por uberlandiahoje | mar 24, 2026 | Notícias |
População de Lagoa Santa e Vespasiano, com acesso ao MG App, terá na palma da mão encaminhamentos mais rápidos e assertivos na rede de saúde
O governador de Minas Gerais, Mateus Simões, participou, nesta segunda-feira (23/3), da ampliação do Tele Mais Saúde MG, com o lançamento das modalidades de teleorientação e teleconsulta com especialistas, iniciativa da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) que amplia o acesso da população ao atendimento em saúde on-line na rede pública.
GOV. MG
A nova frente de telessaúde do Governo de Minas utiliza tecnologia para organizar o fluxo de atendimento e garantir que cada usuário seja direcionado ao local certo, no momento certo, com mais agilidade, contribuindo para a redução de lista de espera e a melhoria da resposta da rede.
O Tele Mais Saúde MG foi desenvolvido em parceria com a Fundação Educacional Lucas Machado (Feluma). O serviço estará disponível no MG App, coordenado pela Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag-MG), que passa a funcionar como porta de entrada digital para o atendimento em saúde.
A plataforma oferece acesso gratuito, seguro e integrado à Atenção Primária à Saúde (APS), onde também serão realizados os agendamentos futuros. Nesta primeira fase, o serviço será implantado em Lagoa Santa e Vespasiano, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), com início dos atendimentos previsto para o início de abril.
“O paciente vai ser atendido on-line por um médico teleorientador que pode direcioná-lo a uma consulta na Unidade Básica de Saúde (UBS) ou marcar uma teleconsulta com especialistas, que é a segunda fase do projeto que também está sendo lançada hoje”, descreveu Mateus Simões.
A estratégia será ampliada gradualmente, com previsão de expansão para todos os municípios a partir do segundo semestre, conforme o monitoramento dos resultados pela SES-MG.
“Todo o processo é feito on-line e o paciente já sai ou com um receituário médico, ou encaminhado na direção de uma solução para o problema”, explicou o governador Mateus Simões.
Tecnologia para organizar o acesso e reduzir filas
O Tele Mais Saúde MG foi estruturado para enfrentar desafios históricos da rede pública, além de reduzir a lista de espera, a dificuldade de acesso a especialistas e a sobrecarga das equipes. Na prática, o usuário inicia o atendimento com a teleorientação pelo aplicativo. A partir desse primeiro contato, o profissional da Atenção Primária avalia o caso, orienta o paciente e define o encaminhamento mais adequado, seja para uma UBS ou para teleconsulta com especialista.
O modelo segue um fluxo assistencial estruturado, qualificando a decisão clínica já na entrada do sistema. Com isso, evita encaminhamentos desnecessários, reduz a pressão sobre a atenção especializada e aumenta a resolutividade da APS.
A estratégia contempla especialidades médicas como cardiologia, dermatologia, endocrinologia, ginecologia e obstetrícia, pediatria, ortopedia e neurologia, entre outras, conforme a necessidade assistencial em cada região.
A plataforma também garante registro completo dos atendimentos, integração com a rede e proteção de dados, permitindo acompanhamento contínuo dos casos e melhoria permanente dos serviços.
O MG App, que viabiliza o acesso digital ao serviço, foi financiado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), com intermediação da Secretaria de Estado de Casa Civil (SCC), como parte das ações de modernização e digitalização dos serviços públicos em Minas Gerais.
Telessaúde como política pública estruturante
O Tele Mais Saúde MG integra a estratégia estadual de institucionalização da telessaúde como prática permanente na rede pública de saúde. A iniciativa estabelece diretrizes, metas e monitoramento contínuo para qualificar o atendimento e ampliar o acesso da população. Antes dessa nova etapa voltada diretamente ao cidadão, Minas já consolidava a teleconsultoria realizada entre profissionais por meio de uma plataforma digital, otimizando os atendimentos em saúde de todo o estado.
