Feijão tropeiro entra em ranking internacional e projeta a cozinha mineira no cenário global

No ranking da TasteAtlas, o prato divide espaço com outras receitas tradicionais da Itália, como parmigiana, a sopa de pedra portuguesa e o malai kofta da Índia

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O feijão tropeiro acaba de ganhar destaque internacional ao integrar o ranking da plataforma TasteAtlas, figurando na 5ª colocação entre os melhores pratos da categoria “pratos vegetais” do mundo. O reconhecimento coloca a cozinha mineira ao lado de tradições gastronômicas consagradas da Itália, Portugal e Índia, e reforça a projeção global dos sabores de Minas.

Com avaliação de 4,29, o prato é apresentado pela plataforma como uma receita tradicional de Minas Gerais, associada à história dos tropeiros que cruzavam o interior do Brasil transportando mercadorias e saberes.

Preparado com feijão cozido, farinha de mandioca e temperos como alho, cebola, couve e cheiro-verde, o feijão tropeiro reúne simplicidade, sustância e identidade, marcas registradas da cozinha mineira. A TasteAtlas também destaca as diferentes variações regionais da receita, reflexo da diversidade cultural e territorial do estado.

Para a secretária de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais (Secult-MG), Bárbara Botega, o reconhecimento internacional reafirma a força da gastronomia mineira. “Nossa cozinha é feita de história, afeto e saberes transmitidos de geração em geração. Esse reconhecimento valoriza não apenas um prato, mas toda uma cultura alimentar que expressa a identidade do nosso povo e fortalece Minas como destino gastronômico no cenário internacional”, destaca a secretária.

A presença do feijão tropeiro nesse ranking internacional não é um fato isolado, mas parte de um movimento mais amplo de valorização da cozinha mineira, reconhecida por sua autenticidade, técnicas tradicionais e profunda relação com o território. Herdeira de influências indígenas, africanas e portuguesas, a cozinha de Minas se construiu a partir do aproveitamento integral dos alimentos, do saber transmitido entre gerações e da criatividade diante das condições do interior do país.

Esse reconhecimento internacional dialoga com o trabalho contínuo do Governo de Minas, por meio da Secult-MG, que vem promovendo a cozinha mineira como patrimônio cultural e ativo estratégico do turismo. A secretaria atua na divulgação da gastronomia do estado em feiras nacionais e internacionais, festivais, eventos, seminários e ações de promoção turística, integrando cultura, turismo e economia criativa.

Recentemente, Minas Gerais também foi citada pela revista Condé Nast Traveler como um dos destinos gastronômicos de 2026, reforçando o interesse internacional pela culinária do estado e pelos seus modos de fazer. A presença em rankings e publicações especializadas amplia a visibilidade dos pratos, dos produtores locais, dos chefs, das cozinheiras tradicionais e dos territórios que dão origem a esses sabores.

O aviltante uso das emendas parlamentares!

Autor: Rafael Moia Filho – Escritor, Acadêmico da ABLetras, Blogger, Analista Político e Graduado em Gestão Pública.

Desconheço que em algum país do planeta exista o confisco pelos deputados e senadores da república de mais de 50% dos valores que constam no orçamento da nação para uso eleitoreiro.
Cabe ao poder executivo a preparação, planejamento e a consecução do orçamento federal, destinando aos estados e municípios recursos mediante projetos e demandas previamente analisadas pelos ministérios competentes.
O poder legislativo tem como missão legislar e fiscalizar os recursos que são colocados no orçamento e destinados a nação, jamais deveriam tomar dinheiro público como se estes recursos fossem extensão de suas campanhas eleitoreiras rasas e sob suspeita para envio aos seus apaniguados.
De acordo com a Constituição, a emenda parlamentar é o instrumento que o Congresso Nacional possui para participar da elaboração do orçamento anual. Em outras palavras é a oportunidade que os Deputados têm de acrescentarem novas programações orçamentárias com o objetivo de atender às demandas das comunidades que representam.
Ou seja, é por meio das emendas que Deputados Federais podem influenciar no que o dinheiro público será gasto.
No Brasil, quem elabora o orçamento (ou seja, o documento que define quanto dinheiro o governo pretende arrecadar e gastar durante o ano) é o poder Executivo (Presidente, Governadores e Prefeitos).
Por isso, a participação direta dos parlamentares nessas decisões é feita por meio das emendas.
Nos últimos tempos essas emendas viraram um verdadeiro balcão de negociatas e cunho eleitoreiro dos mais rasteiros. A maior parte dos recursos são destinados aos currais eleitorais dos parlamentares e não para atender prioridades das 5.570 cidades do Brasil.
Um modelo que poderia ser seguido seria o Município entregar cada projeto diretamente na Secretaria Estadual correspondente em seu Estado. Após análise criteriosa e verificação de liberação orçamentária essa seria então aprovada para que o pedido fosse licitado. No caso de obras, poderia seguir como obra do Estado em parceria com a cidade ou ainda no modelo das Parceria Público Privado – (PPP).
Aqueles projetos cujo Estado não tiver recursos suficientes seriam então enviadas para os Ministérios correspondentes. Lá seriam analisados tecnicamente e os recursos viabilizados da mesma forma que na esfera estadual, podendo o projeto ser realizado pelo Governo Federal ou liberada a verba para o Estadual e ou ainda fazer através de PPP.
Os recursos existem e sempre estiveram no governo federal, porém, sendo manipulados por políticos nefastos, corruptos que desviam a finalidade e fazem com que bilhões se percam ao longo dos anos.
Para que essa situação seja alterada, é necessário, digo, imprescindível que os eleitores votem com consciência e afastem do poder aqueles que cometem esse tipo de artimanha na atual legislatura. Não reeleger políticos corruptos é o passo fundamental para podermos ter um Congresso Nacional, forte, voltado para as coisas republicanas.

