por uberlandiahoje | mar 19, 2026 | Notícias |
Entre os casos está o resgate de uma coruja ferida no Sul de Minas; maioria dos atendimentos envolve animais domésticos nas rodovias
GOV. MG
Uma coruja ferida após ser atropelada no trecho da BR-459 entre os municípios de Caldas e Ipuiúna, no Sul de Minas, foi socorrida por equipes da concessionária responsável pelo trecho e recebeu atendimento veterinário especializado de forma agilizada. O caso é um entre os 270 exemplos de resgates de animais silvestres e domésticos em rodovias concessionadas pelo estado.
A ave é uma jacurutu, espécie conhecida como corujão-orelhudo (Bubo virginianus), e foi resgatada pela EPR Sul de Minas. Encontrada com fratura em uma das asas, ela foi atendida por equipes operacionais da concessionária, que realizaram o resgate e providenciaram imediatamente o encaminhamento para atendimento veterinário.
Situações como essa são acompanhadas pelo Governo de Minas, por meio da Agência Reguladora de Transportes do Estado de Minas Gerais (Artemig), e reforçam a importância do trabalho regulatório e do cumprimento dos contratos de concessão.
“A presença de animais nas rodovias representa risco tanto para a fauna quanto para os usuários. O acompanhamento dessas ações pela agência garante que as concessionárias adotem medidas efetivas de prevenção, manejo adequado e preservação da vida, alinhadas às diretrizes de segurança viária e sustentabilidade”, destaca o diretor-geral da Artemig, Breno Longobucco.
Atuação das concessionárias
As concessionárias seguem protocolos operacionais que incluem afugentamento para áreas seguras ou resgate com encaminhamento para atendimento veterinário. Os animais domésticos podem ser destinados à adoção, enquanto os silvestres passam por reabilitação e, quando possível, são devolvidos ao habitat natural.
No caso da coruja, durante o período de recuperação a ave permaneceu sob cuidados especializados providenciados pela concessionária na cidade de Congonhal. Depois do tratamento, a jacurutu recebeu um novo destino e viverá em segurança no Parque dos Falcões, localizado na cidade de Itabaiana, em Sergipe, referência nacional na conservação de aves de rapina.
Balanço de resgates
Histórias como essa fazem parte do balanço de atendimentos envolvendo animais domésticos e silvestres registrados em 2025 nas rodovias estaduais concedidas de Minas Gerais, que incluem as concessionárias do grupo EPR, da Via Nascentes, da Ecovias Norte Minas e do lote Via Liberdade.
Nas concessões do grupo EPR, foram realizados mais de 170 resgates de animais em 2025. A EPR Triângulo contabilizou 69 atendimentos, sendo 44 de animais domésticos. Ainda, a EPR Vias do Café registrou 59 ocorrências, das quais 49 envolveram animais domésticos. Já a EPR Sul de Minas realizou 52 resgates, com 37 animais domésticos. Ao longo do ano, as concessionárias também promoveram treinamentos específicos para capacitar as equipes operacionais no manejo e resgate de animais nas rodovias.
A Via Nascentes informou o resgate de 99 animais ao longo de 2025, conforme levantamento da área de operações, sendo 90 domésticos e 9 silvestres, destacando o trabalho na identificação, manejo e destinação adequada dos animais encontrados nas faixas de domínio.
Na Ecovias Norte Minas, o balanço do ano registra um resgate de animal silvestre, uma seriema, além de uma ocorrência de afugentamento, com a devolução segura de um cavalo ao seu proprietário.
Já no lote Via Liberdade, as ações relacionadas à fauna integram as diretrizes permanentes do contrato de concessão. O cuidado com animais domésticos e silvestres faz parte das medidas ambientais associadas ao processo de licenciamento e será implementado de forma progressiva, dentro do prazo contratual de até 12 meses.
A Artemig reforça que o abandono de animais em rodovias é crime, passível de penalidades, e representa um risco grave à segurança viária. A conscientização da população é fundamental para reduzir acidentes e proteger a vida nas estradas mineiras.
por uberlandiahoje | mar 19, 2026 | Notícias |
Animal resgatado na zona rural de Tiros (MG) recebe cuidados especializados e deve ser monitorado após soltura
Um filhote de tamanduá-bandeira, fêmea, foi resgatado na zona rural do município de Tiros, no Alto Paranaíba, e agora está sob cuidados do Centro de Triagem e Reabilitação de Animais Silvestres (Cetras) de Patos de Minas. O animal foi encontrado ainda agarrado ao dorso da mãe, que morreu após um atropelamento, e encaminhado para atendimento especializado.
