por uberlandiahoje | maio 26, 2026 | Notícias |
Apoio familiar e assistência técnica contribuem para o desenvolvimento do negócio
Área de produção parada, cansaço do dia a dia na cidade e do ambiente corporativo foram fatores que levaram as irmãs Naiara e Daiane Alves a retornarem para o sítio Faisão Sabores da Terra, na zona rural de Itatiaiuçu, para cultivarem amendoim, uma atividade que já é tradição familiar.
“A ida para a cidade foi em busca de uma nova experiência, mas nos cansamos. Como crescemos vendo a família trabalhando com o amendoim, decidimos investir na atividade. Lidar com a terra é dinâmico e envolve uma rotina pesada, porém o auxílio dos meus pais no cultivo da lavoura e a ajuda dos tios e da avó durante o período de colheita tornam a jornada mais prazerosa”, relata Daiane.
GOV. MG
Em 2024, as irmãs procuraram a assistência da Emater-MG com o objetivo de produzir um produto mais saboroso, sem química e em grande quantidade. A extensionista da empresa, Bruna Amaro Quintas, conta que acompanhou todo o processo desde o planejamento do plantio até a regularização da agroindústria de doces junto à Vigilância Sanitária e também no auxílio para a comercialização.
De acordo com Bruna, o trabalho das irmãs se destaca pela proatividade, capacidade de tomada de decisão e adoção de tecnologias. “Essas características trazem ganhos produtivos e econômicos em curto prazo e reflete na sustentabilidade da atividade”.
O manejo é familiar e realizado manualmente. As produtoras investiram em três variedades de sementes: o amendoim branco, o vermelho e o preto.
Receita familiar
“Minha irmã teve a ideia de produzirmos doces. A receita do pé de moleque, um dos carros chefes, é do meu pai. Produzimos também pé de moça, paçoca normal e diet e pasta de amendoim. Os doces são naturais e livres de conservantes”, narra Naiara.
Os produtos são comercializados em feiras, para o Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae) e também na plataforma de comercialização virtual da Emater-MG, ÉdoCampo.
Segundo Daiane, o apoio da Emater-MG tem sido fundamental para o crescimento do negócio.“A consultoria prestada e o apoio da Bruna fizeram com que alcançássemos um crescimento muito mais rápido do que imaginávamos.”
Exportação
A participação em feiras rendeu às produtoras a oportunidade de exportar o amendoim in natura para a China. “O amigo de um cliente levou uma quantidade para o país, eles gostaram e quiseram fazer negócio. Tivemos o auxílio da Emater-MG e da prefeitura para realizar a exportação. Com essa parceria, esperamos abrir o leque para novos compradores e expandir a produção para o Estado”, conta Naiara.
Mercado e Manejo
Bruna explica que a cadeia produtiva da oleaginosa em Minas Gerais é composta por pequenos produtores, os quais enfrentam limitações estruturais para competir em mercados de grande escala. A alta demanda por mão de obra manual é outra barreira enfrentada.
O cultivo exige baixo investimento financeiro e ciclo rápido, possibilitando mais de uma safra por ano.“A agregação de valor por meio dos derivados têm apresentado boa aceitação comercial tornando a atividade mais atrativa, especialmente por estarem fortemente associados à cultura alimentar e à tradição mineira”, destaca a extensionista.
Irmãs investem na produção de amendoim e derivados na região Central de Minas Gerais
Apoio familiar e assistência técnica contribuem para o desenvolvimento do negócio
Área de produção parada, cansaço do dia a dia na cidade e do ambiente corporativo foram fatores que levaram as irmãs Naiara e Daiane Alves a retornarem para o sítio Faisão Sabores da Terra, na zona rural de Itatiaiuçu, para cultivarem amendoim, uma atividade que já é tradição familiar.
“A ida para a cidade foi em busca de uma nova experiência, mas nos cansamos. Como crescemos vendo a família trabalhando com o amendoim, decidimos investir na atividade. Lidar com a terra é dinâmico e envolve uma rotina pesada, porém o auxílio dos meus pais no cultivo da lavoura e a ajuda dos tios e da avó durante o período de colheita tornam a jornada mais prazerosa”, relata Daiane.
Em 2024, as irmãs procuraram a assistência da Emater-MG com o objetivo de produzir um produto mais saboroso, sem química e em grande quantidade. A extensionista da empresa, Bruna Amaro Quintas, conta que acompanhou todo o processo desde o planejamento do plantio até a regularização da agroindústria de doces junto à Vigilância Sanitária e também no auxílio para a comercialização.
De acordo com Bruna, o trabalho das irmãs se destaca pela proatividade, capacidade de tomada de decisão e adoção de tecnologias. “Essas características trazem ganhos produtivos e econômicos em curto prazo e reflete na sustentabilidade da atividade”.