Desde 2024, já foram realizadas mais de 60 mil teleconsultorias em Minas Gerais, em parceria com os núcleos de telessaúde da Faculdade de Medicina e Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e da Feluma, fortalecendo a integração entre a APS e a Atenção Ambulatorial Especializada, reduzindo encaminhamentos desnecessários de pacientes.
O serviço de teleconsultoria permite a discussão de casos clínicos de forma remota, com retorno em até 72 horas, apoiando a tomada de decisão das equipes de saúde e qualificando o atendimento ao cidadão.
O Tele Mais Saúde MG não substitui o atendimento presencial, mas amplia as possibilidades de acesso à saúde. A proposta é oferecer uma nova porta de entrada mais ágil e acessível, mantendo a Atenção Primária à Saúde como coordenadora do cuidado e garantindo continuidade no acompanhamento dos pacientes.
por uberlandiahoje | mar 24, 2026 | Notícias |
Mudanças buscam uma distribuição ainda mais justa e eficiente dos recursos tributários arrecadados em Minas Gerais
Prefeituras de Minas Gerais têm até 31/3 para atualizar as informações utilizadas no cálculo do Fator de Qualidade do ICMS Ecológico relacionadas a empreendimentos de saneamento ambiental. Com a proximidade do prazo final, a Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad) reforça o alerta para que os municípios não deixem o envio para a última hora.
GOV. MG
A atualização é necessária para que os municípios recebam corretamente os repasses da parcela do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) vinculada ao subcritério Saneamento Ambiental. Os dados informados impactam diretamente o cálculo da nota individual de cada município e, consequentemente, os valores financeiros a serem distribuídos.
A revisão dos indicadores foi definida pela Semad e contempla os empreendimentos de tratamento e disposição final de resíduos sólidos urbanos (RSU) e de tratamento de esgoto sanitário.
As mudanças foram estabelecidas pela Resolução Semad nº 3.371, publicada em 4 de julho de 2025 e válida desde 1º de janeiro de 2026. A nova norma busca tornar a distribuição dos recursos mais justa e eficiente entre os municípios mineiros, além de alinhar os critérios utilizados à Política Nacional de Resíduos Sólidos.
Atenção ao envio das informações
Os dados enviados são analisados pela equipe técnica da Semad e subsidiam o cálculo dos repasses financeiros aos municípios. Para realizar a atualização, as prefeituras devem acessar o site oficial, baixar o Formulário de Apuração do Fator de Qualidade (Relatório Anual do empreendimento) e consultar os arquivos orientativos disponíveis em “Formulários e Material de Apoio”.
Dúvidas sobre preenchimento e envio podem ser encaminhadas para o e-mail: icms.rsu@meioambiente.mg.gov.br.
Avanços na política ambiental
Segundo o secretário de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, Lyssandro Norton, a atualização representa um avanço importante na política ambiental mineira. “A nova resolução busca estimular ainda mais a recuperação de materiais recicláveis, incentivar o tratamento da matéria orgânica por meio da compostagem e fortalecer a inserção social dos catadores de materiais recicláveis”, afirmou.
A atualização também incorpora avanços das políticas de resíduos sólidos ao ampliar o peso de indicadores ligados à inclusão socioprodutiva de catadores, à recuperação de recicláveis e ao tratamento do lodo das Estações de Tratamento de Esgoto.
Outro destaque é o incentivo à participação de catadores na gestão dos resíduos sólidos urbanos. A nova metodologia valoriza municípios que desenvolvem programas de coleta seletiva com participação de organizações de catadores e que apoiam essas entidades no acesso ao programa Bolsa Reciclagem.
Para o subsecretário de Saneamento da Semad, Anderson Diniz, a medida fortalece a integração entre instrumentos econômicos voltados à gestão de resíduos sólidos. “Minas Gerais avança ao promover a articulação entre o ICMS Ecológico e o programa Bolsa Reciclagem. Isso contribui para fortalecer ambos os mecanismos e ampliar os benefícios ambientais e sociais da política de gestão de resíduos no estado”, destacou.
