por uberlandiahoje | dez 18, 2025 | Blog |
Melhorias nos trechos de Borda da Mata e Jacutinga trarão mais segurança e facilidade no tráfego de veículos
GOV. MG
As obras de ampliação da capacidade da MG-290, realizadas pela EPR Sul de Minas por meio de concessão, avançam nos municípios de Borda da Mata e Jacutinga. Os trabalhos, iniciados em agosto deste ano, seguem em fase de terraplanagem, etapa que já ultrapassou a marca de 50% de progresso e prepara o solo para a execução das melhorias estruturais na rodovia.
Com análise e aprovação da Agência Reguladora dos Transportes de Minas Gerais (Artemig), as intervenções marcam uma nova fase de qualificação da malha viária do estado. O principal objetivo das obras é gerar mais segurança, prevenir acidentes e promover uma melhor convivência no trânsito. Para isso, serão investidos mais de R$ 15 milhões pela concessionária e gerados cerca de 1,3 mil empregos diretos e indiretos.
De acordo com o diretor de Regulação da Artemig, Carlos Alvisi, que vistoriou as obras, o trabalho de campo é essencial para fortalecer a atuação da agência como órgão regulador.
“Ir até as rodovias, conhecer a realidade de cada trecho e realizar uma escuta ativa com as equipes da concessionária é fundamental para que a agência exerça seu papel de forma técnica e próxima da população. A presença da Artemig reforça nosso compromisso com a transparência e com a boa execução dos contratos de concessão”, destacou.
Serviços realizados
Em Borda da Mata, as melhorias se concentram na correção do traçado da curva localizada entre os quilômetros 37 e 38, considerada um ponto crítico para a segurança viária. No local, as obras já avançaram cerca de 60%.
A intervenção consiste em suavizar a curvatura da pista, ampliando o campo de visão dos motoristas. Além de redesenhar o traçado, a concessionária implantará novos dispositivos de segurança, como defensas metálicas, tachas refletivas e nova sinalização horizontal, reforçando o compromisso com a segurança viária e a boa convivência no trânsito.
Em Jacutinga, está em andamento a implantação de uma rotatória alongada no segmento urbano da rodovia, entre os quilômetros 87 e 89. A obra, que já alcançou mais de 55% de avanço na etapa de terraplanagem, faz parte do plano de qualificação da rodovia e tem como objetivo principal organizar o tráfego urbano e ampliar a segurança viária.
O projeto inclui duas faixas de pedestres elevadas do tipo Safety Box, que aumentam a visibilidade e a segurança nas travessias, além da instalação de novos pontos de iluminação e do reforço da sinalização.
“Nosso compromisso é oferecer uma rodovia moderna, que favoreça a segurança, que previna acidentes e facilite a circulação de pessoas e produtos, impulsionando o crescimento da região”, destaca a diretora-executiva da EPR Sul de Minas, Érica Kawatake.
A previsão é que as obras sejam concluídas no primeiro semestre de 2026, contribuindo para a segurança viária, o fortalecimento da economia regional e a melhoria da qualidade de vida dos usuários e das comunidades.
