A falsa ilusão do acordo entre patrões e empregados!

Autor: Rafael Moia Filho – Escritor, Acadêmico da ABLetras, Blogger, Analista Político e Graduado em Gestão Pública.

Está tramitando no senado, onde assinaturas favoráveis estão sendo colhidas, já possuindo 40 senadores do total de 81 dispostos a lutar contra os trabalhadores do Brasil. É a chamada “PEC 7×0” apelido dado por críticos à PEC 12/2026, apresentada no Senado por parlamentares da oposição, liderados pelo senador ultra bolsonarista Rogério Marinho.
A proposta não cria explicitamente uma jornada obrigatória de 7 dias de trabalho por semana, mas prevê que o trabalhador possa optar entre:
• o regime tradicional da CLT; ou
• um regime flexível baseado em horas trabalhadas, com remuneração e direitos calculados proporcionalmente à carga horária.
O apelido “7×0” surgiu porque opositores afirmam que esse modelo poderia permitir acordos em que o empregado trabalhasse todos os dias da semana, sem a garantia prática de uma escala tradicional de descanso. Parlamentares como Erika Hilton dizem que a proposta abre caminho para uma “escala 7×0”.
Já os defensores da PEC argumentam que:
• ela não extingue direitos como férias, 13º salário e FGTS;
• mantém o limite constitucional de jornada;
• apenas amplia a liberdade de negociação entre empregado e empregador.
Em resumo, há duas interpretações em disputa:
• Críticos: veem a PEC como uma flexibilização que pode enfraquecer a proteção trabalhista e permitir jornadas excessivas.
• Defensores: afirmam que ela amplia a liberdade de escolha do trabalhador sem retirar direitos constitucionais
Os senadores fingem não saber que não existe, nem nunca existiu, liberdade de negociação trabalhista entre empregados e empregadores (patrões) no país. Tudo sempre foi negociado a força, com as propostas dos trabalhadores sendo levadas à mesa de negociação por sindicatos. Se os trabalhadores fossem esperar por liberdade de negociações estariam sem receber sequer férias e 13º salários.
Os senadores e deputados bancados por empresas/empresários milionários jamais lutaram pelo povo ou pelos trabalhadores. Se dependesse dessa casta privilegiada, o salário mínimo seria R$ 1.000,00, sem direito a férias de 30 dias, sem 13º salário e outros benefícios a eles concedidos depois de muita luta.
As domésticas estariam até hoje sem carteira assinada, FGTS e usufruindo da imaginária liberdade de negociação com os patrões.
No Brasil, os ricos sonegam impostos, sugam os governos em suas três instâncias, exploram o povo e ainda reclamam de quaisquer conquistas que forem concedidas aos trabalhadores que os sustentam em suas mordomias.
Os senadores da oposição não estão preocupados em argumentar, porque são desprovidos de argumentação e inteligência cognitiva. Por isso, desviam a discussão do fim da escala 6X1 criando uma ficção científica para atrapalhar e embolar as discussões no âmbito do senado.

 

Mudança urgente

Paulo Henrique Coimbra de Oliveira- Economista – RJ

Não sei se repararam, mas a última vez que o Brasil ganhou uma copa do mundo de futebol foi em 2002. Curiosa e coincidentemente, desde que o PT tomou as rédeas do país, o desastre ficou bem evidente.Não só no futebol mas em todas as esferas. Apenas o povo brasileiro pode mudar essa sina elegendo um pé quente pois até hoje só apareceu pé frio com a predominância das hostes petistas.Temos que nos livrar desse fardo. Oremos não um terço mas um rosário. A força da oração é surpreendente. O povo merece essa alegria. Que Deus esteja conosco.

Decoro Parlamentar.

Tania Tavares – Professora – SP

O que os Deputados Federais estão esperando para caçar o mandato dos parlamentares Ciro Nogueira (Progressistas-PP) e Hugo Mota (Republicanos), respectivamente Deputado Federal e Presidente da Câmara, que participaram das benesses (FGC- Master) patrocinadas pelo Daniel Vorcaro? Aí não tem inocentes!

