Fundação João Pinheiro publica edital de concurso público com 26 vagas de níveis médio e superior

Provas estão previstas para maio deste ano; salários podem chegar a R$ 9,6 mil

A Fundação João Pinheiro (FJP), por intermédio da Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag-MG), publicou, no Diário Oficial de Minas Gerais de 10/1, o edital nº 01/2026 de concurso público para o provimento de 26 vagas imediatas, além de cadastro de reserva, destinadas a cargos de nível médio e superior.

GOV MG

As inscrições custam R$ 22 (nível doutorado) e R$ 21 (níveis mestrado, pós-graduação e ensino médio) e podem ser realizadas entre 9/3 a 7/4/2026 neste link.

O certame visa ao fortalecimento do quadro técnico da instituição, que atua nas áreas de pesquisa aplicada, ensino, planejamento e avaliação de políticas públicas.

São contemplados os cargos de Pesquisador em Ciências Aplicadas e Políticas Públicas, Gestor em Atividades de Pesquisa e Ensino e Técnico em Atividades de Pesquisa e Ensino, com vagas para atuação em Belo Horizonte, distribuídas conforme as especialidades previstas no edital.

O documento prevê reserva de 10% do total de vagas oferecidas para cada cargo para candidatos com deficiência.

Etapas do concurso

O processo seletivo será composto por prova objetiva e prova discursiva, além de outras etapas específicas, de acordo com o cargo pretendido. As provas estão previstas para o dia 10/5/2026, em Belo Horizonte, seguindo o cronograma oficial.

O edital também detalha os critérios de avaliação, o conteúdo programático, as regras para recursos, a pontuação mínima para aprovação e as normas relativas à classificação final dos candidatos.

Remuneração e regime de trabalho

A remuneração inicial varia conforme o cargo e o nível de escolaridade, podendo alcançar, aproximadamente, R$ 9,6 mil, além dos benefícios previstos na legislação estadual.

A jornada de trabalho e o regime jurídico obedecerão às normas aplicáveis aos servidores públicos do Estado de Minas Gerais.

A FJP recomenda que os candidatos leiam atentamente o documento antes de efetuar a inscrição para conhecer todos os requisitos, atribuições dos cargos e prazos do concurso. Eventuais dúvidas deverão ser encaminhadas para contato@legalleconcursos.com.br.

Instituto Mineiro de Gestão das Águas divulga orientações sobre Declaração Anual de Uso de Recursos Hídricos

Instrumento obrigatório deve ser enviado até o último dia útil de março e é fundamental para a gestão e o uso sustentável da água no estado

O Instituto Mineiro de Gestão das Águas (Igam) divulgou orientações sobre a Declaração Anual de Uso de Recursos Hídricos (Daurh), instrumento obrigatório que reúne informações sobre a utilização da água em Minas Gerais.

GOV. MG

Instituída pelo Decreto Estadual nº 48.160/2021, a declaração deve ser enviada até o último dia útil do mês de março, conforme estabelece a Portaria Igam nº 79/2021.

A Daurh permite que pessoas físicas e jurídicas informem os dados referentes ao uso efetivo dos recursos hídricos no ano anterior, possibilitando ao Igam o acesso a informações essenciais para a gestão das águas no estado.

Entre os dados declarados estão os volumes captados e as cargas de poluentes lançadas em corpos d’água de domínio estadual, informações fundamentais para o planejamento, o controle e a promoção do uso sustentável da água.

Além de subsidiar a gestão dos recursos hídricos, as informações prestadas por meio da Daurh são utilizadas no cálculo da cobrança pelo uso da água, conforme metodologia aprovada pelos comitês de bacia hidrográfica. A cobrança tem como objetivo estimular o uso racional do recurso e incentivar práticas sustentáveis em todo o território mineiro.

Os dados também possuem relevância estratégica, podendo apoiar a elaboração de planos, projetos e estudos técnicos voltados à gestão das bacias hidrográficas.