por uberlandiahoje | dez 17, 2025 | Ponto de Vista |
Dr. Flávio de Andrade Goulart*
Em minhas caminhadas matinais pelo final da Asa Norte, em Brasília, vejo com alguma constância pequenas placas com informações sobre as espécies vegetais ali presentes, geralmente plantas naturais (ou endêmicas) do Cerrado, pois que existem algumas exóticas também. Fico feliz em vê-las (e aprender com elas), porque sou um notório curioso sobre a botânica e frequentemente, quando não me trai a memória, passo a incorporar esses novos conhecimentos, às vezes tratando os mesmos – confesso – como se os conhecesse desde sempre. Mas tem uma coisinha que às vezes me faz cócegas na mente, ou seja, a frequência com que aparece em tais plaquinhas a palavra “medicinal”, ao lado de designativos como ornamental, alimentícia, madeira. É apenas a primeira dessas categorias que me provoca especulações, porque quanto a ornamentar com flores, oferecer frutos e sementes, se converter em lenha ou tábuas, não caberiam muitas dúvidas. Mas tal definição de medicinal no mínimo exigiria a a indagação: como assim? Ou ainda: para que tipo de problemas de saúde? Nas tais plaquetas, é claro, isso não está esclarecido, mas quando vamos aos livros de botânica, principalmente dedicados às árvores e outras plantas do cerrado, o mesmo adjetivo aparece inúmeras vezes, com esclarecimentos um pouco mais detalhados, embora, a meu ver, ainda obscuros. Como diziam os antigos, é aí que a porca torce o rabo, ou para adequar tal expressão à situação presente, é aí que o pequizeiro retorce (ainda mais) seus galhos, já tortos de natureza. As informações obtidas em tais textos são de uma generalidade espantosa, dando origem a expressões vagas como afecções do fígado, estados inflamatórios, febres, corrimentos, doenças dos rins, do estômago, do fígado etc. Pois bem, gostaria de saber em que tipo de clínica ou laboratório, dentro de qual categoria metodológica, isso foi devidamente testado e comprovado. Os adeptos de tais terapias certamente vão me condenar por exagero na crítica e de descrença no poder terapêutico da natureza, ou coisas assim. Quem tive mais paciência vai tentar me explicar que se tratam de conhecimentos ancestrais de uma suposta medicina tradicional, aspectos aos quais eu deveria me render, deixando de lado minhas tendências céticas e materialistas. Com a aproximação da COP-30 já reparei que tal assunto ganhou novas proporções, por exemplo, na suposição de que certos “conhecimentos tradicionais” indígenas poderiam conter a chave não só para processos de cura de doenças como também para a resolução da crise ambiental. Isso é, sem dúvida, resultado de movimentos descoloniais e ambientalistas, que alimentam ideias um tanto românticas e sem base factual, de que as crenças e tradições dos chamados povos “ancestrais” ou “originários” apenas por isso já deveriam usufruir de um estatuto comparável ao das ciências estabelecidas, com raízes desde os tempos de Galileu, passando por Descartes, Louis Pasteur, Mme. Curie, Niels Bohr, Oppenheimer e Einstein. Mas a vida (aquela real, pelo menos) é bem mais complicada, para tristeza e revolta dos tais descolonizadores do conhecimento. Preocupado com isso procurei algumas leituras ancoradas na Ciência. Tradicional, que os tais descolonizadores costumam menosprezar, em troca do que denominam Nova Ciência.
*Flávio de Andrade Goulart é médico, professor de Medicina na UFU e na UNB, secretário de Saúde em Uberlândia e sobrinho do poeta Carlos Drummond de Andrade
por uberlandiahoje | dez 16, 2025 | Blog |
MGS Epamig Amarelão, que é tolerante à seca e a algumas das principais doenças da cultura, tem sido premiada pela qualidade da bebida
GOV. MG
Como se adaptar às mudanças climáticas a fim de manter a produção e a qualidade do café, um dos produtos mais fortes de Minas e do Brasil? Uma resposta está na ciência. Originada do cruzamento entre Catuaí Amarelo IAC 30 e Híbrido de Timor UFV 445-46, a cultivar MGS Epamig Amarelão se caracteriza pela produtividade, tolerância à seca e resistência à ferrugem. O registro se deu em novembro deste ano.
Especialmente na região do Vale do Jequitinhonha, a cultivar tem chamado atenção pela precocidade e pela qualidade final da bebida. O café produzido pela Fazenda Sequoia, em Angelândia, inclusive já foi premiado na região da Chapada de Minas e alcançou elevada pontuação em concursos nacionais e internacionais.
