por uberlandiahoje | out 12, 2026 | Ponto de Vista |
Autor: Rafael Moia Filho – Escritor, Acadêmico da ABLetras, Blogger, Analista Político e Graduado em Gestão Pública.
Nesta eleição em curso, que estamos vivendo, salta aos olhos a mediocridade de parcela significativa da nossa sociedade com relação à política. Em especial, no que tange ao simples ato de pesquisar, comparar gestões, atos, atitudes e comportamentos dos candidatos à presidência e aos governos estaduais.
No colégio onde votei em Bauru, vi uma mulher trajada com uma roupa alusiva à bandeira dos Estados Unidos da América. Uma patriota americana que pensa que votar em Flávio numa eleição democrática no Brasil, que só foi possível depois de resistir ao golpe de Estado que o pai do candidato tentou impor à nossa democracia, é sinal de subserviência aos americanos.
Essa mulher e tantos outros milhares pelas ruas, redes sociais e internet fazem parte de um enorme exército zumbi. São portadores de esquizofrenia eleitoral (grupo de distúrbios mentais que, basicamente demonstram dissociação e discordância das funções psíquicas, perda de unidade da personalidade, ruptura de contato com a realidade).
Eles dizem acreditar que Lula acabou com o Brasil. Que Lula é ladrão. Que Lula é comunista. Tudo isso sem ter provas ou argumentação válida para sustentar as acusações. Mesmo assim, eles acreditam piamente em tudo que for escrito ou falado contra Lula. Em paralelo, não sabem explicar o áudio de Flávio Bolsonaro pedindo propina de milhões a Daniel Vorcaro, do Banco Master. Assim como se engasgam ao serem perguntados sobre a participação de Flávio em orgias patrocinadas por Vorcaro. Rachadinhas nos gabinetes, nem pensar.
Acreditam apenas naquilo que atinge o adversário, não importa que sejam fake news, que não tenham provas nem consigam sustentar as suas próprias manifestações nas ruas. E não acreditam na verdade dos fatos emanados na mídia, nas redes sociais e nas matérias que são distribuídas para conhecimento de todos.
Desde o surgimento da candidatura de Jair Bolsonaro em 2018, vivemos essa situação de completa dislexia (incapacidade de compreensão do que se lê, devido à lesão do sistema nervoso) cognitiva. Onde vemos pobres defendendo patrões, políticos que não querem alterar a escala 6X1 e, uma vez no poder, vão retirar benefícios e vantagens adquiridas. São aqueles que chamamos de pobres de direita.
Muitos sinais foram dados ao longo dos últimos anos, em particular após o lançamento ou imposição da candidatura do filho de Jair. Basta um pouco de discernimento e informação para saber quais são os planos deste candidato para sua família, seus amigos, os EUA e o nosso povo. Sim, nesta mesma ordem.
Um deles é copiar o desastre chamado Milei da Argentina; outro é entregar terras raras e nossas exportações aos EUA de Trump, um presidente rejeitado por 71% dos americanos.
Ainda é cedo, embora já saibamos que teremos segundo turno e, neste novo embate no dia 25 de outubro, temos de estar atentos e fortes, como disse um dia Caetano Veloso. Por que pelo que tudo indica estamos caminhando para um suicídio eleitoral no Brasil.
por uberlandiahoje | out 12, 2026 | Ponto de Vista |
Paulo Henrique Coimbra de Oliveira – Economista RJ
Não vejo a menor necessidade de debates. Os órgãos de pesquisa já indicaram que 90 % dos eleitores já decidiram seus votos. Não serão as mentiras ou os sonhos irrealizáveis que mudarão qualquer voto. Os indefinidos estão na margem de erro. E o que apresentariam os candidatos : sonhos e/ou mentiras em maior ou menor escala. Então o eleitor vai decidir entre essas opções : continuidade da roubalheira ou seu novo início. Que as TVs nos poupe dessa comédia sem graça.
por uberlandiahoje | out 10, 2026 | Ponto de Vista |
Joaé C. Martelli – Advogado e professor
Dia destes recebi do meu do colega dos tempos airosos do Banco do Brasil e sempre amigo Paulo Miguel Carlini o poema de MÁRIO DE ANDRADE, sob o título que encima esta crônica dominical.
