por uberlandiahoje | maio 29, 2026 | Notícias |
Chefe do Executivo estadual foi orador oficial da cerimônia que reconhece 11 personalidades que se destacaram por serviços prestados ao órgão e à advocacia pública
GOV. MG
O governador de Minas Gerais, Mateus Simões, recebeu, nesta quinta-feira (28/5), a Medalha do Mérito da Advocacia-Geral do Estado de Minas Gerais (AGE-MG). Ele foi orador da cerimônia, que agraciou outras dez personalidades pelos serviços prestados à advocacia pública e à instituição.
“Eu tenho enorme honra de receber essa medalha hoje, por saber que ela representa o esforço dos advogados da nossa advocacia do Estado, de garantir que o povo mineiro seja sempre tratado com justiça, com as decisões mais rápidas, baratas e corretas possíveis”, disse Mateus Simões ao reconhecer o trabalho realizado pela AGE-MG.
A solenidade foi conduzida pelo advogado-geral do Estado, Fábio Murilo Nazar, presidente do Conselho Superior da AGE-MG, colegiado que instituiu a comenda. A Medalha do Mérito é entregue anualmente.
“Cada um dos homenageados construiu um pouco de Minas e da AGE-MG. Cada um deles pode nos trazer confiança institucional e, mais do que qualquer coisa, respeito à legalidade e ao Estado Democrático de Direito”, enfatizou Fábio Nazar.
A Medalha do Mérito da AGE-MG foi implementada em 2013, dez anos após a criação do órgão, instituído pela Emenda à Constituição do Estado nº 56 (11/7/2003), que unificou a Procuradoria-Geral do Estado e a Procuradoria-Geral da Fazenda Estadual.
Receberam a comenda:
– Governador de Minas Gerais, Mateus Simões de Almeida
– Presidente eleito do Tribunal de Justiça de Minas Gerais, desembargador Vicente de Oliveira Silva;
– Presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, seção Minas Gerais, Gustavo Chalfun;
– Ex-advogado-geral do Estado, vice-presidente jurídico da Cemig e procurador do Estado, Sérgio Pessoa de Paula Castro;
– Deputado estadual Roberto Andrade;
– Chefe da Polícia Civil de Minas Gerais, delegada-geral Letícia Baptista Gamboge Reis;
– Secretário-geral do Estado de Minas Gerais, Luiz Otávio de Oliveira Gonçalves;
– Chefe do Estado-Maior da Polícia Militar de Minas Gerais, coronel Maurício José de Oliveira;
– Secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão, Rodrigo Ferreira Matias;
– Diretora-geral da Advocacia-Geral do Estado, Isabela Nobre Souza Borges;
– Superintendente de Cálculos e Assistência Técnica da Advocacia-Geral do Estado, Gelcimar Cordeiro Carvalho.
por uberlandiahoje | maio 29, 2026 | Ponto de Vista |
Tania Tavares – Professora – SP
Muito bom a volta da Mafalda (C8; 27/05). Em SP aprendi a gostar dela após ler “Mafalda- a contestatória”, publicação em capa dura do autor Joaquín Salvador Lavado Tejón, conhecido por QUINO. Mafalda criada por Quino, na década de setenta, é uma garotinha de 6 anos que brinca, dança, mas tem consciência do mundo do em que vive, cheio de injustiças, guerras e intolerância. Ela e sua turma gostam dos Beatles, mas questionam o insano universo dos adultos, suas manias e suas maneiras de encarar o mundo e a realidade. Em suas tirinhas mostra com humor, que ser politizado e consciente não significa ser pessimista, e, principalmente, não significa ser adulto.
por uberlandiahoje | maio 29, 2026 | Ponto de Vista |
Ana Maria Coelho Carvalho – Bióloga
O livro intitulado “1808”, de Laurentino Gomes, conta como uma rainha louca, um príncipe medroso e uma corte corrupta enganaram Napoleão e mudaram a história de Portugal e do Brasil. O livro é o resultado de doze anos de investigação jornalística, apresentando uma extensa lista das fontes consultadas e narrando fatos de uma maneira divertida e interessante.
Por exemplo, a mudança de Dom João VI e sua corte para o Brasil foi simplesmente uma fuga apressada e atabalhoada: ou ele fugia ou muito provavelmente seria preso e deposto por Napoleão. A pressa foi tanta que na confusão da partida, centenas de caixas repletas de prata das igrejas e milhares de volumes da preciosa Biblioteca Real ficaram esquecidos no cais de Belém, em Lisboa.
Assim, no dia 29 de novembro de 1807, os portugueses acordaram com toda a corte fugindo para o Brasil, sob proteção da Marinha Britânica. Reis e rainhas europeus já haviam sido destronados e decapitados, mas nenhum tinha cruzado o oceano para morar e governar em uma colônia. Os portugueses ficaram órfãos de sua monarquia e os brasileiros, acostumados a serem apenas uma colônia extrativista de Portugal, ficaram encantados com a chegada da corte.
No dia sete de março de 1808, a esquadra de D.João VI aportou na baia de Guanabara, depois de três meses em alto mar. As condições da viagem foram péssimas, pois os navios eram autênticas saunas flutuantes. O excesso de passageiros e a falta de higiene favoreciam a proliferação de pragas. No navio onde viajava a princesa Carlota Joaquina aconteceu uma infestação de piolhos. Todas as mulheres rasparam a cabeça e lançaram as perucas ao mar. Quando desembarcaram no Rio, usaram turbantes. Ao verem as princesas assim cobertas, as mulheres do Rio pensaram que era a moda da Europa. Em pouco tempo, passaram a cortar o cabelo e a usar turbante para imitar a nobreza.
