PT SONHA COM O PALÁCIO DA LIBERDADE

Ivan Santos – Jornalista

Os estrategistas políticos do PT trabalham com os olhos abertos e atenção máxima no comportamento dos eleitores que poderão produzir efeitos devastadores nas próximas eleições. Estão eles a olhar o eleitorado de cidades estratégicas como Belo Horizonte e Uberlândia. Por enquanto ainda não há informação que revele o sentimento da Tigrada em relação às notícias da política, especialmente as acusações de improbidade. O ânimo da população em relação a qualquer processo político, só aparece quando começa a campanha eleitoral. Como política é mutável, não é possível prever hoje o que acontecerá amanhã. As manobras políticas passarão por grandes colégios eleitorais e Uberlândia é um deles. Em Minas, o PT sonha com o retorno ao governo do Estado e da conquista de mais cadeiras na Câmara Federal. Isto é o primeiro passo para tentar expulsar a direita do Palácio da Liberdade. A jogada neste ano é derrotar Romeu Zema e seus aliados. Fortalecer a esquerda em municípios estratégicos e preciso para conquistar Minas e colaborar com a reeleição do Presidente Lula. Esta é a jogada principal. Para isto é preciso entrar em campo com o pé esquerdo ´para enfrentar e vencer as forças ocultos que se concentram, principalmente, nos burgos pobres. Esta ambição do PT é legítima e o Partidão não esconde que deseja mandar soberanamente nas Gerais.

O SONHO

O PT é hoje um partido organizado que sonha em conquistar o Palácio da Liberdade. Este é um dos objetivos da estratégia petista que procura anular nas em Minas a influência do governador Romeu Zema, pré-candidato a presidente da República.

INTENÇÃO

A primeira jogada é enfraquecer o governo de Romeu Zema (Novo) para abrir espaços aos candidatos do Partidão para a Câmara Federal e Assembleia Legislativa. O PT escuda-se na força popular do presidente Lula e na aceitação positiva das ações do Governo Federal.

Continuaremos como estamos?

Marília Alves Cunha – Educadora e escritora

“Tanto a máfia quanto a moralidade têm herdeiros numa sociedade!”

Luiz Estevão, o primeiro senador cassado por corrupção no Brasil na década de 90 e o primeiro a ser preso após condenação em 2ª instância, deu a declaração abaixo à Revista Veja, na época da Lava Jato:

“A corrupção é uma pandemia universal. O que muda são as facilidades para corromper. O que valia antes da Lava Jato não era a meritocracia, a empresa ter condições de fazer uma obra de qualidade, se competitiva. O que valia era seguir aquela cartilha de corrupção do qual já falei. O que o Juiz Moro fez em benefício do Brasil ainda não foi dimensionado corretamente. Ele revolucionou o país. Agora vejo um esforço gigantesco para derrubar os instrumentos que permitiram frear a roubalheira -delação premiada, prisão em segunda instância – mas acho que ninguém vai conseguir. Ele deu um basta, provocou um tsunami que atingiu em cheio este submundo que conheço bem. A roubalheira diminuiu muito porque as pessoas agora têm medo da prisão. A corrupção passou a ser um caminho perigoso.”

Pois é, senhor Luiz Estevão, a gente também acreditava nisto, mas foi o contrário. A corrupção cresceu e tornou-se imensamente perigosa, envolvendo grandes nomes da república. A história, apesar de contada e recontada parece até mentira: uma decisão de Fachin e a história apagada, fraudou todos os esforços da Operação Lava Jato, passou a borracha em cima de todos os crimes cometidos, soltou todos os envolvidos e alçou Lula, novamente, à condição de presidente do Brasil. Argumentos usados: a incompetência da 1ª.Vara Federal de Curitiba e a divulgação de conversas entre o Juiz Sérgio Moro e os procuradores do MPF (tendo como base mensagens da Operação Spoofing). Foi uma operação bastante simplificada, rápida, para dar fim à Operação e salvar o chefão e toda a camarilha. A impunidade venceu todas as barreiras.

A meu ver, esta foi a base para alicerçar o que temos hoje, que não é nada bonito ou digno de encômios: o país está afundado em criminalidade que não perdoa nem os mais altos representantes dos 3 poderes. Vemos com perplexidade uma contaminação perniciosa que põe em dúvida qualquer coisa que se mexa no espaço político, social, jurídico. E vemos, também, os que arrogavam-se em defensores da democracia, numa precipitação ansiosa para que nada os manche, para que ninguém os culpe, para que tudo seja logo esquecido e que, como aconteceu na Lava Jato, uma cortina se feche rapidamente sobre tão desagradável e desconfortável assunto.

