Gustavo Hoffay – Agente Social

Enquanto aguarda uma definição pelo livramento de Jair Bolsonaro da covarde situação em que encontra-se na prisão, muitos patriotas não podem se esquecer e sequer negligenciar os heroicos atos daqueles que arriscaram e até perderam a vida na luta pelo retorno do pleno regime democrático de direito nos distantes anos sessenta e os quais, ainda um adolescente, tive a infeliz oportunidade de presenciar enquanto vizinho do Palácio da Liberdade. A aceitação pelo povo das premissas doutrinais do marxismo é , sem sombra de dúvidas, algo absolutamente incompatível com a história de um povo que sempre lutou e agiu a favor de uma vida em absoluto exercício da democracia; aliás os direitos e deveres do povo politicamente livre não devem se limitar a salvaguardar a integridade, a essência de um regime de democracia, mas também a total aplicação desse regime pelas gerações futuras. O atual, vergonhoso, insultuoso e interino ocupante dos históricos e majestosos palácios do Planalto e Alvorada, atua de maneira não conciliável ou jamais concebível com aquilo que se entende por democracia e práticas cristãs. O que hoje o mundo livre assiste estupefato em nossa linda e amada pátria é uma prática política que se mostra cada vez mais pronta a sacrificar a liberdade, cortar as suas asas, em nome de uma democracia limitada, que é exercida de maneira restrita a um grupo de privilegiados e que limita a legitima participação popular nos destinos do bravo povo brasileiro, entregando a famintos coiotes cobertos por togas o julgamento de práticas democráticas que deveriam , sim, simbolizar sobriedade e imparcialidade em seus julgamentos. Precedentes recentes de políticas de caráter marxista em nossa América Latina foram desanimadores, vergonhosos para aqueles que desejavam chegar e manter-se no poder, visto que os nossos vizinhos, politicamente conscientizados quanto a ameaça de intentonas comunistas de tomar o poder, reagiram pronta e adequadamente contra propostas que buscavam a centralização do poder estatal e ameaçavam seriamente a liberdade individual. Enorme, louvável e modelar é a responsabilidade dos brasileiros que não se vendem em relação às migalhas lançadas pelos atuais ocupantes de cargos executivos federais e que, também, vão até ao âmago dos sinais originados de um (des)governo que tenta encobrir os seus próprios escândalos , mediante o proposital surgimento de outros de proporções ainda maiores. Pior! Ainda há quem aplauda e sorri quando os autores de tais excrecências desfilam numa Sapucaí perante os olhos do mundo, provocando profundos sentimentos de luto, angústia, melancolia e pesar na maioria do povo brasileiro e consequentemente um grande constrangimento e humilhação ímpar a nível mundial. Lembro aqui o que dizia o grande filosofo da Igreja Católica, Santo Agostinho: “a realidade que nos cerca é comparável a um grande letreiro: o analfabeto ao vê-lo pode admirar a elegância dos caracteres bem traçados, mas não saberá ler ou não entenderá o que eles significam. Somente quem sabe ler, perceberá todo o alcance das linhas que tem ante os olhos”! Ora, francamente….! Diante dos descalabros desse (des) governo federal , muitos brasileiros podem até achar-se analfabetos; assistem, acompanham, comentam o que assistem pela imprensa mas, infelizmente, não ligam os fatos entre si e de modo a entenderem o que, realmente, está ocorrendo nos bastidores palacianos da nossa linda capital federal. Uno-me a todos os patriotas e que clamam, sem cessar, por todos os quadrantes tupiniquins: ACORDA BRASIL, enquanto é tempo!