Investimentos da Cemig em Minas Gerais somam R$ 6,6 bilhões em 2025 e alcançam alta de 16%

Valor é o maior da história da companhia; Para 2026, o planejamento prevê investimentos de R$ 6,7 bilhões em todo o estado

A Cemig realizou, em 2025, o maior volume de investimentos de sua história em Minas Gerais: cerca de R$ 6,6 bilhões, um aumento de 16% em relação a 2024, quando foram aplicados cerca de R$ 5,7 bilhões. Para 2026, o planejamento prevê R$ 6,7 bilhões, estabelecendo um novo recorde.

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A maior parte dos recursos foi destinada ao segmento de distribuição, que atende 9,5 milhões de clientes. Em 2025, foram investidos R$ 5,1 bilhões, incluindo a construção de 5,6 mil quilômetros de redes de baixa e média tensão, a entrada em operação de 23 novas subestações e a ampliação de outras seis. Os investimentos ampliam a capacidade elétrica e melhoram a qualidade do fornecimento.

Na Regional Centro, foram aplicados R$ 743 milhões em reforço e expansão da rede. O aumento contínuo dos investimentos acompanha a estratégia de fortalecer a confiabilidade do sistema e preparar a infraestrutura para o crescimento da demanda e para a transição energética.

“A empresa executa o maior programa de investimentos de sua história, totalmente direcionado a melhorias em Minas, destacando que, no segmento de distribuição, trata-se do maior programa de uma concessionária individual desde a criação da Aneel”, disse o presidente da Cemig, Reynaldo Passanezi Filho.

Avanços do Grupo Cemig

Na geração, a companhia investiu cerca de R$ 411 milhões, voltados à expansão e manutenção das usinas e à participação em leilões. No segmento de transmissão, os aportes somaram R$ 461 milhões, destinados a reforços operacionais e projetos estruturantes. A Receita Anual Permitida (RAP) do segmento cresceu mais de 80%, impulsionada pela entrada de novos ativos.

A Gasmig investiu aproximadamente R$ 314 milhões, com a implantação de 116 quilômetros de novas redes de gás natural. Já a Cemig SIM, no segmento de geração distribuída, aplicou R$ 361 milhões na instalação de usinas fotovoltaicas, ampliando em 68 MWp a capacidade instalada.

“Além da distribuição, estamos avançando em geração, transmissão, gás e geração distribuída, com foco em projetos rentáveis, segurança energética e desenvolvimento do estado”, completou Passanezi.

R$ 44 bilhões até 2030

A Cemig atualizou seu planejamento estratégico para o período 2026-2030, com previsão de R$ 44 bilhões em investimentos. O plano mantém as diretrizes do programa ‘Focar em Minas e Vencer’, priorizando modernização da infraestrutura, confiabilidade do sistema e preparação para a abertura total do mercado de energia.

Para 2026, estão previstos R$ 6,7 bilhões, majoritariamente em distribuição, mas também em geração, transmissão, gás natural e geração distribuída. A empresa afirma que o ciclo de investimentos busca capturar oportunidades estruturais do setor elétrico, acelerar a transição energética e sustentar a geração de valor no longo prazo.

Governo de Minas fortalece laços comerciais com a França

Encontros com o Conselho de Comércio Exterior da França, em Belo Horizonte, foram marcados pelo fortalecimento da cooperação para atração de investimentos

O governador Romeu Zema se reuniu, nesta sexta-feira (20/3), em Belo Horizonte, com o embaixador da França no Brasil, Emmanuel Lenain, e representantes do Conselho de Comércio Exterior da França (CCEF) para fortalecer a cooperação econômica e ampliar a atração de investimentos estrangeiros no estado.

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Desde 2019, o Governo de Minas apoiou 15 projetos de nove empresas francesas, que somam cerca de R$ 2,4 bilhões em investimentos e potencial de geração de 1.190 empregos diretos.

Para o chefe do Executivo estadual, o fortalecimento da relação diplomática e comercial com a França e outros países nos últimos anos proporcionou um aumento da chegada de investimentos estrangeiros a Minas Gerais.

“A economia mineira é uma das mais dinâmicas do Brasil. Temos ganhado participação no PIB nacional, o que nós atraímos de investimentos em dólares é cerca US$ 100 bilhões. Isso tem feito com que Minas Gerais tenha um peso ainda maior na economia brasileira”, disse Romeu Zema.

Ao final do encontro, o governador entregou ao embaixador francês a Medalha JK, em reconhecimento ao trabalho realizado pelo diplomata de estreitamento e das relações entre Minas e a França.

Intercâmbio comercial

Ao longo da semana, a Secretaria de Estado de Casa Civil (SCC) realizou eventos institucionais e comerciais com representantes do CCEF, recepcionando o início das atividades do conselho em Minas.