O manejo é familiar e realizado manualmente. As produtoras investiram em três variedades de sementes: o amendoim branco, o vermelho e o preto.
Receita familiar
“Minha irmã teve a ideia de produzirmos doces. A receita do pé de moleque, um dos carros chefes, é do meu pai. Produzimos também pé de moça, paçoca normal e diet e pasta de amendoim. Os doces são naturais e livres de conservantes”, narra Naiara.
Os produtos são comercializados em feiras, para o Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae) e também na plataforma de comercialização virtual da Emater-MG, ÉdoCampo.
Segundo Daiane, o apoio da Emater-MG tem sido fundamental para o crescimento do negócio.“A consultoria prestada e o apoio da Bruna fizeram com que alcançássemos um crescimento muito mais rápido do que imaginávamos.”
Exportação
A participação em feiras rendeu às produtoras a oportunidade de exportar o amendoim in natura para a China. “O amigo de um cliente levou uma quantidade para o país, eles gostaram e quiseram fazer negócio. Tivemos o auxílio da Emater-MG e da prefeitura para realizar a exportação. Com essa parceria, esperamos abrir o leque para novos compradores e expandir a produção para o Estado”, conta Naiara.
Mercado e Manejo
Bruna explica que a cadeia produtiva da oleaginosa em Minas Gerais é composta por pequenos produtores, os quais enfrentam limitações estruturais para competir em mercados de grande escala. A alta demanda por mão de obra manual é outra barreira enfrentada.
O cultivo exige baixo investimento financeiro e ciclo rápido, possibilitando mais de uma safra por ano.“A agregação de valor por meio dos derivados têm apresentado boa aceitação comercial tornando a atividade mais atrativa, especialmente por estarem fortemente associados à cultura alimentar e à tradição mineira”, destaca a extensionista.
por uberlandiahoje | maio 26, 2026 | Notícias |
Companhia alerta sobre cuidados com instalações temporárias, decoração, ligações provisórias e uso seguro da energia durante período de grande movimentação em junho
GOV. MG
Com a realização da Copa do Mundo e a chegada das tradicionais festas juninas, o mês de junho promete movimentar cidades de todas as regiões de Minas Gerais. Entre transmissões de jogos, quermesses, arraiais, apresentações culturais e eventos comunitários, a expectativa é de aumento na circulação de pessoas e na montagem de estruturas temporárias que demandam energia elétrica. Diante desse cenário, a Cemig reforça orientações para garantir que as comemorações ocorram de forma organizada e segura.
Durante esse período, espaços públicos, escolas, praças, bares e áreas comunitárias costumam receber decoração especial, sistemas de iluminação, barracas, estruturas de som e telões para transmissão das partidas. Segundo a companhia, o planejamento adequado das instalações elétricas é fundamental para evitar transtornos e reduzir riscos.
De acordo com o gerente de Saúde e Segurança Corporativa da Cemig, José Firmo do Carmo Júnior, os enfeites e ornamentações precisam ser instalados com atenção especial para evitar acidentes envolvendo a rede elétrica.
“Além do risco de choque elétrico, existe o risco de queda durante a instalação dos enfeites, o que pode provocar acidentes graves. Para aqueles que pretendem decorar ruas e espaços públicos, inclusive representantes do poder público municipal, é importante lembrar que é proibido afixar objetos em postes ou em quaisquer estruturas da Cemig”, orienta.
José Firmo o Carmo Júnior destaca ainda que os enfeites jamais devem ser fixados em postes ou braços de iluminação pública e que arame ou outros materiais metálicos não devem ser utilizados na sustentação de bandeirinhas e ornamentações. Além disso, é importante manter distância mínima de 1,5 metro da rede elétrica para evitar riscos em situações de ventania ou deslocamento das estruturas.
Outro elemento tradicional das festas juninas que exige atenção são as fogueiras. A recomendação é que sejam montadas longe da rede elétrica, da vegetação e de áreas de circulação intensa de pessoas. Em períodos mais secos, o risco de incêndios aumenta e os cuidados precisam ser redobrados.
Ligações provisórias
Eventos temporários, como quermesses, transmissões coletivas de jogos, arraiais e festividades comunitárias, normalmente exigem fornecimento adicional de energia para barracas, sistemas de som, iluminação e outras estruturas. Nesses casos, a Cemig reforça a importância da solicitação antecipada de ligação provisória.
A companhia destaca que a solicitação deve ser feita com antecedência para permitir a análise técnica e garantir que a infraestrutura necessária esteja disponível para o evento, principalmente em períodos de maior demanda.
A solicitação da ligação provisória pode ser realizada no portal Cemig Atende disponível no site www.cemig.com.br e das agências presenciais localizadas na área de concessão.
