Governo de Minas apresenta balanço das ações para o crescimento e o fortalecimento do agro

Prestação de contas foi realizada pelo Executivo estadual durante evento que celebrou a força do agronegócio mineiro

O governador Romeu Zema e o vice-governador Mateus Simões apresentaram, nesta quarta-feira (18/3), durante o evento Agro – A Força de Minas, o balanço das ações do Governo de Minas para o desenvolvimento e o crescimento do agronegócio mineiro, um dos principais motores da economia do Estado.

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O encontro, promovido pelo Sistema Faemg Senar, reuniu cerca de 5 mil produtores rurais mineiros de todas as cadeias produtivas do estado, que mostraram a força e a organização do setor agropecuário, que garante a segurança alimentar e o superávit da balança comercial de Minas Gerais.

O chefe do Executivo mineiro reconheceu o avanço realizado no setor agropecuário e a melhoria proporcionada na vida de quem produz em Minas Gerais.

“Só quem acompanha sabe como este Estado mudou nos últimos anos, e tudo isso graças ao diálogo com quem está no campo, na lida e na linha de frente da produção agrícola. Com a ajuda da Faemg, a minha gestão conseguiu melhorar a vida de muitos mineiros, e isso vai continuar acontecendo em Minas”, afirmou Romeu Zema.

A Força do Agro

O agronegócio é um dos propulsores da economia mineira, sendo essencial para a geração de riqueza e empregos no estado. Em 2024, pela primeira vez, o agro superou a mineração em exportações, com receita recorde de US$ 17,1 bilhões.

No mesmo ano, o `Produto Interno Bruto (PIB) do agro de Minas alcançou R$ 235 bilhões, elevando a contribuição do agronegócio para 22,2% do PIB estadual.

Em 2025, as exportações do agronegócio de Minas alcançaram o valor recorde de US$ 19,8 bilhões de dólares, com aumento de 15,5% em relação ao ano anterior. O resultado manteve o agro como o principal setor exportador do estado.

A pauta exportada pelo agro mineiro englobou um mix de 650 diferentes produtos agropecuários, que foram enviados para 178 países. O café foi o carro-chefe das exportações, representando 57% da receita total das exportações do agro mineiro.

“Estamos aqui para poder repetir o compromisso que este governo tem com o agro. Durante a atual gestão, vimos o setor dobrar sua participação no PIB e superar as exportações da mineração. E eu tenho expectativas muito positivas de que a gente possa continuar crescendo”, destacou o vice-governador Mateus Simões.

“Hoje, somos a terceira maior economia agrícola do país, com plenas condições de que, logo, possamos nos tornar a segunda”, completou o vice-governador.

Trabalho em parceria com o produtor rural

Os resultados alcançados são consequência de uma articulação coordenada pelo Governo de Minas, que vem adotando medidas para fortalecer a produção, agregar valor e ampliar mercados para os produtores mineiros.

A Secretaria Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa) atua de forma integrada com os demais órgãos do Sistema Agricultura para fortalecer toda a cadeia produtiva, com ações voltadas ao fomento da agroindústria, ampliação de mercados, desburocratização e incentivo à inovação.

Para o secretário de Agricultura, Thales Fernandes, os resultados alcançados nos últimos anos no agro mineiro é um trabalho realizado lado a lado com o produtor do campo.

“Nosso governo é um governo chão de fábrica, que ouve para errar menos. Ouvimos os sindicatos, as associações e tudo que nós fizemos e todas as políticas aprovadas foram discutidas lá na Assembleia e em audiências públicas. Temos, ainda, um caminho grande para percorrer, mas esta parceria forte, este trabalho conjunto, com todos puxando para o mesmo lado, é que nós precisamos” explicou.

Fauna terrestre e aquática ampliam dados no Painel de Indicadores do Sisema

Novas páginas reúnem informações sobre manejo, licenças, reabilitação e atividades ligadas à fauna silvestre em Minas Gerais

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Com o objetivo de fortalecer a transparência e facilitar o acesso da sociedade às informações públicas, o Sistema Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Sisema) ampliou os dados sobre fauna terrestre e aquática disponíveis no Painel de Indicadores. As áreas são geridas pelo Instituto Estadual de Florestas (IEF) e agora contam com um conjunto mais abrangente de informações sobre a gestão da fauna silvestre em Minas Gerais.

O tema passa a reunir nove páginas com dados e orientações sobre programas, autorizações e atividades relacionadas à proteção, manejo e monitoramento de espécies.

Na área de fauna terrestre, o painel disponibiliza informações sobre os Centros de Triagem e Reabilitação de Animais Silvestres (Cetras), o uso e manejo de fauna em cativeiro por meio do Sistema de Gestão de Fauna (Sisfauna), autorizações de manejo vinculadas à regularização ambiental e dados sobre criadores amadores e torneios de canto de passeriformes.