GOV. MG
Apesar das circunstâncias, o animal deu entrada na unidade em boas condições de saúde e segue estável. Como ainda está em fase inicial de desenvolvimento, permanecerá no Cetras para receber os cuidados necessários até que esteja apto a viver de forma independente na natureza. Para assegurar o bem-estar e, ao mesmo tempo, evitar a associação com o contato humano, a equipe adotou o uso de um bicho de pelúcia durante o manejo. Dessa forma, a estratégia oferece suporte físico e conforto, sem comprometer o comportamento natural.
Batizado como Lúcia, o filhote pesa cerca de 2,1 quilos e apresenta comportamento típico da espécie nessa fase da vida, permanecendo abraçado durante grande parte do tempo. Esse instinto, inclusive, tem sido considerado em todas as etapas do manejo, o que garante um processo de reabilitação mais adequado e respeitoso.
Segundo o médico-veterinário do Cetras, Keniker Borges, a técnica é fundamental para o desenvolvimento saudável e para o sucesso da reabilitação. “Uma forma de o animal não se apegar ao contato humano é oferecer um bicho de pelúcia, já que ele é naturalmente apegado ao dorso da mãe. Assim, conseguimos garantir mais conforto durante o manejo, respeitando o comportamento da espécie”, explica.
Ainda de acordo com o veterinário, o acompanhamento seguirá até que esteja plenamente apto para retornar ao ambiente natural. “Ela vai permanecer com a gente até estar pronta para a soltura, passando por todas as etapas necessárias de reabilitação”, destaca.
A expectativa é que, após esse período, Lúcia seja devolvida à natureza com o suporte de tecnologia de monitoramento. Em parceria com o Projeto TamanduASAS, deverá utilizar um colete com GPS, permitindo o acompanhamento de sua adaptação ao habitat natural e contribuindo para estudos sobre a espécie.
Por se tratar de um animal em fase inicial de vida, esse período de cuidado é essencial para garantir o desenvolvimento de autonomia suficiente para a sobrevivência em vida livre, aumentando as chances de sucesso na reintegração ao ambiente natural.
Cuidado e reabilitação da fauna silvestre
O Centro de Triagem e Reabilitação de Animais Silvestres (Cetras) desempenha papel fundamental na proteção da fauna em Minas Gerais, atuando no recebimento, tratamento e reabilitação de animais silvestres vítimas de diferentes impactos.
As unidades recebem animais provenientes de resgates, apreensões e entregas voluntárias e, assim, garantem atendimento especializado e acompanhamento técnico em todas as etapas do processo. O objetivo é promover a recuperação dos animais e, sempre que possível, viabilizar o retorno seguro ao habitat natural.
Além do cuidado direto com a fauna, o trabalho do Cetras também contribui para a conservação das espécies, para a geração de conhecimento e para o fortalecimento das políticas públicas voltadas à proteção da biodiversidade no estado.
por uberlandiahoje | mar 19, 2026 | Notícias |
Interessados podem participar com envio de lances até o dia 12/5, conforme edital
A Minas Gerais Participações S.A. (MGI), empresa estatal integrante da Administração Pública Indireta do Governo do Estado de Minas Gerais, lançou o edital 002/2026, que trata da venda de 13 imóveis de propriedade do Instituto de Previdência dos Servidores Militares do Estado de Minas Gerais (IPSM).
GOV. MG
O certame, que segue aberto até o dia 12/5, reúne lojas comerciais, casas com uso residencial e comercial, além de terrenos, todos localizados em Belo Horizonte. Os valores iniciais dos imóveis variam entre R$ 37 mil e R$ 16 milhões.
Entre os destaques do edital estão nove lojas comerciais situadas no Centro de Belo Horizonte, com metragens que variam de 17,50 m² a 420,00 m². Os imóveis estão próximos à Estação Central do metrô e à Praça Sete de Setembro, em uma região de grande circulação e potencial comercial. As unidades serão ofertadas de forma individual, permitindo que o interessado adquira uma ou mais lojas, conforme sua estratégia de investimento.
As casas também se destacam pela localização privilegiada. Uma delas está situada no bairro Santo Agostinho, com área construída de 314,00 m² distribuída em dois pavimentos. A outra, localizada no bairro Funcionários, possui 176,80 m² de área construída, também em dois pavimentos, além de vaga de garagem para três veículos.