Cinco cuidados para evitar transtornos elétricos em festas juninas e eventos da Copa do Mundo:
* Não instalar enfeites em postes
* Manter distância mínima da rede elétrica
* Não utilizar arames metálicos em bandeirinhas
* Solicitar ligação provisória com antecedência
* Nunca realizar ligações improvisadas ou clandestinas
por uberlandiahoje | maio 26, 2026 | Notícias |
No Dia da Biodiversidade, Transespinhaço se consolida como referência em conservação ambiental, proteção da fauna e desenvolvimento sustentável em Minas Gerais
GOV, MG
A atuação do Instituto Estadual de Florestas (IEF) na Transespinhaço vem consolidando a trilha de longo curso como uma das principais iniciativas de conservação ambiental e desenvolvimento sustentável de Minas Gerais. Com aproximadamente mil quilômetros de extensão ao longo da Serra do Espinhaço, o percurso conecta 53 unidades de conservação e atravessa mais de 40 municípios mineiros.
A iniciativa surgiu a partir de ações desenvolvidas pelo Plano de Ação Territorial Espinhaço Mineiro (PAT Espinhaço Mineiro), apoiado pelo IEF, e hoje é considerada um modelo de integração entre preservação da biodiversidade, ordenamento do turismo ecológico e fortalecimento das comunidades locais.
Ao longo do trajeto, a Transespinhaço conecta importantes áreas protegidas administradas pelo instituto, como os parques estaduais do Itacolomi, Pico do Itambé, Rio Preto, Biribiri, Serra do Intendente e Serra Nova, além de áreas de proteção ambiental e monumentos naturais federais e municipais.
Segundo a diretora de Proteção à Fauna do IEF, Ariane Goulart, o projeto possui impacto direto na proteção de espécies ameaçadas de extinção.
“O projeto tem como foco direto dezenas de espécies criticamente ameaçadas de extinção — sendo 19 da flora, três de peixes e duas de invertebrados. Além disso, os efeitos positivos das ações também alcançam pelo menos outras 1.787 espécies ameaçadas presentes no território”, destaca.
Além da proteção ambiental, o IEF atua na organização do uso público e no fortalecimento do ecoturismo ao longo da trilha, promovendo geração de renda e valorização das comunidades locais.
Para a diretora de Unidades de Conservação do instituto, Maria Auxiliadora Cotta, a atuação integrada é um dos principais diferenciais da iniciativa.
“O IEF, em articulação com os demais parceiros, atua de forma estruturante na ordenação do uso público, na qualificação da visitação e na articulação institucional necessária para consolidar a trilha como um instrumento de conservação em escala territorial”, afirma.
A manutenção da Transespinhaço também conta com apoio direto das equipes do instituto e dos gestores das unidades de conservação estaduais. Os trabalhos envolvem montanhistas, guias turísticos, pesquisadores, voluntários e técnicos ambientais que atuam na implantação, monitoramento e manutenção dos trechos da trilha.
De acordo com a analista ambiental do IEF, Lorena Miranda, a participação das comunidades locais é parte essencial do projeto. “Os trabalhos envolvem múltiplos atores voluntários e contam com o apoio das equipes do instituto no fortalecimento da governança e na sensibilização das comunidades, por meio do PAT Espinhaço Mineiro”, explica.
O Plano de Ação Territorial Espinhaço Mineiro integra o Projeto Pró-Espécies — Estratégia Nacional para Conservação de Espécies Ameaçadas de Extinção — e direciona atenção especial às espécies classificadas como criticamente em perigo.
Além das ações de conservação, o plano já produziu mais de 30 materiais educativos e audiovisuais e promoveu cerca de 80 oficinas, seminários e capacitações sobre biodiversidade, prevenção a incêndios e uso sustentável dos recursos naturais.
Para a diretora de Conservação e Recuperação de Ecossistemas do IEF, Marina Dias, o principal legado do projeto é a construção de uma rede permanente de proteção ambiental.
“Mais do que números, o PAT deixa um legado duradouro: uma rede de parceiros fortalecida, que segue atuando de forma conjunta pela conservação da biodiversidade e pelo desenvolvimento sustentável do território”, conclui.
por uberlandiahoje | maio 26, 2026 | Notícias |
Equipamentos vão contribuir para o fortalecimento operacional de diversas unidades da corporação em Belo Horizonte e outros municípios
O Governo de Minas entregou, nesta segunda-feira (25/5), 13 novas viaturas e mais de 600 armamentos à Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG), em cerimônia realizada na Academia de Polícia Militar, no bairro Prado, em Belo Horizonte, com participação do governador Mateus Simões.
