Gerais”, disse Gamboge.

Viaturas

Os 30 veículos foram adquiridos com recursos provenientes de emendas estaduais, repasses fundo a fundo e doações da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), totalizando um investimento superior a R$ 3,7 milhões. Entre os automóveis que serão entregues estão 22 veículos descaracterizados e oito viaturas caracterizadas, todos equipados com cela.

Armas
A solenidade inclui ainda a entrega de 2.184 mil pistolas Glock, calibre 9 mm, adquiridas com recursos de emendas estaduais, transferências especiais e convênios municipais. Os armamentos, que serão distribuídos a delegacias em todo o estado, representam investimento superior a R$ 4,4 milhões e reforçam o compromisso contínuo da PCMG com a modernização de seu aparato operacional, refletindo diretamente na repressão à criminalidade na capital e no interior.

Drones

Encerrando o conjunto de entregas, a PCMG receberá também 18 aeronaves não tripuladas (drones) modelo Mavic 3T, adquiridas com recursos de emendas estaduais, transferências especiais, acordo judicial firmado com a Vale e doações da Senasp. O investimento ultrapassa R$ 660 mil e beneficiará unidades de diversos departamentos da instituição em todo o estado.

Capacitação

O uso dos drones exige capacitação especializada, oferecida pela Acadepol. Até o momento, cerca de 1,5 mil servidores já foram habilitados no curso de pilotagem. Os equipamentos adquiridos irão contribuir na eficiência das ações de inteligência e investigação, auxiliando no planejamento e execução de operações, além de gerar imagens que fortalecerão a robustez dos inquéritos.

DECANO.

Tania Tavares – Professora – SP

Antes de impedir qualquer processo de impeachment contra ministros do Supremo Tribunal Federal, estes ministros não procuraram saber o porquê de tantos pedidos? Serão todos eles sem sentido ou são motivos dados pelas VV. Ex.ªs,? Será que foi a Lei do Impeachment que “caducou” ou é defesa em causa própria?

“gilmar mendes”

Paulo Henrique Coimbra de Oliveira – Economista ´RJ

Acredito que alguém se lembra das palavras de Barroso contra Gilmar. Ele disse ” você é uma pessoa horrível ” , razão total pois seu aspecto físico é repugnante , ” não tem idéias “, ” mistura de psicopatia e mau sentimento ” entre outras. Houve também embate com Joaquim Barbosa que disse na mesma linha do Barroso que Gilmar sozinho envergonha o Supremo. Resumindo as palavras dos ex-ministros Gilmar não passa de um mau caráter, condição sempre corroborada pelos principais articulistas dos grandes jornais e expressas também nas cartas dos leitores. Até quando teremos que aturar Mendes,e de quebra Moraes, Toffoli , Dino e outros ?