Os brasileiros estão em alerta! Assistiram, agoniados, a abertura de um Inquérito das Fakes News, cognominado por um ministro aposentado do STF de Inquérito do Fim do Mundo. E que, aberto sem atendimento à ordem legal, continua até hoje, depois de passados 7 anos ,como uma espada de Dâmocles a ser instrumento de poder para ser usada contra qualquer um que conteste o que for estabelecido como certo e verdadeiro pelos que têm nas mãos o poder de usá-la. Viram, perplexos, as manifestações de 08 De janeiro transformarem-se em um longo e doloroso processo que já castigou centenas de pessoas, sem individualização dos crimes, sem os devidos processos legais, de baciada, como dizem muitos. Viram democratas autênticos transformados em inimigos da pátria, pessoas simples consideradas antidemocratas que precisavam ser eliminados. Viram o país naufragar num mar de inutilidades, de besteirol, de injustiças, de desequilíbrio, de desgovernança, carcomido até os miolos pela incompetência e pela irresponsabilidade. Jogado aos 7 mares como uma ditadura, com a aproximação cada vez mais forte com o autoritarismo do mundo.

O brasileiro agora espera, não com a paciência complacente de sempre, que a verdadeira justiça se faça presente. E com o mesmo afinco com que a extinção da Lava Jato determinou rumos diferentes para o Brasil, a Justiça e outros poderes desfaçam este nó de corrupção no mais alto estilo que, hoje, envergonha a nação. Que o roubo dos velhinhos e pensionistas do INSS e a absurda e inacreditável farra criminosa do Banco Master sejam resolvidos com eficiência máxima, doa a quem doer. É isto que todo cidadão brasileiro deseja, com a máxima urgência e espera que aconteça, sem acordos, sem protecionismo, sem blindagem: voltar o Brasil para os trilhos da seriedade, moralidade, responsabilidade, organização e eficiência. Do jeito que está, não dá para continuar!

Continuaremos como estamos?

Marília Alves Cunha – Educadora e escritora

“Tanto a máfia quanto a moralidade têm herdeiros numa sociedade!”

Luiz Estevão, o primeiro senador cassado por corrupção no Brasil na década de 90 e o primeiro a ser preso após condenação em 2ª instância, deu a declaração abaixo à Revista Veja, na época da Lava Jato:

“A corrupção é uma pandemia universal. O que muda são as facilidades para corromper. O que valia antes da Lava Jato não era a meritocracia, a empresa ter condições de fazer uma obra de qualidade, se competitiva. O que valia era seguir aquela cartilha de corrupção do qual já falei. O que o Juiz Moro fez em benefício do Brasil ainda não foi dimensionado corretamente. Ele revolucionou o país. Agora vejo um esforço gigantesco para derrubar os instrumentos que permitiram frear a roubalheira -delação premiada, prisão em segunda instância – mas acho que ninguém vai conseguir. Ele deu um basta, provocou um tsunami que atingiu em cheio este submundo que conheço bem. A roubalheira diminuiu muito porque as pessoas agora têm medo da prisão. A corrupção passou a ser um caminho perigoso.”

Pois é, senhor Luiz Estevão, a gente também acreditava nisto, mas foi o contrário. A corrupção cresceu e tornou-se imensamente perigosa, envolvendo grandes nomes da república. A história, apesar de contada e recontada parece até mentira: uma decisão de Fachin e a história apagada, fraudou todos os esforços da Operação Lava Jato, passou a borracha em cima de todos os crimes cometidos, soltou todos os envolvidos e alçou Lula, novamente, à condição de presidente do Brasil. Argumentos usados: a incompetência da 1ª.Vara Federal de Curitiba e a divulgação de conversas entre o Juiz Sérgio Moro e os procuradores do MPF (tendo como base mensagens da Operação Spoofing). Foi uma operação bastante simplificada, rápida, para dar fim à Operação e salvar o chefão e toda a camarilha. A impunidade venceu todas as barreiras.

A meu ver, esta foi a base para alicerçar o que temos hoje, que não é nada bonito ou digno de encômios: o país está afundado em criminalidade que não perdoa nem os mais altos representantes dos 3 poderes. Vemos com perplexidade uma contaminação perniciosa que põe em dúvida qualquer coisa que se mexa no espaço político, social, jurídico. E vemos, também, os que arrogavam-se em defensores da democracia, numa precipitação ansiosa para que nada os manche, para que ninguém os culpe, para que tudo seja logo esquecido e que, como aconteceu na Lava Jato, uma cortina se feche rapidamente sobre tão desagradável e desconfortável assunto.