Se o poema é válido pra pessoas acima de 40 anos, imagem quem, como este blogueiro, está no limiar dos 90.
Não tive dúvidas, resolvi inseri-lo nesta página.
Ei-lo então:
Contei meus anos e descobri que tenho menos tempo para viver a partir daqui, do que o que eu vivi até agora.
Eu me sinto como aquela criança que ganhou um pacote de doces; o primeiro comeu com prazer, mas quando percebeu que havia poucos, começou a saboreá-los profundamente.
Já não tenho tempo para reuniões intermináveis em que são discutidos estatutos, regras, procedimentos e regulamentos internos, sabendo que nada será alcançado.
Não tenho mais tempo para apoiar pessoas absurdas que, apesar da idade cronológica, não cresceram.
Meu tempo é muito curto para discutir títulos. Eu quero a essência, minha alma está com pressa … Sem muitos *doces no pacote …
Quero viver ao lado de pessoas humanas, muito humanas. Que sabem rir dos seus erros. Que não ficam inchadas, com seus triunfos. Que não se consideram eleitos antes do tempo. Que não ficam longe de suas responsabilidades. Que defendem a dignidade humana. E querem andar do lado da verdade e da honestidade.
O essencial é o que faz a vida valer a pena.
Quero cercar-me de pessoas que sabem tocar os corações das pessoas …
Pessoas a quem os golpes da vida, ensinaram a crescer com toques suaves na alma.
Sim … Estou com pressa … *Estou com pressa para viver com a intensidade que só a maturidade pode dar.
Eu pretendo não desperdiçar nenhum dos doces que eu tenha ou ganhe… Tenho certeza de que eles serão mais requintados do que os que comi até agora.
Meu objetivo é chegar ao fim satisfeito e em paz com meus entes queridos e com a minha consciência.
Nós temos duas vidas e a segunda começa quando você percebe que você só tem uma…
Envie para todos os seus amigos mais de 40, 50 anos ou mais.
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por uberlandiahoje | out 9, 2026 | Ponto de Vista |
Por Leandro Grôppo
Consultor de Marketing Político, atuou nas campanhas vitoriosas ao Governo de Minas Gerais em 2018, 2022 e 2026.
Mais uma vez, a eleição para governador de Minas Gerais foi decidida pelo interior. Não é uma questão de interpretação política, mas de matemática eleitoral. O estado tem 853 cidades e mais de 16 milhões de eleitores. A capital, Belo Horizonte, concentra aproximadamente 1,9 milhão, ou 12% do eleitorado. Mesmo considerando a Região Metropolitana de BH, a concentração é de 28%. Isso significa que mais de 70% dos eleitores estão fora desse eixo.
A comparação com outros estados ajuda a dimensionar a característica específica. A Região Metropolitana do Recife, por exemplo, reúne 42% do eleitorado de Pernambuco; a de Fortaleza, aproximadamente 44% do Ceará; a de São Paulo, mais de 40% do eleitorado paulista; e a do Rio de Janeiro, mais de 50% do eleitorado fluminense. O que mostra que Minas tem uma distribuição territorial muito mais descentralizada e não dependente da capital.
Em pesquisas qualitativas, por várias vezes vi e ouvi, em cidades não muito distantes de BH, como Barbacena, Ipatinga ou Varginha, pessoas com mais de 50 anos de vida e que nunca sequer tinham ido à capital. Porque Minas não é um estado em que tudo converge para um mesmo centro. O interior possui polos regionais que estruturam a vida econômica e social de suas áreas de influência. Um morador de Campina Verde, no Triângulo, recorre a Uberlândia, distante a 150 km, para realizar um exame médico mais complexo, em vez de percorrer 660 km até a capital. Essa lógica se repete em todas as demais regiões do estado. O eleitor que define, portanto, não vive a realidade do Anel Viário, muito menos da Avenida do Contorno. Tem outras referências e demandas.