Os Cetras recebem, identificam, tratam, reabilitam e destinam animais silvestres e exóticos provenientes de fiscalizações, entregas voluntárias ou resgates em áreas urbanas e rurais. As unidades também desenvolvem pesquisas e ações de educação ambiental.

O controle das atividades relacionadas ao uso e manejo de fauna silvestre em cativeiro é realizado pelo IEF por meio do Sisfauna. O instituto também é responsável pela emissão de autorizações para manejo de fauna em processos de regularização ambiental, especialmente em empreendimentos com potencial impacto.

O painel apresenta ainda dados sobre criadores amadores de passeriformes — pessoas autorizadas a manter aves silvestres em cativeiro sem finalidade comercial. A atividade é gerida pelo IEF via Sistema de Controle e Monitoramento da Atividade de Criação Amadora de Pássaros (Sispass).

Também estão disponíveis informações sobre torneios de canto de passeriformes, realizados por associações de criadores com autorização ambiental, reunindo aves registradas em competições.

Na fauna aquática, o painel reúne dados sobre atividades econômicas do setor, licenças de pesca desportiva e científica e manejo de fauna aquática em processos de regularização ambiental.

A pesca desportiva é voltada a competições e lazer. Já a pesca científica apoia pesquisas e estudos ambientais e sanitários. O manejo de fauna aquática inclui captura, transporte e despesca em áreas afetadas por empreendimentos sujeitos ou não ao licenciamento.

A diretora de Proteção à Fauna do IEF, Laura Homem Oliveira, destaca que a ampliação reforça o compromisso com a transparência e a conservação da biodiversidade. Segundo ela, as informações aproximam a sociedade das ações de proteção e evidenciam o trabalho técnico realizado na gestão e monitoramento da fauna.

Responsável pela manutenção do painel, o assessor-chefe da Assessoria Estratégica do Sisema, Éder Coura, afirma que a atualização constante demonstra o esforço do sistema ambiental em organizar e tornar os dados mais acessíveis à população.
As informações estão disponíveis no Painel de Indicadores do Sisema, na seção Transparência dos sites das instituições que integram o sistema. Para acessar, basta entrar no menu “Outros indicadores” e selecionar “Fauna Silvestre”.

Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais abre 342 vagas em concurso público com salários que podem chegar a R$ 11 mil

Inscrições para ambos os concursos estarão disponíveis no período de 18/5 a 17/6

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O Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (CBMMG) publicou, no sábado (14/3) no Diário Oficial de Minas de Gerais, os editais para o Curso de Formação de Soldados (CFSd) e o de Curso de Formação de Oficiais (CFO). Ao todo, serão oferecidas 342 vagas para atuar como bombeiro militar em Minas Gerais, distribuídas da seguinte forma: 321 para o CFSd e 21 para o CFO.

Alguns requisitos para ingresso nos cursos da instituição são comuns nos dois editais, como possuir idoneidade moral; ter aptidão física; ser aprovado em avaliação psicológica. Em cumprimento a lei vigente, é exigido o nível de escolaridade superior, CNH ou permissão para dirigir, no mínimo categoria B.

Escolaridade

Para o concurso do CFO 2027, será exigido a titulação de nível superior de escolaridade, na modalidade de bacharelado ou de licenciatura, ou seja, não há restrição de curso. Já para o CFSd 2027, será exigido a titulação de nível superior de escolaridade, sendo o curso superior bacharelado, licenciatura, tecnólogo ou sequencial.

Inscrições e provas

As inscrições para ambos os concursos estarão abertas de 18/5 a 17/6, no site da banca organizadora Idecan.

Ampla concorrência

Desde o último concurso, o processo seletivo passou a adotar ampla concorrência, sem delimitação de vaga por gênero. Contudo, as provas físicas permanecem com tabelas diferenciadas para homens e mulheres, com grau de dificuldade observando o princípio da isonomia.

“Isso só fortalece a equidade ao serviço público e reafirma que talento, dedicação e coragem não têm gênero”, enfatiza a comandante-geral do CBMMG, coronel Jordana de Oliveira Filgueiras Daldegan.

O amigo certo nas horas incertas

A profissão do bombeiro militar está entre as de maior credibilidade no país e ocupa o topo do Índice de Confiança Social. Isso se deve a proximidade entre a corporação e a sociedade em situações de urgência e emergência.

O Curso de Formação de Soldados prepara os militares para o atendimento direto à população, com forte atuação operacional, especialmente em áreas como o atendimento pré-hospitalar e salvamentos.

Já o Curso de Formação de Oficiais prepara líderes e gestores. No início da carreira, os oficiais coordenam equipes operacionais e, ao longo da trajetória profissional, podem assumir cargos estratégicos na corporação.

Entre as principais atribuições, estão as ações mergulho, salvamento terrestre, salvamento aquático, salvamento em altura, prevenção a incêndio e pânico, atendimento pré-hospitalar, combate a incêndio urbano e florestal e atuação em ocorrências com produtos perigosos, proteção de vidas e bens.

