por uberlandiahoje | maio 8, 2026 | Ponto de Vista |
Tania Tavares – Professora – SP
Não sei quem faz mais mal aos enroscados com dívidas a pagar: se as Bets ou o Desenrola. Realmente qualquer forma de jogo não é uma aposta para se endividar é sonho ou desespero. Já o governo Lula volta a propor o desenrola neste momento, pois vamos ter eleições… Desta forma não educativa, os devedores continuarão fazendo dívidas, em vez de aprenderem no que gastar, pois no final vai ter o desenrola!
por uberlandiahoje | maio 8, 2026 | Ponto de Vista |
Paulo Henrique Coimbra de Oliveira – Economista = RJ
Que moral tem esse governo para lançar um plano demagogo para desanuviar os endividados por todo o país ? Quem precisa de um plano desenrola é o atual desgoverno. Gasta mais do que arrecada e de forma irresponsável. Exatamente o que faz o público alvo que deseja “beneficiar”. Na verdade estão os endividando cada vez mais . Enquanto não fizerem uma programação visando instruir a população de evitar gastar mais do que ganha nada de útil vai ocorrer. Nem o Brasil nem o seu povo têm futuro.
por uberlandiahoje | maio 8, 2026 | Ponto de Vista |
Tania Tavares Professora – SP
Como diz o ditado: “uma foto vale mais do que mil palavras”. O fotojornalista Milton Junior está de parabéns com sua foto na capa do Estadão!
por uberlandiahoje | maio 8, 2026 | Ponto de Vista |
Ana Maria Coelho Carvalho – Bióloga
Tenho um amigo chamado João, uma pessoa de bom coração, falante e carismático. Certa vez fomos, em uma grande turma, para Arraial d´Ajuda, na Bahia. Um dia, por volta das 19h, o João foi protagonista de uma cena inédita. No salão superior do hotel, o João pajeava o Benício, meu netinho de um ano e meio, carinhosamente chamado de “Ligeirinho”. O pai estava esbaforido de correr atrás e o João se ofereceu para ajudar. Ficou apoiando o Benício, que subia e descia sem parar a escada de madeira que unia os dois andares. Estava eu concentrada, jogando xadrez com um filho, quando ouvi um baque ensurdecedor atrás da minha cadeira, um grito de adulto e um berro de criança. Olhei assustada e vi o João estirado na horizontal, de barriga para baixo, na beira da escada. Debaixo dele, amassadinho, estava o Benício, só com as perninhas para fora. A turma toda foi acudir. Puxei o Benício e levei um bom tempo para acalmá-lo. Outros levantaram o João, que ficou um pouco tonto e sem ar. Quando recuperou a fala, explicou que o Benício voltou de repente, correndo em direção à escada. Como não ia conseguir segurá-lo, deu um mergulho para frente, tentando ficar de comprido entre ele e a escada, para impedir que caísse. Com isso, o Benício não caiu na escada, mas foi amassado.
Passado o susto, todos cumprimentaram o João pelo ato heroico. Ele foi jogar sinuca e o Benício ficou mais quietinho (coitado, não entendeu nada). No dia seguinte, a Maria, esposa do João, contou, com os olhos azuis marejados de preocupação, que o João passou a noite sentindo dores, parecia que tinha quebrado a mão. Foi levado para o hospital e estava mesmo com três dedos quebrados. Voltou com a mão enfaixada e uma tala no braço.
Minha norinha tirou fotos do João com o Benício, para documentar no facebook. Olhando a cena, não pude deixar de pensar no “Dom Casmurro”, de Machado de Assis. O livro conta a história de Bentinho, que se remoia em dúvidas sobre a fidelidade de Capitu, sua esposa (aquela que tinha os olhos de ressaca, olhos de cigana oblíqua e dissimulada). Um clássico da literatura que deixou para sempre o mistério da paternidade de Ezequiel, o filho deles. Relacionando com a cena, ficará para sempre a dúvida se o ato do João foi um ato de heroísmo ou de loucura. Eu, mesmo sendo avó extremada, em sã consciência jamais daria um mergulho mortal daqueles.
