Secretaria de Agricultura lança 12ª edição do Panorama do Comércio Exterior do Agronegócio Mineiro

Gov. MG/Imprensa

Minas amplia a diversificação da pauta do agronegócio com a exportação de 601 produtos para 172 países

A Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa) fez o lançamento da 12ª edição do Panorama do Comércio Exterior do Agronegócio de Minas Gerais, em evento virtual transmitido, nesta quarta-feira (25/11), pelo canal do Youtube da Secretaria. O estudo bilíngue (inglês e português) apresenta, de forma clara e objetiva, as informações sobre a evolução das exportações e importações dos produtos que compõem a balança comercial do agronegócio mineiro, além de evidenciar os principais mercados e tendências.

Segundo a secretária Ana Valentini, a exportação é vista como o melhor caminho para os setores produtivos. “A exportação garante contratos definidos, remuneração melhor, na maioria das vezes, e todo mundo quer vender bem o seu produto. Nos últimos tempos, tem havido novas aberturas para produtos agropecuários e isso tem trazido muito dinamismo ao setor. Este estudo elaborado pela Seapa é uma ferramenta que traz uma análise conjuntural das exportações do agronegócio mineiro com informações valiosas para o produtor”, afirma.

Além do registro histórico das exportações na última década, o documento apresenta em detalhes toda a diversidade de produtos exportados pelo estado, com o objetivo de facilitar a identificação de oportunidades comerciais por parte de empresas estrangeiras. Segundo o subsecretário de Política e Economia Agropecuária da Seapa, João Ricardo Albanez, esta série busca sistematizar as informações para que o setor produtivo tenha uma dimensão do comércio exterior do estado de uma forma fácil e agradável, com gráficos e contextualizações.

“O panorama traz informações importantes aos setores envolvidos no agronegócio, empresas nacionais e estrangeiras, produtores, estudantes, representantes do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) nas embaixadas de países com tradição no comércio exterior de produtos agropecuários, câmaras de comércio e outras instituições”, avalia.

Exportações

De acordo o estudo, elaborado pela assessora técnica da Seapa Manoela Teixeira, Minas Gerais é o quinto estado exportador de produtos do agronegócio nacional. Em 2019, o valor alcançado com as exportações alcançou US$ 7,86 bilhões que representaram 8% das exportações do país. Os produtos mineiros foram comercializados com 172 países. China, Estados Unidos, Alemanha, Itália e Japão são os principais países de destino.

O café, principal produto de exportação do agronegócio mineiro respondeu por 44,6% da pauta, com receita de US$ 3,5 bilhões e embarque de 26,6 milhões de sacas, recorde histórico em volume. Em segundo lugar, os produtos do complexo soja (grão, óleo e farelo) registraram o valor de US$ 1,44 bilhão.

Dentre as regiões do estado, o Sul de Minas destaca-se como o maior exportador (US$ 2,79 bilhões), seguido do Triângulo Mineiro (US$ 2,01 bilhões), Rio Doce (US$ 678,76 milhões), Zona da Mata (US$ 547,89 milhões) e Central (US$ 480,55 milhões).

Diversificação
Em 2019, a pauta exportadora do agronegócio mineiro registrou a maior diversificação da série histórica. “Numa análise setorial das exportações, o agronegócio tem sido a segunda principal categoria de receitas para o estado, atrás somente do setor de mineração. No último ano, a pauta exportadora do agronegócio alcançou a marca de 601 tipos diferentes de produtos enviados ao exterior, indicando crescimento de 5% em relação a 2018 e quase 13% com o início da década. Toda essa variedade de produtos atesta ao mundo a capacidade produtiva e competitiva de Minas Gerais”, avalia Manoela Teixeira.