O edital conta ainda com duas oportunidades de terrenos: um com área de 47.745,00 m², no bairro Jardim Vitória, e outro com 123.119,86 m², no bairro Jardim Belmonte. Inseridos em regiões com infraestrutura consolidada e em expansão, os imóveis apresentam amplo potencial para diferentes tipos de aproveitamento.
Como participar Para participar do processo licitatório é necessário se cadastrar no site da MGI Leilões, como pessoa física ou jurídica. Após esta etapa, os interessados poderão conferir os imóveis no mesmo endereço eletrônico e formalizar seus lances.
O comprador deverá cientificar-se previamente das exigências e restrições de uso eventualmente impostas pela legislação e/ou por órgãos públicos municipais, estaduais e federais, inclusive no tocante à preservação ambiental, saneamento, uso do solo e zoneamento, bem como das obrigações e direitos decorrentes de Convenções de Condomínio e de Regimentos Internos de conjuntos habitacionais ou comerciais a que venha a se obrigar em face da arrematação do imóvel.
Não caberá à MGI qualquer responsabilidade quanto à conservação ou reparos no imóvel, assim como, quando for o caso, de eventuais despesas ou atos necessários para a desocupação do mesmo, que correrão por conta e iniciativa do adquirente.
Em caso de dúvidas, os usuários podem entrar em contato por meio do e-mail: vendas@mgipar.com.br ou pelos telefones: (31) 3965-2611 e (31) 97320-0480.
Sobre a MGI
A MGI, com 50 anos de experiência no mercado, é uma empresa estatal integrante da Administração Pública Indireta de Minas Gerais, dedicada a trazer soluções financeiras ao Estado.
A instituição utiliza estratégias para a comercialização de imóveis em não uso no estado de Minas Gerais e nas diversas regiões do país, sempre com ética e transparência em suas negociações.
A empresa conta com uma equipe especializada que fornece todas as informações necessárias durante as etapas de aquisição. Na fase de pós-venda, oferece suporte na obtenção da documentação, visando garantir a completa satisfação do arrematante.
por uberlandiahoje | mar 19, 2026 | Notícias |
Projeto de escola estadual de Nova Resende ganha destaque na edição 2026 da Feira Brasileira de Ciências e Engenharia (Febrace)
GOV. MG
Estudantes da Escola Estadual Professor Caio Albuquerque, em Nova Resende, no Sul de Minas, estão participando da 24ª edição da Feira Brasileira de Ciências e Engenharia (Febrace) 2026, uma das maiores mostras científicas do país.
A apresentação do projeto “Pulso d’Água: Proteção das Nascentes de Minas” ocorre até sexta-feira (20/3), na Universidade de São Paulo (USP), no campus Butantã, reunindo jovens talentos de todo o Brasil.
A participação dos estudantes conta com o apoio do Governo de Minas, por meio da Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais (SEE/MG), que investiu cerca de R$ 10 mil para custear as despesas da equipe e garantir a presença dos alunos no evento.
O projeto finalista reforça o compromisso dos estudantes com a preservação ambiental e o uso consciente dos recursos naturais. Desenvolvida ao longo do ano letivo de 2025, a iniciativa ganhou força dentro da escola até alcançar reconhecimento nacional.
Com objetivo de representar o Pulso d’Água, as alunas do 3º ano Amanda Lourenço, Sarah Ribeiro e Layne Eduarda foram selecionadas para participar da feira na capital paulista.
“É muito importante para a escola. A gente vê o trabalho dos alunos se materializando. A Febrace é a conclusão de um ano muito positivo, de um projeto que começou pequeno e foi crescendo. É extremamente gratificante”, afirma o diretor da unidade, Claudinei Donizete Tibúrcio.
Ele acredita que a conquista tem gerado um efeito positivo. “Os alunos acompanharam o Pulso d’Água desde o seu surgimento, e ver que essa iniciativa se tornar finalista é uma grande conquista. Com isso, eles ficam empolgados com os próximos projetos que a escola e os professores pretendem desenvolver ao longo de 2026”, destaca.
A professora de matemática Edenilce Andreia de Oliveira, que acompanha as alunas durante a feira, destaca o significado da experiência. “Essa participação representa a realização de ver o conhecimento saindo dos livros, e também a prova de que o esforço em sala de aula gera frutos reais e transforma a visão de mundo das estudantes”, afirma.
Segundo a professora, o impacto da participação em um evento nacional como a Febrace é direto na autoestima e no desenvolvimento dos estudantes. “Isso ocorre por meio do reconhecimento e da valorização, oferecendo aos alunos a oportunidade de demonstrar seu potencial e suas capacidades”, pontua.
