MUITO ESTRANHO

GustavoAgente Agente Social

Em pauta, até a conclusão deste texto, a reação de muitos políticos e da maioria da população brasileira quanto a eleição de uma deputada transexual para a função de presidente da Comissão das Mulheres na Câmara Federal. Ataques transfóbicos pipocaram de todo lado e ao ponto de alguns dos colegas daquela excelência falarem em “ideologização” da referida comissão, enquanto outros mais tradicionais defendiam que o referido grupo deveria, sim, ser presidido por uma mulher cisgênero ou seja uma autentica representante do sexo feminino. Penso ter havido uma claríssima objeção de consciência por quem sentiu-se contrariado (a) com a ascensão daquela excelentíssima parlamentar, visto que normas éticas e jurídicas impregnadas no íntimo dos descontentes estariam sendo vergonhosa e absolutamente refutadas. Foi licita a eleição de Hilton, sim, mas seria realmente moral – dentro de um contexto cultural e histórico- os membros da referida comissão acatarem aquela pessoa como a sua presidente e visto que tal posicionamento é contrário à lei natural? A autoridade que legisla explicitando e aplicando uma lei incomum, também nesse caso merece ser respeitada e digna de obediência? Penso que os políticos concordantes com a referida eleição se exorbitam e determinam um comportamento legislativo que fere o direito natural , visto que que tal eleição não tem condições morais de exigir o acatamento da maioria da população que sente-se desonrada, pois acima de tudo a eleição de Erika Hilton não poderia ser maior que a nossa dignidade e ética. Em tal caso aqueles contrários a tal acatamento toca, sim, oporem objeção de consciência e ao ponto de recusarem-se a obedecer aquela parlamentar em nome de sua própria percepção moral. Aliás é de notar que a própria Constituição do Brasil garante o respeito à consciência dos cidadãos! Ao recordar essa verdade não pretendo intitular-me soberano nessa questão; não desejo entrar em seara alheia; falo em meu nome, de um pai de tradicional família mineira que preza e respeita valores. Meu velho sogro já dizia que este mundo “tá muito mudado” e o meu saudoso amigo Frei Antonino Puglisi diria que estamos todos “descombussolados”, mas eu ainda completaria “ pode ser”! Quem sabe num futuro próximo ou remoto a população brasileira não se insurgirá contra muito daquilo que a nossa tradição e educação familiar rejeita, se insurja contra esses modismos que, dóceis a governos iníquos, terminam provocando a ira de muitos que ainda suportam uma tendência claramente neo-totalitária e onde as pessoas são reduzidas a simples “coisas”, vítimas de manobras de alienação política e social e consideradas de gigantesca utilidade apenas no momento do voto.

ELVIRA FLORENCE VERGUEIRO 11.12.2022

José C, Martelli – advogado e professor

“Quem não preserva o passado não vive o presente e, por consequência, não tem futuro.”
Essas palavras vieram-me à mente quando em visita à Escola Estadual Cardeal Leme, deparei-me, em seu pórtico de entrada, com uma exposição, em dois quadros caprichosamente montados pela Senhora Elvira Florence Vergueiro, com documentos, fotografias e jornais que remontam à época da fundação da escola, em 05.05.1930, sob o nome de Gymnasio Pinhalense, fundado por obra e graça de pinhalenses ilustres e que ora leva o nome do Cardeal Leme.