Atualmente, 560 dos municípios mineiros — 66% do total — tem menos de 10 mil eleitores. São cidades onde a política mantém uma relação próxima com a vida cotidiana: o eleitor conhece o prefeito, encontra o vereador, sabe onde fica a farmácia popular, acompanha as condições das estradas e sente na pele os efeitos das decisões do poder público. Essa proximidade não significa simplicidade no sentido de atraso ou falta de informação, pelo contrário. Significa pragmatismo e uma vivência direta com os problemas. Há, portanto, diferença fundamental entre visitar e viver o interior. E isso se reflete nas eleições.
Durante muitos anos, entretanto, as campanhas ao governo foram pensadas a partir da capital. Os principais partidos e agências concentravam em BH seus centros de decisão e, por consequência, candidaturas e narrativas eram construídas na capital para depois serem levadas ao restante do estado. A presença do interior se limitava, no máximo, à escolha de um vice de outra região. O problema é que não se trata apenas da origem do candidato, mas de onde se pensa a comunicação: em um estado cuja maioria do eleitorado vive fora da capital, a contradição territorial compromete a conexão com quem, de fato, decide.
Até 2018, as disputas pelo governo estiveram, em sua maioria, associadas a lideranças com forte ligação com a política da capital, ou mesmo nacional, e que o interior tinha que aceitar de bom grado. Havia a demanda, mas não existia oferta. A eleição de Romeu Zema mudou essa lógica. Um candidato de Araxá, identificado com o interior, surpreendeu a todos quando chegou ao governo falando a linguagem de quem estava fora do eixo belo-horizontino. Na bolha política, alguns o apontavam pejorativamente como “capiau”. Não entendiam que era esse o maior trunfo da imagem que o emergiu e, depois, o reelegeu em 2022, vencendo no primeiro turno. Mais do que o resultado numérico, sua narrativa consolidou uma forma de comunicação política que tinha, até então, o interior como componente central de identificação e pertencimento, a oferta correta.
Em 2026, a estratégia reapareceu de maneira ainda mais explícita na composição da disputa estadual. Entre os principais candidatos ao governo, apenas Cleitinho e seu vice, apresentavam histórias diretamente identificadas com o interior: o governador eleito, natural de Divinópolis, e Falcão, ex-prefeito de Patos de Minas. Os demais concorrentes tinham suas trajetórias políticas originadas em Belo Horizonte.
Alguns ainda tentaram se apresentar como “do interior” durante a campanha, recorrendo a trajes e dizeres típicos, ou a estereótipos associados à vida rural. Mas pertencimento não se fabrica. Quando esses elementos aparecem apenas no período eleitoral, são percebidos como encenação. O mineiro que mora fora da capital — a maioria — não quer um candidato que visite sua cidade. A demanda é por alguém que conheça aquela realidade, entende sua vida e não está ali apenas por causa de voto.
Afinal, Minas ainda pode ter a política organizada na capital. Mas suas eleições gerais são decididas por um eleitor que, pela terceira vez consecutiva, decidiu em seu favor, contrariando diagnósticos de quem o enxerga com desdém e mero interesse eleitoral. Compreender essa diferença é decifrar a lógica da campanha mineira, onde antes de falar com o interior, é preciso entender e atender quem vive nele.
