Em discussão a Renda Cidadã anunciada pelo Presidente Bolso

Depois de anunciar que o Programa Renda Brasil tinha sido abandonado pelo Governo por decisão do comandante-em-chefe, o assunto voltou à ordem do dia no Palácio do Planalto. O comandante se esqueceu do que disse na semana passada e voltou a defender um Programa Social com a marca deste Governo para substituir a Bolsa Família do PT.

O comandante gostou a popularidade que alcançou depois que começou a pagar a ajuda emergencial de R$ 600 para milhões de brasileiros que ficaram sem renda depois que começou a pandemia do Corona.
Segundo alguns economistas especializados em cantas públicas, o Governo não tem recursos para pagar a os benefícios anunciados por assessores do Presidente como Renda Brasil, agora com a denominação de Bolsa Cidadã.
O comandante reuniu no Palácio os líderes dos Partidos que apoiam o Governo e pediu-lhes apoio para aprovar a Bolsa Cidadã com recursos retirados do Fundeb – Fundo que financia a educação fundamental nos municípios e de calote temporário nos precatórios (dívidas do Estado Nacional reconhecidas pela justiça). Para alguns observadores a decisão é uma pedalada parecida com as de Dilma Rousseff. O assunto está em discussão no Congresso e nas ruas

Eleitor pode votar por mérito, não por palavras bonitas

Comentário de Gustavo Hoffay – lifelink@bol.com.br

Uma eleição absolutamente atípica, histórica! Quem sair-se vencedor nesse próximo pleito, será aquele que é reconhecido pelo seu passado probo e principalmente em se tratando de boas ações nas áreas sociais, de saúde e segurança; principalmente aqueles que nada recebem para tal. Foi-se o tempo que ganhava-se eleições por palavras e imagens bonitinhas. E diante do espetáculo que aproxima-se, do alvoroço de cabos eleitorais e de “santinhos” esparramados pelas ruas de Uberlândia, ainda tem gente que acredita ser impossível comprar e servir-se de bebidas alcoólicas em alguns bares boates, hotéis, restaurantes, lanchonetes, clubes, salões de festas, quiosques e demais estabelecimentos comerciais, no horário compreendido entre 06 e 18 horas do dia marcado para a votação. Mas quem for pego descumprindo a resolução, estará sujeito a sanções civis, administrativas e penais. Fica o lembrete.

De acordo com a Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), a fiscalização ficará a cargo das polícias. Denúncias poderão ser feitas pelo 190 e também pelo 181.

Mais de 77 mil candidatos a vereador em Minas Gerais

Em Uberlândia, mas de 900 candidatos vão disputar uma das 27 vagas na Câmara Municipal nas eleições deste ano e oito novatos querem a cadeira hoje ocupada por Odelmo Leão. Este é candidato a continuar a comandar o município por mais quatro anos. Em Minas Gerais são 2.761 candidatos a prefeito e 74.316 candidatos a vereador.
A quantidade dos candidatos poderá ser mudada depois que os cartórios finalizarem a inserção dos nomes deles no Sistema do Tribunal Regional Eleitoral e depois da análise dos documentos de cada um deles e das impugnações.
Desde sábado passado a propaganda eleitoral está permitida nas ruas. O primeiro turno das eleições municipais deste ano será em 15 de novembro. Nas cidades com mais de 200 mil eleitores onde a eleição não for decidida no primeiro turno de votações, haverá segunda votação no dia 29 do mesmo mês de novembro.

Dificuldades para os candidatos nas campanhas de rua

A pandemia de COVID-19 deixou muitos candidatos inseguros no início da campanha eleitoral nas ruas principalmente porque os eleitores parecem distantes e indiferentes aos candidatos.

A indecisão é de todos os candidatos nesta largada da campanha. Se os aspirantes a um cargo por eleição se aventuram no contato direto com os eleitores encontram as limitações impostas pelas autoridades sanitárias por causa da pandemia do Corona. Se não se aproximam dos eleitores não sabem como convencê-los. E a campanha de rua é uma das formas que podem aproximas os candidatos dos eleitores que não parecem interessados no desfile de “astros” e de “estrelas” na televisão.

