Quando banqueiros começam a pegar prisão renasce um fio de esperança!

Autor: Rafael Moia Filho – Escritor, Acadêmico da ABLetras, Blogger, Analista Político e Graduado em Gestão Pública.

Não está distante os golpes perpetrados contra a Mesbla, Lojas Americanas, Lojas Ricardo Eletro. Foram bilhões surrupiados e jamais devolvidos aos colaboradores, fornecedores e governo (impostos).
No caso das Lojas Americanas houve uma fraude contábil bilionária, atribuída a executivos da loja. O então CEO Miguel Gutierrez foi apontado como líder do esquema de manipulação de balanços para inflar resultados. A empresa iniciou processo arbitral contra ele e outros ex-diretores pelos danos materiais e imateriais da fraude.
Outro caso famoso foi o das Lojas Ricardo Eletro – A rede teve problemas graves com gestão: seu fundador, Ricardo Nunes, e familiares foram presos sob acusação de sonegação de mais de R$ 400 milhões de impostos. A empresa entrou com recuperação judicial.
No caso mais antigo, Ricardo Mansur dono das Redes de Varejo– Mesbla / Mappin, foi acusado de gestão fraudulenta, tendo levantado altas linhas de crédito para manter as empresas que estavam em dificuldades.
Condenações: Ele foi condenado por crimes contra o sistema financeiro nacional, incluindo gestão fraudulenta (do Banco Crefisul) e gestão temerária (da Mappin Previdência Privada), com penas que somavam mais de 11 anos em regime semiaberto. Prisão: Mansur chegou a estar foragido da Justiça por anos. Foi preso em São Paulo em janeiro de 2020, mas a Justiça, mesmo assim, autorizou o cumprimento da pena em prisão domiciliar. Bens: Houve tentativas judiciais de rastrear e bloquear seu patrimônio pessoal, suspeito de ter sido ocultado para pagar credores.
Os três casos exemplificados têm em comum a impunidade dos envolvidos. Nenhum deles encontra-se preso em regime fechado, cumprindo pena pelos crimes cometidos.
Nesta manhã de 18 de novembro de 2025, o país amanheceu com os telejornais e as rádios anunciando a prisão do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, no Aeroporto de Guarulhos, onde pretendia empreender fuga para Malta. Seu sócio, Augusto Lima, também foi detido.
Motivo: A prisão ocorreu no âmbito da Operação Compliance Zero da Polícia Federal, que investiga a emissão de títulos de crédito falsos e fraudes envolvendo instituições financeiras. Os crimes investigados incluem gestão fraudulenta, gestão temerária e organização criminosa.
• Nelson Nogueira Pinheiro e seus irmãos, investigados pela Polícia Civil de SP em abril de 2025 na Operação Floresta Devastada, por suspeita de desvio de recursos de clientes para offshores.
• O falso banqueiro Wittenberg Magno Ribeiro, denunciado em 2024 por estelionato e associação criminosa por prometer empréstimos a empresários e desaparecer com o dinheiro.
A PF estima que as fraudes e os golpes ultrapassem R$ 12 bilhões de reais do sistema financeiro. Claro que ainda é cedo para sabermos se os envolvidos serão julgados e condenados e se terão de cumprir penas em regime fechado.
A prática infelizmente é comum para os grandes empresários e políticos que conseguem da Justiça a concessão graciosa para cumprimento da pena em regime domiciliar. Isso é uma excrescência e um golpe aviltante contra o conjunto da sociedade brasileira.

Camaradagem!

Tania Tavares – Professora – SP

Como assim? O presidente Lula pode colocar no STF só amigos no cargo que podem até não serem Advogados ,mas que façam o que ele quer? O preferido Messias já deu provas de lealdade ignorando os lesados do INSS pelo sindicato do irmão do Lula. Espero que o senador Davi Alcolumbre não negocie contra o povo.

USP-Vergonha.