Leia mais artigos em: https://www.strattegy.com.br/artigos
por uberlandiahoje | out 8, 2026 | Ponto de Vista |
Gustavo Hoffay – Agente Social
Um cidadão honesto e ponderado hoje no Brasil, certamente não é um petista ideologicamente convicto. A carcaça do petismo e mantida por pessoas de maneira até certo ponto incapazes de gerar a intensidade e a duração das próprias emoções, dá claros sinais de que não voltará a exercer o fascínio de massas de eleitores claramente estultos, néscios e que ,fatalmente, irão desaparecer, tornarem-se mais uma página da triste história política tupiniquim. O Brasil então ressurgirá social, espiritual e moralmente novo, ressuscitado das cinzas qual uma Fênix, amadurecido por uma experiência aterrorizante que nenhum outro povo sul-americano, exceto os venezuelanos, principalmente, jamais experimentou. Creio que nós, brasileiros que realmente amamos e lutamos pelo nosso país, tornaremos a ser felizes. Se o Brasil estivesse gloriosamente desenvolvendo-se sem o petismo, seria hoje um país muitíssimo respeitado em todo o mundo democrático. E como reage o povo diante de um país cujos atuais governantes agem como donos da razão, desfrutam de uma vida nababesca e que para manterem-se em seus suntuosos palácios e mansões, insistem em aplicar cotidianamente a velha tática do “pão e circo” para uma massa de tupiniquins politicamente acéfalos? Verifica-se em nosso amado país um vazio de ideais nobres. Onde a picanha e a cerveja a preços módicos? A picanha continua sendo artigo de luxo e reservado a pouquíssimos nas grandes cidades. Ninguém se revolta por vivemos em um país cuja maioria da população é absolutamente pacata, politicamente insensível. Fundamentalmente a massa é amorfa, não se rebela e tem um grau elevado de aceitação. Registram-se, claro, casos isolados de trabalhadores urbanos e mesmo de produtores rurais que antes apoiavam o atual (des) governo. Presos políticos existem aos montes e sob a ridícula argumentação de tentativa de golpe de estado, mesmo que sequer um canivete tivesse sido encontrado com algum deles naquele oito de janeiro de 2.023. Como podemos prever o futuro político do Brasil? A curto prazo sinto que irá aumentar a oposição de jovens e intelectuais. Os petistas provisoriamente no poder certamente não querem (e provavelmente não podem) enfrentar uma maioria quase absoluta de compatriotas inteligentes e descontentes. Até agora a oposição ao que aí está pôde ser contida porque o povo brasileiro é demasiadamente paciente e sobrevive na mais completa ignorância em relação às condições de vida em países comunistas. A continuar como está, com o atual poder Executivo abraçando e cobrindo de mimos os poderes Legislativo e Judiciário, em breve a nossa capital federal irá tornar-se um quartel ou uma grande prisão. Acredito que o maior e único êxito obtido pelo pessoal do PT foi o de fazer a população mais carente servi-lhe de fantoche, manipulável, saciada, conduzida à base de “vales” e que têm por finalidade precípua servirem de troca por votos. A realidade política brasileira atingiu o nível de insuportável, execrável, também diante dos escândalos bilionários e originários do atual desgoverno, chegando mesmo a atingir as raias do absurdo , do incrível, do “acredite se quiser”. É bem provável que eu esteja exagerando em relação ao estado de coisas politicas a que chegamos e à aparente posição de bonança em que vivemos. Sem querer aprofundar-me nesse assunto, concluo que as minhas opiniões a respeito do atual regime fazem eco às de milhões de outros brasileiros e que indicam os mesmos males. Feito o desconto do que eu possa ter exagerado nas linhas acima, afirmo que apenas registro o que penso. O brasileiro que ainda quiser usar do seu senso crítico, é porque sente-se cansado da robotização de si mesmo. Muito felizmente, embora vagarosamente, começamos a descobrir espontaneamente os valores da dignidade e da fé em Deus. Que a concórdia e mútua compreensão da maioria dos brasileiros sejam amplamente praticadas enquanto é tempo, enquanto a casa não cai e para o bem geral de todos que de fato amam esta rica , linda e amada pátria!
por uberlandiahoje | out 7, 2026 | Ponto de Vista |
Câmara Municipal de Uberlândia
Destaque do Dia
Projetos de lei são apreciados e aprovados por votação simbólica – maioria simples – durante a ordem do dia
Primeira discussão e votação
01.Projeto de Lei Ordinária N°. 1121/2026 – de autoria da vereadora Liza Prado (Cidadania), que altera a Lei Nº. 7.154 de 1998, que fixa normas para o serviço funerário no Município de Uberlândia. O projeto deve ser aprovado por votação simbólica. Maioria simples.