Solitária neles

Iria Dodde – Professora – RJ

Vorcaro está usando e abusando da paciência das autoridades que investigam as fraudes do Banco Master. Não entendo de justiça (ela existe no Brasil ?) muito menos de atividades policiais, mas tenho certeza que se colocarem esse criminoso, seus parentes e outros já presos preventivamente em prisões solitárias por pelo menos uma semana rapidinho vão dizer tudo que sabem.

Minas Gerais registra mais de 55 mil novas empresas abertas até maio

Regiões do Rio Doce, Central e Alto Paranaíba lideram crescimento proporcional nas formalizações empresariais

GOV. MG

O ambiente de negócios em Minas Gerais segue em expansão. Entre janeiro e maio deste ano, o estado registrou a abertura de 55.432 novas empresas, um crescimento de 10,66% em relação às formalizações do mesmo período de 2025 (50.093).
Considerando apenas o mês de maio, foram constituídas 9.702 novas empresas, alta de 13,97% em comparação com maio do ano passado. Isso representa uma média de 323 novos negócios abertos por dia no estado.
Os dados integram o relatório mensal de registros mercantis produzido pela Junta Comercial do Estado de Minas Gerais (Jucemg), autarquia vinculada à Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sede-MG), divulgado nesta sexta-feira (12/6).
“Minas Gerais continua avançando na construção de um ambiente cada vez mais favorável para quem deseja empreender, investir e gerar oportunidades. Os resultados registrados até maio demonstram que as políticas de simplificação e desburocratização têm contribuído para fortalecer a confiança dos empresários e impulsionar o crescimento do estado”, afirma a secretária de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mila Corrêa da Costa.
“O crescimento na abertura de empresas, como temos verificado mês a mês em Minas Gerais, reflete a confiança dos empreendedores na economia mineira. E reforça nosso compromisso com um registro empresarial cada vez mais simples, ágil e seguro”, destaca a presidente da Junta Comercial do Estado de Minas Gerais, Patricia Vinte Di Iório.
Rio Doce lidera crescimento acumulado e Central se destaca em maio
No acumulado do ano, a região do Rio Doce liderou o crescimento proporcional na abertura de empresas, com crescimento de 17,24% em relação a 2025. Na sequência, aparecem as regiões Central (12,89%), Alto Paranaíba (11,09%) e Sul de Minas (10,80%).
Em maio, a região Central liderou a expansão, com alta de 19,49% em relação ao mesmo mês de 2025. Em seguida, aparecem Zona da Mata (16%), Norte de Minas (13,60%), Alto Paranaíba (12,93%) e Rio Doce (10,23%).
Setor de serviços concentra maior parte das formalizações
O setor de serviços contabilizou 41.722 novas empresas, avanço de 12,96% em relação ao mesmo período de 2025. Na sequência, aparecem a indústria, com crescimento de 5,72%, e o comércio, que registrou alta de 2,02%.
Somente em maio foram abertas 7.212 empresas do setor de serviços, 1.905 no comércio e 431 na indústria.
Ranking municipal
Belo Horizonte permanece na liderança entre os municípios, com 14.949 empresas abertas entre janeiro e maio, alta de 10,54% em relação ao mesmo período de 2025. Somente em maio, a capital contabilizou 2.663 novos negócios.
Na sequência, aparecem Uberlândia (3.320 no ano e 623 em maio), Contagem (1.811 e 304), Juiz de Fora (1.529 e 280), Montes Claros (1.072 e 208), Betim (1.037 e 185), Uberaba (990 e 157), Divinópolis (804 e 147), Ipatinga (747 e 136) e Governador Valadares (667 e 125).
Extinções
No acumulado do ano, foram registradas 42.247 extinções empresariais, variação de 6,86% ao observado no mesmo período de 2025. Deste total, 7.087 ocorreram em maio.
Microempreendedores Individuais (MEIs)
O levantamento da Jucemg considera empresas de todos os portes, exceto os Microempreendedores Individuais (MEIs), cujas inscrições são realizadas diretamente no Portal do Empreendedor, do Governo Federal.