A exposição passa por várias fases da história daquela casa de ensino, inclusive com a criação e eleição da Diretoria do Grêmio Estudantil Dr. Francisco Álvares Florence, em 1947. É uma história linda da qual tive a honra de participar como aluno e Diretor de seu primeiro jornal “A Juventude”.
Pois bem, sobre essa história que é longa e bela pretendo escrever algumas crônicas. Mas hoje quero escrever uma outra história. Provavelmente não tenha palavras para transportar para o papel toda sua importância, mas vou tentar, por que ele é tão bela quanto a história do Cardeal Leme.
Então, em rápidas “pinceladas” vou tentar, como disse, coloca-la aqui.
Vou escrever sobre a autora dessa exposição, que espero se torne permanente, na entrada da vetusta escola, porque quem não preserva o seu passado, não tem futuro.
Vou escrever sobre a Sra. Elvira Florence Vergueiro, mais conhecida como Dona Elvirinha.
Não há o risco de confundi-la com outras porque ela é singular.
Se não me engano era o ano de 1970. Começava ali o meu conhecimento dessa criatura impar e singular, Senhora Elvira Florence Vergueiro. Sua vida, como percebi na sequência de nosso conhecimento, foi muito árdua e, muitas vezes sofredora, mas ela não deixava que os tropeços que a vida lhe reservara a esmorecesse. Era e é uma daquelas criaturas que não se abatem diante das dificuldades. Pelo contrário, as dificuldades dão-lhe força.
Viúva, muito nova, ficou com a responsabilidade de ser pai e mãe de três pequerruchos, Paula, Cristiane e Tito. Além disso tinha que administrar uma fazenda com todos os problemas daí advindos. Eu fui testemunha de muitos desses problemas, porque funcionário da Carteira Agrícola do Banco do Brasil, tive oportunidade de acompanhar sua labuta nas relações banco e sua propriedade rural. Nunca esmoreceu.
Por outro lado é muito longa a história de sua vida na preservação das artes e da cultura em nosso passado.
Mas, como merecida homenagem a ela e até para comprovar as palavras que iniciam esta crônica vou trazer aqui um pouco da Associação Cultural Antonio Benedicto Machado Florence cuja existência e atividades muito se deve a ela, reproduzindo artigo publicado em 7 de outubro de 2017 no jornal “O Pinhalense”.
Ei-lo: “Corria o ano de 1978 e o senhor Antonio Benedicto e sua esposa Maria Angélica resolveram doar parte das terras que possuíam no Vale do Paraíba à Prefeitura de Espírito Santo do Pinhal para que o produto de sua venda fosse aplicado em alta cultura literária, pictórica, musical e científica, pela ordem acima ou todas ao mesmo tempo, inclusive na construção ou aquisição de imóvel para abrigar tais eventos. O imóvel doado era constituído de três glebas. A Prefeitura aceitou a doação com a condicionante acima. O tempo passou, a prefeitura vendeu a sua parte na primeira gleba. Depois em 2006 vendeu o quinhão da terceira gleba, cujo dinheiro encontra-se depositado para a finalidade a que se destina, enquanto que a terceira gleba ainda não foi vendida, estando à disposição da municipalidade. Mas a grande verdade é que o desejo dos doadores, via prefeitura, não se consumou ainda. Nesta fase, representando a viúva codoadora, Senhora Maria Angélica, entrou em cena, com o entusiasmo e a garra que lhe são peculiares a Senhora Elvira Florence Vergueiro e, juntamente com uma plêiade de pessoas que sabem que a cultura é o alicerce das civilização, constituiu, em 31.03.2012 a ACBMF que, com 48 sócios fundadores, elegeu sua primeira diretoria e aprovou o respectivo estatuto. A associação, recém criada passo a colaborar com a Senhora Maria Angélica que, com o falecimento do marido, resolvera tomar providências pra que a vontade de ambos se consumasse. Isto feito, em 10.08.2012 Dona Maria Angelica adquiriu, com recursos próprios, o imóvel situado na Praça da Independência ,161, conhecido como Casarão e o doou à associação. Hoje – 07.10.2017 – abriga, além da própria diretoria, danças de salão, exposições de pintura, yoga, aulas de italiano e coral, ao mesmo tempo em que cede espaço à Casa do escritor Pinhalense Edgard Cavalheiro, ao Grupo Amor Exigente e Você, à Associação Eco-Mantiqueira e a outras atividade culturais consentâneas com o desejo dos doadores. E tudo isso graças a perseverança de Dona Maria Angélica na busca de seus ideias e de seu finado marido e, sobretudo, do incansável trabalho de D. Elvirinha e seus colaboradores para que tudo acontecesse. Dessa forma os desejos do casal de doadores estão sendo alcançados, enquanto se espera uma parceria com a prefeitura. Hoje a Associação está sob a presidência do professor Eliseu Martins que certamente dará sequência ao belíssimo trabalho até aqui realizado.”
Eis a importância de D. Elvira Florence Vergueiro, para Espírito Santo do Pinhal, em rápidas pinceladas.

