Ajuda para o Lula

Paulo Henrique Coimbra de Oliveira – Economista – RJ

Quem poderia continuar ajudando o Lula e de maneira efetiva é o STF. Pois nessa reta final só atrapalhou. Entre as principais medidas a serem adotadas poderiam rever as condenações de 08/01. Anistia ampla geral e irrestrita. Isso poderia ser combinado entre Lula e o STF. Isso facilitaria a vida de Flávio que não precisaria se desgastar nem com o STF nem com a população. Isso não quer dizer que Lula venceria. A derrota já foi constatada haja visto os números das eleições para os outros cargos. Seria apenas uma forma de sair por cima e de cabeça erguida. E isso vale também para alguns ministros do STF. O prazo de validade dos citados já venceu.

DEBATE???

Tania Tavares – Professora – SP

Lula, tão escolado em participar de eleições ainda teme ir aos debates com outros candidatos? Seu medo era não saber responder às muitas dúvidas sobre :Fraudes no INSS; o caso banco Master; Inquéritos contra Fábio Luís Lula da Silva-Lulinha; Indiciamento do Ministro das Comunicações e….etc

Perderam manés. kkk

Iria de Sá Dodde – Professora – RJ

Lula e Dudu desfilavam nas passarelas como absolutos. Usavam sapatos de cristal que não resistiram ao não das urnas. Só não foram defenestrados ainda no primeiro turno por conta dos insistentes representantes de uma terceira via que , infelizmente , não existe. Nem por isso deixam de arrotar arrogância. Vão perder e feio novamente para o bem do Rio e do Brasil. Perderam manés. kkk

Vergonha!

Tania Tavares – Professora – SP

Qual seria a reação dos apoiadores de Lula, se o artigo do Estadão (A3; 03/10) fosse “Juízes fazem o diabo para ajudar (Lula) Flávio Bolsonaro?

Pensar por conta própria

Diógenes Pereira da Silva*

“Se dois indivíduos estão sempre de acordo em tudo, posso garantir que um deles pensa pelos dois.” A frase atribuída a Sigmund Freud parece ter sido escrita para os tempos atuais, principalmente quando observamos a polarização da política brasileira.

Hoje, discordar de alguém muitas vezes parece uma ofensa. Nas redes sociais, pessoas defendem políticos e partidos como se estivessem defendendo times de futebol. Não basta gostar de um candidato. É preciso atacar quem pensa diferente, como se somente um lado fosse dono da verdade.

Mas democracia não funciona assim. O voto é individual e secreto. Cada cidadão tem o direito de escolher, de acordo com sua consciência, o candidato que considera mais adequado às suas expectativas. E ninguém precisa pedir autorização para votar em A, B ou em quem quiser.

Também precisamos discutir uma questão que considero urgente: a preparação de quem ocupa cargos públicos. É razoável que pessoas responsáveis por elaborar leis, votar orçamentos bilionários e tomar decisões que afetam milhões de brasileiros não tenham nenhuma exigência de qualificação para exercer essas funções? Cabe ao Congresso Nacional discutir seriamente esse assunto e avaliar se não seria necessário estabelecer critérios mínimos de formação e preparo para determinados cargos eletivos. Afinal, administrar o dinheiro público e criar leis exige responsabilidade, conhecimento e capacidade para compreender a complexidade dos problemas do país.

O problema é quando deixamos de pensar e passamos apenas a repetir aquilo que recebemos nas redes sociais. Muitas vezes, compartilhamos acusações e informações sem saber se são verdadeiras. E, quando alguém questiona, vem a ofensa.

É preciso mudar isso. Política não deveria destruir amizades, separar famílias ou transformar vizinhos em inimigos. Podemos discordar de um candidato e continuar respeitando quem vota nele.

Pensar diferente não é falta de inteligência. E concordar com tudo também não é sinal de lealdade. Ter opinião própria exige coragem para questionar até mesmo aqueles de quem gostamos.

A política passa. Os políticos passam. A família, as amizades e o respeito deveriam permanecer.

Votar é um direito. Escolher é uma liberdade. Mas pensar com a própria cabeça é uma responsabilidade de cada cidadão.

*Diógenes Pereira da Silva
Tenente QOR PMMG

Assim que começa….!!!

Tania Tavares – Professora – SP

Primeiro eles vieram e exigiram que um modelo de debates fosse alterado. Me incomodou e não fiz nada. Depois acharam que podiam obrigar a presença de quem não obedecia às regras e não me incomodei… Conseguiram seu objetivo não houve debate. Ou reagimos agora ou não vamos ter a quem reclamar, seremos dominados. Acorda Brasil*!

* o próximo presidente vai escolher 4 ministros para o STF!!!