A insegurança em relação à pandemia é muito grande não só para candidatos, mas também para os eleitores. As casas estão fechadas para estranhos. Ninguém atende ao telefone fixo, hoje bombardeado diariamente por telemarketings comerciais. Também a abstenção nestas eleições poderá ser alta e chegar a 40% segundo uma pesquisa divulgada recentemente pelo Instituto Datafolha.

Segundo o Datafolha, 34% não se sentem seguros para votar em 15 de novembro. Outros 42% consideram que terão alguma segurança, porém apenas 24% se declararam seguros para votar. A propaganda eleitoral está apenas começando. Em Uberlândia são nove candidato e o prefeito Odelmo Leão, candidato à reeleição, é o líder nas pesquisas de intenções de votos.

Vai começar o espetáculo eleitoral em Uberlândia

Em Uberlândia nove candidatos vão pedir votos aos eleitores para que possam administrar a prefeitura que terá a partir do ano que vem um orçamento de mais de R$ 3 bilhões. Hoje 12 aspirantes a prefeito pediram registro da candidatura ao Tribunal Regional Eleitoral- TRE. Dois no MDB – Pracindino Stábile e Lourival Santos e dois no PTB – Chico Humberto e Felipe Attiê. Em cada um desses partidos só ficará um candidato depois de resolução do TRE.
A propaganda eleitoral nas ruas, oficialmente, começou ontem, mas não se vê movimentos nem interesse das pessoas sobre partidos ou candidatos a prefeito ou a vereador. São mais de 800 candidatos a vereador. Ainda não se sabe como todos eles vão aparecer no rádio e na televisão para levar uma mensagem ou proposta de trabalho aos eleitores.

A TV Band anunciou um debate entre os candidatos aqui em Uberlândia na semana que vem. Se forem programados nove candidatos, na avaliação do cientista político e professor da UFU, João Batista Domingues Filho, “vai ser um espetáculo de Big Brother ou Reality Show”.

Não deverá haver programa a apresentar. Cada candidato na televisão deverá se preocupar em agradar mais os espetadores como num show da vida. Poderá sair-se melhor quem souber contar piadas que agradem telespectadores. Vai ser mais um espetáculo de encantamento público.

Governo vai combater Coronavírus com Cloroquina a discurso do Presidente

Ivan Santos*

O jornal “O Estado de São Paulo” informou hoje em matéria especial que “0 Ministério da Saúde vai realizar um DIA D de enfrentamento à Covid-19 em 3 de outubro, abrindo Unidades Básicas de Saúde (UBS) pra passar orientações sobre o “tratamento precoce” e medicar pacientes. Até esta data, a pasta planeja uma série de ações, entre elas levantar estoques e turbinar a distribuição de medicamentos do chamado Kit Covid-19 no País que reúne Cloroquina, Hidrocloroquina, Azitromicina e Ivermectina”. Muitos médicos têm dito que não há comprovação cientifica de que esses medicamentos servem para tratar doentes infectados pelo Coronavírus.

A Campanha é considerada pelas autoridades federais da Saúde Pública como muito importante e na véspera do DIA D esta previsto um pronunciamento especial do Presidente Bolsonaro em uma Cadeia Nacional de Rádio e Televisão para divulgar a iniciativa.

Os jornais tem comentado que o Governo reuniu grandes estoques de Cloroquina e ainda recebeu uma doação de 2 milhões de comprimidos enviados pelo Governo dos Estados Unidos. Até um laboratório do Exército, por ordem do Presidente, produziu Cloroquina para o Ministério da Saúde distribuir para Estados e Municípios como contribuição do Governo Federal para combater o Covid-19. Muitos comprimidos do estoque do Governo estariam encalhados e na promoção do DIA D o governo poderá distribuir todo o estoque.

Informou ainda o jornal paulista que “o Ministério da Saúde foi procurado para falar sobre a promoção e afirmou que as ações do DIA D ainda estão sendo planejadas”. O Palácio do Planalto teria declarado ao jornal “que não há previsão de pronunciamento do presidente Bolsonaro em rede nacional”. O Ministério, para valorizar as ações de combate ao Corona estaria interessado na manifestação do chefe do Governo.

*Jornalista