GOV. MG
Foram entregues quatro caminhonetes 4×4 com cela, três SUVs básicas, além de seis veículos descaracterizados, que serão encaminhadas às cidades de Ribeirão das Neves, Araçuaí, Águas Formosas, São João das Missões, Ponte Nova, Brás Pires, Januária, Nanuque, Varginha, Poços de Caldas, Itajubá e Nova Lima.
Já os armamentos, entre fuzis, pistolas e espingardas, serão destinados aos municípios de Águas Formosas, Araçuaí, Belo Horizonte, Brás Pires, Caratinga, Contagem, Ponte Nova, Raul Soares e São João das Missões. Os recursos para a aquisição dos novos equipamentos – cerca de R$ 3,9 milhões – são oriundos de emenda parlamentar federal.
O governador mineiro avaliou a importância de equipar as forças de segurança com uma estrutura que dê condições para realizar o trabalho de manter a segurança no Estado. “As mais de 600 armas e 13 viaturas para Polícia Militar de Minas Gerais significam policiais em melhor condição operacional na rua”.
Ele participou da solenidade ao lado do comandante-geral da PMMG, coronel Frederico Otoni Garcia, do chefe do Estado-Maior da Polícia Militar, coronel Maurício José de Oliveira, do chefe do Gabinete Militar do Governador (GMG) e coordenador estadual de Defesa Civil (Cedec), coronel Paulo Roberto Bermudes Rezende, e do deputado federal Nikolas Ferreira, a quem agradeceu pelo suporte no reforço operacional da corporação.
“Eu fico feliz de saber que a gente pode contar com a colaboração dos deputados, como a realizada hoje pelo deputado Nikolas, e no final das contas isso significa mais segurança para as pessoas e é isso que importa”, destacou o governador Mateus Simões.
Modernização operacional e logística
O Governo de Minas vem promovendo, desde 2019, uma ampla modernização na estrutura operacional e logística da Polícia Militar, com importantes investimentos em equipamentos, armamentos e tecnologia.
Nesse período, foram entregues mais de 5.312 viaturas, além de um expressivo reforço no arsenal da corporação, com a aquisição de 2.008 fuzis, 1.509 espingardas, 5.217 pistolas e 5.890 armas de incapacitação neuromuscular, dentre outros materiais e equipamentos que reforçam ainda mais a segurança dos mineiros.
Os investimentos também contemplaram a ampliação da proteção dos militares, com a entrega de 55.598 coletes balísticos, 631 escudos balísticos e 254 capacetes balísticos. Na área tecnológica, a corporação recebeu 9.294 computadores, 3.108 notebooks e 298 drones, fortalecendo as ações de monitoramento, inteligência e apoio operacional.
Previsão de novos investimentos
Além dessas aquisições, o Governo de Minas está fazendo um investimento robusto de mais de R$ 226 milhões para fortalecer a segurança pública e garantir mais proteção à população mineira, provenientes do Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados (Propag).
Deste valor, aproximadamente R$ 25 milhões estão sendo destinados à modernização da infraestrutura tecnológica (servidores e switches), elevando o nível de eficiência e inteligência das operações policiais.
A comunicação operacional também será beneficiada com mais de R$ 2,7 milhões investidos na digitalização da rede de rádio nas regiões de Governador Valadares e Ipatinga, finalizando a cobertura de todo o estado, além da entrega de 2.061 rádios digitais portáteis, garantindo conexão ágil.
Ainda no campo da tecnologia, houve a aquisição de 500 câmeras de leitura de placas e 500 de reconhecimento facial, somadas a mais de R$ 8 milhões em sistemas de videomonitoramento, ampliando significativamente a capacidade de prevenção e resposta ao crime.
Para dar suporte a essa transformação digital, o Governo de Minas também entregará mais de 650 computadores e mais de 70 notebooks, 100 telas interativas e 190 impressoras, reforçando a estrutura de trabalho das forças de segurança.
Com o objetivo de ampliar a presença policial, a mobilidade e a capacidade de atuação em cenários de diferentes níveis de complexidade, estão previstas aquisições de 520 viaturas SUV semiblindadas, 100 caminhonetes com tração 4×4, três veículos blindados, 18 vans adaptadas para atendimento comunitário (BSC), quatro micro-ônibus, 205 motocicletas de 300 cilindradas e 24 de 900 cilindradas, além de 135 drones e diversos sistemas de contramedidas (antidrones).