“Os concursos são o nosso termômetro, uma chancela de qualidade. A cultivar surpreende pela qualidade da bebida, que une o frutado, o floral e a acidez. Já conquistamos quatro prêmios com o café Amarelão”, afirma Rodrigo Crimaudo Mendes, gerente da propriedade, que tem como foco a produção sustentável de cafés especiais.
Melhoramento participativo
Resultado de mais de quatro décadas de pesquisas do Programa de Melhoramento do Cafeeiro conduzido pela Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig-MG), em parceria com a Embrapa Café e a Universidade Federal de Viçosa (UFV), a cultivar MGS Epamig Amarelão se destacou pela produtividade em um período de elevado déficit hídrico no Vale do Jequitinhonha.
O processo que começou nos campos da Epamig e da UFV, evoluiu para testes que avaliaram as plantas quanto ao desempenho produtivo, resistência à ferrugem, ao nematoide da espécie Meloidogyne exigua, e para as características dos grãos nas unidades da empresa em São Sebastião do Paraíso, Machado e Patrocínio.
“Após algumas gerações, foi feito um experimento na propriedade do Ismair Alves Campos, em Capelinha. Por volta de 2014, ocorreu uma seca severa na região e as progênies da cultivar Amarelão se mostraram menos afetadas pela restrição hídrica e elevadas temperaturas, mantendo-se vigorosas e produtivas”, detalha o pesquisador da Epamig Vinícius Teixeira Andrade.
Esse fator fez com que outros produtores se interessassem pelo cultivo. “Cabe mencionar que eles fizeram um belo trabalho na seleção dessas plantas, o que é um exemplo de melhoramento participativo, no qual os cafeicultores atuam decisivamente na escolha das progênies que serão plantadas”, avalia.
“As cultivares são uma tecnologia que demoram vários anos para serem desenvolvidas. O melhoramento consiste no acompanhamento e na reprodução das diferentes gerações da linhagem em diferentes condições edafoclimáticas”, prossegue o pesquisador.
“Eu visitei a lavoura no primeiro ano, que foi um ano muito seco. Uma lavoura de terra ácida, que deu uma safra maravilhosa. A informação foi se espalhando por diferentes mídias. Eu, inclusive, plantei e fiquei muito satisfeito. É uma cultivar que vem surpreendendo pela produtividade, qualidade e precocidade”, afirma o cafeicultor Sérgio Meirelles Filho, do município de Aricanduva.
Na Fazenda Sequoia, o plantio da MGS Epamig Amarelão começou em 2021. “O produtor tem necessidade, ansiedade e ao saber de algo que está dando certo, quer testar também”, conta Rodrigo Crimaudo, acrescentando que, atualmente a propriedade tem uma área plantada de, aproximadamente, 17 hectares da cultivar e planos de expandir para 50 hectares.
Novas avaliações
“Apesar de termos a informação de que há mais de 5 milhões de plantas da cultivar no Vale do Jequitinhonha, não temos dados concretos em outras regiões”, informa Vinícius Andrade, ressaltando a importância da avaliação em diferentes condições de solo, clima, altitude, latitude, espaçamento e em sistemas produtivos de sequeiro e irrigados.
“Em ambientes onde já tivemos quatro colheitas a produtividade foi superior a 50 sacas. Agora, as avaliações do desempenho em campo serão expandidas para dar mais robustez e precisão às nossas recomendações”, finaliza o pesquisador.
por uberlandiahoje | dez 16, 2025 | Blog |
Recuperação de ativos superou R$ 1 bilhão de janeiro a novembro de 2025
A Advocacia-Geral do Estado de Minas Gerais (AGE-MG) encerrará 2025 com importantes entregas à população mineira. Boa parte delas por meio de medidas que fomentaram a cultura da desjudicialização, possibilitando a homologação de acordos que resultaram em avanços na prestação de serviços em diferentes áreas, entre elas, saúde, mobilidade e segurança em rodovias. Com a modernização da cobrança da dívida ativa do Estado, a recuperação de crédito ultrapassou o valor de R$ 1 bilhão.