Pulso d’Água
Desenvolvido a partir do segundo bimestre de 2025, o projeto envolveu estudantes do 2º ano do ensino médio e contou com a co-orientação do vice-diretor Marcos Antônio Reis Farias.
A iniciativa foi premiada no Instituto Federal do Sul de Minas – Campus Muzambinho, conquistando o primeiro lugar na categoria Ciências Biológicas e primeiro lugar geral e, posteriormente, indicada para a Febrace 2026.
Ao idealizar a iniciativa, a equipe buscou unir a preservação ambiental ao contexto vivido pelos próprios estudantes. Dessa forma, os alunos pensaram em práticas para ensinar a comunidade escolar, e os moradores do município, sobre a importância das nascentes.
Eles desenvolveram diferentes estratégias para ampliar a conscientização, como cursos sobre preservação ambiental, palestras em escolas, oficinas educativas e apresentações teatrais.
Febrace
Criada em 2003, a Feira Brasileira de Ciências e Engenharia é realizada anualmente na USP e reúne projetos científicos e tecnológicos de estudantes de todo o Brasil.
O programa estimula a cultura científica, o saber investigativo, a inovação e o empreendedorismo, além de aproximar escolas públicas e privadas das universidades e da comunidade científica.
por uberlandiahoje | mar 19, 2026 | Ponto de Vista |
Rafael Moia Filho – Escritor, Membro da Academia Bauruense de Letras, Blogger, Analista Político e Graduado em Gestão Pública.
A chamada grande mídia brasileira detém informações sobre a maior parte dos assuntos que nos envolvem em nosso cotidiano, na política e na história recente do país como um todo. Os dados, estatísticas e um volume sem igual de informações são de conhecimento dos jornais e emissoras de rádio e televisão.
Por qual motivo então se esmeram em divulgar notícias mentirosas ou com caráter dúbio? Qual a razão de se afastarem da sociedade atuando com comportamento ou espírito sectário? O que ganham omitindo a verdade sobre os verdadeiros algozes da população? Aqueles que se imiscuem em escândalos de corrupção amplamente divulgados nas redes sociais.
Se, justamente, os jornalistas que estudaram, e com isso detém conhecimentos não usarem das ferramentas que dispõem para serem os formadores de opinião, quem acaba se aproveitando e deturpando a informação são os disseminadores de Fake News. Isso é parte de um episódio triste que vivemos em nosso país.
Eles sabem quem são os corruptos e com quem eles interagem. Sabem quem os financia e apoia, porém, voltam seus olhos no afã de praticar uma ideologia rasteira, vil, e totalmente alhures a sagrada verdade dos fatos.
Entretanto, os grandes grupos poderosos que são proprietários das empresas de comunicação, não aceitam a democracia e suas nuances de poder entre esquerda, centro e direita. São parciais em seus editoriais, matérias e atuam como um jornalismo retrógado que busca apenas favorecer os segmentos empresariais, grandes grupos financeiros e os partidos e políticos do espectro de direita.
Não importa para essas pessoas os roubos e desvios de corrupção de Maluf, Pitta, Collor e as suspeições sobre Nunes e Tarcísio. Nestes casos a mídia age como cúmplice, evitando se aprofundar e usar de um jornalismo investigativo imparcial para levar aos brasileiros informação com precisão e isenção.
Os exemplos desde 2014 demonstram inequivocamente a participação da grande mídia, seja como cúmplice ou se omitindo de falar a verdade. O golpe do Impeachment contra Dilma teve apoio de Globo, Folha e Estadão, assim como, a farsa da lava jato com toda canalhice orquestrada por Sergio Moro e Deltan.
Nas eleições de 2018 e 2022, mesmo sendo avacalhados por Bolsonaro publicamente, deram seu apoio tácito ao candidato que depois de eleito permitiu com seu negacionismo e ignorância a morte de 700 mil brasileiros na pandemia pelo atraso na compra de vacinas.
O escândalo BolsoMaster está recebendo apoio pleno, e nenhuma linha é escrita sobre depósitos para Tarcísio e Bolsonaro feitos por Vorcaro, nem sobre orgias realizadas em Trancoso ou voos em jatos de políticos como Nicolas Ferreira.
Os crimes cometidos pela direita, como aquele absurdo dos R$ 450 mil encontrados pela PF na casa do Deputado Sóstenes Cavalcante líder do PL, ficam sempre escondidos. Se um boato é lançado mesmo que por Fake News contra o governo ou Lulinha eles colocam páginas em destaque total.