USP-Vergonha.

Tania Tavares – Professora – SP

O reitor da USP Carlos Gilberto Carlotti Junior, neurocirurgião, deve ter poderes para impedir manifestações agressivas a palestrantes com base no Regimento Interno e Geral da Universidade e no código de Ética, além da legislação brasileira. Garantir a segurança, a ordem da comunidade incluindo palestrantes. O que aconteceu na Faculdade de Direito da USP nos envergonha e assusta, pois uma turba que desconhece a história impedem que um cientista político judeu, André Lajst, debatesse os aspectos legais da guerra em Gaza na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP)..Está na hora do Reitor agir com os poderes que tem e “enquadrar” esta turba. Há alguns meses a Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas(FFLCH-USP )também fez seu showzinho.

Constituição ou promiscuidade?

Paulo Henrique Coimbra de Oliveira Economista – RJ

Sarney, quando promulgada a atual constituição , declarou que ela tornaria o país ingovernável. Logo quem , que a mídia sempre citava como envolvido junto com sua família em maracutaias , teve essa coragem. E acertou em cheio e talvez tenha sido a única coisa séria que falou na vida.. Não dá para citar todos , pois a carta não teria fim. Apenas digo que não só os políticos, mas o mercado financeiro é partícipe e em maior escala que os escândalos que envolvem todos os poderes da república. E todos estão entrelaçados nas maiores promiscuidades jamais vista na face da terra. O atual escândalo do Banco Master ilustra muito bem essa tese.Viram todos os seus personagens direta ou indiretamente envolvidos ? Pena que a lei anti facção não cita essa bandidagem. Ainda dá para incluir.

Tornozeleiras,bancos e aposentados (TBA)

Tania Tavares – Professora – SP

O Bolsonaro já foi neutralizado sendo preso. Que tal voltarmos às falcatruas do Banco Master, que tem muita gente importante comprometida e também aos roubos no INSS, que o Messias não avisou o governo e que agora quer os votos dos senadores para ir para o STF. Se meu senador(a) o apoiar perderá meu voto.

Construindo coisa nenhuma!

Marília Alves cunha – Educadora e escritora

Roberto Motta, importante figura da política brasileira, com acentuado interesse em segurança pública, palestrante e participante de vários seminários por todo o país, escritor de milhares de textos, artigos e livros, contou dia desses, em uma de suas colunas, a historinha de 3 pedreiros que trabalhavam em uma construção. Um homem passou, parou e perguntou: o que vocês estão fazendo?

– Estou assentando tijolos – respondeu o primeiro pedreiro.
– Estou levantando uma parede – disse o segundo.
– Estou erguendo uma Catedral – disse o terceiro pedreiro.

Refleti um pouco sobre esta historinha. Uma sensação ruim brotou. Senti que nós brasileiros, seja de que lado formos, seja de qual espectro político pertencermos, estamos sempre ocupados em assentar tijolos. E considerando a maior felicidade se levantarmos uma parede, por mais inútil e isolada que possa parecer. A nossa visão, corroída pela miopia política, centrada no que é miúdo, nunca pensa no resultado final, na grande construção – o erguimento de uma catedral.

Pensamos o Brasil não como um grande país, reduto de grandes e inumeráveis riquezas que poderiam resolver a vida de todos os cidadãos brasileiros, sem faltar nenhum, se houvesse inteligência, disposição, honestidade e visão maior no aproveitamento de tanto à nossa disposição. Pensamos o país como pedacinhos pobres, acode daqui, acode dalí, quanta falta de recurso, como é difícil extrair o que é nosso, nem sabemos o que é nosso, ninguém nos ensina o que é Brasil com suas riquezas escondidas, mais fácil entregar a outros por um precinho camarada… Na maior parte do tempo, assentamos tijolos, mal assentados. Mal arrumados, sujeitos a chuvas e trovoadas e desmoronamentos. Às vezes uma parede é levantada. Como é difícil ir além. São tantas barreiras, tantas dificuldades, mutretas de toda ordem que impedem o andar da construção. E paramos por aí, na parede levantada.

O sonho da Catedral resta perdido nos tropeços do caminho. Tenho a impressão que ficamos apenas nos pedaços, ninguém imaginou a grande obra, ninguém se dispôs a fazê-la e se alguém se dispôs, obrigaram-no a voltar atrás e começar a a juntar tijolos… Não sabemos chegar ao final da grande construção, falta união, falta descruzar os braços, falta retirar pedras do meio do caminho, falta vontade que impulsiona. Falta amar mais o Brasil e não idolatrar as pessoas. Os poderosos, a mais das vezes, não querem a obra completa, não querem a catedral, o que iriam fazer com uma catedral?

