Ivan Santos – Jornalista

O presidente eleito do Brasil, Lula da Silva, como fez no primeiro mandato dele na Presidência da República em 2003, optou por nomear um político para o Ministério da Fazenda. Foi assim no primeiro mandato com a nomeação do médico, Antônio Palocci para gerir a economia.
Fernando Haddad, futuro ministro da Fazenda indicado nesta semana por Lula, é advogado, professor de Ciência Política na Universidade de São Paulo (USO), mestre em Economia e Doutor em Filosofia. Foi ministro da Educação, considerado um dos melhores que o Brasil já teve.
Haddad não é técnico em economia. É mestre na matéria e, segundo a vontade do futuro mandatário nacional que o escolheu, deverá conduzir a economia com viés político. Experiência política ele tem muita.
Lula disse durante a campanha eleitoral que a economia no Brasil tem sido gerida com a atenção do governo voltada para os ricos e que no futuro governo dele vai ser preciso incluir os pobres no Orçamento da República. Como o professor Fernando Haddad vai praticar essa façanha ainda não sabemos.
O presidente eleito Lula da Silva já declarou que o governo vai fazer o possível para reaquecer a economia e abrir o mercado nacional à competição internacional. Lula tem dito que que nenhum governante poderá garantir melhoria de vida para os pobres sem crescimento econômico. Este é o desafio que se coloca diante do astro petista.

O futuro governo de Lula da Silva terá à frente grandes desafios. Um deles é promover uma reforma para reduzir a carga tributária e criar novos empregos com renda para a população pobre. Toda reforma cria benefício para uma classe desassistida e desconforto para outra classe que é beneficiária na situação. Como Lula vai enfrentar esse problema ainda não sabemos. É melhor esperar com paciência para ver depois que bicho vai dar,