Governador empossa nova defensora pública-geral de Minas Gerais

Caroline Loureiro Goulart Teixeira assume o comando da DPMG para o biênio 2026-2028

O governador Mateus Simões empossou, na manhã desta sexta-feira (10/4), em Poços de Caldas, a nova defensora pública-geral do Estado de Minas Gerais, Caroline Loureiro Goulart Teixeira, para o biênio 2026-2028.

“Fico muito feliz e honrado de ver mulheres em posição de comando no meu governo. Isso mostra não só a capacidade e competência delas, mas também a continuidade de um trabalho com bons resultados”, disse o governador Mateus Simões.

Com 426 votos, Caroline foi a mais votada pela classe entre os candidatos que compuseram a lista tríplice e assumiu o cargo deixado pela defensora pública-geral Raquel Gomes de Sousa da Costa Dias, que exerceu dois mandatos consecutivos à frente da DPMG, nos biênios 2022-2024 e 2024-2026.

“Hoje é um dia de extrema emoção para mim. É com profunda honra, emoção e com a dimensão exata da responsabilidade que este cargo exige, que assumo a Defensoria Pública-Geral do Estado de Minas Gerais, em um ano emblemático, o cinquentenário da nossa instituição”, ressaltou Caroline.

“Estar aqui hoje é afirmar com atos que o interior faz parte do coração da nossa instituição. Uma defensoria forte começa de dentro e precisa estar onde as pessoas estão, conectada às diferentes realidades que compõem a imensidão de Minas Gerais. E é justamente para honrar essa história que de forma inédita realizamos essa posse no interior do nosso estado, nesta belíssima e acolhedora Poços de Caldas”, completou a defensora.

Currículo

Bacharel em Direito pela Faculdade Milton Campos, com graduação concluída em julho de 2002, Caroline possui formação complementar em mediação de conflitos, com curso de Princípios Teóricos e Práticos da Mediação nas Defensorias Públicas, promovido pelo Instituto de Mediação e Arbitragem (Imap) de Portugal, em parceria com o Conselho Nacional das Defensoras e Defensores Públicos-Gerais (Condege) e a NF Media, além de curso de Mediação de Conflitos.

Antes de integrar a Defensoria Pública (DPMG), em maior de 2005, exerceu atividades no Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), onde atuou como conciliadora no Juizado de Conciliação, além de ter realizado estágio na Vara Criminal do Ministério Público de Minas Gerais e no Escritório Lima Vieira Advogados Associados.

Na DPMG, desempenhou relevantes funções de gestão e coordenação institucional, tendo sido coordenadora da Unidade da Defensoria Pública em Santa Luzia, de 2005 a 2006, e coordenadora do Núcleo Especializado na Defesa da Mulher em Contagem, em 2009.

Posteriormente, atuou como coordenadora regional das Defensorias das Famílias e Sucessões da Capital, entre 2018 e 2022, assumindo, em seguida, o cargo de chefe de Gabinete da Defensoria Pública‑Geral do Estado de Minas Gerais, função exercida de 2022 a 2026.

Governo Presente

As transferências da capital se repetem por 19 cidades do estado até junho e fazem parte da iniciativa Governo Presente, que tem o objetivo de reconhecer a importância e valorizar cada uma das regiões mineiras, além de possibilitar ao governador conhecer ainda mais de perto as demandas dos moradores locais, incluindo os municípios ao redor de cada capital provisória.

