Marketing gratuito

Paulo Henrique Coimbra de Oliveira – Economista – RJ

Querem atribuir ao clã Bolsonaro o dom de interferir junto ao governo Trump nas mazelas que recaem sobre o país. É dar louros a quem não faz por merecer. E também é desfazer da capacidade dos americanos de chegarem às suas próprias conclusões e decidirem o que fazer. Com isso tentam se livrar da pecha da incompetência com que gerem o Brasil. Essa atitude apenas dá aos Bolsonaros uma visibilidade ainda maior. É um marketing gratuito e eles agradecem. Nem as conversas inconvenientes com Vorcaro influenciarão na votação que terão, assim como as ladroagens dos diversos governos do PT em nada influíram em seus eleitores.. Infelizmente para o Brasil.

Governo de Minas avança na modernização digital da regulação de leitos com nova plataforma

Core Saúde MG amplia a rastreabilidade, qualifica informações clínicas e fortalece a integração entre Estado, municípios e hospitais

GOV. MG

s transferências e internações de pacientes na rede pública em Minas Gerais passaram a ser gerenciadas por uma nova plataforma. Implementada em 19/5 pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG), a Central de Operações para Regulação Estadual (Core Saúde MG) foi desenvolvida para tornar a regulação de leitos mais ágil, segura, transparente e integrada.
A ferramenta substitui um modelo de tecnologia defasada e traz avanços importantes para a organização da rede assistencial. Com o novo sistema, hospitais, municípios e Estado passam a contar com informações mais qualificadas sobre os pacientes, rastreabilidade das solicitações e acompanhamento mais preciso da ocupação hospitalar.
“A Core fornece um mapa de leitos atualizado três vezes por dia. Com isso, será possível ter muito mais controle sobre o processo e gerar dados melhores sobre o quadro clínico e a necessidade de cada pessoa que aguarda por um leito”, afirma a secretária adjunta de Saúde, Poliana Cardoso Lopes.
A plataforma também opera de forma integrada ao Cadastro Nacional de Usuários do Sistema Único de Saúde (CadSUS) e Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES), permitindo a troca de informações entre sistemas de saúde de forma segura e automática. Na prática, isso reduz falhas, evita retrabalho e apoia o encaminhamento dos pacientes para o leito mais adequado.
Mais segurança na decisão clínica
Um dos diferenciais da Core Saúde MG é a qualificação das informações inseridas no sistema. A plataforma possui campos obrigatórios e protocolos assistenciais que organizam os dados clínicos e permitem que os médicos reguladores avaliem cada caso com mais precisão.
A partir dessas informações, o sistema gera indicadores de prioridade clínica e contribui para a classificação dos pacientes conforme a gravidade. Com a Core, as equipes conseguem acompanhar o tempo de espera pela regulação, o período em análise pelo hospital de destino e o momento em que o encaminhamento é definido.
Busca ativa por leitos
A nova plataforma também adota um modelo de busca ativa por leitos, com monitoramento contínuo da capacidade instalada da rede hospitalar. Por meio de painéis integrados e cruzamento automatizado de informações, o sistema identifica vagas disponíveis e leitos de contingência.
Esse funcionamento permite acelerar o encaminhamento dos pacientes, melhorar o uso dos recursos disponíveis e apoiar gestores na tomada de decisão. A ferramenta também fortalece a articulação entre Estado e municípios, ao organizar os fluxos conforme as pactuações do SUS.
“É muito importante que as equipes dos hospitais, que são portas de entrada do Estado, façam um preenchimento de qualidade dos campos exigidos no Sistema para termos a informação necessária para transferir o paciente de acordo com a necessidade”, avalia Poliana Cardoso.
Transição acompanhada
Como ocorre em toda implantação de grande porte, a entrada em funcionamento da Core Saúde MG exige adaptação das equipes e ajustes operacionais contínuos. Para apoiar esse processo, a SES-MG mantém diálogo permanente com municípios, hospitais e demais usuários da plataforma.
A Secretaria também disponibiliza materiais de apoio, capacitações, manuais e documentos de auxílio ao uso do sistema voltados aos profissionais e gestores que atuam diretamente na regulação. O objetivo é dar segurança às equipes, qualificar o uso da ferramenta e contribuir para o aprimoramento contínuo da regulação estadual.
Nos primeiros dias de funcionamento, a Core já apresentou aumento no volume de registros. A média diária de solicitações passou de 2.562, no SUSfácil MG, para 3.013 na nova plataforma, crescimento de 17,6%. Já a média das internações reguladas subiram de 1.929 para 2.047 por dia, alta de 6,1%, considerando também os pacientes migrados do sistema anterior.

No máximo 3 filhos!

Marília Alves Cunha – Educadora e escritora

Tão interessante quanto conhecer a geografia de um país é conhecer a situação geopolítica. Pouco letrada neste assunto, aproveito o ChatGPT para adquirir algum conhecimento de como fatores geográficos, econômicos e políticos influenciam o poder e a relação entre os países. Enquanto a geografia estuda a descrição do mapa, a geopolítica explica porque o mapa é assim e como as nações competem por recursos e influência territorial.