Aprovado o projeto, posteriormente alterada a lei, as empresas funerárias concessionárias deverão disponibilizar, de forma avulsa, e afixar, em locais visíveis e de fácil acesso ao público, em cada um de seus estabelecimentos, os critérios para a prestação gratuita dos serviços funerários às pessoas carentes e indigentes, bem como a tabela de preços dos serviços funerários, com a discriminação detalhada dos produtos, serviços e valores das tarifas vigentes.
A proposta de lei estabelece ainda que a afixação dos avisos deverá ocorrer, obrigatoriamente, nos espaços destinados ao atendimento ao consumidor e no caixa, quando este estiver localizado em ambiente distinto daquele onde se realizou a contratação do serviço. Por fim, determina que a tabela de preços deverá possibilitar a contratação individualizada de quaisquer itens, sendo obrigatória a oferta permanente de todos os produtos e serviços elencados.
O projeto de lei foi aprovado por votação simbólica.
Maioria simples.
02.Projeto de Lei Ordinária N°. 1227/2026 – de autoria do vereador Antônio Augusto Queijinho (PSDB), que institui o Dia Municipal do Bem-Estar na Pecuária no âmbito do Município de Uberlândia e dá outras providências. O projeto, que apresenta substitutivo, deve ser aprovado por votação simbólica. Maioria simples.
De acordo com o projeto de lei, a data deverá ser comemorada, anualmente, na semana do dia 02 de julho como parte do Calendário Oficial de Eventos do Município de Uberlândia.
O dia tem por finalidade promover a conscientização da sociedade sobre a importância do bem-estar animal na produção pecuária, da sustentabilidade, da saúde única e da valorização das boas práticas de manejo.
O projeto de lei foi aprovado por votação simbólica.
Maioria simples.
03.Projeto de Lei Ordinária N°. 1229/2026 – de autoria do vereador Jair Ferraz (PP), que institui o Dia Municipal do Cão Policial e dos Cães de Serviço, a ser celebrado, anualmente, em 04 de outubro, no âmbito do Município de Uberlândia e dá outras providências. O projeto, que apresenta emenda, deve ser aprovado por votação simbólica. Maioria simples.
Segundo a proposta, a data deverá ser comemorada, anualmente, no dia 04 de outubro, passando a integrar o Calendário Oficial de Eventos do Município de Uberlândia, cujo objetivo é valorizar e reconhecer e os relevantes serviços prestados à sociedade e à segurança pública por meio da atuação dos cães policiais e dos cães de serviço.
Esses considerados cães em atividades de patrulhamento, busca e salvamento, localização de pessoas desaparecidas, detecção de entorpecentes, armas e explosivos, assistência às pessoas com deficiência, apoio à Defesa Civil, intervenções terapêuticas assistidas por animais e outras ações de interesse público da comunidade.
O projeto de lei foi aprovado, emendado, por votação simbólica.
Maioria simples.
04.Projeto de Lei Ordinária N°. 1137/2026 – de autoria do vereador Sargento Ednaldo (PP), que altera a Lei Nº. 12.404, de 18 de abril de 2016, que “estabelece, no âmbito do Município de Uberlândia, sanções e penalidades administrativas para aqueles que praticarem maus-tratos aos animais e dá outras providências”. O projeto deve ser aprovado por votação simbólica. Maioria simples.
Alterada a lei, após a aprovação do projeto, o Inciso XX, do Artigo 2º, passa a vigorar com a seguinte redação: transitar com animal a pé em vias públicas sem lhe proporcionar períodos adequados de descanso e oferta de água, bem como conduzi-lo sob temperatura superior a 25ºC (vinte e cinco graus), sem assegurar proteção e hidratação suficientes serão considerados maus-tratos.
O projeto de lei foi aprovado por votação simbólica.
Maioria simples.
Em tempo: a próxima reunião ordinária plenária do ano, somente presencial, a quinta reunião plenária do nono período da segunda sessão ordinária, deverá ser realizada amanhã, quarta-feira, dia 07 de outubro, em horário regimental, com início provável às 9 horas, no Plenário Homero Santos da Câmara Municipal de Uberlândia.