D. João desembarcou do navio Príncipe Real com sua vasta casaca sebosa de galões velhos, puída nos cotovelos. Era baixo e gordo, tinha de aristocrata apenas as mãos e os pés muito pequenos. O rosto era redondo e sem majestade, com o lábio inferior grosso e pendente. O povo do Rio ficou decepcionado com a aparência da corte, mas lhe prestou todas as homenagens que estavam a seu alcance. O cortejo com a nobreza portuguesa, cansada e desfigurada pela longa viagem, caminhou vagarosamente para a catedral da cidade.
Embora feio, inseguro, tímido, separado da mulher, com medo de caranguejos e trovoadas, D. João foi um rei popular, que passou para a história como um monarca bonachão, sossegado e paternal, sendo considerado o fundador da nacionalidade brasileira. A colônia ganhou muito com sua vinda, a começar pela independência. Mas os custos da família real no Brasil foram enormes. Era preciso alimentar e pagar as despesas de uma numerosa corte ociosa, corrupta e perdulária. Começou com o sequestro das casas para alojar a nobreza, que eram marcadas com PR, de ”Príncipe Regente”, mas que o povo interpretava “Ponha-se na Rua’. No dia 24 de abril de 1821, quando regressou a Portugal, depois de treze anos, D. João ainda raspou os cofres do Banco do Brasil. Assim, a corte, que viveu na corrupção, ainda fez um assalto ao erário brasileiro ao partir, deixando o país à míngua. Duzentos anos depois, ainda convivemos com heranças desse passado, como apropriação indevida de bens, roubo e corrupção, que continuam assombrando o presente e o futuro dos brasileiros.
por uberlandiahoje | maio 29, 2026 | Ponto de Vista |
Tania Tavares – Professora –
Será que ao anunciar que Comando Vermelho(CV) e Primeiro Comando da Capital (PCC), classificando-os como fações ou organizações terroristas e, portanto, podendo atacá-los, o governo americano quer forçar um bom acordo sobre as terras raras?
por uberlandiahoje | maio 28, 2026 | Notícias |
Serviço vai beneficiar mais de 700 mil moradores e reforça a rede de urgência e emergência no Triângulo Mineiro
Mais de 700 mil moradores de Uberlândia passam a contar, a partir desta sexta-feira (29/5), com o atendimento do Samu 192. Viabilizada com apoio direto do Governo de Minas, por meio da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), a operação amplia a rede de urgência e emergência no Triângulo Mineiro e marca a entrada definitiva do município no serviço regional.
GOV. MG
A implantação teve participação direta do Governo de Minas, que acompanhou as etapas de estruturação do serviço em parceria com o município e com o Consórcio Público Intermunicipal de Saúde da Rede de Urgência e Emergência da Macrorregião do Triângulo do Norte (Cistri), responsável pela gestão do serviço na região.
“Essa é uma conquista muito esperada. No fim do ano passado, anunciamos a ampliação da cobertura do Samu para todo o estado, e faltava Uberlândia entrar definitivamente nessa rede. Agora, esse passo está sendo dado”, afirmou o governador de Minas Gerais, Mateus Simões.
Desde fevereiro, o Estado repassa R$ 1,3 milhão por mês para garantir o custeio da implantação integral do Samu 192 em Uberlândia. No dia 20/5, foi publicado no Diário Oficial do Estado um termo aditivo que amplia os recursos estaduais destinados ao Cistri. Com isso, o repasse mensal passa para R$ 2,1 milhões, assegurando o custeio integral do serviço até a habilitação federal.
“O Governo de Minas teve papel fundamental nessa articulação e está garantindo o custeio para que o serviço comece a funcionar com segurança”, destaca o secretário de Estado de Saúde, Fábio Baccheretti.
Cuidado mais rápido
Com o início da operação, a população passa a contar com atendimento pré-hospitalar móvel em situações de urgência e emergência. Na prática, o Samu 192 amplia a capacidade de resposta do município, reduz o tempo de espera em ocorrências graves e fortalece o encaminhamento adequado dos pacientes para a rede de saúde.
Para o médico socorrista Raphael Maia, a chegada do serviço representa um avanço importante para a saúde pública de Uberlândia, especialmente pela capacidade de garantir atendimento rápido e encaminhamento adequado em situações de urgência.
“A chegada do Samu representa um fortalecimento fundamental da rede de urgência e emergência da cidade, porque amplia a capacidade de oferecer atendimento rápido, qualificado e coordenado nos momentos em que o tempo faz toda a diferença”, afirma.
Cobertura em todo o estado
A chegada do Samu 192 a Uberlândia reforça o processo de expansão do serviço em Minas Gerais. Em dezembro de 2025, o Governo de Minas anunciou a cobertura do Samu em 100% do território mineiro, com a inauguração da Central de Regulação em Uberaba, no Triângulo Mineiro.
Entre 2019 e 2025, o Governo de Minas destinou mais de R$ 110 milhões ao fortalecimento do Samu 192, por meio de convênios e termos de compromisso voltados à expansão do serviço. Além disso, foram repassados mais de R$ 246 milhões em 2025 e, até o momento, outros R$ 113 milhões em 2026 para o custeio da operação em todo o estado, garantindo a continuidade e a sustentabilidade do atendimento à população.
A expansão do Samu é tratada pelo Governo de Minas como uma ação estratégica para reduzir desigualdades no acesso ao atendimento de urgência e emergência. A iniciativa garante mais proteção à vida, especialmente em situações críticas, quando o tempo de resposta faz diferença para o paciente.
O serviço funciona de forma integrada à rede pública de saúde, em articulação com hospitais, Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e outros pontos de atenção, garantindo o encaminhamento adequado e a continuidade da assistência.