A China é um grande país em extensão territorial, tendo 9.600.000 de quilômetros quadrados. Sua população hoje é de
1,412 bilhão de habitantes. É um poderoso país, sem nenhuma dúvida, tendo alcançado projeção por seu desenvolvimento extraordinário, tornando-se uma potência militar e econômica reconhecida no mundo inteiro. Apesar disto, enfrenta alguns desafios importantes, entre os quais podemos citar: ENERGIA – o país depende do carvão (60 a 70%),o que torna o país o maior emissor mundial de gazes de efeito estufa; GRANDE VULNERABILIDADE CLIMÁTICA – Secas prolongadas reduzem a capacidade das usinas hidroelétricas e a indústria fica sujeita a apagões constantes; ÁGUA – Escassez e má distribuição. Sessenta por cento (60%)das cidades chinesas sofrem com a falta constante do precioso líquido, causando um enorme desequilíbrio hídrico; POLUIÇÃO SEVERA – Estima-se que até 90% das águas subterrâneas estejam contaminadas. Grande parte dos rios e lagos apresentam água imprópria ao consumo humano, sem tratamento pesado. MEIO AMBIENTE – dezenas de cidades contam entre as mais poluídas do mundo; DESERTIFICAÇÃO DO SOLO – pela rápida urbanização e mudanças climáticas. Grandes obras, como barragens colossais, trazem benefício energético, mas também impactos ambientais e obrigam o reassentamento de milhões de pessoas. Importante:a crise no fornecimento de energia está causando apagões em casas e forçando as fábricas a cortar a produção e desacelerar a vasta produção econômica do país, colocando ainda mais pressão na cadeia de fornecimento global.

A China também enfrenta queda na taxa de natalidade e rápido envelhecimento da população. Por seguidos anos foram violados direitos humanos e reprodutivos dos cidadãos. Mas a partir de 2023 o governo chinês aprovou uma lei que formaliza o direito aos casais a terem até 03 filhos. É lei! Marília Alves Cunha

Ciente de suas dificuldades e pondo a inteligência para funcionar, a grande potência se empenha para manter seu poderio e não perder a força econômica e militar, capacidade tecnológica e industrial que duramente alcançou. Olhou em volta, estudou o mapa, analisou os aspectos geopolíticos, percebeu grandes possibilidades a serem exploradas nos países da América latina, principalmente no Brasil. E mãos à obra, começaram a luta pela grandeza de seu país. No Brasil, discussões se fazem como futrica de comadres, o presidente Lula chora pela perseguição aos “nossos” criminosos e não consegue (ou não interessa) entender que nada nunca foi feito para impedir o crescimento da violência e controle territorial pelas facções criminosas, muito ao contrário. Enquanto isto o país asiático trabalha silencioso e com objetivo. A China não está comprando o Brasil, nem investindo a não ser em si própria. Está fazendo coisa mais inteligente: compra infraestrutura. Reconhece as próprias dificuldades apesar de sua grandeza e, nitidamente, corre atrás de soluções. E repito: A China não trabalha para dar interesse a outros países, a história é testemunha. Trabalha sim, à busca de realizar suas próprias finalidades e resolver seus próprios problemas. Outros países que se cuidem!

O Brasil usa (mal) e abusa de seus recursos naturais, nunca preocupou-se com o desenvolvimento tecnológico, vive às custas de vender commodities e depois pagar caro pelo produto acabado. Tem tudo em abundância: água, floresta, minério, ar ainda oxigenado e espaço mais do que suficiente para implantação de muito benefício para os brasileiros, os donos do Brasil, aos quais deveria ser perguntado sobre venda ou aluguel do país a estrangeiros. O Brasil bem aproveitado, sem achaques de corrupção, sem políticos que consideram seus cargos uma maneira esperta de ganhar dinheiro e dar-se bem na vida, sem desperdício vultoso do erário, falta de criatividade e vontade de progredir poderia estar numa situação excepcional. Tem tudo para isto. Mas, infelizmente, as más políticas, um fraco desenvolvimento como nação, uma certa tendência ao macunaísmo (preguiça, esperteza, capacidade de adaptar-se), levam-nos cada vez mais a regredir e sermos apenas o quintal terceiro mundista de países desenvolvidos. Algum dia aprenderemos a lição?
Na próxima semana apresentarei, com uma certa preocupação, o “Realidade Brasil – China II, com os grandes progressos que a China tem feito no Brasil, para proteger, manter e aumentar o seu já enorme poderio mundial. E o Brasil que se cuide!

Gilmarpalooza

Paulo Henrique Coimbra de Oliveira – Economista – RJ

Até hoje não vi nenhum órgão de imprensa informar quem paga as passagens , diárias de hotel e inscrição ou qualquer outro penduricalho aos participantes , membros dos governos em todos os níveis e poderes para participarem deste regabofe lusitano organizado pelo dublê de empresário e ministro Gilmar Mendes. E ainda nunca vi nenhuma justificativa plausível de tal acontecimento, para que serve e que benefícios teriam para o país. O Brasil nunca vai dar certo e ainda falam na maior cara de pau em soberania.

Vilões?

Tania Tavares – Professora – SP

Interessante. Os deputados(as) tiveram 4 anos na Câmara para pensaram e legislarem em prol dos trabalhadores e redução de suas jornadas, que são legítimas, mas só agora em ano eleitoral veem cinicamente vilanizar os empresários que produzem e pagam impostos, que sustentam seus salários? Aposto que muitos destes deputados não são capazes de serem dono de um negócio próprio com um único trabalhador e seus encargos. Nos poupem!