Paulo Henrique Coimbra de Oliveira – Economista – RJ
Tinha até outras alcunhas mas achei suficiente denominá-las apenas como CARAS DE PAU. Em audiência no STF, dirigentes de entidades representativas do Judiciário e o MP tentaram das maneiras mais surreais possíveis justificar os penduricalhos que dobram seus vencimentos além do teto constitucional.A mais alta instância do judiciário que é o STF observa rigorosamente essa condição. Basta ver os portais de transparência. Já , as demais instâncias é uma verdadeira orgia. Uma das alegações é conseguir manter o efetivo. Balela pura. Se espelham em seus colegas advogados que ralam feitos loucos e que em 90 % dos casos sequer ganham a metade do teto. Se acham pouco os vencimentos da ordem de 40 mil que peçam demissão e vão à luta. Duvido que consigam. Tenho visto muitos advogados como porteiros de prédios e na melhor hipótese motoristas de UBER.