Gestão: Ano eleitoral!

Tania Tavares – Professora – SP

Quer dizer que para Saúde, Educação, Segurança e outros setores o dinheiro nunca dá, mas em ano eleitoral a Secom-Secretaria da Comunicação tem dinheiro, dos nossos impostos, de sobra e reservou para campanha de Lula R$255,3 milhões no primeiro semestre e mais R$584,7 milhões do atual orçamento de 2026 para propagandas institucionais. Neste governo os gastos com publicidade já superam gastos de outros presidentes nos últimos 17 anos!!!

Brasil na UTI

Paulo Henrique Coimbra de Oliveira – Economista – RJ

O Brasil está muito doente. Cheio de riquezas. Petróleo, terras raras, terras férteis, muita água, litoral extenso, riquezas naturais em abundância, paisagens maravilhosas, mulheres bonitas etc. Porém seu povo não dá o devido valor ao que temos. A mentalidade de levar vantagem em tudo coloca tudo a perder. A inteligência desenvolvida é apenas para produzir o mal. Somos péssimos na educação, saúde, infraestrutura e pouca vontade de trabalhar. Somos ótimos porém em corrupção. Esta está incrustada em todos os poderes com uma evidência maior no judiciário e legislativo . E o que temos para escolher para pilotar a nação. Só petistas e bolsonaristas São vanguardas do atraso. Temos preguiça até para escolher uma outra alternativa. No fundo do poço já estamos. O próximo passo é o fundo da fossa. Sem esperança.

Brasil na UTI

Paulo Henrique Coimbra de Oliveira – Economista – RJ

O Brasil está muito doente. Cheio de riquezas . Petróleo, terras raras, terras férteis,, muita água, litoral extenso , riquezas naturais em abundância, paisagens maravilhosas, mulheres bonitas etc. Porém seu povo não dá o devido valor ao que temos. A mentalidade de levar vantagem em tudo coloca tudo a perder. A inteligência desenvolvida é apenas para produzir o mal. Somos péssimos na educação, saúde, infraestrutura e pouca vontade de trabalhar. Somos ótimos porém em corrupção. Esta está incrustada em todos os poderes com uma evidência maior no judiciário e legislativo . E o que temos para escolher para pilotar a nação. Só petistas e bolsonaristas São vanguardas do atraso. Temos preguiça até para escolher uma outra alternativa. No fundo do poço já estamos. O próximo passo é o fundo da fossa. Sem esperança.

Sobram acusações…faltam projetos!

Marília Alves Cunha- Educadora e escritora

Todo petista, mesmo os que não estejam na ala dos extremamente militantes (porque militante é a maior parte), inventa todas as desculpas por mais incabíveis que sejam, para inocentar Lula de seus crimes. Mas conhecem bastante o seu líder e sua história: condenado em três instâncias por lavagem de dinheiro e corrupção passiva, com abundância de provas. O processo foi anulado por um erro de CEP, uma filigrana jurídica levantada para colocar Lula em liberdade e sentá-lo na cadeira da presidência. E, infelizmente, fazer todas as besteiras que tem feito até o presente momento.

No entanto, em um aspecto Lula tem sido brilhante: o atual presidente conseguiu administrar a pobreza de maneira espetaculosa, não só a financeira como também a intelectual. Conseguiu fazer com que as pessoas ficassem felizes em ser miseráveis, sentissem até um certo orgulho por serem dependentes do Estado. Ensinou com mãos de mestre que não é preciso crescer, não é necessário ter este feio sentimento chamado ambição, pois uma generosidade promovida pelo governo lhes dará a proteção necessária. Pior que a pobreza financeira é a pobreza intelectual: ter como vantagem a entrada nas universidades através de cotas, porque não suficientemente preparados pra cursar o ensino superior. Incapazes de criticar e exigir uma base melhor nos ensinos iniciais, alheia-se disto. Acomoda-se com as facilidades promovidas por um governo inconsequente e assistencialista.

Por várias razões, as Universidades estão em processo de decadência. Com raríssimas exceções o ensino vai mal, o aprendizado pior ainda, a falta de entusiasmo simplesmente triste. A USP, considerada há algum tempo atrás o protótipo do sucesso no que se propunha fazer, conseguiu um (mal)feito: saiu da lista das 100 melhores do mundo. Caiu 16 posições no ranking internacional, OS World 2026, divulgado por site especializado em educação superior. E mais, 445 das 54 universidades brasileiras caíram de posição no ranking de 2026 da CWUR. UFRJ e UNICAMP também perderam em qualidade. São fatos e contra fatos não há argumentos.

O ensino fundamental e o ensino médio estão também em declínio constante, por falta talvez de uma programação que incentive aos estudos, mais focada em bons conteúdos que despertem nos alunos a alegria e a necessidade em aprender. Os professores cada vez mais mal pagos e desvalorizados por uma sociedade que ainda não compreendeu profundamente o valor de uma educação de base que prepare os alunos a prosseguir com estrutura intelectual, capaz de levá-los a maior conhecimento, com maiores benefícios. Para piorar, o ambiente das escolas em vários pontos do país, explode em violência contra os professores e são transformadas em ambiente de tensão.