ÁGUA: DE MARQUEZ A VILELA

Antônio Pereira – Jornalista e escritor

Desde 1853, ou por aí, a população de São Pedro de Uberabinha usava uma água poluída que vinha por um rego aberto das cabeceiras do córrego de São Pedro até a esquina das atuais rua XV de Novembro e praça Cícero Macedo. Eram quatro quilômetros de exposição em que os animais serviam-se primeiro que os moradores.
Em 1909, ou seja, depois de mais de meio século de uso desse serviço rude e porco, o Agente Executivo Alexandre Marquez conseguiu um empréstimo junto ao Governo do Estado, da ordem de cento e quinze contos de réis, contratou gente competente e simplesmente canalizou a água que escorria pelo rego e as jogou dentro das residências mediante o pagamento de determinada taxa. Foi um serviço muito simples, com 16 quilômetros de canalização metálica. Os canos foram comprados em Londres. Toda casa de valor locativo superior a quinze mil réis por mês foi obrigada a ligar pelo menos uma pena.
Marquez construiu um reservatório nos altos da avenida Floriano Peixoto de onde a água descia por gravidade para a cidade. Foi serviço simples: não mudou nem a qualidade nem a quantidade de água.
Menos de um ano após a inauguração, que foi a 12 de novembro de 1909, o povo já reclamava da falta de água e se arrependia de ter atendido a Câmara que pedira a todos que entupissem suas cisternas.
Em 1912, o grande Joanico assumiu o comando da Municipalidade e começou a trabalhar na remodelação do sistema. Não foi fácil nem rápido. Faltavam verbas.
O Governo do Estado, atendendo seu pedido, mandou para cá o engenheiro Domingos Barbosa que realizou novos estudos para captação e distribuição da água.
Em novembro, outro engenheiro veio para cuidar das nossas necessidades líquidas. Foi o dr. Mendes Teixeira.
Enquanto isso, o povo passava apertos com a falta de água, principalmente na seca. Ainda bem que havia minas pelas vertentes do Cajubá (sob a avenida Getúlio Vargas) e do São Pedro (sob a avenida Rondon Pacheco). E havia a negra Eugênia que vendia latas d’água de 20 litros, captadas nas minas, a cem réis.
Em 1913, saiu o Edital para os serviços.
O fim de 1914 já vinha chegando e a distribuição de água continuava deficitária.
Enfim, chegou o dinheiro do empréstimo do Estado e o Joanico arregaçou as mangas. Ele ampliou a represa conseguindo maior volume de água; construiu um novo reservatório com capacidade bem superior ao antigo; instalou usina hidrelétrica aparelhada com bombas centrífugas para impulsionar a água para os reservatórios e estendeu a rede para toda a área urbana.
Bem ou mal, criticado ou elogiado, o serviço do Joanico perdurou, com eficiência, até a época da ditadura getulista.
Vasco Giffoni, prefeito nomeado, foi o primeiro, depois do Joanico, a preocupar-se com a melhora da distribuição da água. Ele não mexeu no que estava feito. Simplesmente adquiriu para a Prefeitura a área da nascente do córrego Jataí e construiu nova linha adutora. Construiu o primeiro reservatório elevado da avenida Floriano Peixoto, próximo ao Estádio Juca Ribeiro. A intenção era levar água, também por gravidade, à parte alta da cidade que não era habitada ao tempo do Joanico.
Em seguida, o prefeito Euclides de Freitas, também nomeado, reconstruiu a adutora do córrego de São Pedro e Cleanto Vieira Gonçalves, outro nomeado, adquiriu novas máquinas.
Ninguém mais mexeu na água. Afrânio Rodrigues da Cunha, eleito, tentou atualizar o serviço para atender a demanda sempre crescente, mas esbarrou num mal insanável, a falta de verba. Não conseguindo melhorar o serviço existente, conseguiu do Estado o empréstimo de perfuratrizes com as quais furaria poços artesianos. Infelizmente não deu certo e logo a primeira máquina teve problemas.
Em razão da distância entre Uberlândia e Belo Horizonte, antes que se superasse o impasse da máquina quebrada, mudou-se o Governo do Município. Foi eleito e empossado o empresário Tubal Vilela da Silva.
O trabalho de Tubal Vilela na área do abastecimento de água foi importantíssimo e merece um capítulo à parte. (Fontes: publicações da época).

AVE VIDA!

