Senador Rodrigo Pacheco garante R$ 13,5 milhões Polícia Militar no Triângulo Mineiro

BRASÍLIA – O presidente do Congresso Nacional, senador Rodrigo Pacheco (Democratas-MG), assegurou R$ 13,5 milhões para a implementação do sistema digital de comunicação da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) no Triângulo Mineiro, beneficiando 2,4 milhões de moradores em 71 municípios da região. A modernização da tecnologia irá garantir mais segurança às operações e aos agentes. A quantia foi liberada no dia 7 deste mês pelo governo federal após pedido do senador mineiro à Secretaria de Governo da Presidência da República.

Ascom/Senador Rodrigo Pacheco

Pacheco acolheu a solicitação apresentada no final do mês passado pelo comandante-geral da PMMG, coronel Rodrigo Sousa Rodrigues. O atual sistema de rede-rádio da força de segurança no Triângulo Mineiro é analógico e não possui criptografia. Essa defasagem, segundo o oficial, resulta em prejuízos para o sucesso de operações e de ações preventivas e ostensivas. A nova tecnologia a ser instalada vai evitar falhas, ruídos e interferências no sistema além de impedir que a frequência dos rádios usados pelos militares seja invadida e copiada por pessoas não autorizadas.

O chefe da corporação destacou no pedido feito ao senador Pacheco, que a demanda havia sido apresentada ao Executivo Federal em 2017. E, apesar de o convênio ter sido celebrado um ano depois com o Ministério da Justiça e Segurança Pública, até maio de 2020 somente R$ 1,7 milhão tinha sido liberado, impossibilitando a finalização do sistema. “Com certeza, a execução desse projeto vai contribuir de maneira significativa para a redução dos índices de criminalidade em Minas Gerais, com reflexos imediatos nas estatísticas do governo federal. Somente no ano passado iniciativas desse tipo reduziram em 32% os crimes violentos e em 13,3% as vítimas de homicídios consumados, em comparação com 2019. O sigilo na comunicação dos policiais é essencial para que as ações sejam exitosas, com mais celeridade e maior eficiência. Os novos equipamentos também vão ajudar na própria segurança dos agentes. É uma demanda antiga que, felizmente, conseguimos atender”, ressaltou Rodrigo Pacheco.

Cem dias de governo foram marcados por várias inaugurações

Ascom/PMA

Os cem dias de governo da administração Renato Carvalho e Maria Cecília de Araújo foi marcado por várias inaugurações nesta quarta-feira (14). O dia foi iniciado com um café da manhã, em que foi apresentado oficialmente à comunidade o aplicativo “Cidadão Online”.
Ainda na parte da manhã, outro evento movimentou a Praça Getúlio Vargas, no centro da cidade: a inauguração dos terminais de ônibus, que servirão a sociedade do transporte coletivo municipal e intermunicipal.
Na praça também foi inaugurada a reforma da Casa do Artesão. A obra é a primeira etapa de um processo de três fases para a reorganização do artesanato de Araguari.
No período da tarde, mais duas obras foram inauguradas. Com melhorias no trecho da Av. Miguel Assad Debs, no bairro Independência, foi feito o asfalto de parte da via que ainda não era pavimentada, sendo uma das doze vias da cidade que estão sendo asfaltadas.
A administração inaugurou ainda uma quadra oficial na modalidade peteca, localizada na Avenida Minas Gerais, setor Jardim Regina. Praça de esportes com medidas oficiais e que contará com iluminação para jogos noturnos.
“São inaugurações que marcam o momento importante dos cem primeiros dias da nossa gestão. Estamos trabalhando para fazer muito mais para a cidade de Araguari”, destacou o Prefeito Renato Carvalho.

UFU é pioneira na emissão de diplomas digitais

Universidade Federal de Uberlândia tinha até o final deste ano para implementar a nova versão do documento, mas já começa a fazê-lo a partir desta quinta-feira (15/04)