Há a previsão de entrega de 1.208 fuzis, 814 espingardas, quatro metralhadoras, 4.650 armas de incapacitação neuromuscular, 308 escudos balísticos e 2.275 capacetes balísticos e o Estado também está investindo mais de R$ 10 milhões na implantação de modernas estações de treinamento para as unidades especializadas do Batalhão de Rondas Táticas Metropolitanas (Rotam) e Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope).
por uberlandiahoje | maio 26, 2026 | Notícias |
IEF reforça ações de resgate, reabilitação e conscientização sobre os impactos da criação irregular dos quelônios e outros animais silvestres em Minas Gerais
O Instituto Estadual de Florestas (IEF) reforça o alerta sobre os impactos da domesticação de animais silvestres, especialmente do Jabuti-piranga, uma das espécies mais comercializadas e traficadas no Brasil.

Apesar da aparência tranquila e da fama de animal de fácil manejo, especialistas destacam que os jabutis exigem cuidados específicos e de longo prazo, além de representarem desafios para a conservação da fauna silvestre, saúde pública e bem-estar animal.
Segundo a diretora de Proteção à Fauna do IEF, Ariane Goulart, o número de animais recebidos pelos Centros de Triagem e Reabilitação de Animais Silvestres (Cetras) em Minas Gerais demonstra a dimensão do problema.
“Hoje temos cerca de 300 jabutis sob os cuidados dos centros localizados em Belo Horizonte, Montes Claros, Patos de Minas, Juiz de Fora e Divinópolis. Somente em Belo Horizonte existem cerca de cem Jabutis-piranga, enquanto em Divinópolis há pelo menos 135 animais recebidos pelo Cetras”, afirma Ariane Goulart.
O IEF atua diretamente no acolhimento, manejo, reabilitação e destinação desses animais por meio da rede de Cetras do estado, estruturas responsáveis pelo atendimento de fauna silvestre vítima de tráfico, cativeiro irregular, maus-tratos ou abandono.
Além da atuação no resgate e reabilitação, o instituto também desenvolve ações de educação ambiental e conscientização sobre os riscos da criação inadequada de animais silvestres.
Um estudo realizado no Cetras do IEF em Belo Horizonte, conduzido pela pesquisadora da Universidade Federal de Minas Gerais, Nathália Rodrigues, identificou um cenário preocupante envolvendo a saúde desses animais.
A pesquisa apontou que 72% dos jabutis analisados apresentavam contaminação por bactérias do tipo estafilococos. Entre as amostras, 56% demonstraram resistência a pelo menos um tipo de antimicrobiano, como penicilina e tetraciclina.
Segundo os especialistas, a resistência bacteriana pode estar associada à contaminação ambiental e representa um risco tanto para a medicina veterinária quanto para a saúde humana.
Cuidados
O IEF alerta que, diferentemente de cães e gatos, os jabutis não passaram por processos de domesticação. Quando retirados da natureza, os animais podem ter seus comportamentos naturais comprometidos, impactando diretamente seu bem-estar.
Outro ponto de atenção é a longevidade da espécie. Os jabutis podem viver mais de 80 anos, exigindo planejamento, estrutura adequada e acompanhamento veterinário especializado durante toda a vida.
A criação legal de jabutis deve ocorrer exclusivamente a partir de criadouros autorizados pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e pelo IEF. Além disso, os animais precisam de alimentação balanceada, exposição ao sol, ambiente adequado, espaço suficiente e controle de umidade.
Neste fim de semana, foi celebrado o Dia Mundial da Tartaruga (23/5). Para o instituto, a conscientização da população é fundamental para reduzir o tráfico de fauna silvestre e evitar abandonos futuros. “O alerta é para que as pessoas compreendam que animais silvestres não são pets convencionais. Antes de adquirir um jabuti, é necessário considerar os impactos para o animal, para o meio ambiente e para a saúde pública”, reforça Ariane Goulart.
por uberlandiahoje | maio 26, 2026 | Notícias |
Estudantes podem se inscrever até 5/6; provas serão realizadas no mês de novembro
GOV. MG
A partir desta segunda-feira (25/5), estudantes de todo o país podem se inscrever no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2026. O prazo segue até as 23h59 do dia 5/6, exclusivamente pela Página do Participante, disponível no portal do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).
As provas serão aplicadas nos dias 8 e 15/11 em todo o Brasil. Em Minas Gerais, a Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais (SEE/MG) reforça a importância da participação dos estudantes da rede estadual no exame, considerado uma das principais portas de entrada para o ensino superior.
O Enem pode ser utilizado para ingresso em universidades públicas por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), além de possibilitar acesso a programas como o Programa Universidade para Todos (Prouni) e o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). O exame também pode ser utilizado para certificação de conclusão do ensino médio por participantes maiores de 18 anos.
“Minas Gerais tem direcionado muitas ações voltadas para a participação dos estudantes no Enem, e nos últimos anos nós temos tido resultados muito positivos. Participar do Enem é mais uma opção que o estudante da rede pública tem dentro de um conjunto de opções ao concluir o ensino médio”, explica Vanessa Nicoletti, diretora de Ensino Médio da SEE/MG.