Formação aplicada na corporação

No CFSd, o conhecimento pode ajudar no atendimento operacional, em especial, na área de Atendimento Pré-Hospitalar. Já o CFO, forma gestores que, no início da carreira, irão atuar na coordenação do serviço operacional, e a médio e longo prazo, ocuparão cargos de gerenciamento de diretorias, centros, assessorias e outras sessões.

Ensino superior aplicado ao longo da carreira no CBMMG

• Engenharia e Ciências Exatas: setor de prevenção contra incêndio e pânico, gestão de emergências envolvendo produtos perigosos, perícias de incêndio, setores administrativos de suprimento, manutenção e logística;
• Biológicas: assessoria de assistência à saúde, treinamento físico militar, atendimento pré-hospitalar, abordagem a tentativas de suicídio, captura de animais silvestres, busca e salvamento com cães;
• Humanas: assessoria jurídica, corregedoria, setores de recursos humanos, direito administrativo, justiça e disciplina.

 

Minas encerra o primeiro bimestre de 2026 com mais de 22 mil empresas abertas

Somente em fevereiro foram registradas 11.267 constituições; setor de serviços responde por 76% do total dos novos negócios formalizados no ano

Minas Gerais encerrou o primeiro bimestre de 2026 com 22.396 novas empresas em todas as regiões do estado. Somente em fevereiro, foram registradas 11.267 constituições de negócios.

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Nos dois primeiros meses do ano, o setor de serviços concentrou a maior parte das empresas abertas, com 17.171 formalizações, o que representa 76% do total. Na sequência aparecem o comércio, com 4.276 novos negócios (19%), e a indústria, com 948 registros (4%).Os dados integram o relatório mensal de registros mercantis produzido pela Junta Comercial do Estado de Minas Gerais (Jucemg), autarquia vinculada à Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sede-MG) do Governo de Minas, divulgado nesta sexta-feira (13/3).

“Os números de abertura de empresas do primeiro bimestre de 2026 demonstram que Minas Gerais segue avançando na construção de um ambiente cada vez mais favorável ao empreendedorismo. Prova disso é o recente alcance da marca de mais de 600 municípios livres, consolidando o estado como referência nacional em liberdade econômica”, celebra a secretária de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mila Corrêa da Costa.

“Minas Gerais segue demonstrando a força do seu ambiente de negócios, ao superar 22 mil novos empreendimentos somente nestes dois primeiros meses do ano, refletindo fortemente a confiança dos empreendedores na economia mineira”, comenta a presidente da Junta Comercial do Estado de Minas Gerais, Patricia Vinte Di Iório.

Serviços mantém destaque em fevereiro
Em fevereiro, os serviços também lideraram a abertura de empresas em Minas, com 8.541 novos registros, frente a 8.428 no mesmo mês de 2025. O comércio aparece em seguida, com 2.221 novas formalizações, ante 2.488 no ano anterior, enquanto a indústria contabilizou 504 aberturas, acima das 473 registradas em fevereiro de 2025.

Região Central lidera aberturas no primeiro bimestre

A região Central foi a que mais registrou empresas no primeiro bimestre do ano, com 10.165 novos negócios constituídos. Em seguida aparecem as regiões Sul (2.735), Triângulo (2.305), Zona da Mata (1.771), Rio Doce (1.368), Centro-Oeste (1.357), Norte (971), Alto Paranaíba (816), Jequitinhonha (509) e Noroeste (398).

Em fevereiro, a região Central também se destacou, com 5.030 empresas abertas, seguida pelas regiões Sul (1.388), Triângulo (1.235), Rio Doce (687) e Zona da Mata (908).

Ranking municipal

Entre os municípios, Belo Horizonte liderou em números absolutos de constituições, com 6.059 registros, sendo 2.894 deles somente em fevereiro. Na sequência aparecem Uberlândia (1.317 no ano e 739 em fevereiro), Contagem (706 e 405), Juiz de Fora (601 e 294), Montes Claros (412 e 193), Betim (411 e 222) e Uberaba (409 e 210).

Extinções

Em relação às extinções, o primeiro bimestre do ano registrou 16.453 encerramentos, número 3,3% inferior às 17.002 anotadas no mesmo período do ano passado.

Microempreendedor Individual (MEIs)

O levantamento da Jucemg considera empresas de todos os portes, exceto os Microempreendedores Individuais (MEIs), cujas inscrições são realizadas diretamente no Portal do Empreendedor, do Governo Federal.

Classes bem distintas.

Paulo Henrique Coimbra de Oliveira – Economista – RJ

Temos 2 classes bem distintas de assalariados. No teto da pirâmide temos os graduados dos 3 poderes cheios de PENDURICALHOS imorais e ilegais vivendo nababescamente. E no piso o pessoal do PENDURANOSGALHOS pois com o que ganham mal dá para comer e ainda estão nas mãos de agiotas assim como os aposentados e pensionistas do INSS.