Em Uberlândia, como a mão não sarava, o João foi ao médico. Descobriu que estava com osteoporose. Começou então a fazer tratamento, feliz por ter descoberto, agradecendo por ter dado o mergulho mortal (penso que existem formas mais normais de se descobrir osteoporose). O pior é que quando se formou o calo ósseo e os dedos quebrados sararam, o João esqueceu-se, levantou as duas mãos entrelaçadas para cima e “estalou” os dedos, como sempre gostava de fazer. Os dedos quebraram novamente, mas o João continuou feliz. Não pude deixar de pensar em outro clássico da literatura,”Pollyanna”, de Eleanor H. Porter. O livro conta a história de uma menina que sempre estava feliz. Ela jogava o “jogo do contente”, que é simplesmente uma visão otimista, uma forma de encontrar algo bom em qualquer situação, de ver a vida de maneira mais alegre.
Com isso, concluí que o João não é louco nem herói, e sim um adepto do “jogo do contente”. Em tudo, encontra uma forma de ser feliz.
por uberlandiahoje | abr 26, 2026 | Ponto de Vista |
Gustavo Hoffay – Agente Social
Enquanto aguarda uma definição pelo livramento de Jair Bolsonaro da covarde situação em que encontra-se na prisão, muitos patriotas não podem se esquecer e sequer negligenciar os heroicos atos daqueles que arriscaram e até perderam a vida na luta pelo retorno do pleno regime democrático de direito nos distantes anos sessenta e os quais, ainda um adolescente, tive a infeliz oportunidade de presenciar enquanto vizinho do Palácio da Liberdade. A aceitação pelo povo das premissas doutrinais do marxismo é , sem sombra de dúvidas, algo absolutamente incompatível com a história de um povo que sempre lutou e agiu a favor de uma vida em absoluto exercício da democracia; aliás os direitos e deveres do povo politicamente livre não devem se limitar a salvaguardar a integridade, a essência de um regime de democracia, mas também a total aplicação desse regime pelas gerações futuras. O atual, vergonhoso, insultuoso e interino ocupante dos históricos e majestosos palácios do Planalto e Alvorada, atua de maneira não conciliável ou jamais concebível com aquilo que se entende por democracia e práticas cristãs. O que hoje o mundo livre assiste estupefato em nossa linda e amada pátria é uma prática política que se mostra cada vez mais pronta a sacrificar a liberdade, cortar as suas asas, em nome de uma democracia limitada, que é exercida de maneira restrita a um grupo de privilegiados e que limita a legitima participação popular nos destinos do bravo povo brasileiro, entregando a famintos coiotes cobertos por togas o julgamento de práticas democráticas que deveriam , sim, simbolizar sobriedade e imparcialidade em seus julgamentos. Precedentes recentes de políticas de caráter marxista em nossa América Latina foram desanimadores, vergonhosos para aqueles que desejavam chegar e manter-se no poder, visto que os nossos vizinhos, politicamente conscientizados quanto a ameaça de intentonas comunistas de tomar o poder, reagiram pronta e adequadamente contra propostas que buscavam a centralização do poder estatal e ameaçavam seriamente a liberdade individual. Enorme, louvável e modelar é a responsabilidade dos brasileiros que não se vendem em relação às migalhas lançadas pelos atuais ocupantes de cargos executivos federais e que, também, vão até ao âmago dos sinais originados de um (des)governo que tenta encobrir os seus próprios escândalos , mediante o proposital surgimento de outros de proporções ainda maiores. Pior! Ainda há quem aplauda e sorri quando os autores de tais excrecências desfilam numa Sapucaí perante os olhos do mundo, provocando profundos sentimentos de luto, angústia, melancolia e pesar na maioria do povo brasileiro e consequentemente um grande constrangimento e humilhação ímpar a nível mundial. Lembro aqui o que dizia o grande filosofo da Igreja Católica, Santo Agostinho: “a realidade que nos cerca é comparável a um grande letreiro: o analfabeto ao vê-lo pode admirar a elegância dos caracteres bem traçados, mas não saberá ler ou não entenderá o que eles significam. Somente quem sabe ler, perceberá todo o alcance das linhas que tem ante os olhos”! Ora, francamente….! Diante dos descalabros desse (des) governo federal , muitos brasileiros podem até achar-se analfabetos; assistem, acompanham, comentam o que assistem pela imprensa mas, infelizmente, não ligam os fatos entre si e de modo a entenderem o que, realmente, está ocorrendo nos bastidores palacianos da nossa linda capital federal. Uno-me a todos os patriotas e que clamam, sem cessar, por todos os quadrantes tupiniquins: ACORDA BRASIL, enquanto é tempo!