Segundo a gerente de Instrumentos Econômicos de Gestão do Igam, Camila Zanon, a declaração é uma ferramenta indispensável para o Estado. “A Daurh é um instrumento fundamental para a realização da cobrança pelo uso de recursos hídricos. Além disso, ela permite ao Igam conhecer os diversos usos da água em Minas Gerais, contribuindo diretamente para a gestão dos recursos hídricos”, destaca.

Devem prestar as informações aqueles que fizeram uso de recursos hídricos de domínio do Estado de Minas Gerais no ano anterior ao da declaração. Na maioria dos casos, é exigido que o uso tenha sido monitorado por meio de sistemas ou equipamentos de medição. As informações solicitadas variam de acordo com o tipo de intervenção, como captação ou lançamento, que são categorizados conforme o modo de uso.

Alguns modos de uso, no entanto, não necessitam ser declarados, como barramentos sem captação, desvios, perfurações de poços tubulares, travessias e canalizações, entre outros. Embora essas intervenções possam causar alterações nos corpos hídricos, não há previsão de retirada ou poluição da água que justifique a apresentação da declaração.

Também não estão sujeitos à Daurh os usos considerados insignificantes; os destinados à satisfação das necessidades de pequenos núcleos populacionais no meio rural; o consumo final de água por residências e estabelecimentos atendidos por prestadores de serviço público de saneamento; os efluentes lançados em corpos hídricos de domínio da União; os efluentes lançados fora de corpos hídricos, como em solo, sumidouros ou redes de esgoto; e as outorgas fora da validade no ano-base da cobrança e sem pedido formal de renovação.

Para prestar as informações, o declarante deve acessar o Portal Ecosistemas e selecionar o sistema Declaração Anual de Uso de Recursos Hídricos, onde estão disponíveis as orientações e o ambiente para envio dos dados.

Cemig usa drones na inspeção da rede elétrica em Minas Gerais

Tecnologia, segurança e precisão elevam o padrão de manutenção e tornam a rede mais confiável

A inspeção da rede elétrica em Minas Gerais está passando por uma transformação tecnológica que garante precisão ao processo de manutenção preventiva e corretiva da companhia.

GOV. MG

A Cemig já utiliza 99 drones como aliados no monitoramento de suas redes de distribuição e linhas de alta e média tensão, ampliando o acerto das análises, aumentando a segurança das equipes de campo e acelerando o diagnóstico de defeitos, especialmente em locais de difícil acesso.

Tradicionalmente, as inspeções eram realizadas exclusivamente por técnicos especializados, que percorriam a rede visualmente ou com o auxílio de termovisores, muitas vezes, em locais de difícil acesso em áreas rurais.

Essas câmeras termográficas revelam pontos quentes e frios nos equipamentos, o que permite identificar sobrecargas, conexões defeituosas e anomalias que não podem ser observadas a olho nu. Com a incorporação de drones, esse trabalho atingiu um novo nível de eficiência e segurança.

O supervisor do Sistema Elétrico da Cemig, Wenderson Alves, explica que o uso de drones trouxe ganhos expressivos para as equipes que atuam em campo. Segundo ele, os equipamentos não substituem o olhar técnico, mas o ampliam.

“As inspeções aéreas permitem uma visualização completa e detalhada da parte superior da rede, incluindo cruzetas, isoladores, conexões e pontos altos de difícil acesso. Muitos defeitos simplesmente não são visíveis do solo. O drone aproxima, amplia, filma e registra com precisão, tornando as inspeções mais seguras e rápidas”, afirma.

Wenderson ressalta que os drones são utilizados exclusivamente para o monitoramento técnico das estruturas da Cemig e que todas as operações são realizadas durante o dia, seguindo rigorosos protocolos de segurança.

Importante reforçar que as empresas contratadas não estão autorizadas a realizar voos noturnos em nome da companhia, e nem fazer rotas fora da rede elétrica. Em caso de dúvidas sobre essas operações, os clientes podem entrar em contato com os canais de atendimento da Cemig.

