Gustavo Hoffay-Agente Social

Durante quase duas décadas e a pretexto de fazer um governo de caráter estritamente populista, o Partido dos Trabalhadores conseguiu a façanha de manipular milhões de pessoas e ao ponto de condiciona-las em favor de uma ideologia que prometia, literalmente, a comum participação da maioria do povo brasileiro em suas decisões governamentais e, a partir daí, obter e manter uma fidelidade e um consequente domínio sobre o pensamento e as convicções de milhões de trabalhadores e estudantes universitários, persuadindo todos eles de que somente um humilde trabalhador , no caso um ex-metalúrgico e ex-presidente de um dos mais poderosos sindicatos de todo o Brasil, teria plenas condições de persuadir , aos poucos e sempre mais, dezenas de milhões de brasileiros a subjugarem-se a uma doutrina politica que (entretanto) já dava sinais de falência em todo o mundo. Talvez comparando uma determinada massa de seus compatriotas a cães passíveis de adestramento ou a máquinas que podem ser programadas para aceitar e executar projetos de acordo com o desejo de influenciadores políticos exaustivamente instruídos, o regime político que manteve-se no poder durante os últimos anos especializou-se em domesticar eleitores e enquanto realizando uma espécie de lavagem de crânios preconizada por antigos ( e também atuais) agentes políticos. O roteiro propício e escolhido por todos os dirigentes de índole comunista, imagino, incluía fazer o povo manifestar-se absolutamente insatisfeito contra qualquer politico que viesse a contrariar aquela sua obsoleta doutrina e já em franca decadência, principalmente em alguns países europeus. Daí, penso, o constante propósito de seus sectários em disseminar a desordem, a mentira e o caos na sociedade, ante qualquer contrariedade imposta pelos seus opositores. Para eles, degradadores de instituições baseadas na fé e na união de famílias inteiras, a deformação de costumes e de históricos heróis nacionais é um meio de contaminar a juventude com ideias retrógadas e, daí, facilitar o seu domínio sobre a população menos esclarecida politicamente e ao que dá-se o nome de psicopolítica, uma estratégia ainda muito em voga em alguns outros países. A libertinagem social, o uso e mesmo a liberação de algumas drogas, filmes e telenovelas que sistematicamente abordam o ódio entre as pessoas, a criminalidade, a calúnia e mesmo o fatricídio são formas incontestes usadas para justificar meios de contrariar o povo e dessa forma, creio, atingirem objetivos que o convença a uma guinada no sistema de governo ou seja: fazer da degradação moral um meio eficaz e insidioso de deformação permanente e organizado, o que facilitaria grandemente um domínio político sobre considerável parcela da população; táticas de escravização mental e mais condizente com os atuais recursos disponibilizados, de modo a sabotar a consciência da maioria dos eleitores brasileiros, com pouca ou nenhuma instrução intelectual e política. Pessoas, essas, tidas por fantoches e por conseguinte facilmente manipuladas por grupos gananciosos, perversos e sedentos de poder. Se por um lado essas linhas suscitam a indignação em não poucos (e)leitores, de outro imagino contribuírem para esclarecer o ponto de vista de muitos a respeito da índole monstruosa, satânica mesmo, de um extremismo politico que chega às raias da praticar um persuasivo terrorismo psicológico/revolucionário. E a índole de um povo unido em torno de famílias e cristãs em sua grande maioria, obviamente não aprova sequer ser ameaçado de sedução por um aparato verbal e tecnológico de caráter persuasivo, quanto mais por agentes políticos incrustados nos três poderes. E é a eles que a parte sensata da nossa população dirige-se, impondo um sonoro grito de advertência:-“Aqui, não”!