Com isso, o Governo de Minas pretende destacar o papel estratégico desempenhado pelos municípios mineiros no fortalecimento das políticas públicas, na descentralização administrativa e na promoção do desenvolvimento regional.

As transferências reforçam a importância de aproximar a administração pública estadual das diversas regiões de Minas Gerais, estimulando o diálogo federativo, a articulação institucional e a presença do Estado em cada território.

Serraria Souza Pinto reabre modernizada e impulsiona a requalificação do hipercentro de Belo Horizonte

Importante espaço de convenções, feiras e mostras de Belo Horizonte terá potencial para receber mais de 100 eventos por ano e reforçar a cultura, o turismo e a economia do hipercentro

GOV. MG

Desde segunda-feira (6/4), Belo Horizonte voltou a contar com um de seus mais emblemáticos espaços para realização de eventos. Após a concessão à iniciativa privada e uma ampla etapa de obras de modernização, o Governo de Minas, por meio da Fundação Clóvis Salgado (FCS), entrega novamente à população a Serraria Souza Pinto, equipamento histórico que retorna ao calendário da capital com infraestrutura renovada e novo posicionamento estratégico no circuito de grandes eventos.

O projeto de concessão contou com o apoio da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais (Secult-MG), da Secretaria de Estado de Infraestrutura, Mobilidade e Parcerias (Seinfra-MG) e da Companhia de Desenvolvimento de Minas Gerais (Codemge). O espaço será administrado até 2044 pelo consórcio Nova Serraria, formado pelas empresas REVEE e Integritate, vencedor da licitação e responsável pelas intervenções estruturais realizadas no imóvel.

A expectativa é de que o equipamento receba mais de 100 eventos por ano, com circulação superior a 300 mil pessoas, consolidando-se como um dos principais espaços de convenções, feiras, mostras, congressos, festivais e grandes encontros de Belo Horizonte. A retomada da Serraria representa também um movimento concreto de fortalecimento do turismo de eventos, da economia criativa e da requalificação do hipercentro da capital, especialmente da zona cultural da Praça da Estação.
Estrutura

Entre as melhorias executadas estão novos banheiros, reforma dos sanitários existentes, implantação de estruturas acessíveis, nivelamento entre área externa e interna, manutenção do elevador para pessoas com deficiência e restauração completa da fachada, com recomposição de elementos arquitetônicos e pintura alinhada às características originais do edifício. Também foram implantadas estruturas operacionais como cozinha, bares, nova bilheteria e áreas de apoio à realização de eventos.

Para o governador Mateus Simões, a reabertura da Serraria Souza Pinto reafirma a capacidade de unir preservação patrimonial, modernização e desenvolvimento econômico.

“Estamos devolvendo a Belo Horizonte um espaço histórico plenamente requalificado, preparado para receber grandes eventos e contribuir diretamente para a dinamização do hipercentro. A Serraria Souza Pinto reúne patrimônio, localização estratégica e capacidade de atrair atividades que movimentam a economia, fortalecem o turismo e ajudam a consolidar o centro da cidade como lugar de encontro, cultura e desenvolvimento”, afirmou Mateus Simões.

Com cerca de 7 mil metros quadrados de área útil, capacidade para até 5.200 pessoas em shows e 2.500 em eventos corporativos com mesas, além de área externa superior a 3 mil metros quadrados, a Serraria está preparada para sediar eventos de médio e grande porte, ampliando a competitividade de Belo Horizonte no turismo de negócios e eventos.

O secretário da Secult-MG, Leônidas Oliveira, destaca o papel estratégico do equipamento no novo momento urbano da capital. “Ao devolver esse grande espaço de convenções, feiras, mostras e eventos ao calendário da cidade, fortalecemos o turismo de eventos, ativamos a economia urbana, ampliamos a agenda cultural e reafirmamos o centro como território vivo, de convivência, cultura, trabalho e desenvolvimento”.