GOV. MG
Para estimular acordos que beneficiam a população, a AGE-MG editou neste ano a Resolução Nº 289. A medida é considerada um marco na advocacia pública mineira, pois determina às procuradorias especializadas a migrar processos com possibilidade de acordo para a Câmara de Prevenção e Resolução Administrativa de Conflitos (CPRAC).
Na semana passada, a CPRAC conduziu ou participou de tratativas com outras instituições que resultaram em acordos que atendem demandas antigas da população.
Uma delas é a que prevê a retirada de milhares de caminhões de minério em trechos das BRs 040 e 356 após negociação em que a Vale permitiu a outras mineradoras o uso compartilhado de uma estrada privada entre Itabirito e Congonhas. A medida foi negociada com a participação do Ministério Público Estadual.
Dois meses antes, a AGE participou da construção do Termo de Autocomposição, homologado no Tribunal de Contas do Estado (TCE), que viabiliza a equipagem do Hospital Regional de Teófilo Otoni, que vai beneficiar mais de 1,5 milhão de moradores na macrorregião Nordeste de Minas.
O termo foi assinado com o Instituto Mário Penna e prevê um repasse de R$ 127,5 milhões. O recurso é proveniente do Acordo de Brumadinho, este homologado, em 2021, nos autos de uma ação civil ajuizada pela AGE-MG após o rompimento das barragens no distrito de Córrego do Feijão, em 2019.
A AGE-MG também evitou um prejuízo estimado em cerca de R$ 60 milhões ao Estado ao conduzir um acordo cujo conflito durou 17 anos e correspondia à desapropriação de uma área de 14,5 hectares, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), envolvendo o Instituto Estadual de Florestas (IEF) e uma empresa do ramo de empreendimentos imobiliários.
O acordo eliminou o risco de o erário arcar com indenização para a expropriação de um imóvel sobre o qual não se justificava mais o fundamento de utilidade pública.
Já em maio, a AGE firmou acordo com famílias de moradias a serem desocupadas para a continuidade de obras da Linha 2 do metrô da Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH). As tratativas ocorreram no âmbito da Procuradoria de Autarquias e Fundações (PAF).
O projeto da Linha 2 prevê 10,5 quilômetros de extensão e sete novas estações, devendo beneficiar diretamente mais de 50 mil pessoas por dia e promovendo integração com o ramal 1.
100%
“Os resultados destes e outros acordos demonstram que as medidas implementadas pela AGE-MG, ao longo de 2025, refletem em avanços para proteger o erário e, ao mesmo tempo, possibilitar melhor qualidade na prestação de serviços públicos”, disse o advogado-geral do Estado, Fábio Murilo Nazar.
Modernização na cobrança da dívida pública
Em outro marco para a advocacia pública mineira, a instituição editou, neste semestre, resoluções para regulamentar a “Transação Resolutiva de Litígios de Natureza Tributária Inscritos em Dívida Ativa”, instituída pela Lei Estadual 25.144, no início de 2025.
Elas oferecem forma de negociação exclusiva para créditos considerados irrecuperáveis e de difícil recuperação, créditos tributários que são objetos de relevante controvérsia jurídica, bem como créditos de pequeno valor. Dependendo do caso, há possibilidade de redução de até 80% no valor de multas, juros e outros acréscimos.
De acordo com a Procuradoria da Dívida Ativa e Assuntos Tributários (PDAT), a recuperação de ativos superou R$ 1,3 bilhão entre janeiro e novembro deste ano.
por uberlandiahoje | dez 16, 2025 | Blog |
Recursos para tratamentos, ampliação efetiva do Teste do Pezinho e reconhecimento do Cordão dos Raros estiveram entre os anúncios no ano
GOV. MG
Há 24 anos, viúva e com um filho para criar, Nilma Maria dos Reis deixava o campo para buscar uma vida nova na cidade. A ideia era encontrar um local onde pudesse dar uma educação adequada à filha adotiva, Dyulha Soares dos Santos, para quem percebia a necessidade de um cuidado diferenciado.