Com a atualização dos indicadores, o Governo de Minas busca estimular boas práticas na gestão do saneamento ambiental e incentivar os municípios a investir em soluções mais sustentáveis para o tratamento de resíduos e de esgoto.
por uberlandiahoje | mar 24, 2026 | Notícias |
Programa Reconversão Ambiental avança no estado e redefine o futuro de áreas mineradas
A Fundação Estadual do Meio Ambiente (Feam) conduz, em Minas Gerais, o Programa de Reconversão Ambiental para recuperação e fechamento de minas, iniciativa que reúne diretrizes voltadas à recuperação de áreas degradadas pela mineração, ao enfrentamento de passivos ambientais e à definição de novos usos para esses territórios. A proposta orienta a atuação do estado no pós-mineração e busca garantir que o encerramento das atividades ocorra de forma planejada, segura e alinhada ao desenvolvimento dos municípios.
GOV. MG
Ao estabelecer parâmetros técnicos e institucionais, o programa incorpora o planejamento antecipado, a recuperação ambiental progressiva e a avaliação do uso futuro das áreas mineradas como parte do próprio ciclo da atividade mineral. O fechamento de minas torna-se uma etapa estratégica, com impacto direto na organização do território.
“Estamos falando de legado. Esses territórios precisam ser reestruturados e reinseridos na dinâmica dos municípios. O fechamento de mina não pode significar abandono, mas sim uma nova etapa, com usos definidos e benefícios para a sociedade”, afirma o diretor de Gestão de Barragens e Mineração da Feam, Roberto Junio Gomes.
A estrutura do programa está organizada em cinco frentes de atuação, que abrangem desde a recuperação ambiental ainda durante a operação das minas até a gestão de áreas paralisadas ou abandonadas, além da promoção de novos usos e do fortalecimento da governança e da gestão de dados.
Os avanços já se refletem na prática. Em 2025, a Feam acompanhou 130 áreas em processo de fechamento e recuperação ambiental no estado, das quais mais de 20 já receberam a Declaração de Recuperação Ambiental, indicando que estão aptas para novos usos.
Do fechamento ao uso futuro
A reconversão ambiental propõe uma mudança de perspectiva ao tratar as áreas mineradas como territórios com potencial de transformação, capazes de abrigar novas funções econômicas, sociais e ambientais. Em Nova Lima, esse movimento já pode ser observado em projetos que exemplificam essa transição, como o Nova Vila, desenvolvido pela AngloGold Ashanti, que transforma antigas áreas de mineração em um bairro multifuncional, com espaços culturais, áreas de convivência, comércio, serviços e moradias. A proposta também preserva estruturas históricas, integrando memória e novos usos ao território.
“O projeto foi construído com base na escuta da comunidade e na valorização do território. A ideia é transformar essa área em um espaço aberto, com lazer, cultura e oportunidades para a população”, destaca o diretor de Comunicação, Comunidade e Relações Governamentais da empresa, Fernando Cláudio.
Já o projeto Uso Futuro, conduzido pela Vale S.A., prevê a transformação da área da Mina de Águas Claras em um grande espaço de convivência e lazer, com atividades esportivas, eventos e integração com a natureza.
Segundo a gerente geral de Geotecnia da Vale, Angélica Silva, o processo ocorre de forma gradual e com foco na segurança. “A estabilização das estruturas é a base de todo o processo. A partir disso, a ideia é liberar os espaços progressivamente, permitindo que a população passe a utilizar essas áreas com segurança, enquanto o projeto avança”, explica.
Áreas que se transformaram em referência
A reconversão ambiental pode ser observada, na prática, em diferentes regiões de Minas Gerais, onde antigos territórios minerados foram transformados, ao longo do tempo, em espaços de uso coletivo e referência para o estado.
É o caso do Instituto Inhotim, em Brumadinho, e do Parque das Mangabeiras, em Belo Horizonte, ambos implantados em áreas anteriormente impactadas pela mineração e que, hoje, se consolidam como exemplos históricos de recuperação ambiental associada a novos usos voltados ao lazer, à cultura e à preservação.
