por uberlandiahoje | set 10, 2026 | Notícias |
Destaque do Dia
Repasse de recursos para entidades e aquisição de motoniveladora. Projetos de lei são aprovados em primeira discussão e votação
Primeira discussão e votação
01.Projeto de Lei Ordinária N°. 1343/2026 – de autoria do prefeito municipal, que altera os anexos V – programas de governo e VI – metas e prioridades para 2026 – da Lei Nº. 14.649, de 17 de dezembro de 2025, Plano Plurianual – PPA 2026-2029, autoriza a abertura de crédito especial no orçamento da Secretaria Municipal de Agronegócio no valor de R$ 954.300,00 (novecentos e cinquenta e quatro mil e trezentos reais e dá outras providências). O projeto deve ser aprovado por votação nominal. Maioria absoluta.
De acordo com o projeto de lei, esses recursos serão destinados à aquisição de 01 (uma) motoniveladora nova (zero hora), 17 toneladas, equipada com motor diesel turboalimentado (potência mínima de 170 HP), transmissão powershift, cabine fechada ROPS/FOPS e escarificador traseiro, em estrito cumprimento às especificações técnicas do termo de referência e do plano de sustentabilidade da pasta.
O projeto de lei foi aprovado por 21 votos favoráveis.
Cinco ausências.
02.Projeto de Lei Ordinária N°. 1346/2026 – de autoria do prefeito municipal, que autoriza o Poder Executivo a efetuar o pagamento de contribuição extraordinária à Frente Nacional de Prefeitas e Prefeitos – FNP – destinada ao Programa Estratégico de Apoio à Reforma Tributária e dá outras providências. O projeto deve ser aprovado por votação nominal. Maioria absoluta.
O valor do montante a ser repassado à Frente Nacional de Prefeitas e Prefeitos – FNP – é de R$ 52.646,00.
O projeto de lei foi aprovado, emendado, por 19 votos favoráveis.
Um voto contrário.
Uma abstenção.
Cinco ausências.
03.Projeto de Lei Ordinária N°. 1344/2026 – de autoria do prefeito municipal, que autoriza a abertura de crédito suplementar no orçamento da Secretaria Municipal de Agronegócio no valor de R$ 200.000,00 (duzentos mil reais) e a transferência de recursos no mesmo valor à entidade que menciona. O projeto deve ser aprovado por votação nominal. Maioria absoluta.
Segundo a proposta, esses recursos serão transferidos para o Sindicato Rural de Uberlândia. Recursos que deverão ser aplicados no custeio das obras de reforma e construção das instalações sanitárias (banheiros) de uso público do Parque de Exposições Camaru.
O projeto de lei garante que a medida visa assegurar melhores condições de higiene, acessibilidade e conforto aos usuários urbanos e rurais durante a realização de feiras e eventos, reafirmando a importância da cooperação entre o poder público e a sociedade civil organizada.
O projeto de lei foi aprovado por 24 votos favoráveis.
Três ausências.
Em tempo: a próxima reunião ordinária plenária do ano, somente presencial, a sexta reunião plenária do oitavo período da segunda sessão ordinária, deverá ser realizada amanhã, quarta-feira, dia 09 de setembro, em horário regimental, com início provável às 9 horas, no Plenário Homero Santos da Câmara Municipal de Uberlândia.
por uberlandiahoje | set 10, 2026 | Ponto de Vista |
Tania Tavares – Professora – SP
Alô, SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL:- Avacalhou? Troca ou fecha.
por uberlandiahoje | set 8, 2026 | Ponto de Vista |
Paulo Henrique Coimbra de Oliveira – Economista – RJ
Alguém lembra da música de Frejat “Amor pra recomeçar” onde numa estrofe ele fala “Rir é bom, mas rir de tudo pode ser desespero ” ? Perfeitamente aplicável na foto onde aparecem as hienas do STF rindo ninguém sabe de que. Muitos pensam que estão rindo do povo mas se pensarem nos últimos acontecimentos que enlameiam aquela corte verão que faz todo sentido as palavras de Frejat.
