Dilma e Toffoli

Paulo Henrique Coimbra de Oliveira – Economista – RJ

Não sei porque esta preocupação das pessoas do encontro entre Lula e Vorcaro. Só foram tratar de corrupção, ou seja, nada em prol do país. Já fazem isto há 18 anos e o prejuizo todo mundo já viu, sentiu e vai ter que pagar. Sanguesuga, mensalão , petrolão inss, banco master e outros que com certeza virão.

Governo do Estado homologa resultado final do concurso para delegado da Polícia Civil de Minas Gerais

Nomeação deve ser assinada nos próximos dias; mais de 45 mil candidatos participaram do processo seletivo no ano passado

GOV. MG

O Governo de Minas homologou o resultado final do concurso público para delegado da Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG). O extrato, contendo os nomes dos 54 aprovados no certame, foi publicado no Diário Oficial do Estado desta sexta-feira (22/5), consolidando a validade do concurso.
A nomeação dos candidatos aprovados deverá ser assinada pelo governador de Minas Gerais, Mateus Simões, nos próximos dias.

“Os futuros delegados iniciam sua formação já nas próximas semanas e em alguns meses também vão estar prontos para servir ao cidadão. É mais gente qualificada investigando, combatendo o crime e protegendo nossas famílias em todo o estado”, destacou o governador.

Para a chefe da Polícia Civil do estado, delegada Letícia Gamboge, o ingresso de novos servidores reforça o processo de expansão e qualificação da instituição.

“Já estamos preparados para receber esses 54 profissionais, que passarão pelo curso de formação técnico-profissional e, muito em breve, estarão aptos a atuar nas delegacias da PCMG, fortalecendo o atendimento à população mineira”, afirmou Gamboge.

Histórico

A autorização para abertura do concurso da PCMG foi autorizada em dezembro de 2023. Os editais para quatro carreiras foram publicados em agosto do ano seguinte e a primeira fase das provas, realizada em janeiro de 2025, reuniu cerca de 45 mil candidatos disputando mais de 250 vagas.

De lá para cá, já foram nomeados 165 investigadores, 28 peritos criminais e 12 médicos-legistas. Atualmente, esses profissionais estão em formação na Academia de Polícia Civil de Minas Gerais (Acadepol) e devem começar a atuar ainda neste ano, reforçando a segurança pública no estado.

Minas Gerais abre consulta pública para atualizar lista de espécies ameaçadas

População mineira poderá contribuir para atualização da Lista Vermelha de Espécies Ameaçadas

