SavitagorrerP!*

Tania Tavares – Professora – SP

Lí o artigo de Luiz Vassallo (A6, 17/01), e me arrepia as propostas desta turba. A curiosidade me fez procurar sinônimos da palavra prerrogativa, afinal porque um grupo de advogados, muitos criminalistas, defensores de pessoas que cometeram delitos, inclusive o sr. Lula, escolheram este nome? Há as prerrogativas de ofício, próprio de cargos. Os sinônimos falam por si tais como de vantagens, honrarias, benefícios, direitos, liberdades, distinções, imunidades, privilégios, regalias… É isto que desejam!

* Prerrogativa escrita ao contrário

Simples assim

Paulo Henrique Coimbra de Oliveira – Economista – RJ

Os pleitos do funcionalismo por aumento poderiam se dar com a simples correção da tabela do IR na fonte em 100% , que é a defasagem apurada pela própria receita. Exemplificando, uma pessoa que ganhe 6 mil reais paga hoje paga em torno de 600 reais. Com a correção pagaria apenas 55 reais . Essa diferença significa um incremento de 11 % no seu salário líquido. Valores mais altos teriam percentuais menores , o que significaria uma melhor distribuição de renda. A perda de receita poderia ter uma compensação ampliando as alíquotas até 40 % que ainda estariam mais baixos que países do primeiro mundo. Esta simples providência iria girar a roda da economia gerando mais vendas e consequentemente uma maior arrecadação.

A VERDADE SEMPRE APARECE…

Marília Alves Cunha*

Li numa página da internet um texto escrito por Juan Arias, jornalista do “El PAÍS”, jornal espanhol. Esta página foi escrita há algum tempo e o jornalista hoje deve ter mudado em relação a Lula e, como tantos, perdoado seus pecados mais do que mortais. Primeiro porque apareceu para atrapalhar um presidente conservador e liberal, coisa que os esquerdistas não toleram e segundo porque temos visto, por aí, principalmente jornalistas, pessoas que atacavam o ex-presidente pesadamente e que hoje, oportunamente, tratam de tecer gloriosos elogios ao mesmo. Estão certos de que a memória do povo diluiu-se e a história apagou-se. E mais, porque brasileiros que vivem no exterior ou estão por lá, em alguma ocasião, têm feito uma anti-propaganda do nosso país que beira ao histerismo. Digo isto, porque assisti algumas, cheias de inverdades e de ódio. Muito anti-Brasil as pessoas que se prestam a isto. Abaixo, o texto do inteligente jornalista.

“O SEGREDO DE LULA – à leitura rápida pode até parecer um elogio ao ex-presidente, mas ao contrário, mostra uma personalidade pragmatista, capaz de jogar com várias cartas ao mesmo tempo e fazendo com que todos acreditem que estão ganhando.
Em sua estratégia (de defesa), mais do que apresentar documentos atuais que citam sua inocência, o ex-presidente proclamou-se um “político perseguido”. O que interessa é parecer discriminado por defender os pobres no Brasil. Os pobres poderiam viajar de avião e sair de férias para a Argentina e que os problemas eram os ricos que não queriam compartilhar aeroportos com os pobres em sandálias. Nem era verdade, mas os pobres estavam lisonjeados e os ricos não se ofenderam, porque sabiam que Lula, desde que deixara a presidência, nunca sentou em um vôo comercial ao lado de um homem pobre. Viajou nos aviões privados dos milionários. Nele continua vivo o desejo de poder governar em plena liberdade, sem levar em conta os demais poderes independentes.”

*Educadora e escritora – Uberlândia – MG

Austrália!

Tania Tavares – Professora – SP

Deportar o tenista Novac Djokovic, por não ter tomado vacina e mentir, é a diferença entre um pais e uma Nação, que faz respeitar suas leis, seja lá quem for. Parabéns!

Quer reclamar da inflação? veja aqui se pode.

Percival Puggina*

Acabo de ler em Epoch Times que a inflação medida no Índice de Preços ao Consumidor norte-americano pelo Bureau of Labor Statistics alcançou 7%, o maior salto em 12 meses desde o ano de 1982. É o efeito lá, em dólares, da chamada inflação mundial. No Brasil a alta de preços foi medida em 10% no ano de 2021.

O resultado afeta o bolso de todos e, claro, sofre mais quem pode menos.

O mal estar social é grande. As pessoas reclamam. A oposição se refestela! Seus economistas põem a culpa em Bolsonaro e recheiam seus candidatos com criativas inutilidades.

