Sonho de Dubai

Paulo Henrique Coimbra de Oliveira – Economista – RJ

Não chega a ser um sonho, mas uma vontade bem consolidada de conhecer Dubai. Cheguei a comprar um pacote para passar o réveillon de 2023/2024 , mas tive de cancelar por conta de uma queda que lesionou o ombro. 2024 e 2025 foram destinados a recuperação e outras prioridades. Ativei o projeto para 2026 mas talvez tenha que desistir. Tomei conhecimento pela mídia que Vorcaro do escândalo do Master e um parente seu tiveram as viagens abortadas pela Polícia Federal, bem como Alexandre de Moraes foi visto na passagem de ano lá. Como brasileiro de bem detestaria encontrar por lá pessoas que desonram a imagem do Brasil. E pode queimar meu filme.

Impeachment, já!

Tania Tavares – Professora – São Paulo- SP

As manifestações dos ministros do STF, José Antonio Dias Toffoli e seu colega .Alexandre de Morais, em tentar “manobras” para atrapalhar o processo contra o Banco Master só nos faz pensar que defendem seus interesses e não os prejudicados pelos roubos, digo desvios no banco MASTER. O Procurador Geral da República pode pedir o impeachment deles, correto?

Natal, Réveillon e muito mais

Ana Maria Coelho Carvalho – Bióloga

Terminado mais um ano, fica a frase: “Adeus ano velho; a Deus ano novo”. Como escreveu Drummond, quem teve a ideia de cortar o tempo em fatias, a que se deu o nome de ano, foi um individuo genial. Industrializou a esperança, criou o milagre da renovação e tudo começa outra vez, com outro número e outra vontade de acreditar que tudo será diferente.

Assim, aqui estamos todos no começo da fatia de 2026, no tempo depois do Natal e do Réveillon. Depois de comemorar, presentear e ser presenteado, agradecer pelo Menino Jesus que se deu de presente para nós, lembrar dos que se foram e abraçar os que ficaram, realizar atos de bondade e compaixão pelo próximo, fazer promessas para o ano que se inicia. Depois de receber inúmeras mensagens que circularam nas redes sociais. No Natal, mensagens com luzes piscando, anjos voando, estrelas saindo de dentro de um envelope com o seu nome. Impressionou-me a mensagem de um bebê bonito e rechonchudo falando fluentemente da beleza do Natal, com uso da IA (fiquei com medo do bebê). Outra “sui generis” que recebi foi do Papai Noel a cavalo tocando um rebanho de vacas nelore todas com gorro vermelho, adorei. Algumas mensagens com dizeres curtos e emocionantes: “Afinal, tudo são luzes e a gente se acende é nos outros”. Ou então: “Naquele dia, fazia um azul tão límpido, meu Deus, que me sentia perdoado pra sempre. Nem sei de que”. Também surgiram aquelas bem humoradas, como o vídeo de um senhor de meia idade explicando como é o Natal : no dia 24 tem uma ceia; no dia 25 esquenta-se o que sobrou; no dia 26 faz-se uma farofa do chester; no dia 27 uma sopinha com o restinho de tudo.

Já no Réveillon, circularam mensagens de champanhe estourando, fogos pipocando, textos bonitos, promessas de emagrecimento e outras, orações de agradecimento a Deus pelo ano que passou. Gostei de uma assim: “O que quer que o ano novo lhe traga? Nada. A única coisa que quero é que não leve. Que não leve o teto que me protege, o prato que me alimenta, a manta que me aquece, o sorriso dos meus amados, a saúde como um tesouro, a companhia, os abraços, os beijos.”

As comemorações também são interessantes. O tal de “amigo da onça”, quando cada um escolhe um presente embrulhado e depois pode trocar, e cujo objetivo maior é treinar o desapego, sempre dá confusão. O meu irmão certa vez ganhou um pijama. Um outro quis trocar por um jarro, mas meu irmão se negou a entregar o pijama, deu briga e acabou a brincadeira. Também existe o “amigo oculto”, que pode gerar discórdia quando o valor dos presentes é muito discrepante, daí muitos ficam emburrados. Ou o amigo é tão oculto que a pessoa esquece quem é.

Por falar em esquecimento, organizei no meu apartamento uma confraternização para oito amigas de longa data, desde a época do curso de Biologia na UFU, as sobreviventes da primeira turma. Idosas, animadas e esquecidas. A primeira que chegou já disse: “Ih, esqueci o presente!” Outra perdeu uma unha postiça, nunca mais encontrou. E eu, que tinha arrumado tudo com esmero e carinho, inclusive borrifado perfume no apto todo, esqueci as torradas no forno. Torrou mesmo. O apartamento ficou todo enfumaçado, cheirando (fedendo) queimado… Outra, na saída, foi buscar o carro para dar carona para a amiga. Foi e não voltava. Chegou cansada, estava procurando o carro na rua errada, tinha esquecido onde estacionou! Ah, e quando tudo sossegou, tarde da noite, tocou o interfone. Era uma delas, tinha esquecido a bolsa , o celular e o presente no sofá… Resta o consolo que esquecimento não é problema só de velhice . Por exemplo , um dos meu filhos, novo e saudável, esquece tudo. Dia desses, chegou para almoçar comigo trazendo um saquinho de remédios. Na saída, não encontrou a chave do carro. Desapareceu . Depois de muito procurarmos, ele chamou um Uber, pegou o saquinho de remédios e lá se foi. No dia seguinte, voltou com a chave reserva e levou o carro. Dias depois, foi tomar um remédio do saquinho. Surpresa: a chave do carro estava lá dentro! Foi ele mesmo quem elaborou um plano: como sempre esquecia as coisas pra trás, se deixasse a chave junto com os remédios, quando fosse pegar a chave, lembraria dos remédios! Só que esqueceu onde colocou a chave…