Depois de passar por muitos desafios, Nilma obteve o diagnóstico de deficiência intelectual da filha na Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) de Sete Lagoas, na região Central. A descoberta veio com a ajuda de políticas públicas do Governo de Minas junto à Associação, possibilitando o acolhimento de Dyulha da infância até os dias atuais, incluindo sua inserção no mercado de trabalho.
“Busquei junto à saúde mental infantil orientação sobre onde teria assistência para a Dyulha se estabilizar na vida social, e me encaminharam para a Apae (de Sete Lagoas). Foi aqui que ela se desenvolveu na aprendizagem e na sociedade. No Centro-Dia, a miha filha conseguiu fazer a sua inclusão no mercado de trabalho e se desenvolveu por completo, no modo de ser mulher, se respeitar e dar o respeito”, conta Nilma.
Dyulha, agora com 35 anos, é uma entre os milhares de mineiros amparados pelas políticas públicas do Governo de Minas. E, em 2025, o Estado intensificou esses investimentos em prol das pessoas com deficiência e doenças raras, por meio do Programa Mineiro de Acessibilidade, Inclusão e Saúde (Promais), iniciativa que engloba todas as ações do governo estadual voltadas para pessoas com deficiência e com doenças raras.
“Quando a gente vê uma criança, que antes só conhecia o medo, começar a brincar e sorrir, ou quando uma mãe, exausta de tanto lutar, finalmente encontra um momento de alívio, é aí que a gente percebe a importância do Promais. Isso só acontece porque existe continuidade, porque alguém esteve ali ontem e estará amanhã. Nosso trabalho é garantir que esse cuidado não se interrompa. Que a Apae se mantenha de pé, que a porta continue aberta, que o transporte chegue, que o atendimento aconteça no momento certo. Minas reconheceu a dor dessas famílias e estendeu a mão para quem ficou tempo demais sozinho”, afirma o secretário de Estado de Governo (Segov-MG), Marcelo Aro, que lidera o Promais.
Diversidade nas ações
Neste ano, foram mais de R$ 186 milhões em recursos financiados executados para a Rede de Atenção à Saúde da Pessoa com Deficiência. De acordo com a Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG), o valor representa 244 municípios beneficiados.
Em outubro, o Governo de Minas anunciou o repasse de R$ 42,3 milhões para equipar 141 Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais. O objetivo: fortalecer o atendimento às pessoas com deficiência intelectual, múltipla e com doenças raras, em diferentes regiões do estado, por meio da implantação de salas multissensoriais para o atendimento especializado.
“Essa tecnologia que a sala nos permite utilizar tem mostrado muita eficácia nos nossos atendimentos, na questão de evoluções, e, por ser em um ambiente que é controlado pelos terapeutas, as terapias, as técnicas que eles utilizam em sua abordagem, têm surtido muito efeito”, avalia a coordenadora do Centro Especializado em Reabilitação II da Apae de Sete Lagoas, Thaís Maia.
Com a ampliação da triagem do Teste do Pezinho anunciada em dezembro de 2024, o Governo de Minas também já colhe os frutos da política pública. Até outubro deste ano, foram 64 doenças rastreadas, mais de 7 milhões de crianças triadas e de 7.800 vidas salvas. O Estado conta hoje com 100% da rede de assistência a doenças raras estruturada e cinco serviços de referência, sendo contemplada anualmente com R$ 2,5 milhões.
Outras duas conquistas em 2025 foram o reconhecimento oficial do cordão de fita de identificação para pessoas com doenças raras, por meio da Lei nº 25.351, e a criação do Estatuto das Pessoas com Doenças Raras. Ambas representam um marco jurídico em defesa dos direitos das pessoas com doenças raras.