Quem pode participar
Podem se inscrever estudantes concluintes do ensino médio em 2026, egressos que já finalizaram os estudos em anos anteriores, participantes “treineiros” e candidatos que desejam utilizar a nota para certificação do ensino médio.
Os estudantes concluintes do ensino médio da rede pública estão pré-inscritos automaticamente no sistema. Neste caso, será necessário apenas acessar a Página do Participante para confirmar os dados e selecionar informações como idioma da prova de língua estrangeira, município de realização do exame e, se necessário, atendimento especializado.
Taxa de inscrição e isenção
A taxa de inscrição do Enem 2026 é de R$ 85 e poderá ser paga até o dia 10/6. Têm direito à isenção estudantes concluintes do ensino médio em escolas públicas, participantes inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) e candidatos que tiveram o pedido de isenção aprovado conforme as regras do edital.
A SEE/MG alerta que mesmo os estudantes isentos da taxa precisam realizar a inscrição dentro do prazo para garantir a participação no exame.
Como realizar a inscrição
As inscrições devem ser feitas exclusivamente pela Página do Participante, utilizando o login Gov.br. Durante o processo, o candidato deverá informar dados pessoais, escolher o idioma da prova de língua estrangeira (inglês ou espanhol), preencher o questionário socioeconômico, indicar o município de realização da prova e anexar uma foto.
Também é possível solicitar atendimento especializado e tratamento por nome social durante o período de inscrição.
Mobilização nas escolas estaduais
Para ampliar a participação dos estudantes mineiros no Enem 2026, a SEE/MG promoveu uma mobilização em toda a rede estadual durante o período de solicitação da isenção da taxa de inscrição. Entre os dias 28 e 30/4, as escolas estaduais realizaram o “Dia D” do Enem, ação voltada ao acolhimento, orientação e apoio aos estudantes durante o processo.
As unidades escolares organizaram momentos específicos para auxiliar os estudantes, utilizando laboratórios de informática e outros recursos tecnológicos disponíveis, além do acompanhamento de professores e equipes pedagógicas.
por uberlandiahoje | maio 26, 2026 | Notícias |
Em marco histórico para a saúde mental brasileira, últimos 14 pacientes institucionalizados passam a viver em residência terapêutica, com acolhimento e dignidade
GOV. MG
Barbacena encerrou nesta segunda-feira (25/5) um capítulo triste de sua história. Com a efetivação da transferência dos últimos 14 pacientes remanescentes do extinto hospital-colônia para um lar terapêutico no município, o Centro Hospitalar Psiquiátrico seguirá sendo referência para crises agudas e atendimentos ambulatoriais, como se consolidou nas últimas décadas, dentro dos critérios da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), preconizados pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
O marco histórico contou com a presença do secretário de Estado de Saúde Fábio Baccheretti, do prefeito de Barbacena, Carlos Augusto Soares do Nascimento, da presidente da Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig), Renata Dias, ex-pacientes, e várias autoridades da região e do Estado, além de convidados.
No final de semana, foi efetivada a transferência dos últimos 14 pacientes remanescentes do período em que Barbacena abrigou um dos maiores hospitais-colônia do país. A partir de agora, eles passam a viver em uma residência terapêutica preparada especialmente para recebê-los, com acompanhamento de equipe especializada, cuidado humanizado e garantia de dignidade.
Durante o evento, aconteceu o fechamento simbólico da porta do Pavilhão Antônio Carlos com cadeado, gesto que representa o compromisso de Minas Gerais com a memória, a dignidade humana e o cuidado em liberdade.
“Este é o ponto final de uma história construída por diversos personagens. São 25 anos desde a Lei da Reforma Psiquiátrica e, até chegarmos aqui, foi muita luta. Vários aqui presentes estiveram conosco nesse caminho. A história de milhares de pessoas que foram jogadas e morreram nos pavilhões se encerra, com a saída dos últimos 14 pacientes. É talvez o momento mais emocionante nos anos que estive à frente da Secretaria, um legado do qual me orgulho com vocês”, lembrou o secretário de Estado de Saúde, Fábio Baccheretti.
Os profissionais que se dedicaram a esses pacientes nos últimos anos foram lembrados pela presidente da Fhemig, Renata Dias, e pelo atual diretor do Complexo Hospitalar de Barbacena, Claudinei Emídio Campos. “Mesmo com toda a emoção que estamos vivendo aqui, não posso deixar de agradecer aos nossos servidores e a todos que fizeram esse momento acontecer. Não tem como ouvir essas histórias e não imaginar o quanto o caminho foi difícil para todos”, disse a presidente. “Estamos ressignificando uma história rumo à liberdade, é um fato inesquecível”, completou Claudinei.