GOV, MG

Entre os dias 22/5 e 22/6, cidadãos e pesquisadores poderão participar da atualização da Lista Vermelha de Espécies Ameaçadas de Extinção do estado. A iniciativa é coordenada pelo Instituto Estadual de Florestas (IEF) e tem como objetivo ampliar a participação popular no levantamento de espécies que necessitam de atenção especial para conservação.
A Consulta Pública possibilita a participação da população e conta com o envolvimento das comunidades tradicionais, populações ribeirinhas, sociedade civil, ONGs, empreendedores, produtores rurais, pesquisadores e demais interessados. Todos poderão indicar animais e plantas que precisam de maior atenção para avaliação de risco de extinção, com atenção especial às espécies vegetais e aos animais invertebrados.
É importante o olhar da sociedade mineira para espécies que desapareceram ou estão mais difíceis de encontrar em suas regiões. O contrário também pode ocorrer, como uma maior presença de espécies classificadas no passado como ameaçadas de extinção, e que irão ganhar novo status indicando uma melhora de conservação.
Segundo a diretora de Proteção à Fauna do IEF, Ariane Goulart, a contribuição popular é essencial para o monitoramento da biodiversidade. “Esse olhar da população sobre a natureza local é fundamental para identificar espécies ameaçadas”, afirma.
Para participar, basta acessar a plataforma (clicando aqui), verificar a lista prévia de espécies candidatas para avaliação e, caso a espécie que queira indicar não esteja presente é só preencher os dados solicitados e indicá-la com a devida justificativa. As contribuições serão analisadas por especialistas e poderão integrar o processo de definição das espécies que serão oficialmente avaliadas. A participação é voluntária e colaborativa, permitindo que os usuários contribuam com opiniões, sugestões e informações relacionadas à fauna e flora mineiras.
O IEF informa ainda que não haverá compartilhamento dos dados pessoais com terceiros para fins econômicos. Eles serão utilizados exclusivamente para viabilizar e qualificar o processo participativo, permitindo o registro, a organização e a análise das contribuições da sociedade civil, bem como para subsidiar processos técnicos e científicos voltados à priorização de espécies e ao fortalecimento de iniciativas de conservação da biodiversidade. Além disso, todas as colaborações incluídas no processo terão o devido crédito ao responsável pela informação.
Os participantes poderão solicitar acesso, correção, anonimização ou exclusão de seus dados, além de revogar o consentimento a qualquer momento por meio dos canais disponibilizados na plataforma. “A iniciativa reforça a importância da colaboração entre sociedade civil e órgãos ambientais na preservação da biodiversidade e na proteção das espécies ameaçadas de extinção em Minas Gerais”, finaliza Marina Dias, diretora de Conservação e Recuperação de Ecossistemas do IEF.
O Projeto Listas Vermelhas
Coordenado pelo IEF e executado pelo consórcio Fundação Biodiversitas-Biocev em colaboração com comunidade acadêmica, o projeto Listas Vermelhas de Minas Gerais tem como objetivo identificar, classificar e atualizar o grau de ameaça das espécies presentes no território mineiro, com base em critérios técnicos reconhecidos internacionalmente, seguindo parâmetros da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN).
Mais do que um levantamento científico, as Listas Vermelhas são instrumentos legais fundamentais para a gestão ambiental. A ferramenta orienta a criação e ampliação de unidades de conservação, orienta licenciamentos, subsidia estratégias de proteção, apoia pesquisas científicas e contribui para a formulação de políticas públicas efetivas voltadas à conservação da biodiversidade. Em Minas Gerais, a elaboração da lista estadual de espécies ameaçadas de extinção está prevista na Constituição do Estado, sendo um dos dispositivos para a proteção da fauna e flora mineira.
A iniciativa integra as ações de compensação socioambiental pelo rompimento da barragem em Brumadinho, em 2019, com financiamento previsto no Acordo de Reparação, firmado em 2021.
Com duração estimada de 30 meses, o projeto será desenvolvido em etapas que incluem levantamento de dados, consultas públicas, validação científica e publicação dos resultados. Ao final, será disponibilizado um “Livro Vermelho” das espécies ameaçadas, além de guias práticos, além da plataforma digital aberta ao público.

Governo de Minas avança na proteção dos alambiques tradicionais como patrimônio cultural

Secult-MG e Iepha-MG iniciam estudos para reconhecer a cachaça de alambique dentro da política de valorização da Cozinha Mineira

O Governo de Minas, por meio da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (Secult-MG) e do Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha-MG), avança em uma nova etapa da política pública de valorização da Cozinha Mineira como patrimônio cultural.

GOV. MG

Após o reconhecimento dos sistemas culinários do milho e da mandioca, a cachaça de alambique passa a integrar os estudos de proteção dos modos tradicionais de fazer que formam a identidade cultural do estado.

A iniciativa integra o programa Minas Essencial, que articula patrimônio, cultura, gastronomia, turismo e desenvolvimento territorial a partir das expressões mais autênticas da mineiridade.

O objetivo é mapear, documentar e valorizar os alambiques tradicionais de Minas Gerais, seus saberes, técnicas de produção, relações com o território, formas de transmissão entre gerações e práticas culturais associadas à produção artesanal da cachaça.

Minas Gerais ocupa posição de liderança nacional no setor. Dados do Anuário da Cachaça 2025, do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), apontam o estado como o maior produtor do país, com mais de 500 estabelecimentos registrados e cerca de 40% da produção formal brasileira.

Para o secretário de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais, Leônidas Oliveira, o avanço do setor deve caminhar junto com uma política de proteção da sua história e da sua identidade.

“Defendemos e incentivamos profundamente os processos de legalização e qualificação da produção, porque eles são fundamentais para ampliar mercados, gerar segurança, fortalecer os produtores e preparar Minas Gerais para crescer também no cenário internacional. Mas tão importante quanto a legalização é a proteção da história desses lugares. Os alambiques tradicionais carregam memória, conhecimento, técnicas e modos de fazer transmitidos entre gerações”, afirma.

“O desenvolvimento sustentável da cachaça mineira precisa caminhar junto com a preservação da sua identidade cultural. Minas não pode crescer perdendo aquilo que a torna única”, acrescenta Oliveira.

Preservação

A proteção dos alambiques tradicionais como patrimônio cultural não se opõe à modernização, à formalização sanitária ou à expansão comercial. Ao contrário, fortalece a autenticidade, a rastreabilidade e a reputação da cachaça mineira em mercados nacionais e internacionais.