O que estamos vendo no atual momento político, vésperas de eleições importantíssimas para o nosso Brasil e para o nosso povo? Candidatos se acusando e se defendendo, promessas que não se cumprirão, porque prometer e não cumprir está no DNA da maior parte dos políticos brasileiros. Onde estão as ideias, onde ficaram os projetos significativos e factíveis para melhorar a vida dos brasileiros, por que não usar a sinceridade para mostrar aos eleitores que o Brasil tem jeito e que, apesar das dificuldades a serem enfrentadas, há maneiras de grandes questões serem defendidas, há maneiras concretas de levar o Brasil à prosperidade. Soluções simples e imediatas serão muitas vezes melhores que os grandes discursos e promessas que continuarão a ser promessas.

E assim vamos vivendo, percebendo que o que não era tão ruim acabou piorando, fazendo do Brasil um manancial de insucessos em todos os aspectos. A não ser que passemos a nos preocupar com mais intensidade com a situação do Brasil hoje, perderemos, sem dúvida, a possibilidade de um futuro próspero e plenamente preparado para receber ,com êxitos, as futuras gerações. Vai ser difícil, mas não custa tentar. todos nós merecemos um futuro melhor!

Maduro, Igreja e Políticos

Gustavo Hoffay – Agente Social

A beligerante situação pela qual passou a nossa rica e linda vizinha Venezuela, fez genuíno eco às aspirações e felicidade da grande maioria da população mundial e foi um golpe mortal na estrambótica utopia madurenha, onde o socialismo caminhava a passos decididos e sempre mais fortes rumo a um sistema politico comunista, dominando e ameaçando milhões de pessoas com as suas aparências- máscaras, discursos e armas. Qualquer sistema totalitário ou seja qualquer estrutura governamental que se apregoe suficiente o bastante para responder a todas e quaisquer indagações do homem e trazer-lhe a felicidade…é falsa, pois é impossível satisfazer ao homem tão somente dentro dos parâmetros de uma organização social. Aprofundo minhas críticas ao ex-ditador Maduro na qualidade, principalmente, de um católico praticante e de ministro da eucaristia, enquanto afirmando que todo ser-humano tem aspirações ao infinito e ao transcendental, de modo que só as proposições da fé poderiam respeitar cabalmente aos anseios do homem. É a fé que compete propor o sentido pleno da vida humana e as perspectivas que devem nortear a ordem politica e social. E os ditos socialistas contemporâneos -aqueles que já estão a meio passo de adotarem o comunismo como a sua doutrina política, não falam de Deus, talvez sequer O aceitem! Mas pode-se lhes reconhecer o mérito de haver explicitado a insatisfação dos homens contemporâneos diante das ideologias ou de ídolos da politica e da filosofia social. O caso Maduro e outras aberrações socialistas/comunistas por todo o mundo, contestações destituídas de modelo positivo, podem até ser uteis pois incitam cristãos a propor um novo modo à Grande Proposta que o Evangelho apresenta ao homem sôfrego de nossos dias. Observemos que o ideal de uma sociedade regida unicamente por um homem, sem intervenções de leis que o contrariem ou de ordem jurídica vem, sim, seduzindo alguns agentes políticos; era esse o ideal de Nicolas Maduro enquanto respaldado, principalmente, pela China e a Rússia. Mas o mundo civilizado e ordeiro está insatisfeito com os ídolos do totalitarismo e diante dos paraísos que estes prometem, como por exemplo a “justiça social” que idealizam e que ilude o proletariado; um modelo de governança que mostra-se em cabal decadência em países como na própria Venezuela e em Cuba. No Brasil o padre Júlio Lancellotti teve suas transmissões de missa e redes sociais temporariamente suspensas pelo Cardeal Dom Odilo Scherer, dado às suas exacerbadas inclinações políticas de esquerda e o que terminava por provocar contrárias e manifestas reações populares de direita, o que contrariava a tese de que a Igreja veio para unir e não para criar rachas entre os cristãos. Claramente Lancellotti foi Ideologicamente influenciado por grupos como “Cristãos para o Socialismo”, “Cristãos para Libertação”, “Comitê Intercultural para o Diálogo e a Ação na América Latina” e “Comitê de Sacerdotes e Religiosos para a Defesa dos Direitos Humanos”, ente outras. Diante disso é grande o numero de pessoas que se dizem religiosas mas que, muitas vezes ingenuamente, deixam-se contagiar por isso que também é conhecido por psicopolitica e que, aos poucos, vem enraizando-se em território latino americano – o que faz que percam mais e mais o fervor religioso e passem a adotar atitudes que reduzem a vida consagrada a simples compromissos de ordem temporal e que, além do mais, concebem de modo errôneo. No seu desenfreado compromisso em favor do extremismo de esquerda, Nicolas Maduro declarava sem escrúpulos a sua opção pelo “Socialismo Marxista” e que o sacerdote que não se empenhasse em prol da revolução bolivariana, era infiel à sua missão e se tornava cumplice de contra-testemunho imperdoável. Meu Deus! E a Santa Igreja Católica, ali, também não se calava diante de relatos de perseguições e ataques a igreja , difamações, prisões arbitrárias e vigilância contra lideres eclesiásticos. Em fevereiro último integrantes da Igreja Católica venezuelana disseram-se preocupados com as restrições à liberdade religiosa imposta por Maduro e com a possibilidade de fieis enfrentarem uma atroz perseguição e já vivenciada pelo povo nicaraguense. Mesmo após a canonização dos venezuelanos José Gregório Hernandez e de Carmem Rendiles, Maduro manteve a repressão contra os católicos. A ONG Foro Penal registrou novos presos políticos na Venezuela nos dias seguintes às cerimonias de canonização no Vaticano, enquanto aproximadamente outros oitocentos presos políticos eram mantidos prisioneiros de Maduro. No Brasil mil e quatrocentas pessoas foram presas em oito de janeiro último por motivos políticos e, dessas, cento e quarenta e uma continuam na cadeia e quarenta e quatro cumprem pena em prisão domiciliar, numa clara violação aos direitos humanos e à dignidade humana, além de falhas em processos de investigação! E o povo brasileiro sendo iludido com uma variedade de “vales” e outros benefícios mequetrefes, para deixar de criticar um governo que não lançou sequer uma grande obra de infraestrutura e que não tivesse sido iniciada no governo de Bolsonaro. A grande maioria do povo está abespinhada com a corrupção, enquanto os agentes da revolta de oito de janeiro tiveram suas vidas duramente impactadas, julgadas arbitrariamente e punidas, de maneira que as dosimetrias aplicadas em suas respectivas penas ultrapassam o limite da indignação. Uma situação extremamente preocupante ….E quem diria que um dia , politicamente, tivéssemos inveja da Argentina!