Tortura e pena de morte

Gustavo Hoffay*

Desde a época do ensino primário, passando pela faculdade, locais de trabalho, alguns eventos culturais, familiares e esportivos ou mesmo em viagens e passeios diversos e em ruas e praças de todas as cidades e estados do Brasil por onde já passei e até ao momento atual , perdi o numero de vezes que ouvi mulheres de todas as raças e classes sociais dizendo-se totalmente favoráveis ao aborto; outras conheci em Belo Horizonte que abortaram seus filhos por sua livre e espontânea vontade e que, mesmo passadas décadas desde aquela prática clandestina e criminosa, ainda hoje carregam um profundo remorso e sempre atado a uma desagradável sensação de perversidade cometida contra um ser inocente e o que, imagino, talvez ainda as persigam pelo resto de suas vidas. O peso de tal barbaridade cometida contra quem, pensavam , não tinha o direito de nascer e ser apresentado à luz da vida, imagino ser insustentável, inquebrantável. Agora e novamente chegam-nos notícias de que novos grupos de mulheres “moderninhas” em nosso país dizem-se no direito de matar e expulsar do próprio corpo uma criança em formação. Francamente…..Porque ao contrário de reclamarem tal direito, elas não assumiram o dever de evitar uma gravidez indesejada? Permitam-me os leitores seguir com minhas pessoais observações a esse respeito e as quais, já há algum tempo e sob um outro enfoque , tive a oportunidade de expor nesse mesmo e valioso espaço. Muito embora seja do conhecimento de muitos a existência de ativos movimentos feministas pró-aborto em todo o Brasil e cuja pressão adentra e escorre por corredores, gabinetes e plenários do Congresso Nacional, lamento o fato de que nem mesmo motivos morais e religiosos fariam nobres e intocáveis legisladores posicionarem-se contra aquele ato execrável, abominável sob todos os aspectos. E com todo respeito a deputados e senadores que dizem-se católicos religiosos, crentes e seguidores do Evangelho do Cristo, digo com toda certeza que mesmo entre eles existe aqueles que têm a coragem de ir contra a família e a sua fé cristã, no momento de votarem favoravelmente sobre um projeto de lei que permite aquela prática criminosa em solo brasileiro, visto que outros motivos de grande e desejável monta, surgidos sabe-se lá onde, terminam convencendo-os a apoiar tal gravíssimo ato. A minha esperança e a de milhões e milhões de outros brasileiros contra uma lei naquele sentido, baseia-se também na quase impossibilidade de criar-se uma lei menor absolutamente contrária à lei maior ( a Constituição Brasileira ) e mesmo porque ela seria argüível de inconstitucionalidade; e digo quase, pois é sabido que tudo pode acontecer quando amontoam-se interesses particulares diversos originados ou não debaixo daquelas duas grande cúpulas do Congresso Nacional. Além de violar o direito à vida, uma lei favorável ao crime de aborto permitiria a legalização daquilo que a própria oposição insiste em combater: a tortura e o tratamento degradante de um ser humano. Ou será que nesse momento os mesmos autores daquele mortal projeto de lei e defensores ardorosos dos “direitos humanos” omitem-se de opinar, negligenciam e olvidam? Será que congressistas ao aprovarem uma lei favorável ao aborto, não estariam criando um “novo direito” e contra o “direito”? Nesse caso criaria – se um direito de tortura e cuja prática, curiosamente, é vorazmente combatida a décadas ( também ) por aqueles mesmos que hoje defendem a sua volta e, pior, contra um ser totalmente inocente e indefeso! Ou será que para os políticos e outros defensores do aborto, a tortura e os tratamentos desumanos só ocorreram na época do governo militar e ainda ocorrem apenas em ambiente extra uterino? Atentar contra a vida de quem ainda está para nascer é fácil, afinal não são precisos armas ou bombas, basta a vítima ser triturada e aspirada para, depois, “ descer lisinha” e ser depositada em um saco plástico!