Imagem: Freepik.com

Instituído pelo Ministério da Educação (MEC) – por meio das portarias Nº 330 (de 5 de abril de 2018), Nº 554 (de 11 de março 2019) e da Instrução Normativa Nº 1 (de 15 de dezembro de 2020) –, o diploma digital já é realidade para os concluintes de cursos de graduação pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU). A partir desta quinta-feira (15/04), ocorre a “virada de chave” e o documento passa a ser emitido de forma totalmente eletrônica, garantindo mais economia, funcionali dade e rapidez ao processo.
“Nós teríamos até o final de 2021 para implementar esta novidade, mas, graças ao empenho e trabalho conjunto neste projeto), desde 2018, pelas equipes da Pró-Reitoria de Graduação (Prograd) e do Centro de Tecnologia da Informação e Comunicação (CTIC), está sendo possível disponibilizá-la já agora, ainda na metade de abril. Estamos muito felizes por proporcionar esta grande conquista tanto para os alunos da UFU quanto para todos os servidores que recebem este tipo de demanda e poderão executá-la de forma muito mais prática, moderna e preservando a segurança das informações”, comenta Ricardo de Oliveira Máximo, assessor de Gestão Administrativa da Prograd.
De acordo com o artigo 2º da Portaria MEC nº 554/2019, o “diploma digital é aquele que tem sua existência, sua emissão e seu armazenamento inteiramente no meio digital, e cuja validade jurídica é presumida mediante a assinatura com certificação digital e carimbo de tempo na Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira – ICP-Brasil, conforme os parâmetros do Padrão Brasileiro de Assinaturas Digitais – PBAD e o uso dos demais dispositivos fixados nesta Portaria”.
O Diploma Digital UFU será integrado ao Sistema de Gestão (SG) da instituição, podendo ser validado, a qualquer tempo, no Portal de Validação de Diploma da UFU, por meio de um código de validação que será disponibilizado para o aluno no final do processo de registro do diploma. “A nossa solução atende em plenitude a IN Nº1/2020, que dispõe sobre a regulamentação técnica para a emissão e o registro de diploma de graduação, por meio digital. Daí o fato de podermos dizer que a UFU é uma das primeiras universidades a atender integralmente esta legislação e ter o seu processo totalmente digital, desde a fase de emissão, registro e coleta em lote das assinaturas, com certificação digital padrão ICP-Brasil em nuvem e carimbo do tempo, dos signatários do diploma”, informa Fabiano Silvério Ribeiro Alves, analista de Tecnologia da Informação do CTIC.
Coordenador da Divisão de Assuntos Educacionais da Prograd, Vanderlan Luiz de Sousa esclarece que a partir da virada de chave, nesta quinta-feira, a UFU não fornecerá mais os diplomas em versão impressa. No entanto, isso não impede a utilização do documento nesse formato, conforme ele aponta: “Sabemos que muitas pessoas fazem questão do diploma em papel, para emoldurá-lo e afixá-lo na parede, por exemplo. A impressão do documento poderá ser realizada em casa mesmo e o arquivo virá com a representação visual um pouco diferenciada em relação ao modelo impresso que deixa de ser utilizado, marcando a nova identidade do diploma UFU 100% digital. É importante destacar que o diploma original não será mais o formulário impresso, mas sim o arquivo xml, que poderá ser verificado rapidamente no Portal de Validação. Estará também disponível no portal o PDF da representação visual do diploma para impressão.”
Ainda segundo Sousa, “os ganhos com a nova tecnologia são muitos, conforme relatados pelo assessor de Gestão Administrativa da Prograd, sendo que também podem ser enfatizadas a economia de recursos e a rapidez na finalização do processo, possibilitando a redução do tempo de disponibilização do documento pela metade, ou seja, de 120 dias (tempo regulamentar) para aproximadamente 60 dias”.

Macrorregiões Norte, Sul, Sudeste e Jequitinhonha avançam para onda vermelha do Minas Consciente

Comitê Covid-19 aprovou ainda progressão de fase de seis microrregiões, incluindo Grande BH

Gov. MG/Comunicação

As macrorregiões de Saúde Norte, Sul, Sudeste e Jequitinhonha e as microrregiões de Betim, Belo Horizonte/Nova Lima/Caeté, Vespasiano, Contagem, Curvelo e Manhuaçu poderão avançar para a onda vermelha do plano Minas Consciente. A decisão foi tomada nesta quinta-feira (15/4) pelo Comitê Extraordinário Covid-19, grupo que se reúne semanalmente para avaliar a situação da pandemia no estado.
Com a decisão, metade das macrorregiões do Estado ficará na onda vermelha, enquanto a outra metade segue na onda roxa, a mais restritiva do plano, por pelo menos mais uma semana. Triângulo do Norte, Triângulo Sul e Noroeste, que já estavam na onda vermelha desde a última segunda-feira (9/4), permanecem nesta fase.
“Obtivemos melhorias de indicadores, o que possibilitou as decisões técnicas por parte da Secretaria de Saúde. Mas é preciso lembrar que estamos longe de ter conforto. Ainda temos um sistema hospitalar sobrecarregado, os profissionais de saúde estão cansados e as vagas são poucas. Por isso precisamos tomar todos os cuidados para evitar a transmissão do vírus. Dobramos o número de leitos de UTI e de enfermaria em Minas Gerais, mas o aumento de casos nessa segunda onda exige toda cautela”, afirma o governador Romeu Zema.
Na última semana, Minas Gerais registrou aumento de 4,01% no número de casos e 6,81% nos óbitos, o que justifica a progressão de onda apenas nas regiões que apresentaram melhores resultados na incidência da doença e também na ocupação dos leitos. A positividade da covid-19 está em 44% em todo o Estado.