A programação foi organizada em parceria com a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sede-MG) e com apoio da Secretaria de Cultura e Turismo (Secult). Em uma das atividades estratégicas, foram apresentadas iniciativas da Sede-MG e de sua agência vinculada Invest Minas, voltadas à atração e facilitação de investimentos privados.

A secretária de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mila Corrêa da Costa, destacou a importância da proatividade do estado para que Minas mantenha o destaque conquistado nos últimos anos no mercado internacional. “O diálogo constante com parceiros estratégicos, como o Conselho de Comércio Exterior da França, fortalece a confiança dos investidores e amplia as oportunidades de cooperação”.

Já o secretário de Estado de Casa Civil, Luiz Otávio Gonçalves, ressaltou o papel da pasta na construção da agenda e no fortalecimento do diálogo internacional.

“A Casa Civil tem atuado de forma estruturada na articulação de agendas estratégicas e no fortalecimento do relacionamento com parceiros internacionais. A realização deste encontro reflete a prioridade dada ao diálogo institucional como instrumento para ampliar parcerias, atrair investimentos e impulsionar projetos que gerem desenvolvimento econômico e social para Minas Gerais”, afirmou o secretário.

Relações entre Minas e França

Entre as empresas francesas instaladas no estado, estão a companhia biofarmacêutica Sanofi, que prevê o investimento de R$ 333 milhões no estado até 2032, e a Helibras, que possui uma fábrica de helicópteros instalada em Itajubá, no Sul de Minas, desde 1980.

A aproximação entre Minas Gerais e a França foi reforçada em missões internacionais realizadas pelo Governo do Estado nos últimos anos. Em 2025, a delegação mineira participou de agendas estratégicas no país europeu, entre elas, a apresentação dos investimentos de R$ 260 milhões no Sistema de Transmissão Graúna, arrematado pela empresa Engie em leilão da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

Em 2025, o país europeu foi o 18º principal destino das exportações mineiras. Foram US$ 458 milhões em produtos comercializados, enquanto Minas Gerais importou US$ 358 milhões em produtos franceses, resultando em um superávit comercial de US$ 100 milhões para o estado.

Brasil: quando os escândalos deixam de surpreender

Diógenes Pereira da Silva – Tenente do Quadro de Oficiais da Reserva Remunerada da PMMG

Os crimes são os mesmos; o que muda são as formas inovadoras que vêm sendo aperfeiçoadas.

É lamentável que o Brasil se veja novamente envolvido em escândalos de corrupção. Pior ainda será se realmente houver pessoas do alto escalão da chamada república tupiniquim envolvidas nesse tipo de prática.

A verdade é que o que acontece no Brasil já não surpreende quem procura se manter bem informado. São tantos casos que, se fôssemos enumerá-los desde os primeiros registros, passaríamos um mês inteiro, todos os dias, relatando um episódio diferente ao longo da história brasileira, e talvez ainda não fosse suficiente.

Agora, as atenções se voltam para o chamado caso Master e para o INSS. Ainda é cedo para apontar quem, de fato e de direito, está envolvido. No entanto, há quem diga que as dimensões desse episódio podem ultrapassar casos emblemáticos como os da Lava Jato e do Mensalão, envolvendo possivelmente políticos e autoridades graúdas.

Neste contexto, algumas perguntas se tornam inevitáveis: por qual motivo os escândalos de corrupção são tão comuns no Brasil? Será que as punições da Justiça não têm surtido o efeito esperado? Ou será que o problema já se enraizou de tal forma que passou a fazer parte da própria cultura política?

Sabe-se que a corrupção existe desde os tempos mais remotos da humanidade. Ainda assim, fica a reflexão: por qual motivo, no Brasil, ela parece ter se tornado algo tão recorrente e, para muitos, quase sistêmico?

STF-escolhas

Tania Tavares – Professora – SP

Depois desta avacalhação de alguns ministros do Supremo Tribunal Federal, defendendo o indefensável, está mais do que na hora de mudarmos os critérios para a escolha destes ministros. Deviam obrigatoriamente serem Juízes(as) escolhidos por concursos públicos dando oportunidade a todos(as), acabando com a vassalagem que existe atualmente em satisfazer quem o indicou. Em tempo, onde estão os senadores e seu presidente Davi Alcolumbre (UNIÃO), que não pedem o impeachment deles? A eleição vem aí.

STF-tudo dominado

Tania Tavares – Professora – SP

Não bastam os ministros do STF Dias Toffoli e Alexandre de Morais envolvidos com sr. Vorcaro e suas falcatruas, agora temos Gilmar Mendes anulando quebra de sigilo do fundo Arleen, sobre o resort de propriedade do ministro Toffoli e que foi aprovada pela CPI do crime organizado. E hoje, mais um ministro Nunes Marques tem o filho Kevin Marques recebendo dinheiro da Consult (JBS e Master).E o Código de Conduta não sai do papel?*
*Impeachment JÁ!