Gustavo Hoffay – Agente social
Como forma de obter o máximo apoio tenho visto e ouvido e com certa frequência nas últimas semanas, uma quantidade razoável de resmungos a partir de simpatizantes do Partido dos Trabalhadores, um movimento em torno de um credo distante da realidade politica mundial e assaz instigante , implantado por revolucionários e professorado por uma turba de seguidores do ex-presidiário Luis Inácio, aquele sujeito devoto de uma ideologia politica superada e que tenta, a todo custo, manter-se no poder por meio, unicamente, de promessas politicas de caráter meramente assistencialista, como forma de obter apoio para si e os seus asseclas nas urnas eleitorais e o que, aliás, impede aqueles seus adeptos de reconhecerem a quase total falta de aplicação de recursos federais em áreas de suma importância na infraestrutura tupiniquim, aumentando a possibilidade de tornarmo-nos uma Cuba ou mesmo uma Venezuela em muito poco tempo. E chama a atenção o poder de convencimento do (des)governo petista sobre as classes mais humildes e residentes nas maiores capitais do país, tática que vem chamando cada vez mais a atenção de todo o mundo. A politica implantada pelo PT desde os anos oitenta visa, ainda, conseguir apoio de uma maioria de pessoas politicamente indiferentes, apolíticas mesmo, sobretudo para a sua própria sobrevivência e enquanto continuamente iludindo todas elas (socialmente vulneráveis) por meio de benefícios diversos e flexíveis, de forma a garantir uma robusta fidelidade ideológica. A própria indiferença do (des)governo federal quanto a um eficiente combate às drogas perpetrado pelo governo do Rio de Janeiro e com total apoio de governadores de alguns dos principais estados brasileiros é, sim, uma forma de não deixar-se enfronhar em uma questão que poderia desagregar correligionários e a própria opinião pública. Alguns petistas contemporâneos e pósteros estão assumindo, sabemos, atitudes opostas frente a algumas decisões da cúpula do próprio partidão. O caudilho, antes com enorme prestígio popular, insiste em trazer bem nítidas as marcas de um PT extremista e com radicais propostas de mudanças sociais encabeçadas por alguns políticos que imaginam-se capazes de exercer profunda influência sobre massas humanas, num claro sinal de ruptura pelo comando de uma (des)organização política e estrategicamente nascida sob as benção do bruxo Golbery. O partidão está sensivelmente rachado, desnutrido e descombussolado, ao ponto da maioria dos seus dirigentes estar usando das CPIs em vigor para, inutilmente, mostrarem-se ativos e operantes na defesa de um povo oprimido pelo capitalismo selvagem e aguerridamente comandado pelo “taco” Trump.