Sob gestão da REVEE, o espaço retorna ao calendário da capital após investimentos iniciais superiores a R$ 12 milhões. Segundo o CEO Leonardo Donato, a revitalização foi estruturada para reposicionar o equipamento dentro do circuito nacional de eventos. “A Serraria reúne localização estratégica, capacidade técnica e valor simbólico. Ao modernizar sua infraestrutura e preservar sua identidade histórica, criamos as condições para que Belo Horizonte amplie sua competitividade na atração de eventos. Isso significa geração de receita, empregos e fortalecimento da economia criativa”, afirmou.

Comunicado divulgado pelo Governo de Minas Gerais nesta sexta-feira, 10 de abril de 2026

O Governo de Minas, por meio da Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig), informa que já estão em execução as ações de reforço estrutural no setor de imaginologia do Hospital João XXIII, em Belo Horizonte, após os impactos provocados pelas fortes chuvas registradas na última quarta-feira (8/4).

GOV. MG

Desde a sexta-feira (10/4), equipes técnicas atuam diretamente na normalização da laje e na implementação de melhorias no telhado do setor, incluindo a criação de um novo acesso facilitado (alçapão), que permitirá maior agilidade em intervenções futuras. A conclusão dessa etapa está prevista para o dia 24/4.

Paralelamente, foi estruturado um conjunto de intervenções de engenharia voltadas à ampliação da capacidade de escoamento das águas pluviais e à correção de pontos estruturais. Entre as medidas previstas, destacam-se a criação de pontos de alívio nas calhas (ladrões), a substituição de trechos do sistema de drenagem e a correção de imperfeições na laje. A contratação emergencial dessas obras ocorre ainda em abril, com execução prevista até o mês de maio.

No campo da prevenção e gestão de risco, já está em funcionamento um sistema de resposta imediata, com equipes de prontidão e uso de equipamentos específicos, como aspiradores de água, lonas de alta resistência e materiais de vedação rápida. Até o dia 15/4, será concluído protocolo de alerta meteorológico integrado à Defesa Civil de Belo Horizonte, permitindo a realização de rondas preventivas em situações de previsão de chuvas intensas.

As rotinas de manutenção preventiva seguem sendo executadas regularmente, incluindo limpeza das coberturas e telhados duas vezes ao dia, inspeção contínua de calhas e grelhas, monitoramento por videovigilância em tempo real das áreas críticas e plantão de limpeza 24 horas.

As medidas adotadas são resposta aos efeitos do elevado volume de chuva em curto intervalo de tempo provocando infiltrações pontuais no setor de imaginologia. A equipe de manutenção foi mobilizada ainda no mesmo dia, realizando a retirada da água acumulada, a secagem completa da laje e o estancamento total do vazamento.

Não houve perdas de insumos nem qualquer comprometimento dos equipamentos de imagem ou do funcionamento do setor, que manteve o atendimento médico-hospitalar normalmente.

O setor de imaginologia está localizado em um prédio anexo ao pronto-socorro, construído posteriormente à inauguração do hospital, com características estruturais distintas do prédio principal. Ressalta-se que o ponto anteriormente afetado por vazamento em novembro de 2025 não foi impactado desta vez, evidenciando a eficácia das intervenções já realizadas pela atual gestão.

O Governo de Minas reafirma seu compromisso com a segurança de pacientes e profissionais, bem como com a qualidade da assistência prestada à população, atuando com agilidade, transparência e eficiência diante de eventos climáticos adversos.

Por fim, cabe destacar que o governador de Minas Gerais, Mateus Simões, anunciou recentemente investimento de cerca de R$ 67 milhões, com recursos estaduais, por meio da Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG), para a reforma geral do Hospital João XXIII. As primeiras melhorias começam a ser entregues ainda em 2026.