Essas experiências ajudam a demonstrar, na prática, o potencial de transformação desses territórios e dialogam com iniciativas mais recentes, como o Aquabeat, em São José da Lapa, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, que reúne parque aquático, áreas de lazer e atividades recreativas, ampliando as possibilidades de uso desses espaços.
por uberlandiahoje | mar 24, 2026 | Notícias |
Programa Reconversão Ambiental avança no estado e redefine o futuro de áreas mineradas
gGOV. MG
A Fundação Estadual do Meio Ambiente (Feam) conduz, em Minas Gerais, o Programa de Reconversão Ambiental para recuperação e fechamento de minas, iniciativa que reúne diretrizes voltadas à recuperação de áreas degradadas pela mineração, ao enfrentamento de passivos ambientais e à definição de novos usos para esses territórios. A proposta orienta a atuação do estado no pós-mineração e busca garantir que o encerramento das atividades ocorra de forma planejada, segura e alinhada ao desenvolvimento dos municípios.
Ao estabelecer parâmetros técnicos e institucionais, o programa incorpora o planejamento antecipado, a recuperação ambiental progressiva e a avaliação do uso futuro das áreas mineradas como parte do próprio ciclo da atividade mineral. O fechamento de minas torna-se uma etapa estratégica, com impacto direto na organização do território.
“Estamos falando de legado. Esses territórios precisam ser reestruturados e reinseridos na dinâmica dos municípios. O fechamento de mina não pode significar abandono, mas sim uma nova etapa, com usos definidos e benefícios para a sociedade”, afirma o diretor de Gestão de Barragens e Mineração da Feam, Roberto Junio Gomes.
A estrutura do programa está organizada em cinco frentes de atuação, que abrangem desde a recuperação ambiental ainda durante a operação das minas até a gestão de áreas paralisadas ou abandonadas, além da promoção de novos usos e do fortalecimento da governança e da gestão de dados.
Os avanços já se refletem na prática. Em 2025, a Feam acompanhou 130 áreas em processo de fechamento e recuperação ambiental no estado, das quais mais de 20 já receberam a Declaração de Recuperação Ambiental, indicando que estão aptas para novos usos.
Do fechamento ao uso futuro
A reconversão ambiental propõe uma mudança de perspectiva ao tratar as áreas mineradas como territórios com potencial de transformação, capazes de abrigar novas funções econômicas, sociais e ambientais. Em Nova Lima, esse movimento já pode ser observado em projetos que exemplificam essa transição, como o Nova Vila, desenvolvido pela AngloGold Ashanti, que transforma antigas áreas de mineração em um bairro multifuncional, com espaços culturais, áreas de convivência, comércio, serviços e moradias. A proposta também preserva estruturas históricas, integrando memória e novos usos ao território.
“O projeto foi construído com base na escuta da comunidade e na valorização do território. A ideia é transformar essa área em um espaço aberto, com lazer, cultura e oportunidades para a população”, destaca o diretor de Comunicação, Comunidade e Relações Governamentais da empresa, Fernando Cláudio.
Já o projeto Uso Futuro, conduzido pela Vale S.A., prevê a transformação da área da Mina de Águas Claras em um grande espaço de convivência e lazer, com atividades esportivas, eventos e integração com a natureza.
Segundo a gerente geral de Geotecnia da Vale, Angélica Silva, o processo ocorre de forma gradual e com foco na segurança. “A estabilização das estruturas é a base de todo o processo. A partir disso, a ideia é liberar os espaços progressivamente, permitindo que a população passe a utilizar essas áreas com segurança, enquanto o projeto avança”, explica.
Áreas que se transformaram em referência
A reconversão ambiental pode ser observada, na prática, em diferentes regiões de Minas Gerais, onde antigos territórios minerados foram transformados, ao longo do tempo, em espaços de uso coletivo e referência para o estado.