Efetividade da onda roxa
O isolamento e as medidas restritivas da onda roxa geraram resultados positivos nas macrorregiões que poderão progredir para a onda vermelha. Jequitinhonha, por exemplo, está com a taxa de ocupação UTI exclusivo Covid em 72%, enquanto a região Norte registra 83% de ocupação.
Em relação às microrregiões, as cidades da Grande BH poderão avançar de onda após haver uma redução na fila de pacientes por leitos de UTI, assim como a micro de Manhuaçu, que também controlou a incidência da doença após ter entrado há mais de um mês na onda roxa do Minas Consciente.
Na avaliação do secretário de Estado de Saúde, o médico Fábio Baccherreti, a incidência da doença em algumas macrorregiões segue alta, o que indica a necessidade de manutenção da onda roxa em parte do Estado. Em contrapartida, já é possível sentir o impacto das medidas mais duras de restrição em algumas regiões após mais de um mês da onda.
“Em algumas regiões qualquer variação no número de casos pressiona o sistema de saúde. Mas a progressão decidida pelo Comitê leva em consideração a chegada de medicamentos (sedativos do kit intubação), o que nos dá uma melhor perspectiva no atendimento. E pela primeira vez em um mês temos macrorregiões com leitos vagos, o que permitirá a movimentação de pacientes”, destaca o secretário.
Impacto da vacinação
Durante a reunião do comitê, o secretário indicou ainda o impacto da vacina nos óbitos dos idosos em Minas. Segundo ele, as mortes vêm diminuindo nos grupos que receberam mais doses do imunizante, especialmente nos idosos acima de 80 anos. “Antes o óbito chegada a 8% nos grupos de mais idade e agora está em 3%. Em maio nossa expectativa que é que a média de internação e óbito do grupo mais vulnerável caia ainda mais”, ressalta Baccheretti.
Deliberações
O Comitê Extraordinário aprovou duas revisões na Deliberação 130, que regulamenta o Minas Consciente.
A primeira delas, atendendo a pedido do Ministério Público do Trabalho em conjunto com Ministério Público de Minas, Ministério Público Federal e Defensoria Pública da União, definiu pela suspensão dos jogos de futebol nas macrorregiões que estão na onda roxa do plano.
A segunda deliberação reforça a proibição de consumo interno nos estabelecimentos comerciais, como lanchonetes e padarias, “priorizando o funcionamento interno e a prestação dos serviços na modalidade remota e por entrega de produtos”.

Trajetória de artistas negros de Ituiutaba é retratada em websérie

Estreia do projeto ‘Voz Preta’ ocorre na noite desta quinta-feira (15/04)

Ascom/UFU

Iniciativa que retrata a história de cinco artistas negros da cidade de Ituiutaba, a websérie “Voz Preta” será lançada nesta quinta-feira (15/04), às 19h. O projeto é de responsabilidade da organização não-governamental Vânia Lafit, juntamente com a Associação Baobá e o Núcleo de Estudos Afro-brasileiros e Indígenas da Universidade Federal de Uberlândia (NEABi Pontal/UFU).
Dividida em cinco episódios, com duração de 10 a 15 minutos cada, a websérie será exibida semanalmente, por meio de três redes sociais:Facebook, Instagram e YouTube. De acordo com a professora Luciane Ribeiro Dias Gonçalves, do curso de Pedagogia e cordenadora do NEABi Pontal, “esta obra exibe a trajetória de cinco artistas negros que residem em Ituiutaba e intercalam o trabalho com suas vivências, promovendo a proliferação da arte e cultura negra, por meio dos debates que permeiam educação, arte, cultura, relações étnico-raciais, sexualidade e gênero”. Ela frisa que as gravações foram realizadas ano passado, com equipe reduzida e seguindo todos os protocolos de prevenção à Covid-19 recomendados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pelo Ministério da Saúde, além dos protocolos locais; tudo para garantir segurança a todos os envolvidos.endações da Organização Mundial da Saúde (OMS), Ministério da Saúde, e Protocolos locais, garantindo segurança a todos os envolvidos”, destaca.