Agente Social – Uberlândia-MG

Multivacinação, Sarampo e Poliomielite têm campanhas prorrogadas até dezembro

Prefeitura espera aumento na busca por doses nas 74 salas de vacinação

Secom/PMU

Visando uma cobertura vacinal satisfatória para evitar o risco do surgimento de doenças controladas ou erradicadas, a Secretaria Municipal de Saúde aderiu à nova prorrogação nas Campanhas de Multivacinação, Poliomielite e Sarampo. Conforme cronograma da Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG), até o próximo dia 4 de dezembro as 74 salas de vacinação do município estarão oferecendo as doses, cumprindo medidas de biossegurança em relação ao Covid-19.

Para a vacinação contra Poliomielite, o público-alvo são crianças de 12 meses a menos de cinco anos. O engajamento na busca por atualizar os cartões ocorre desde 5 de outubro, mas a cobertura vacinal está em 72,69% da meta de 33.695 pessoas a serem imunizadas.

Já a vacinação indiscriminada contra o Sarampo tem o objetivo de aplicar doses em 309.889 pessoas entre 20 e 49 anos de idade. A aplicação da tríplice viral também protege contra a caxumba e a rubéola. Entretanto, apenas 21% já buscou as salas de vacinação desde o início da campanha em setembro.

Na Campanha de Multivacinação, a meta é verificar os cartões de vacina de 130 mil crianças e adolescentes (de 0 a 14 anos) para certificar se estão em dia ou precisam receber alguma dose de rotina.

Salas de vacina
O município tem à disposição 74 salas de vacina, que fazem o atendimento de segunda a sexta-feira. Nas Unidades Básicas de Saúde da Família (UBSF) o funcionamento é das 7h30 às 16h30. Já nas Unidades Básicas de Saúde (UBS), o atendimento acontece das 7h30 às 18h. Nas Unidades de Atendimento Integrado (UAI), o horário é das 8h às 20h.

Secretaria de Agricultura lança 12ª edição do Panorama do Comércio Exterior do Agronegócio Mineiro

Minas amplia a diversificação da pauta do agronegócio com a exportação de 601 produtos para 172 países

Foto Seapa

A Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa) fez o lançamento da 12ª edição do Panorama do Comércio Exterior do Agronegócio de Minas Gerais, em evento virtual transmitido, nesta quarta-feira (25/11), pelo canal do Youtube da Secretaria. O estudo bilíngue (inglês e português) apresenta, de forma clara e objetiva, as informações sobre a evolução das exportações e importações dos produtos que compõem a balança comercial do agronegócio mineiro, além de evidenciar os principais mercados e tendências.

Segundo a secretária Ana Valentini, a exportação é vista como o melhor caminho para os setores produtivos. “A exportação garante contratos definidos, remuneração melhor, na maioria das vezes, e todo mundo quer vender bem o seu produto. Nos últimos tempos, tem havido novas aberturas para produtos agropecuários e isso tem trazido muito dinamismo ao setor. Este estudo elaborado pela Seapa é uma ferramenta que traz uma análise conjuntural das exportações do agronegócio mineiro com informações valiosas para o produtor”, afirma.

Além do registro histórico das exportações na última década, o documento apresenta em detalhes toda a diversidade de produtos exportados pelo estado, com o objetivo de facilitar a identificação de oportunidades comerciais por parte de empresas estrangeiras. Segundo o subsecretário de Política e Economia Agropecuária da Seapa, João Ricardo Albanez, esta série busca sistematizar as informações para que o setor produtivo tenha uma dimensão do comércio exterior do estado de uma forma fácil e agradável, com gráficos e contextualizações.

“O panorama traz informações importantes aos setores envolvidos no agronegócio, empresas nacionais e estrangeiras, produtores, estudantes, representantes do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) nas embaixadas de países com tradição no comércio exterior de produtos agropecuários, câmaras de comércio e outras instituições”, avalia.