No entanto, caro leitor, há um problema. A queixa é grátis, mas não deveria ser totalmente liberada. Na minha perspectiva, cá no meu observatório, só deveriam ter direito a reclamar aqueles cidadãos que se opuseram ao fique-em-casa, ao fecha-tudo, ao lockdown e ao discurso segundo o qual “a economia a gente vê depois”.

Convenhamos, durante meses a fio tivemos que defender o direito ao trabalho e a liberdade num ambiente em que éramos vistos como seres insensíveis, para os quais o dinheiro valia mais do que a vida… Sim, até esse tipo de insulto tivemos que ler e ouvir.

Agora, infelizmente, o depois e a inflação vieram para todos.

*Percival Puggina (77), membro da Academia Rio-Grandense de Letras, é arquiteto, empresário e escritor e titular do site www.puggina.org, colunista de dezenas de jornais e sites no país. Autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia; Pombas e Gaviões; A Tomada do Brasil. Integrante do grupo Pensar+.

Por que os presidenciáveis não falam nisto?

Percival Puggina*

Depois de três anos atrapalhando e prejudicando deliberadamente o país agora são candidatos para “salvá-lo”? À miudeza se responde com grandeza!

Em artigo anterior, publicado na semana passada, afirmei que a vitória de Bolsonaro disse ao mundo que, aqui no Brasil, haveria resistência à hegemonia esquerdista, autorrotulada “progressista”. No entanto, poderosas máquinas de guerra não são enfrentadas sem determinar reações. Elas foram interna e externamente implacáveis e causaram dificuldades ao país.

Não creio, porém, que esse contexto tenha levado qualquer fração do eleitorado vitorioso naquelas urnas a gostar do que antes não gostava, a aprovar o que antes condenava, nem a inverter seus princípios e seus valores. As coisas não acontecem assim. A estratégia oposicionista, que se faz supor exitosa, consiste em fazer crer que o presidente cria os próprios embaraços (eventualmente, isso acontece em qualquer governo, mas não é a regra, nem a causa).

Portanto, tudo se passa na mídia de massa como se o presidente da República conseguisse transformar um perfumado e plácido mar de rosas em turbulenta cachoeira de desastres. Quem lê editoriais colhe a impressão de que os próprios veículos, o Congresso Nacional, o STF, fazem o possível para tudo andar bem, mas o governo não deixa! Essa é a mensagem que tentam fazer chegar ao eleitor enquanto procuram intimidar os conservadores nos restritos espaços das redes sociais.

A despeito da cotidiana corrida de obstáculos, o governo poderia operar com maior desembaraço não fosse a impossibilidade de compor maioria parlamentar. Estou bem atento às manifestações dos presidenciáveis. Lidam com o futuro como se as dificuldades institucionais do país se resolvessem com suas vitórias pessoais nas urnas de outubro. É como se dissessem: “Votem em mim. A governabilidade a gente vê depois”… Tá bom!

Bolsonaro tentou contornar essa montanhosa e espinhosa barreira indicando previamente, para a maior parte de seu ministério, técnicos de fora do circuito político-eleitoral. Qual o resultado? O mercado de votos parlamentares se sublevou! As cotações dispararam. O pregão teve que ser fechado. Rodrigo Maia era o senhor do sim e do não e só liberava o que não tinha importância. De responsável pela pauta, tornou-se senhor das decisões e já posava com ares de Primeiro Ministro. Lembram?

Ao mesmo tempo, em meio ao deliberado tumulto das relações institucionais, o STF dava carteiraço operando como dono da democracia e “poder moderador” da República… Logo aquele estranho colegiado onde tão frequentemente falta moderação!

A questão, portanto persiste. E persiste num escandaloso silêncio das instituições! O que têm a dizer os candidatos a presidente que vêm ao eleitor pedir voto depois de haverem, mediante sucessivas ações e omissões, procurado impedir o programa vitorioso nas urnas de 2018? O que tem a dizer sobre o que se recusaram a votar? Pergunto: como esperam obter maioria num parlamento onde haverá mais de duas dezenas de minorias no outro lado do balcão dos negócios que hoje frequentam? Como pretendem votos depois de agirem como agiram?

Este não pode ser um não assunto na campanha eleitoral que já começou! À miudeza se responde com grandeza!

Percival Puggina (77), membro da Academia Rio-Grandense de Letras, é arquiteto, empresário e escritor e titular do site www.puggina.org, colunista de dezenas de jornais e sites no país. Autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia; Pombas e Gaviões; A Tomada do Brasil. Integrante do grupo Pensar+.