Cenas de gravação da websérie. (Fotos: Arquivo pessoal)
A produção se deu por meio do edital do Concurso-Prêmio Ituiutaba de Conexões Culturais – Manifestações Culturais e Audiovisuais de 2020. “É uma forma de constituir um importante espaço educativo, ao quebrar obscurantismos, mostrando outros sentidos e, sobretudo, construindo outras possibilidades e perspectivas para o povo negro, contribuindo com a formação identitária no aspecto individual, dentro da coletividade e particularidades das vivências e violências direcionadas ao povo preto e LGBTQIA+”, aponta a docente do Campus Pontal.
À frente desse trabalho, atuando como diretores, roteiristas e produtores artísticos, estão os representantes de cada uma das instituições: Luiz Gustavo de Souza Araújo (Luiza Araújo), presidente da ONG Vânia Lafit e estudante de Geografia da UFU; e Marcelo Vitor Nogueira Rodrigues, acadêmico de Matemática e presidente da Associação Baobá; além da professora Luciane Gonçalves.

Vânia Lafit

De acordo com Araújo, “esta ONG é uma inciativa que surgiu em meio às demandas do público LGBTQIA+ da cidade de Ituiutaba e região, na busca por representatividade e lugares de espaço de afetividade. O movimento inicial aconteceu como parte das discussões ligadas às pessoas LGBTQIA+ negras que sofrem com a dupla exclusão e ausência de referências positivas para a construção de sua identidade individual e coletiva.”
A Vânia Lafit promove ações educacionais com temáticas ligadas a questões como educação, transexualidade, travestilidade, negritude, feminismo e cultura. “O objetivo é promover espaços de resistência, com enfoque nos debates e ações culturais e educacionais que discutam as demandas da população LGBTQIA+, buscando o aquilombamento e construção de uma identidade positiva da pessoa LGBTQIA+ na sociedade”, finaliza a presidente.

Associação Baobá

A proposta desta entidade é uma junção do desenvolvimento de trabalhos de docentes, discentes e agentes culturais e militantes, que atuam há mais dez anos, na busca por promover uma política cultural igualitária e inclusiva, contribuindo para a valorização da história e das manifestações culturais e artísticas negras na cidade de Ituiutaba, bem como em sua micro e mesorregião. De acordo com o presidente, Marcelo Vitor Nogueira Rodrigues, “os principais focos são no combate ao racismo, xenofobia, homofobia, transfobia e todas as formas de preconceito introjetadas”.
Luciane Gonçalves complementa: “A associação busca instrumentalizar negros, negras, jovens e adultas, ‘cis’ e ‘trans’ para o enfrentamento ao racismo, sexismo, lesbofobia e transfobia e todas as formas de opressão correlatadas. A Baobá atua nos espaços públicos, na defesa e ampliação dos seus direitos, da democracia, da justiça e pelo bem viver.”
Tanto a Vânia Lafit quanto a Baobá desenvolveram ações como coletivo durante todo o ano de 2020 e se institucionalizaram como organizações não-governamentais no último mês de dezembro. A UFU participa de ambas, por meio das parcerias estabelecidas pelo NEABi Pontal, que é composto por um grupo de professores e estudantes que realizam estudos e pesquisas voltados à educação para as relações étnico-raciais.

‘Cultura em Casa’ exibe painel coletivo “O Mundo Pelo olhar da Mulher”

25 obras entre desenhos e pinturas podem ser conferidas no tópico ‘Literatura’

Imagem: Divulgação

A Secretaria Municipal de Cultura e Turismo divulgou nesta semana um vídeo que exibe os trabalhos da população aprovados para o painel coletivo “O Mundo pelo Olhar da Mulher”. Cerca de 25 ilustrações foram enviadas por e-mail, avaliadas pelo crivo da curadoria e, agora, podem ser visualizadas na plataforma ‘Cultura em Casa’, (acesse aqui)

Lutas, conquistas, desafios, força e amor. São diversos os temas que foram utilizados pela população para ilustrar o painel coletivo “O Mundo Pelo Olhar da Mulher (ou como você se vê)”. O material é resultado de uma atividade que foi promovida no mês da mulher pela Secretaria Municipal de Cultura e Turismo com iniciativa da Biblioteca Municipal Juscelino Kubistchek de Oliveira.

“Linda iniciativa da Secretaria de Cultura. A arte é uma forma de se libertar e simplesmente ser. Esse painel coletivo criado é a nossa fala, sentimento, nosso olhar e a batida do nosso coração”, destacou uma das autoras das obras exibidas no e-book, Anelise Avelina Dantas

Além do Painel coletivo “O mundo Pelo Olhar da Mulher”, a exposição “Mulheres Extraordinárias” – Escritoras Brasileiras e Uberlandenses, que também foi criada para celebrar o mês da mulher, está disponível no ‘Cultura em Casa’ por meio do tópico “Literatura. Para conferir o resultado do painel, bem como as duas exposições