Existem pessoas que anseiam dar um passo a mais, com a visão do terceiro pedreiro? Claro que sim! Pensam que é uma coisa tangível e fácil. Até têm a visão e sonhos ambiciosos de fazer real o sonho da Catedral. Pobres! Defrontam-se com barreiras de aço, construídos no caminho, ao longo dos anos. Nada foi construído além disto – barreiras de aço para não serem ultrapassadas. Tem gente realizada e vaidosa com a proteção de aço, que até o momento predominou. Pessoas acham-se garantidas pelo poder que estas proteções lhes dão, pensam mesmo que nada devem aos outros, a não ser medo, escuridão, sigilo. Há barreiras de aço por todos os lados, protegendo uns, machucando outros, cercando aquele lugar outrora lindo onde pretendia-se erguer uma Catedral!

Construindo coisa nenhuma!

Marília Alves cunha – Educadora e escritora

Roberto Motta, importante figura da política brasileira, com acentuado interesse em segurança pública, palestrante e participante de vários seminários por todo o país, escritor de milhares de textos, artigos e livros, contou dia desses, em uma de suas colunas, a historinha de 3 pedreiros que trabalhavam em uma construção. Um homem passou, parou e perguntou: o que vocês estão fazendo?

– Estou assentando tijolos – respondeu o primeiro pedreiro.
– Estou levantando uma parede – disse o segundo.
– Estou erguendo uma Catedral – disse o terceiro pedreiro.

Refleti um pouco sobre esta historinha. Uma sensação ruim brotou. Senti que nós brasileiros, seja de que lado formos, seja de qual espectro político pertencermos, estamos sempre ocupados em assentar tijolos. E considerando a maior felicidade se levantarmos uma parede, por mais inútil e isolada que possa parecer. A nossa visão, corroída pela miopia política, centrada no que é miúdo, nunca pensa no resultado final, na grande construção – o erguimento de uma catedral.

Pensamos o Brasil não como um grande país, reduto de grandes e inumeráveis riquezas que poderiam resolver a vida de todos os cidadãos brasileiros, sem faltar nenhum, se houvesse inteligência, disposição, honestidade e visão maior no aproveitamento de tanto à nossa disposição. Pensamos o país como pedacinhos pobres, acode daqui, acode dalí, quanta falta de recurso, como é difícil extrair o que é nosso, nem sabemos o que é nosso, ninguém nos ensina o que é Brasil com suas riquezas escondidas, mais fácil entregar a outros por um precinho camarada… Na maior parte do tempo, assentamos tijolos, mal assentados. Mal arrumados, sujeitos a chuvas e trovoadas e desmoronamentos. Às vezes uma parede é levantada. Como é difícil ir além. São tantas barreiras, tantas dificuldades, mutretas de toda ordem que impedem o andar da construção. E paramos por aí, na parede levantada.

O sonho da Catedral resta perdido nos tropeços do caminho. Tenho a impressão que ficamos apenas nos pedaços, ninguém imaginou a grande obra, ninguém se dispôs a fazê-la e se alguém se dispôs, obrigaram-no a voltar atrás e começar a a juntar tijolos… Não sabemos chegar ao final da grande construção, falta união, falta descruzar os braços, falta retirar pedras do meio do caminho, falta vontade que impulsiona. Falta amar mais o Brasil e não idolatrar as pessoas. Os poderosos, a mais das vezes, não querem a obra completa, não querem a catedral, o que iriam fazer com uma catedral?

Existem pessoas que anseiam dar um passo a mais, com a visão do terceiro pedreiro? Claro que sim! Pensam que é uma coisa tangível e fácil. Até têm a visão e sonhos ambiciosos de fazer real o sonho da Catedral. Pobres! Defrontam-se com barreiras de aço, construídos no caminho, ao longo dos anos. Nada foi construído além disto – barreiras de aço para não serem ultrapassadas. Tem gente realizada e vaidosa com a proteção de aço, que até o momento predominou. Pessoas acham-se garantidas pelo poder que estas proteções lhes dão, pensam mesmo que nada devem aos outros, a não ser medo, escuridão, sigilo. Há barreiras de aço por todos os lados, protegendo uns, machucando outros, cercando aquele lugar outrora lindo onde pretendia-se erguer uma Catedral!