Histórias por trás dos números
Mais do que uma mudança de endereço, o ato simboliza o fim de práticas baseadas no isolamento, na perda de vínculos e na exclusão social. Os moradores viveram, em média, 49 anos internados. A idade média atual é de 73 anos, e três deles chegaram à instituição antes de completar 15 anos.
Muitos foram internados em uma época em que situações de abandono familiar, preconceito, sofrimento psíquico leve ou comportamentos considerados inadequados pela sociedade podiam levar uma pessoa ao confinamento.
Parte dessas histórias permanece sem registro completo, mas os números conhecidos revelam a dimensão da tragédia. Entre 1942 e 2020, 40 mil pessoas passaram pela instituição, cerca de 24 mil morreram e, em determinado momento, o local chegou a reunir 3.500 pacientes simultaneamente.
“Quando era estudante, visitei aqui e isso definiu minha carreira, com a missão de defender a luta antimanicomial. Que essas pessoas tenham um final de vida digno, é nosso dever defendê-los, reparar esse passado”, afirmou a presidente do Conselho Estadual de Saúde, Lourdes Machado.
Marco histórico
Inaugurado em 1903 como Sanatório de Barbacena, voltado inicialmente ao tratamento de tuberculose, o espaço passou a ser conhecido, em 1911, como Hospital-Colônia, o primeiro hospital psiquiátrico público de Minas Gerais. Ao longo do século XX, tornou-se símbolo de um modelo manicomial marcado por superlotação, abandono e violações de direitos.
A história de Barbacena ganhou repercussão nacional a partir de registros jornalísticos, fotográficos e documentais que revelaram o que acontecia dentro dos muros da instituição. Hoje, parte dessa memória está preservada no Museu da Loucura, que registra um passado que não pode ser esquecido e jamais deve se repetir.
Cuidado em liberdade
Desde 2019, a SES-MG conduz o processo de desinstitucionalização de usuários no Centro Hospitalar Psiquiátrico de Barbacena (CHPB). Entre 2019 e 2025, 68 moradores do CHPB receberam alta para continuidade do cuidado em liberdade. Em 2022, foi registrado o maior número de altas do período, com 27 transferências para Serviços Residenciais Terapêuticos nos municípios de Antônio Carlos, Carandaí e Ibertioga.
Ao longo desse período, o Estado investiu mais de R$ 718 milhões em ações de saúde mental em Minas Gerais, sendo R$ 100 milhões somente em 2025. Atualmente, Minas Gerais conta com 453 Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), dos quais 65 são voltados exclusivamente ao atendimento de crianças e adolescentes.
A assistência psiquiátrica no CHPB segue funcionando normalmente, dentro dos protocolos e diretrizes do Sistema Único de Saúde (SUS).
por uberlandiahoje | maio 25, 2026 | Ponto de Vista |
Paulo Henrique Coimbra de Oliveira – Economista – RJ
Não sei porque esta preocupação das pessoas do encontro entre Lula e Vorcaro. Só foram tratar de corrupção, ou seja, nada em prol do país. Já fazem isto há 18 anos e o prejuizo todo mundo já viu, sentiu e vai ter que pagar. Sanguesuga, mensalão , petrolão inss, banco master e outros que com certeza virão.
por uberlandiahoje | maio 25, 2026 | Notícias |
Nomeação deve ser assinada nos próximos dias; mais de 45 mil candidatos participaram do processo seletivo no ano passado
GOV. MG
O Governo de Minas homologou o resultado final do concurso público para delegado da Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG). O extrato, contendo os nomes dos 54 aprovados no certame, foi publicado no Diário Oficial do Estado desta sexta-feira (22/5), consolidando a validade do concurso.
A nomeação dos candidatos aprovados deverá ser assinada pelo governador de Minas Gerais, Mateus Simões, nos próximos dias.
“Os futuros delegados iniciam sua formação já nas próximas semanas e em alguns meses também vão estar prontos para servir ao cidadão. É mais gente qualificada investigando, combatendo o crime e protegendo nossas famílias em todo o estado”, destacou o governador.
Para a chefe da Polícia Civil do estado, delegada Letícia Gamboge, o ingresso de novos servidores reforça o processo de expansão e qualificação da instituição.
“Já estamos preparados para receber esses 54 profissionais, que passarão pelo curso de formação técnico-profissional e, muito em breve, estarão aptos a atuar nas delegacias da PCMG, fortalecendo o atendimento à população mineira”, afirmou Gamboge.
Histórico
A autorização para abertura do concurso da PCMG foi autorizada em dezembro de 2023. Os editais para quatro carreiras foram publicados em agosto do ano seguinte e a primeira fase das provas, realizada em janeiro de 2025, reuniu cerca de 45 mil candidatos disputando mais de 250 vagas.
