Ivan Santos – Jornalista
O jornal conservador paulista, O Estado de São Paulo, divulgou uma notícia na qual informou que um líder do governo da Arábia Saudita deu de presente joias à Senhora Michelle Bolsonaro, ex primeira dama da República do Brasil. Até a suposta doação, nada demais. O barulho é que as joias foram detidas na Receita Federal e não liberadas por falta de pagamento de impostos que um funcionário do Fisco Nacional diz serem devidos. As joias, segundo o jornal foram avaliadas em R$ 16,7 milhões. Presentão para a ilustre personalidade que visitou aquele país em companhia do marido presidente do Brasil.
A notícia das joias ocorreu dois dias antes do presidente Capitão Mito deixar o cargo e se auto exiliar no sul dos Estados Unidos para um longo descanso depois de cumprir quatro anos de mandato presidencial no Brasil.
O autor da notícia, segundo o jornal paulista, foi um sargento da Marinha. O problema é que um dedicado servidor da Receita Federal diz que só vai entregar a preciosa mercadoria sé a pessoa interessada pagar os tributos fixados em lei para a entrega de joias valorosos no País.
Este caso das Joias da Primeira Dama poderá se transformar em um caso parecido com o caso do Colar da Rainha Antonieta, que foi uma das causas que resultaram na Revolução Francesa de 1789.
As discussões sobre as Joias da Primeira Dama estão aquecidas do Planalto e nas planícies. Tem gente querendo transformar um presente de um chefe de Estado à Primeira Dama do Brasil em escândalo político. Assim não dá
Um funcionário da Receita já disse que só libera as joias após o pagamento dos impostos devidos. Não há escândalo nenhum. Se ninguém pagar os tributos a Receita poderá levar as joias a leilão a alguém endinheirado as poderá arrematar. Simples, assim.