Exportações

De acordo o estudo, elaborado pela assessora técnica da Seapa Manoela Teixeira, Minas Gerais é o quinto estado exportador de produtos do agronegócio nacional. Em 2019, o valor alcançado com as exportações alcançou US$ 7,86 bilhões que representaram 8% das exportações do país. Os produtos mineiros foram comercializados com 172 países. China, Estados Unidos, Alemanha, Itália e Japão são os principais países de destino.

O café, principal produto de exportação do agronegócio mineiro respondeu por 44,6% da pauta, com receita de US$ 3,5 bilhões e embarque de 26,6 milhões de sacas, recorde histórico em volume. Em segundo lugar, os produtos do complexo soja (grão, óleo e farelo) registraram o valor de US$ 1,44 bilhão.

Dentre as regiões do estado, o Sul de Minas destaca-se como o maior exportador (US$ 2,79 bilhões), seguido do Triângulo Mineiro (US$ 2,01 bilhões), Rio Doce (US$ 678,76 milhões), Zona da Mata (US$ 547,89 milhões) e Central (US$ 480,55 milhões).

Diversificação
Em 2019, a pauta exportadora do agronegócio mineiro registrou a maior diversificação da série histórica. “Numa análise setorial das exportações, o agronegócio tem sido a segunda principal categoria de receitas para o estado, atrás somente do setor de mineração. No último ano, a pauta exportadora do agronegócio alcançou a marca de 601 tipos diferentes de produtos enviados ao exterior, indicando crescimento de 5% em relação a 2018 e quase 13% com o início da década. Toda essa variedade de produtos atesta ao mundo a capacidade produtiva e competitiva de Minas Gerais”, avalia Manoela Teixeira.

A nova edição do Panorama do Comércio Exterior do Agronegócio de Minas Gerais está disponível para consulta e download no site da Secretaria de Agricultura. Clique aqui para o acesso.

Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento – Assessoria de Comunicação Social
Jornalista responsável: Márcia França

Implantação de salas modulares permite inovação nas escolas municipais

Cinco instituições receberam estruturas que reforçam oferta de vagas e aprendizado lúdico

Fotos: Cleiton Borges – Secretaria Municipal de Governo e Comunicação/PMU

Somando às inovações tecnológicas incorporadas na rotina de educadores e alunos, a Prefeitura tem investido na implantação de salas de aula modulares que unem recursos educacionais inovadores à garantia de mais vagas para na rede pública de ensino. Cinco escolas de ensino fundamental receberam as estruturas garantidas com recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). O aporte é de R$ 1.391.600,00.

Cada uma das 14 salas modulares já implantadas têm 36,67 metros quadrados. O layout foi pensado para atender 25 estudantes por sala, priorizando as séries iniciais. Considerando os períodos matutino e vespertino, serão beneficiados aproximadamente 700 estudantes. O trabalho seguiu laudos e certificações preconizados por órgãos de segurança, tornando as salas aptas para utilização assim que for permitido o retorno às aulas presenciais.

O conceito estrutural comporta projeto luminotécnico completo, acústica adequada, janelas, dois equipamentos de ar condicionado, paredes e tetos feitos em lousa para um ambiente ainda mais lúdico e alfabetizador. O acesso às salas conta com passarela e corrimão de acessibilidade e pisograma ao redor. As salas foram construídas sobre sustentações de concreto que permitem o encaixe dos módulos.

Foram implantadas duas salas na Emei Dom Almir, duas na Emei Professora Veridiana Rodrigues Carneiro (Mansour), duas na Escola Municipal Professora Maria Regina Arantes Lemes (Pequis), quatro na Escola Municipal Professora Josiany França (Canaã) e quatro na Escola Municipal Professor Milton de Magalhães Porto (Segismundo Pereira).

A secretária municipal de Educação, Tania Toledo, reforça que as salas atendem todos os requisitos legais e de segurança, além de serem módulos de rápida implantação e que permitem explorar o ensinar de inúmeras formas.