De lá para cá, já foram nomeados 165 investigadores, 28 peritos criminais e 12 médicos-legistas. Atualmente, esses profissionais estão em formação na Academia de Polícia Civil de Minas Gerais (Acadepol) e devem começar a atuar ainda neste ano, reforçando a segurança pública no estado.
por uberlandiahoje | maio 25, 2026 | Blog |
População mineira poderá contribuir para atualização da Lista Vermelha de Espécies Ameaçadas
GOV, MG
Entre os dias 22/5 e 22/6, cidadãos e pesquisadores poderão participar da atualização da Lista Vermelha de Espécies Ameaçadas de Extinção do estado. A iniciativa é coordenada pelo Instituto Estadual de Florestas (IEF) e tem como objetivo ampliar a participação popular no levantamento de espécies que necessitam de atenção especial para conservação.
A Consulta Pública possibilita a participação da população e conta com o envolvimento das comunidades tradicionais, populações ribeirinhas, sociedade civil, ONGs, empreendedores, produtores rurais, pesquisadores e demais interessados. Todos poderão indicar animais e plantas que precisam de maior atenção para avaliação de risco de extinção, com atenção especial às espécies vegetais e aos animais invertebrados.
É importante o olhar da sociedade mineira para espécies que desapareceram ou estão mais difíceis de encontrar em suas regiões. O contrário também pode ocorrer, como uma maior presença de espécies classificadas no passado como ameaçadas de extinção, e que irão ganhar novo status indicando uma melhora de conservação.
Segundo a diretora de Proteção à Fauna do IEF, Ariane Goulart, a contribuição popular é essencial para o monitoramento da biodiversidade. “Esse olhar da população sobre a natureza local é fundamental para identificar espécies ameaçadas”, afirma.
Para participar, basta acessar a plataforma (clicando aqui), verificar a lista prévia de espécies candidatas para avaliação e, caso a espécie que queira indicar não esteja presente é só preencher os dados solicitados e indicá-la com a devida justificativa. As contribuições serão analisadas por especialistas e poderão integrar o processo de definição das espécies que serão oficialmente avaliadas. A participação é voluntária e colaborativa, permitindo que os usuários contribuam com opiniões, sugestões e informações relacionadas à fauna e flora mineiras.
O IEF informa ainda que não haverá compartilhamento dos dados pessoais com terceiros para fins econômicos. Eles serão utilizados exclusivamente para viabilizar e qualificar o processo participativo, permitindo o registro, a organização e a análise das contribuições da sociedade civil, bem como para subsidiar processos técnicos e científicos voltados à priorização de espécies e ao fortalecimento de iniciativas de conservação da biodiversidade. Além disso, todas as colaborações incluídas no processo terão o devido crédito ao responsável pela informação.
Os participantes poderão solicitar acesso, correção, anonimização ou exclusão de seus dados, além de revogar o consentimento a qualquer momento por meio dos canais disponibilizados na plataforma. “A iniciativa reforça a importância da colaboração entre sociedade civil e órgãos ambientais na preservação da biodiversidade e na proteção das espécies ameaçadas de extinção em Minas Gerais”, finaliza Marina Dias, diretora de Conservação e Recuperação de Ecossistemas do IEF.
O Projeto Listas Vermelhas
Coordenado pelo IEF e executado pelo consórcio Fundação Biodiversitas-Biocev em colaboração com comunidade acadêmica, o projeto Listas Vermelhas de Minas Gerais tem como objetivo identificar, classificar e atualizar o grau de ameaça das espécies presentes no território mineiro, com base em critérios técnicos reconhecidos internacionalmente, seguindo parâmetros da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN).
Mais do que um levantamento científico, as Listas Vermelhas são instrumentos legais fundamentais para a gestão ambiental. A ferramenta orienta a criação e ampliação de unidades de conservação, orienta licenciamentos, subsidia estratégias de proteção, apoia pesquisas científicas e contribui para a formulação de políticas públicas efetivas voltadas à conservação da biodiversidade. Em Minas Gerais, a elaboração da lista estadual de espécies ameaçadas de extinção está prevista na Constituição do Estado, sendo um dos dispositivos para a proteção da fauna e flora mineira.
A iniciativa integra as ações de compensação socioambiental pelo rompimento da barragem em Brumadinho, em 2019, com financiamento previsto no Acordo de Reparação, firmado em 2021.
Com duração estimada de 30 meses, o projeto será desenvolvido em etapas que incluem levantamento de dados, consultas públicas, validação científica e publicação dos resultados. Ao final, será disponibilizado um “Livro Vermelho” das espécies ameaçadas, além de guias práticos, além da plataforma digital aberta ao público.