Mas, voltando ao Natal e ao Réveillon, no momento da comemoração do Natal com minha família, todos colocaram uma estrelinha aos pés do Menino Jesus e fizeram um agradecimento ou um pedido. A minha neta de 14 anos, Maíra, pediu: “eu quero me transformar em uma pessoa melhor”. Quem sabe nesse novo ano a gente também se transforme para melhor. Em gente mais humana, que saiba sonhar, ter esperança, ser luz. Gente de verdade, que saiba fazer valer a pena o tempo que passamos aqui neste mundo de Deus. Para que a passagem de ano não seja apenas uma mudança no calendário…

Enfim, comecei citando Carlos Drummond de Andrade e termino com uma frase dele : -“Para você, desejo todas as cores desta vida, todas as alegrias que puder sorrir, todas as músicas que puder emocionar.”

Feliz 2026 para todos!

Ana Maria Coelho Carvalho 99926-4777

Feminicídio é a maior prova de fraqueza de uma sociedade!

Autor: Rafael Moia Filho – Escritor, Acadêmico da ABLetras, Blogger, Analista Político e Graduado em Gestão Pública.

A sociedade e o Estado brasileiro se contentam com medidas paliativas que não resolvem nem evitam que crimes brutais continuem ocorrendo diariamente no país – Feminicídios.
Um dia após o Natal, na cidade de Bauru uma mulher de 34 anos foi assassinada com um tiro no peito no começo da tarde da sexta-feira (26), nas proximidades do Campus da USP, na Vila Universitária, em Bauru. O autor seria o ex-companheiro que viveu com ela durante 7 anos e com quem teve um filho de 8 anos. A criança presenciou o feminicídio. O autor do disparo foi preso na mesma noite do crime caminhando tranquilamente pelas ruas da cidade.
A vítima estava sob medida protetiva e mudava-se de endereço constantemente. Mas ele a achou e o resultado foi o trágico desfecho. Há alguns dias, ela havia recebido alta médica em um hospital, onde esteve internada devido a agressões sofridas recentemente por ação deste monstro.
O Ministério da Justiça precisa propor ao Congresso Nacional urgentemente a mudança das penas para crimes desta natureza horrenda. A minha proposta é que: Aquele que cometer o feminicídio, depois de julgado e condenado tenha pena de prisão de 40 anos ininterruptos, em regime fechado, sem direito a progressão penal, saidinhas, indultos ou a obscena dosimetria criada recentemente por políticos inescrupulosos e a quaisquer outros benefícios concedidos no sistema penitenciário.
Não é possível que uma sociedade, em pleno século XXI, admita e facilite a vida de monstros que ceifam vidas de mulheres inocentes e deixem crianças traumatizadas pelo resto da vida.
A Lei Maria da Penha foi um avanço, verdade. A medida protetiva e a criação de Delegacias Especializadas no atendimento as mulheres idem, porém, são ineficazes diante de criminosos que matam mulheres na frente dos filhos menores de idade sem nenhum remorso.
Um governo e um Congresso Nacional que aceitam esse tipo de criminosos no seio da sociedade não fazem jus a nossa confiança. Afinal pagamos impostos elevados, temos nossos direitos sagrados e nossos deveres para com aquilo que é lícito e moral. Basta!
A mudança tem de ser para ontem, chega de burocracia e de enrolação, tem que mudar a lei e ponto final. Exceto se o governo federal e os 581 deputados e senadores concordem com essa monstruosidade que a sociedade bauruense presenciou nesta data.
Mirem-se no exemplo americano e de outras nações que colocam monstros em prisão perpétua ou pena de morte. Pensem que, 40 anos ininterruptos não vai conspurcar a justiça, mas vai fazer com que esses monstros que estão soltos e prestes a cometer esse tipo de crime repensem suas vidas e não o façam.

PS: Não sou formado em Direito, sou apenas um cidadão indignado, revoltado com essa barbárie que não tem fim no país. Se o Congresso Nacional tem coragem de alterar e criar PEC da Bandidagem ou Dosimetria para ajudar criminosos golpistas, pode tranquilamente legislar a favor das mulheres e da nossa sociedade, aliás, é o dever deles.

Sigilos

 

TANIA TAVARES – Professora – SP

Só falta o ministro do STF, José Antonio Dias Toffoli pedir sigilo de cem anos em relação aos desvios do banco MASTER, afinal parece que está na moda pois, o presidente Lula tem feito muito isto!!!

Tania Tavares

Tem medo: Código de Conduta!

Tania Tavares – Professora – SP

Prezado ministro Edson Fachin (STF), o Código de Conduta não só é importante como extremamente necessário, afim de resgatar algum respeito de nós brasileiros em relação a “Suprema Corte”, afinal somos os pagadores dos impostos, ou seja dos seus salários!