“Patrimônio cultural não é atraso. Patrimônio cultural é inteligência de futuro. Os alambiques tradicionais guardam conhecimentos acumulados ao longo de gerações e formam uma das expressões mais sofisticadas da nossa cozinha, da nossa agricultura e da nossa economia criativa. Minas tem a responsabilidade de proteger esses saberes para que eles continuem vivos, gerando pertencimento, renda, turismo e desenvolvimento”, destaca o secretário.

Os estudos conduzidos pelo Iepha-MG deverão envolver levantamento técnico, pesquisa histórica, documentação audiovisual, escuta de produtores, identificação de territórios de referência e articulação com municípios, universidades, instituições culturais e entidades do setor produtivo.

A proposta amplia a compreensão da Cozinha Mineira como patrimônio vivo, formado não apenas por receitas e ingredientes, mas por sistemas culturais que envolvem técnicas, utensílios, temporalidades, sociabilidades, práticas agrícolas e formas coletivas de transmissão de conhecimento.

“Quando falamos de Cozinha Mineira, falamos de uma civilização construída em torno do alimento, da hospitalidade e do território. A cachaça faz parte dessa experiência profunda de Minas. Ela é paisagem, memória, trabalho e identidade. Proteger os alambiques tradicionais como patrimônio cultural é proteger uma forma mineira de existir e permanecer no mundo”, conclui Oliveira.

Polícia Militar de Minas Gerais lança pelotão de drones com reconhecimento facial e alerta sonoro

Equipamentos podem fornecer imagens em tempo real de crimes em andamento; em todo o estado, 1,5 mil policiais já foram capacitados como operadores

GOV. MG

A Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) lançou, nesta sexta-feira (22/5), o Pelotão Ostensivo de Drones que passará a integrar as ações e operações da corporação em apoio às atividades de policiamento preventivo e repressivo realizadas diariamente pela corporação. O objetivo é potencializar as estratégias da PMMG voltadas à proteção da sociedade no estado.

Os drones contarão com a tecnologia de reconhecimento facial e transmissão de alertas sonoros à população. As imagens serão transmitidas, em tempo real, às salas de videomonitoramento, prevenindo crimes e possibilitando a identificação de autores.

O lançamento ocorreu durante uma solenidade na Praça da Liberdade, em Belo Horizonte e foi presidido pelo comandante-geral, coronel Carlos Frederico Otoni Garcia, acompanhado do chefe do Estado-Maior coronel Maurício José de Oliveira, do chefe do Gabinete Militar do Governador e Coordenador Estadual de Defesa Civil, coronel Paulo Roberto Bermudes Resende, do comandante de Aviação do Estado, coronel Charlles Crisstian da Silva.

Segundo o comandante de Aviação do Estado, coronel Crisstian, o Esquadrão Harpia, assim denominado o contingente policial destinado, passa de uma estrutura atual de quatro militares e três drones para uma estrutura de 31 militares, 35 drones e sete viaturas com lançamento diário em locais definidos pelas seções de operações em conjunto com o Comando de Aviação do Estado (Comave).

“O alcance dos drones e a velocidade de deslocamento possibilitam ainda que a sala de monitoramento acione a guarnição Harpia para que forneça imagens em tempo real de crimes em andamento, possibilitando que as guarnições de área cheguem para o atendimento da ocorrência já de posse de informações importantes, tanto para a segurança da guarnição policial quanto para repressão qualificada”, detalhou o comandante da Aviação do Estado.

De acordo com o comandante-geral, coronel Frederico, a criação do pelotão de aeronaves remotamente pilotadas e imageamento aéreo representa um importante avanço institucional para a Polícia Militar de Minas Gerais e simboliza uma visão moderna de policiamento, baseada em inteligência de segurança pública, inovação tecnológica, prevenção criminal e atuação estratégica em favor da sociedade mineira.

O primeiro teste com os drones de reconhecimento facial foi feito em Belo Horizonte durante o Carnaval de 2025. Atualmente, a PM conta com mais de 500 equipamentos em todo o estado e mais 150 estão para chegar nos próximos dias e 1,5 mil policiais militares já foram capacitados como operadores.

“A criação do pelotão Harpia representa não apenas a implementação de uma nova ferramenta operacional para a PMMG, mas consolida uma doutrina policial especializada baseada no emprego de aeronaves remotamente pilotadas (os drones), ampliando significativamente a capacidade de monitoramento urbano e rural, apoio tático e gestão operacional das atividades desenvolvidas pela corporação”, frisou o comandante-geral.