Tania Tavares – Professora – SP

O reitor da USP Carlos Gilberto Carlotti Junior, neurocirurgião, deve ter poderes para impedir manifestações agressivas a palestrantes com base no Regimento Interno e Geral da Universidade e no código de Ética, além da legislação brasileira. Garantir a segurança, a ordem da comunidade incluindo palestrantes. O que aconteceu na Faculdade de Direito da USP nos envergonha e assusta, pois uma turba que desconhece a história impedem que um cientista político judeu, André Lajst, debatesse os aspectos legais da guerra em Gaza na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP)..Está na hora do Reitor agir com os poderes que tem e “enquadrar” esta turba. Há alguns meses a Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas(FFLCH-USP )também fez seu showzinho.

Constituição ou promiscuidade?

Paulo Henrique Coimbra de Oliveira Economista – RJ

Sarney, quando promulgada a atual constituição , declarou que ela tornaria o país ingovernável. Logo quem , que a mídia sempre citava como envolvido junto com sua família em maracutaias , teve essa coragem. E acertou em cheio e talvez tenha sido a única coisa séria que falou na vida.. Não dá para citar todos , pois a carta não teria fim. Apenas digo que não só os políticos, mas o mercado financeiro é partícipe e em maior escala que os escândalos que envolvem todos os poderes da república. E todos estão entrelaçados nas maiores promiscuidades jamais vista na face da terra. O atual escândalo do Banco Master ilustra muito bem essa tese.Viram todos os seus personagens direta ou indiretamente envolvidos ? Pena que a lei anti facção não cita essa bandidagem. Ainda dá para incluir.

Construindo coisa nenhuma!

Marília Alves cunha – Educadora e escritora

Roberto Motta, importante figura da política brasileira, com acentuado interesse em segurança pública, palestrante e participante de vários seminários por todo o país, escritor de milhares de textos, artigos e livros, contou dia desses, em uma de suas colunas, a historinha de 3 pedreiros que trabalhavam em uma construção. Um homem passou, parou e perguntou: o que vocês estão fazendo?

– Estou assentando tijolos – respondeu o primeiro pedreiro.
– Estou levantando uma parede – disse o segundo.
– Estou erguendo uma Catedral – disse o terceiro pedreiro.

Refleti um pouco sobre esta historinha. Uma sensação ruim brotou. Senti que nós brasileiros, seja de que lado formos, seja de qual espectro político pertencermos, estamos sempre ocupados em assentar tijolos. E considerando a maior felicidade se levantarmos uma parede, por mais inútil e isolada que possa parecer. A nossa visão, corroída pela miopia política, centrada no que é miúdo, nunca pensa no resultado final, na grande construção – o erguimento de uma catedral.

Pensamos o Brasil não como um grande país, reduto de grandes e inumeráveis riquezas que poderiam resolver a vida de todos os cidadãos brasileiros, sem faltar nenhum, se houvesse inteligência, disposição, honestidade e visão maior no aproveitamento de tanto à nossa disposição. Pensamos o país como pedacinhos pobres, acode daqui, acode dalí, quanta falta de recurso, como é difícil extrair o que é nosso, nem sabemos o que é nosso, ninguém nos ensina o que é Brasil com suas riquezas escondidas, mais fácil entregar a outros por um precinho camarada… Na maior parte do tempo, assentamos tijolos, mal assentados. Mal arrumados, sujeitos a chuvas e trovoadas e desmoronamentos. Às vezes uma parede é levantada. Como é difícil ir além. São tantas barreiras, tantas dificuldades, mutretas de toda ordem que impedem o andar da construção. E paramos por aí, na parede levantada.

O sonho da Catedral resta perdido nos tropeços do caminho. Tenho a impressão que ficamos apenas nos pedaços, ninguém imaginou a grande obra, ninguém se dispôs a fazê-la e se alguém se dispôs, obrigaram-no a voltar atrás e começar a a juntar tijolos… Não sabemos chegar ao final da grande construção, falta união, falta descruzar os braços, falta retirar pedras do meio do caminho, falta vontade que impulsiona. Falta amar mais o Brasil e não idolatrar as pessoas. Os poderosos, a mais das vezes, não querem a obra completa, não querem a catedral, o que iriam fazer com uma catedral?