Precisão

Os drones elevam o padrão das inspeções ao combinar visão computacional, câmeras térmicas, GPS e sensores embarcados. Essa integração tecnológica possibilita identificar anomalias que normalmente exigiriam inspeções complexas.

“Pontos de aquecimento, falhas em isoladores, corrosão e danos estruturais passam a ser detectados com muito mais rapidez, garantindo diagnósticos mais precisos e eficientes”, destaca o especialista da companhia.

Desde janeiro de 2023, a Cemig já inspecionou milhares quilômetros de linhas de média e alta tensão utilizando drones, alcançando áreas remotas, regiões de mata fechada, propriedades rurais e comunidades em grandes centros urbanos onde o acesso por equipes poderia ser dificultoso ou inviável.

Prefeitura mantém ações de zeladoria urbana no início do ano em Uberlândia

Trabalhos integrados envolvem manutenção viária, limpeza, sinalização e serviços ambientais em importantes eixos da cidade

Araípedes Luz – Secretaria de Comunicação/PMU

Mesmo no período de início de ano, quando a incidência de chuvas é maior, a Prefeitura de Uberlândia, por meio das secretarias municipais ligadas à zeladoria urbana – Serviços Urbanos, Agronegócio, Gestão Ambiental e Sustentabilidade, Infraestrutura e Trânsito e Transportes, além do Departamento Municipal de Água e Esgoto (Dmae) –, seque com execução contínua de serviços de manutenção, limpeza e organização dos espaços públicos. Seguindo a diretriz do prefeito Paulo Sérgio, os trabalhos reforçam o compromisso da administração municipal com a qualidade de vida da população e a conservação da infraestrutura urbana.
As ações conjuntas, que tiveram início nesta segunda-feira (12) e acontecerão durante toda esta semana, estão sendo realizadas em um eixo composto pelas avenidas Getúlio Vargas, Paulo Firmino e Judéia, nos bairros Jardim das Palmeiras, Jardim Holanda e Jardim Canãa. Na quarta-feira (14), também terá início a operação “Cata-Treco” no eixo.

Hoje (12), a Secretaria Municipal de Infraestrutura executou serviços de tapa-buracos, recuperação de meio-fio e sarjeta e implantação de canaletas. Em paralelo, a Secretaria Municipal de Serviços Urbanos (Sesurb) atuou com a roçagem manual e mecanizada em áreas públicas, varrição, pintura de meio-fio, operação Cata-Treco, verificação da iluminação pública, limpeza de bueiros e retirada de entulhos. A Secretaria Municipal de Agronegócio (SMAGRO) prestou apoio operacional às equipes da Sesurb.
Já a Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes faz reforço de sinalização horizontal e vertical, além de atividades de educação para o trânsito ao longo dos trechos atendidos. A Secretaria Municipal de Gestão Ambiental e Sustentabilidade (SMGAS) realiza poda de árvores e a limpeza decorrente dos serviços de roçagem, garantindo segurança e preservação ambiental.

E o Departamento Municipal de Água e Esgoto (Dmae) executa pavimentação de áreas após manutenções realizadas, recolhimento de placas, atendimento a eventuais extravasamentos de poços de visita (PV) ou vazamentos de rede, além de ações de educação ambiental, com foco na coleta seletiva e verificação de contêineres.
As ações seguem ao longo dos próximos dias, reforçando a política permanente de zeladoria urbana da Prefeitura de Uberlândia.

O BRASIL É NOSSO?

Marília Alves Cunha – Educadora e escritora

Há muito tempo não nos alegramos com noticias boas nesta terra querida. Infelizmente, o que temos visto é um país potencialmente perfeito para dar certo, num esforço hercúleo pra manter-se em pé. Não se tem notícia de nada que esteja dando certo neste país, onde assalta-se o povo com cada vez mais impostos e mais pesados e no qual não se vê nada de aproveitável sendo realizado.