Os brasileiros estão em alerta! Assistiram, agoniados, a abertura de um Inquérito das Fakes News, cognominado por um ministro aposentado do STF de Inquérito do Fim do Mundo. E que, aberto sem atendimento à ordem legal, continua até hoje, depois de passados 7 anos ,como uma espada de Dâmocles a ser instrumento de poder para ser usada contra qualquer um que conteste o que for estabelecido como certo e verdadeiro pelos que têm nas mãos o poder de usá-la. Viram, perplexos, as manifestações de 08 De janeiro transformarem-se em um longo e doloroso processo que já castigou centenas de pessoas, sem individualização dos crimes, sem os devidos processos legais, de baciada, como dizem muitos. Viram democratas autênticos transformados em inimigos da pátria, pessoas simples consideradas antidemocratas que precisavam ser eliminados. Viram o país naufragar num mar de inutilidades, de besteirol, de injustiças, de desequilíbrio, de desgovernança, carcomido até os miolos pela incompetência e pela irresponsabilidade. Jogado aos 7 mares como uma ditadura, com a aproximação cada vez mais forte com o autoritarismo do mundo.

O brasileiro agora espera, não com a paciência complacente de sempre, que a verdadeira justiça se faça presente. E com o mesmo afinco com que a extinção da Lava Jato determinou rumos diferentes para o Brasil, a Justiça e outros poderes desfaçam este nó de corrupção no mais alto estilo que, hoje, envergonha a nação. Que o roubo dos velhinhos e pensionistas do INSS e a absurda e inacreditável farra criminosa do Banco Master sejam resolvidos com eficiência máxima, doa a quem doer. É isto que todo cidadão brasileiro deseja, com a máxima urgência e espera que aconteça, sem acordos, sem protecionismo, sem blindagem: voltar o Brasil para os trilhos da seriedade, moralidade, responsabilidade, organização e eficiência. Do jeito que está, não dá para continuar!

Perguntinha.

Tania Tavares – Professora – SP

Olá ministro do STF André Mendonça, que vem atuando bem. Pergunto: todo preso na carceragem da Polícia Federal a partir da sua liberação total para os advogados de Vorcaro terão os mesmos direito$ ?

COMO ASSIM?

Tania Tavares – Professora – SP

Como assim? Os advogados de Vorcaro estão “exigindo” que a Polícia Federal abra exceção para seu cliente e não acompanhem o que será falado por ele? Vão apelar para o ministro André Mendonça, o único a “enquadrar ” Vorcaro que permita esta regalia a eles? Nos poupe!*
*dinheiro não compra todo mundo.

A Coragem de Ser Melhor

Diógenes Pereira da Silva – Tenente do Quadro de Oficiais da Reserva Remunerada da PMMG

Ao longo da caminhada humana, errar é inevitável. Há quedas discretas, quase invisíveis, e há tropeços que ecoam alto, que ferem, que deixam marcas. Todos, sem exceção, carregamos histórias que gostaríamos de reescrever. Mas é justamente nesse território imperfeito que nasce a possibilidade da transformação.

A vida não nos pede perfeição, pede consciência. O caráter não surge pronto, acabado, imutável. Ele é moldado no calor das escolhas difíceis, no silêncio das reflexões sinceras, na humildade de reconhecer, “eu falhei”. Crescer dói, porque exige abandonar versões antigas de nós mesmos, exige rever atitudes, recalcular rotas, pedir perdão e, principalmente, mudar.

Há quem confunda força com rigidez. No entanto, forte é quem admite o erro sem se justificar, quem aceita correção sem orgulho, quem decide não repetir o que um dia causou dor. Os acertos mais sólidos nascem exatamente das falhas reconhecidas. Cada correção é um tijolo na construção de uma personalidade mais justa e íntegra.

Ser melhor não significa tornar-se superior a alguém, significa tornar-se superior ao que fomos ontem. É vencer a impulsividade com prudência, substituir a indiferença por empatia, trocar a crítica fácil pela atitude construtiva. É compreender que nossas ações sempre alcançam alguém, para ferir ou para edificar.

A verdadeira evolução acontece nos bastidores da alma, quando ninguém aplaude, quando ninguém observa, quando apenas a consciência testemunha. É ali que se decide o tipo de pessoa que seremos.

Todos temos um passado, mas o futuro continua aberto. Cada amanhecer nos oferece uma nova chance de agir com mais justiça, falar com mais respeito, amar com mais verdade. Tornar-se uma pessoa melhor não é um destino final, é um compromisso diário.
E talvez a maior grandeza do ser humano esteja exatamente nisso, na coragem silenciosa de mudar.

Classes bem distintas.

Paulo Henrique Coimbra de Oliveira – Economista – RJ

Temos 2 classes bem distintas de assalariados. No teto da pirâmide temos os graduados dos 3 poderes cheios de PENDURICALHOS imorais e ilegais vivendo nababescamente. E no piso o pessoal do PENDURANOSGALHOS pois com o que ganham mal dá para comer e ainda estão nas mãos de agiotas assim como os aposentados e pensionistas do INSS.