Insegurança

Gustavo Hoffay – Agente Social

O Brasil tem sentido brutal e dolorosamente os golpes infligidos a toda sua sociedade por marginais dos mais diferentes tipos. Detenho-me especialmente, aqui, à mentalidade daqueles que praticam a violência política e, não raro, tida como ação “ justificada”; pior: os que a praticam passam-se não raras vezes por heróis movidos por nobres ideais. Interessante é que a violência política nem sempre distingue entre pessoas consideradas como culpadas e pessoas inocentes, mas frequentemente atinge (também) aqueles aos quais não toca responsabilidade alguma, por exemplo, crianças. O que considero uma violência política é aquela que se dirige contra as estruturas e mais do que propriamente contra pessoas; por isso ela pode ser tão ou mais cruel do que a clássica violência exibida diariamente pela imprensa, considerando-se ainda a grande quantidade de pessoas atingidas. Além do mais, o fato de que todo e qualquer cidadão em trânsito pelas ruas da sua cidade possa ser vítima de violência, contribui para gerar um clima de insegurança e mesmo de pânico. É então natural que perguntemos: quais as principais causas desse lamentável e crescente fenômeno? Particularmente destaco a escala de valores da sociedade de consumo e que professa a predominância do ter sobre o ser, a corrida à produção e ao consumo, o apetite pelo poder, o subjetivismo e o individualismo. Sinto que considerável parcela da sociedade fomenta o desprezo pela vida humana e enquanto privilegia o que lhe trás satisfações imediatas. Ora…uma sociedade onde os legisladores são contra a pena de morte mas desejam reconhecer a legitimidade do aborto, não tem qualquer autoridade sequer moral para contestar a violência ocorrente nas ruas ou a falta de ações políticas que debelem essa trágica omissão. O fato de que no caso do aborto se trate da vida de um ser humano em formação, um homicídio não constitui diferença essencial entre um e outro, pois em ambos os casos se trata sempre do ser humano e que, evidentemente, não muda de natureza pelo fato de viver dentro ou fora do seio materno. Vê-se, pois, que se a sociedade deseja opor um dique à violência deve, entre outras medidas, procurar restaurar a consciência do valor da pessoa; reafirmo a lamentável primazia do ser humano pelo dinheiro, poder e prazer; que reverencie-se a dignidade da convivência humana fundada sobre a fraternidade, a solidariedade e a justiça, que sejam adotadas medidas que diminuam acentuadamente a morosidade dos processos criminais, aumente-se a capacitação de profissionais da segurança pública e combata-se com vigor a incitação ao crime e à violência policial como forma de controle social. Deve-se salientar que a imagem pública do governante é crucial para a manutenção do poder. Na democracia contemporânea brasileira, essa premissa ganha contornos éticos: a conduta dos políticos deve servir de exemplo social, conforme preconiza o princípio da moralidade na Administração Pública, presente na Constituição de 1988. Contudo, a persistente ocorrência de escândalos de corrupção e desvios éticos por parte de representantes eleitos rompe esse ideal. Desse modo, a falta de idoneidade da classe política não apenas corrói a confiança nas instituições, mas também gera um efeito cascata que banaliza a má conduta na sociedade