Gustavo Hoffay – Agente Social

Sim, estou chegando àquela idade que denominam por “provecta”, enquanto trazendo na bagagem muitas e variadas experiencias que um ser humano consegue mover consigo. E isso, basicamente, quer dizer que já faço parte de um grupo que, ultimamente, vem crescendo vertiginosamente em nosso país e que já assusta tecnocratas e autoridades políticas que controlam – ou presumimos que controlam – as finanças do que hoje conhecemos por Instituto Nacional do Seguro Social (mas que também já foi conhecido por IAPAS e IAPI), em função do gerenciamento e pagamento de benefícios previdenciários diversos e quais, até o final de 2.026, deverão alcançar a bagatela de R$ 1,11 trilhão e o que reflete o crescente número de aposentadorias e benefícios assistenciais concedidos por aquela autarquia. Dane-se, quero o que é meu por direito; assim penso e da maneira que milhões de outros beneficiários e cujo numero já chega perto de 40 milhões- considerando que apenas as aposentadorias já representam cerca de 25,1 milhões dos benefícios concedidos pelo governo federal! Posso afirmar que os últimos dez anos têm sido de completa felicidade para mim e uma outra pessoa, com quem divido a mesma cama por quase 40 anos: a minha esposa Eliane e a quem carinhosamente chamo por “Laninha”, “Lee” ou “Muquinha”, dependendo da ocasião e das circunstâncias…..vocês entendem! Durante toda a minha vida ( principalmente nas mineiras Belo Horizonte , Gouveia e Diamantina) posso garantir que foram muitas e profundas as alegrias vividas, mas também uma variedade de desagradáveis momentos e quase morte que experimentei. Mas o que trago em minha memória (e ali prevalece) é o que fiz e senti de melhor e o que , por conseguinte, concedeu-me a graça de não conservar mágoa alguma do passado, muito embora alguns poucos arrependimentos eu ainda traga em minha bagagem e por ter sido o sujeito de decisões que, infelizmente, não aliviaram sequer um pouco a minha carga. Mas tudo bem, a Terceira Idade é a do descanso mas não de prostração e visto que, para muitos ou mesmo para a maioria dos “velhinhos e velhinhas”, há muito ainda o que fazer; uma multidão de pequenos serviços a prestar e em vista de existirem milhões de mãos estendidas, tantos corações clamando por amor e tantos sofrimentos a serem acalentados e o que, aliás, procurei amenizar ao menos um pouco e de acordo com a minha capacidade para tal, em ocasiões que prestei serviços voluntários em um grande hospital e em duas fundações, todos na cidade Uberlândia(MG), onde por anos ouvi e fui ouvido, consolei e fui consolado. Cheguei à idade da solidão, pronto! Agora ao meu redor sinto a falta de antigos amigos que já partiram rumo à eternidade e que não viram o quanto me tornei um velho crítico e ranzinza e distante dos filhos que partiram felizes rumo aos seus nobres objetivos ; o que vi e senti no passado está aos poucos se apagando e deixando apenas breves recordações. Mas penso, “cá com os meus botões” , que a solidão é até certo ponto salutar e traz a paz: tenho mais tempo para pensar, rememorar, ler, ouvir e refletir um tanto mais. O desapego por “isso” ou “aquilo” e que, antes, eu jamais imaginava poder sentir em minha vida, veio surgindo aos poucos e ao ponto de hoje sentir-me aliviado por ter me livrado de tanta traia que eu trazia amontoada, enrolada, amassada e espremida em gavetas e alguns cantos da minha casa. Simplifiquei a vida, saio e somente faço questão de encontrar-me com pessoas positivas; apenas sorrio ou dou gargalhadas se realmente acho graça em algo ou alguém, visto a roupa que desejo e independentemente de onde e quando me apresento e isso, entre outras coisas, faz-me sentir aliviado, em paz, confortável e feliz. Durante exatos trinta e sete anos residi em Uberlândia, onde casei e constitui uma linda família, enquanto trabalhava em grandes empresas e ao mesmo tempo aprimorava meus conhecimentos em algumas instituições de ensino. Mas chegou o momento de recolher-me junto com a minha esposa Eliane e partir em direção a outros destinos, respirar novos ares e conhecer outras pessoas tão boas quanto aquelas que conheci na Grande Udi e com quem tive a satisfação de cultivar uma saudável amizade. Hoje, residindo em uma cidade menor, onde a vida passa de maneira mais lenta e preguiçosa, sinto que a dita e afamada Terceira Idade não é a Melhor Idade, mas sim uma Bela Idade. E se hoje não posso fazer mais que poucas e pequenas coisas, lembro que para Deus nada é pequeno e o que faz com que eu me sinta ainda mais à vontade, principalmente junto das pessoas que mais amo nesta vida e por quem continuo entregando-me por inteiro.