por uberlandiahoje | set 8, 2026 | Ponto de Vista |
Gustavo Hoffay – Agente Social
Originário da capital mineira desembarquei em Uberlândia às vésperas do Carnaval de 1.987, com ânimo forte para dar continuidade aos meu planos pessoais e profissionais e já determinado a fixar residência na cidade que despertava rumo a grandes e invejadas conquistas. Passados poucos dias e residindo em uma república de quatro estudantes universitários na rua Cruzeiro dos Peixotos , logo tive a oportunidade de ser encaminhado por um antigo amigo à presença de uma ilustre pessoa, profissional dos mais respeitados no comercio atacadista desta metrópole : o hoje saudoso Joaquim Vital e então gerente-geral das Casas Alô Brasil, à época o maior atacadista de secos e molhados de todo o Triangulo Mineiro e com mais de noventa representantes comerciais por todo o Brasil. Ali trabalhei por alguns anos na área de marketing até o encerramento das suas atividades em Uberlândia. Passados alguns poucos anos desde então, acumulei às minhas funções profissionais em um outro grande comercio por atacado nesta cidade, a prestação de serviços voluntários como uma forma de dedicar parte do meu tempo a pessoas esperançosas de reabilitação da sua saúde física e mental. Assim foi em duas fundações, um conselho municipal e finalmente no Hospital do Câncer da Universidade Federal de Uberlândia. Especialmente durante o tempo que lidei com centenas de cancerosos em tratamento e também com alguns dos seus respectivos familiares e amigos, passei a entender que a entrega consciente ou inconsciente de enfermos a cuidados médicos e de enfermagem, era mais que uma forma deles aliviarem o seu sofrimento físico e mental enquanto conservando a sua lucidez; implicava também em darem muito mais valor à vida e de uma forma que, talvez, nunca antes o fizeram. De minha parte, enquanto humilde voluntário e também na condição de ex-paciente daquela fantástica casa de saúde e na companhia de outros colegas também ali voluntariosos, aprendi que a abordagem a um enfermo em tratamento de câncer é algo muito delicado e não raramente difícil. Já há muito o paciente sofre dores em seu corpo e tem a consciência de que o seu sofrimento pode se agravar, apesar de todos os subsídios da medicina nele aplicados por meio de medicamentos, profissionais dedicados e uma alta tecnologia empregada a favor da sua reabilitação. E era-me doloroso observar a angustia visível nos olhos da maioria daqueles enfermos. Alguns diziam-me que se Deus fosse bom “ Ele não permitiria tanto sofrimento”! Numa determinada segunda-feira e já por volta das dez horas da manhã, estando o corredor do setor de quimioterapia todo tomado por pacientes à espera de receberem o devido tratamento, uma senhora com uma criança de aproximadamente cinco anos ao colo chamou-me especial atenção; ela chorava baixinho e apertava ao seu peito aquela pequena criatura. Não me contive e na ânsia de providenciar-lhe um pouco de alivio disse-lhe: -“ Se o seu filho está sofrendo, é porque Deus o ama”. E de imediato aquela mãe olhou-me e respondeu :-“ Então vou pedir a Deus que o ame um pouco menos”! Senti ali, naquele breve momento, o profundo desalento daquela senhora. A partir daquele dia, juro, resolvi que deveria esforçar-me por penetrar no íntimo do coração dos pacientes cancerosos ali em tratamento, de maneira a não deixar de excitar a minha sensibilidade, as minhas emoções. Foi quando voltei no tempo e relembrei do quanto eu mesmo, em tratamento de um câncer que me consumia e naquele mesmo hospital, tive as sensações do vazio, da solidão e da culpabilidade. E não havia médico, religioso, enfermeiro ou psicólogo que auxiliasse-me naqueles momentos de terríveis interrogações. Eu me continha, falava o menos possível e pedia que as visitas em meu quadro pós-operatório fossem breves. Até mesmo alguns médicos que aspiravam ser os servidores da vida, eis que sentia-os manietados diante da doença contra a qual eu lutava. Passado algum tempo, já reabilitado após uma cirurgia e vinte sessões de radioterapia e enquanto tendo por companhia a minha esposa Eliane como fiel escudeira e incentivadora, resolvi prestar-me a auxiliar outras pessoas que passavam pelo calvário que passei. Com o passar do tempo e as experiências ali vividas, percebi o quanto era recomendável que eu estabelecesse um relacionamento humano, fraterno entre eu, os pacientes e os seus respectivos familiares; nada de comentários muito transcendentais e elevados. O que importava era estar ao lado de cada um deles, dar testemunho do que eu mesmo havia passado e enquanto em tratamento do meu câncer, adaptando-me às circunstâncias de cada paciente e da sua família, de modo a encetar uma relativa e confortadora amizade. Com a mãe daquela criança em tratamento de câncer e a qual, muito infelizmente, jamais tornei a ver, aprendi ainda mais que os conflitos da perspectiva da morte suscitam sentimentos terríveis, mas que a fé e as orações podem levar ao enfermo o alivio e a força que Cristo não deixa de dar a quem o procura na intimidade do silencio. Creio que a mãe daquela criança e de cuja face jamais esquecerei pelo resto da minha vida, recorreu às orações e que elas deram-lhe um salutar impulso para que a sua fé crescesse e o seu filho se reabilitasse. Mudei-me de Uberlândia algumas semanas depois, mas pedi a Deus por ela e pela sua criança, na certeza de que Ele dá sempre a resposta que mais convêm ao bem de quem nele crê. Mais que consolo, o serviço voluntário em uma casa de saúde deve suscitar esperança. Sim, porque a esperança é a espinha dorsal e o dínamo de todo cristão.
por uberlandiahoje | set 8, 2026 | Ponto de Vista |
Paulo Henrique Coimbra de Oliveira – Economista – RJ
A cupula do PT e de alguns partidos de sua base alugada tem entre seus dirigentes ex-terroristas.Para mim ex-terroristas só tem essa qualificação quando morrem. Estão apenas desmobilizados pois as circunstâncias atuais ainda os favorecem politicamente.Mas sua atuação em tempos de paz não são das melhores. Sua incompetência em gerir a coisa publica faz vitimas a cada instante. A inflação elevada diminui o poder de compra desde o beneficiario do bolsa familia até a classe média. Sem escolas , sem assistencia medica, com estradas mal conservadas onde diariamente morrem milhares de pessoas, os indices de violência crescendo a cada dia , digo sem medo de errar que tais desmandos equivalem aos misseis lançados pelo Hamas contra os israelenses.