É o caso do Instituto Inhotim, em Brumadinho, e do Parque das Mangabeiras, em Belo Horizonte, ambos implantados em áreas anteriormente impactadas pela mineração e que, hoje, se consolidam como exemplos históricos de recuperação ambiental associada a novos usos voltados ao lazer, à cultura e à preservação.
Essas experiências ajudam a demonstrar, na prática, o potencial de transformação desses territórios e dialogam com iniciativas mais recentes, como o Aquabeat, em São José da Lapa, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, que reúne parque aquático, áreas de lazer e atividades recreativas, ampliando as possibilidades de uso desses espaços.
por uberlandiahoje | mar 24, 2026 | Notícias |
Adesão ao Redesim + Livre facilita o ambiente de negócios e garante benefícios ao empreendedor mineiro, como o acesso à linha de crédito do BDMG
Minas Gerais já conta com 155 municípios no nível intermediário do programa Minas Livre para Crescer (MLPC). Somente este ano, 15 cidades avançaram na iniciativa do Governo de Minas, ampliando o alcance da iniciativa. Entre as mais recentes estão Cachoeira de Minas, Minduri, Perdões e Bambuí.
GOV. MG
Os municípios que atingem esse nível são aqueles que implementaram o Redesim + Livre, sistema que automatiza etapas essenciais do processo de abertura e legalização de empresas, permitindo que um empreendimento esteja apto a funcionar em poucos minutos.
O sistema desenvolvido pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sede-MG), em parceria com a Junta Comercial do Estado de Minas Gerais (Jucemg) e o Sebrae Minas, tem promovido uma transformação significativa no ambiente de negócios do estado.
Entre os 30 municípios da região Sudeste com maior agilidade na abertura de empresas, 18 estão em Minas Gerais, como é o caso de Pompéu e Pratápolis. Além disso, 22 dos 30 municípios com melhor desempenho na formalização de negócios utilizam o sistema automatizado.
“Os resultados mostram que Minas Gerais está avançando de forma consistente na construção de um ambiente de negócios mais moderno, ágil e favorável ao empreendedor. Ao aderirem ao Redesim + Livre, os municípios reduzem a burocracia, aceleram a abertura de empresas e estimulam a geração de emprego e renda”, destaca o subsecretário de Liberdade Econômica e Empreendedorismo da Sede-MG, Marco Gaspar.
Medidas que impactam significativamente no ambiente de negócios em Minas
Desde a implantação do Redesim + Livre, em fevereiro de 2024, a redução do tempo da abertura de empresas evidencia o impacto direto da automatização.
Em alguns municípios, o tempo de análise de viabilidade foi reduzido a níveis mínimos, como em Pirapora e Varginha (6 minutos), Araxá (1 minuto), Nova Lima (45 minutos), Araguari (2,36 horas) e Ipatinga (4,85 horas). Essa etapa verifica se a abertura do negócio é legalmente viável, garantindo mais rapidez ao empreendedor que deseja formalizar uma empresa.
Esses municípios também contam com 945 atividades econômicas classificadas como de baixo risco, dispensadas de alvará. Entre elas estão a fabricação de vinhos, cervejas e chopes, o comércio varejista de café torrado, moído e solúvel, além da criação de bovinos para corte.
Além da maior agilidade na abertura de empresas, o avanço de nível no programa também garante outras vantagens, como o acesso à linha de crédito “BDMG Livre para Crescer”, do Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG).
A linha oferece condições diferenciadas, com taxas reduzidas de 5,75% ao ano + Selic, prazo de até 48 meses para pagamento, sendo 12 meses de carência. Os recursos podem ser utilizados para reformas, capital de giro, pagamento de dívidas, compra de equipamentos, entre outras finalidades.
Até o momento, a linha de crédito já desembolsou R$ 24,5 milhões em financiamentos, beneficiando cerca de 364 pequenos empresários de municípios que aderiram ao nível intermediário do programa. O ticket médio – valor médio contratado pelas micro e pequenas empresas – é de aproximadamente R$ 67 mil.