Vorcaro na Magnitisky

Paulo Henrique Coimbra de Oliveira – Economista – RJ

O Globo noticiou hoje que o Banco Master enfrenta problemas nos EUA. Por pragmatismo penso que a aplicação da lei Magnitisky em Vorcaro seria uma medida pragmática. Proibido de ir aos EUA onde poderia tumultuar o processo. Então o confisco dos bens do banco e do seu controlador seria a esperança de recuperar parte do rombo causado. E o motivo estaria bem justificado. O Brasil para ajustar esse escândalo financeiro teria que usar recursos do Tesouro desviando verbas de programas sociais que em última instância poderia matar pessoas que necessitem de programas de saúde. Isto é genocídio. Simples assim.

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Mudança moderniza os processos do setor elétrico

A mudança moderniza os processos do setor elétrico, facilita a troca de informações e unifica a forma como cada imóvel é identificado em todo o país. Os clientes começarão a visualizar o novo número nas faturas e nos canais de atendimento ao longo do mês de janeiro de 2026.

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Vale lembrar que a mudança não altera o valor nem a forma de cálculo da conta de energia. A fatura continuará sendo emitida normalmente, já com o novo código.

Segundo a analista de Regulação da Cemig, Paula Alves Rossignoli, todo o processo foi planejado para garantir clareza e segurança. “O cliente da Cemig não precisa se preocupar. A partir de 1/1, o novo número já estará na conta de luz e disponível em todos os nossos canais. A transição será automática, clara e segura”, afirma.

Onde conferir o novo número

Além de constar na fatura, o novo número também poderá ser consultado na área do cliente, no site da Cemig (Cemig Atende). O número de instalação atual (iniciado pelo dígito 3) continuará disponível por até 12 meses, permitindo que o cliente acesse as duas informações durante o período de transição da mudança.

Buscando facilitar ainda mais o período de adaptação, para demandas que exigiam identificação da unidade consumidora, nos próximos meses, os dois números poderão ser informados à Cemig, sem prejuízo nas solicitações de serviços emergenciais ou comerciais.

Função

O número da Unidade Consumidora é um identificador da sua unidade consumidora de energia elétrica, que pode ser encontrado na conta de luz, na parte superior, perto dos dados do cliente.

Esse número identifica de forma única a unidade. Cada residência, comércio, indústria ou propriedade rural possui sua identificação própria, que agora passa a adotar um padrão nacional.

Para o consumidor, a principal alteração será a substituição do número de instalação pelo novo identificador de 15 dígitos, que continuará sendo o código utilizado para registrar falta de energia, solicitar serviços e acessar os canais de atendimento.

Secretaria de Educação abre prazo para escolha de vagas de contratação temporária para 2026

Candidatos do Processo Seletivo e do Processo Seletivo Simplificado têm até quinta-feira (8/1) para selecionar vagas no Siagepe; oportunidades contemplam os quadros Administrativo e do Magistério em escolas e SREs de Minas Gerais

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Os candidatos inscritos no Processo Seletivo e Processo Seletivo Simplificado promovidos pela Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais (SEE-MG) têm até 17h desta quinta-feira (8/1), para escolher as vagas disponíveis para contratação temporária na Rede Estadual, por meio do site do Sistema de Administração e Gestão de Pessoal Temporário (Siagepe).

As vagas são destinadas às funções do Quadro Técnico Administrativo e do Quadro do Magistério, com oportunidades para atuação nas Unidades Escolares e nas Superintendências Regionais de Ensino (SRE) no ano de 2026.

A SEE-MG disponibilizou um guia Passo a Passo para auxiliar os candidatos na escolha das vagas. Além disso, é imprescindível que os candidatos leiam os editais de contratação nº 9/2025 (Quadro Administrativo) e nº10/2025 (Quadro Magistério), publicados no Diário Oficial de Minas Gerais do dia 22/10/2024.

As vagas contemplam as seguintes funções:

Quadro Administrativo
• Analista de Educação Básica (AEB) – Assistente Social / Fisioterapeuta / Fonoaudiólogo / Psicólogo / Terapeuta Ocupacional – para atuação na Equipe Multiprofissional nas Escolas Especiais;
• Analista de Educação Básica (AEB) – Assistente Social / Psicólogo – para atuação no Núcleo de
• Acolhimento Educacional (NAE);
• Analista Educacional (ANE) – para atuação na função de Nutricionista;
• Assistente Técnico de Educação Básica (ATB);
• Auxiliar de serviços de Educação Básica (ASB) – para atuação nas Unidades Escolares e nas SREs.
Quadro Magistério
• Analista Educacional/Inspetor Escolar (ANE/IE);
• Especialista em Educação Básica (EEB);
• Professor de Educação Básica (PEB) Regente de Aulas;
• Professor de Educação Básica PEB) Regente de Turma;
• Professor de Educação Básica (PEB) Eventual;
• Professor de Educação Básica (PEB) Professor para Ensino do Uso da Biblioteca (PEUB).