O dinheiro que entregamos forçosamente todos os dias, como “contribuinte”, tem servido à realização de coisas interessantes, como por exemplo, satisfazer aos luxos de dona Janja que volta a insistir no novo avião presidencial (um motel entre as nuvens, como a ele se referiu um jornalista). Em gastos desnecessários, na manutenção de estatais dando prejuízo, instituições que não poupam o jogar dinheiro fora, com mordomias e regalias inacreditáveis, num país que não cuida minimamente de seu povo. Aviões da FAB cortam os ares levando políticos, ministros e o scambal para passeios com as famílias e outras coisas mais, nada republicanas. Parece que Brasília vai bem, o Brasil não! Mais Brasil, menos Brasília, reclamam os que assistem este despudor.

Os gastos em publicidade têm sido absurdos. Cortam em educação, cortam na saúde, cortam em obras que poderiam dar a todos nós mais qualidade de vida. Mas Lula joga bilhões em propaganda enganosa, no intuito de levar às pessoas a imagem de um um país que só existe na cabeça de alguns que ainda insistem, não obstante as circunstâncias mostrando o contrário, que o país vai bem, obrigado!

E a corrupção? Como anda a nossa velha e conhecida corrupção? Aparece com redundância em governos petistas, surgem escandalosamente no governo atual o que, a meu gosto, já seria uma comprovação de que o partido não tem condições mínimas de administrar um país, de mantê-lo livre dos mal intencionados. Muito pelo contrário, aposta neles.

Que saudades doo Mensalão! Tão simples, né? Apenas uma distribuição mensal de dinheiro, a impostores travestidos de parlamentares. Tudo foi mostrado, a TV abria sua tela, os dignos membros do STF descortinavam os meandros dos crimes praticados e pronto, cadeia para muitos. Aí vem o Petrolão! Trabalho magnífico de juiz e procuradores que não deixaram pedra sobre pedra. Tudo revelado aos brasileiros que assistiam entusiasmados a Operação Lava Jato, momento de glória para a justiça brasileira. Tudo correto: investigação e denúncia, feitas pelas autoridades de direito, com o processo sendo conduzido pelo Juiz natural, de delações bem conduzidas, feitas aos olhos do público, provas e mais provas. Muito bom assistir à seriedade e severidade da justiça que se apresentava e culminou com a prisão do chefe das ações criminosas. Durou pouco a alegria! Os usurpadores da nação voltaram à cena do crime…

Hoje, o que acontece? A corrupção voltou com força total. Os métodos são mais sofisticados, o “modus operandi” é outro, muita gente importante envolvida. O caso do INSS, por exemplo, é difícil de acreditar porque envolve tanta gente, tantas empresas criadas, tanta lavagem de dinheiro, tantos bandidos e um total bilionário na conta de muitas pessoas, ladrões de velhinhos aposentados e deficientes do INSS e até criança. A CPMI criada para desvendar os escaninhos deste golpe monumental, tem tido dificuldades. A extrema esquerda e o Supremo, parece, têm feito o possível para dificultar os trabalhos. Torna-se mais difícil chegar a um bom resultado e que, no fim, como todos os brasileiros desejam, os criminosos sejam penalizados duramente.

E o caso do Banco Master? Mostra claramente a nossa evolução em matéria de corrupção. Uma coisa grandiosa, com a regência de Vorcaro e participação de gente muito importante da nossa política, do judiciário e do executivo. Está tudo em sigilo, o STF decidiu que algumas coisas, ou tudo, não podem aparecer aos olhos do grande público. Sustentamos este país com nosso trabalho, mas nos é proibido, em momentos cruciais, saber os meandros das ações criminosas que afundam este país, o desacreditam e põem em check nossas instituições. Tudo está em sigilo! Qual é a explicação para isto?

A CF prevê no seu Capítulo VII, art. 37: “A administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência.”
O caso do Banco Master fica, portanto, longe da publicidade e outros princípios tão claramente explicitados na nossa CF. Uma coisa podemos constatar: a nossa Constituição Federal, promulgada em 05 de outubro de 1988,comemorada em meio a grandes festejos, está sendo desvirtuada ou, simplesmente afrontada. E nós brasileiros, como ficamos? Este país ainda é nosso?