Vorcaro x Senado – a delação

Tania Tavares – Professora – SP

Daniel Bueno VORCARO, preso na carceragem da Polícia Federal em Brasília, por precaução, deve ser interrogado pelos Senadores nas dependências da PF e vigiado o tempo todo para que não sofra qualquer “atentado” contra ele ou por ele mesmo. Tem muita gente mentindo e apavorada.

No ônibus

Ana Maria Coelho Carvalho – Bióloga

“Educação, boa e velha” é o nome de um texto da psicóloga Rosely Sayão. A autora comenta que na sociedade atual os velhos perderam importância e que os pais das crianças não acreditam que os avós tenham algo a acrescentar à formação dos netos . Mas os avós insistem, porque acham que vale a pena ensinar aos netos coisas como certo e errado, falso e verdadeiro e que ter liberdade é muita responsabilidade. Rosely acrescenta que antes, os avós mimavam os netos, mas que agora não podem mais fazer isso, pois são os pais que mimam, satisfazendo todas as vontades dos filhos. Daí, muitos avós da atualidade conseguiram inovar o sentido da palavra “mimar”. Para esses velhos, mimar passou a ser dedicar tempo aos netos e ter paciência com eles (penso que estou nesse grupo). A isso, eu acrescentaria que mimar também é aprender com os netos e se divertir com eles.

Como no dia em realizei o sonho da minha netinha Maíra, quando ela tinha quatro anos. O sonho dela, na época, era passear de ônibus. Assim, decidi levá-la ao Campus Umuarama, onde eu trabalhava, e fomos para a praça Tubal Vilela. Depois de esperarmos no ponto por 20 minutos, ela entrou no ônibus animadíssima, conversando com os passageiros e de olho na janela. Ficou preocupada com uma moça de pé ao lado de um assento vazio e falou várias vezes: “-Moça, senta aí”, mas a moça não obedeceu. Quando chegamos ao campus, uma amiga minha, professora de répteis, levou a Maíra para conhecer o serpentário e deixou que ela passasse a mão em uma cobra inofensiva. Ela ficou fascinada. Na volta, pegamos o ônibus no ponto mais perto. Assim que a porta abriu e a Maíra subiu os degraus, parou no meio do corredor, antes da roleta, colocou as mãos em volta da boca e gritou a plenos pulmões, com seu vozeirão característico:”-Geeeente! Geeeente! Eu passei a mão na cobra!”. Alguns passageiros riram, outros devem ter pensado que ela estava mentindo, outros continuaram dormindo. Eu, meio sem jeito, tentei explicar alguma coisa. Mas logo o ônibus deu um safanão e consegui segurar a Maíra pela gola da blusa. Na sequência, no afã de pegar rápido um lugar com janela, ela entalou debaixo da roleta, tentando passar por baixo. Pegamos o ônibus errado e tivemos que parar no terminal para pegar outro, que estava lotado. Consegui um assento e a coloquei no colo, mas ela ficou indignada porque tinha uma moça sentada ao lado, na janela, e a Maíra tinha certeza que o lugar deveria ser para ela. No dia seguinte, fomos ao bairro Guarani, também de ônibus, na casa da minha ajudante, e para ela foi outra aventura. Voltou de cabelo lavado e escovado e de unhas pintadas. Minha ajudante tem um salão de beleza e a Maíra usufruiu de tudo. Entrou linda no ônibus, sentamos nos assentos da frente e ela contou toda a sua curta vidinha de quatro anos para o motorista, sempre com um olho nele e outro na janela. Não falou da cobra, mas ao descer gritou: “-Brigaaaaado, motorista”!

Acho as crianças incríveis e por isso ainda pretendo mimar muito meus doze netos. Como escreveu Adélia Prado: “-Meu Deus, me dá cinco anos, me dá a mão, me cura de ser grande…” Ou como no texto de Rubem Alves: “São as crianças que veem as coisas -porque elas as veem sempre pela primeira vez com espanto, com assombro de que elas sejam do jeito como são. Os adultos, de tanto vê-las, já não as veem mais. As coisas -as mais maravilhosas- ficam banais. Ser adulto é ser cego.”

Penso que a Maíra viu, pela janela do ônibus, muita coisa que eu não vi…

Ministros ou aiatolas

Paulo Henrique Coimbra de Oliveira – Economista – RJ

Como são tolas as pessoas que se acham acima de tudo e de todos por serem vazias e acreditarem apenas no seu próprio endeusamento. É assim como pensam os aiatolás e os ditadores de um modo geral. É assim que vejo nossos ministros do STF em suas decisões monocráticas quando se mostram incapazes de dialogar. Querem decidir e pronto. Ignoram o colegiado. Isso não é defesa da democracia. É ditadura. Podem errar por e nada pode ser feito. Isso deve acabar. E somente o Senado pode fazer alguma coisa. Mas não temos senadores e não temos um Trump ou Netanyahu.