Existem pessoas que anseiam dar um passo a mais, com a visão do terceiro pedreiro? Claro que sim! Pensam que é uma coisa tangível e fácil. Até têm a visão e sonhos ambiciosos de fazer real o sonho da Catedral. Pobres! Defrontam-se com barreiras de aço, construídos no caminho, ao longo dos anos. Nada foi construído além disto – barreiras de aço para não serem ultrapassadas. Tem gente realizada e vaidosa com a proteção de aço, que até o momento predominou. Pessoas acham-se garantidas pelo poder que estas proteções lhes dão, pensam mesmo que nada devem aos outros, a não ser medo, escuridão, sigilo. Há barreiras de aço por todos os lados, protegendo uns, machucando outros, cercando aquele lugar outrora lindo onde pretendia-se erguer uma Catedral!

Construindo coisa nenhuma!

Marília Alves cunha – Educadora e escritora

Roberto Motta, importante figura da política brasileira, com acentuado interesse em segurança pública, palestrante e participante de vários seminários por todo o país, escritor de milhares de textos, artigos e livros, contou dia desses, em uma de suas colunas, a historinha de 3 pedreiros que trabalhavam em uma construção. Um homem passou, parou e perguntou: o que vocês estão fazendo?

– Estou assentando tijolos – respondeu o primeiro pedreiro.
– Estou levantando uma parede – disse o segundo.
– Estou erguendo uma Catedral – disse o terceiro pedreiro.

Refleti um pouco sobre esta historinha. Uma sensação ruim brotou. Senti que nós brasileiros, seja de que lado formos, seja de qual espectro político pertencermos, estamos sempre ocupados em assentar tijolos. E considerando a maior felicidade se levantarmos uma parede, por mais inútil e isolada que possa parecer. A nossa visão, corroída pela miopia política, centrada no que é miúdo, nunca pensa no resultado final, na grande construção – o erguimento de uma catedral.

Pensamos o Brasil não como um grande país, reduto de grandes e inumeráveis riquezas que poderiam resolver a vida de todos os cidadãos brasileiros, sem faltar nenhum, se houvesse inteligência, disposição, honestidade e visão maior no aproveitamento de tanto à nossa disposição. Pensamos o país como pedacinhos pobres, acode daqui, acode dalí, quanta falta de recurso, como é difícil extrair o que é nosso, nem sabemos o que é nosso, ninguém nos ensina o que é Brasil com suas riquezas escondidas, mais fácil entregar a outros por um precinho camarada… Na maior parte do tempo, assentamos tijolos, mal assentados. Mal arrumados, sujeitos a chuvas e trovoadas e desmoronamentos. Às vezes uma parede é levantada. Como é difícil ir além. São tantas barreiras, tantas dificuldades, mutretas de toda ordem que impedem o andar da construção. E paramos por aí, na parede levantada.

O sonho da Catedral resta perdido nos tropeços do caminho. Tenho a impressão que ficamos apenas nos pedaços, ninguém imaginou a grande obra, ninguém se dispôs a fazê-la e se alguém se dispôs, obrigaram-no a voltar atrás e começar a a juntar tijolos… Não sabemos chegar ao final da grande construção, falta união, falta descruzar os braços, falta retirar pedras do meio do caminho, falta vontade que impulsiona. Falta amar mais o Brasil e não idolatrar as pessoas. Os poderosos, a mais das vezes, não querem a obra completa, não querem a catedral, o que iriam fazer com uma catedral?

Existem pessoas que anseiam dar um passo a mais, com a visão do terceiro pedreiro? Claro que sim! Pensam que é uma coisa tangível e fácil. Até têm a visão e sonhos ambiciosos de fazer real o sonho da Catedral. Pobres! Defrontam-se com barreiras de aço, construídos no caminho, ao longo dos anos. Nada foi construído além disto – barreiras de aço para não serem ultrapassadas. Tem gente realizada e vaidosa com a proteção de aço, que até o momento predominou. Pessoas acham-se garantidas pelo poder que estas proteções lhes dão, pensam mesmo que nada devem aos outros, a não ser medo, escuridão, sigilo. Há barreiras de aço por todos os lados, protegendo uns, machucando outros, cercando aquele lugar outrora lindo onde pretendia-se erguer uma Catedral!