“Enquanto em um processo normal levaríamos mais um de um ano para construção, com as salas modulares temos agilidade para atendermos a demanda de vagas para quem procura a rede municipal. Entendemos que são salas muito favoráveis às crianças pequenas, por permitirem o uso de todas as paredes como quadros. Esse recurso traz, também, muitas possibilidades para os professores trabalharem com mais proveito”, destacou.

Receptividade
Na Escola Municipal Professor Milton de Magalhães Porto, no bairro Segismundo Pereira, por exemplo, as quatro salas modulares foram somadas às nove salas tradicionais. A diretora Simone Silveira destaca que a novidade já agradou professores, pais e alunos que passaram pelo local.

“As famílias ficaram encantadas com o visual e formato. Ficamos muito agradecidos pela iniciativa da Prefeitura em prol da inovação na estrutura da escola. Essa ação vai colaborar com o nosso trabalho cotidiano pedagógico, oferecendo mais vagas para o bairro e adjacências”, disse.

Complemento
A chegada das salas modulares soma ao trabalho desenvolvido dentro do programa Escola Bem Arrumada, lançado há 15 anos, na primeira gestão do prefeito Odelmo Leão, e retomado em 2017. O propósito é a adequação da infraestrutura na escolas municipais, considerando acessibilidade, atualizações de segurança, pintura, revitalizações e reformas gerais. Apenas nos últimos três anos, 37 obras foram realizadas, Atualmente, há trabalhos em andamento em 29 escolas. Em 12, as melhorias já passaram de 60% da conclusão.

UFU está entre as quatro melhores federais em gestão de custos

Ascom/UFU

Ranking com as 63 universidades foi publicado no Boletim Anual Foco em Custos, do Ministério da Economia

A UFU ficou com a nota 7,62 em uma escala de 0 a 10, após a avaliação de três quesitos (foto: Marco Cavalcanti)

A Universidade Federal de Uberlândia (UFU) ficou em quarto lugar no ranking de desempenho das 63 universidades federais em relação à gestão de suas contas. O resultado foi publicado no Boletim Anual Foco em Custos, no dia 10/11. A publicação, do Ministério da Economia, apresenta uma visão geral dos custos do Governo Federal.
De acordo com o boletim, a informação de custos remete ao consumo dos recursos e à mensuração dos bens e serviços prestados à sociedade com tal consumo. Os recursos que são consumidos na produção desses bens e serviços para a sociedade, portanto, são os custos.
Os indicadores foram apurados para as setoriais de custos dos ministérios, Advocacia-Geral da União (AGU) e Comandos Militares; universidades federais; agências governamentais e empresas estatais dependentes.
Na publicação, os indicadores que embasaram os diversos rankings de desempenho de órgãos do Poder Executivo federal, foram: contabilidade de custos por competência (regularidade e dispersão) e utilização das ferramentas de detalhamento de custos(personalização). A UFU ficou com a nota 7,62 em uma escala de 0 a 10, após a avaliação desses três quesitos.
Ela ficou com 100% no quesito “regularidade”, referente à existência ou não de registro contábil mensal para itens de custos de funcionamento com consumo recorrente em 2019. Esse quesito teve 50% de peso.
No segundo quesito, “dispersão” — calculada pela média ponderada dos coeficientes de variação dos mesmos itens da “regularidade”, mas com 10% de peso —, a instituição ficou com 77,73%.
O uso de detalhamento dos centros de custos estruturados de forma sistêmica definiu o último tópico: “personalização”. A UFU atingiu, neste quesito com 40% peso, o índice de 46,16%. A nota final (de 0 a 10) resultou da soma ponderada de cada indicador.
As três primeiras universidades federais mais bem avaliadas, em ordem decrescente, foram: Fundação Universidade Federal do Pampa, Fundação Universidade Federal de São João del-Rei e Universidade Federal de Lavras.