A política não pode ser definida negativamente e como pensam inúmeras pessoas, como se fosse uma mera ferramenta a ser usada e abusada aleatoriamente e em benefício de poucos. Aquela ciência não é, nunca foi e nunca poderá ser entendida como a algo que apenas capacita poucos para a formação de considerável patrimônio particular, objeto de vaidade e orgulho para a satisfação única de quem faz do seu uso uma opção para estar, refestelar e manter-se sobre a fragilidade e a humildade de milhares ou milhões de pessoas. Quem pratica a política partidária deve devotar amor às causas populares que abraça e assim estruturar os seus projetos legislativos ou executivos, optar por entregar-se verdadeiramente àqueles que deve representar nas assembléias do povo, tornar-se um referencial para uma considerável parcela da sociedade onde está inserido, longe de qualquer motivação negativa e tentadora, enquanto membro de alguma câmara popular constitucionalmente instalada e mantida pelo povo. Ser político é atender o clamor popular, reconhecer-se intimamente e valorizar o dom recebido, ter uma vivência empenhada na busca de um aperfeiçoamento na lida legislativa por meio de uma dedicação indivisa. A opção por tornar-se político/legislador, entendo, deve ser feita por meio de valores impactantes e que comportem um estilo de vida coerente com a função e baseada sobretudo na entrega. A opção pela vida política partidária, penso, não é meramente representar e defender os interesses dos seus eleitores e de parte da sociedade que diz abraçar, mas viver uma constante abertura às causas populares e sem as quais ele nunca poderá dizer-se um digno e legítimo representante daqueles que o elegeram. O bom político precisa entender que ele deve ter um valor permanente, que o caracterize perante o seu eleitorado e que, também por isso, necessita dar testemunho dos seus atos para manter-se creditado junto ao povo, à opinião pública. O seu trabalho necessita de um significado social, um rótulo que o retrate, que o simbolize, que o faça ser lembrado com alegria e esperança,pois durante o seu mandato ele se torna um homem para os outros, um representante ou um procurador juramentado de considerável parcela de determinada comunidade, no âmbito de tudo aquilo a que deve dedicar-se, entregar-se à labuta diuturnamente e sem direito a bônus e horas extras. Além do que um político deve ter um grande potencial de solidariedade, algo do qual a sociedade está sedenta. Assim, imagino, o político torna-se esperança para muitos que já não crêem na política, que deploram o mal e vergonhoso uso que não poucos fazem da mesma e, não raramente, em benefício exclusivo. Porque não promover-se cursos obrigatórios de formação política e organização social para pessoas interessadas em tornarem-se candidatos a cargos político/eletivos? Sem essa formação política um estreante naquele ofício torna-se uma marionete controlada por poderosos grupos empresariais e por conseqüência um empecilho para o desenvolvimento harmônico de parte da sociedade que o ajudou a eleger-se. Candidatos a cargos político-eletivos precisam de uma autêntica formação afetiva, para que alcancem a capacidade de amar verdadeiramente aqueles que o elevaram ao topo do Olimpo legislativo além, fique claro, de um (muito) necessário equilíbrio moral e mental. Essa formação se tornaria absolutamente necessária, inclusive, para a saúde financeira e econômica do seu município ou do seu estado. Havemos de considerar que nem todos os interessados em abraçar um mandato parlamentar, têm capacidade para entender o que é ser um político empossado em alguma câmara; aliás, nesse particular, pode-se mesmo apontar o dedo para alguns que já estão “lá”e que atendem unicamente aos interesses do Partido pelo qual foram eleitos. O povo? Bem, esse é um mero detalhe!
Gustavo Hoffay
Agente Social
Uberlândia-MG
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A política não pode ser definida negativamente e como pensam inúmeras pessoas, como se fosse uma mera ferramenta a ser usada e abusada aleatoriamente e em benefício de poucos. Aquela ciência não é, nunca foi e nunca poderá ser entendida como a algo que apenas capacita poucos para a formação de considerável patrimônio particular, objeto de vaidade e orgulho para a satisfação única de quem faz do seu uso uma opção para estar, refestelar e manter-se sobre a fragilidade e a humildade de milhares ou milhões de pessoas. Quem pratica a política partidária deve devotar amor às causas populares que abraça e assim estruturar os seus projetos legislativos ou executivos, optar por entregar-se verdadeiramente àqueles que deve representar nas assembléias do povo, tornar-se um referencial para uma considerável parcela da sociedade onde está inserido, longe de qualquer motivação negativa e tentadora, enquanto membro de alguma câmara popular constitucionalmente instalada e mantida pelo povo. Ser político é atender o clamor popular, reconhecer-se intimamente e valorizar o dom recebido, ter uma vivência empenhada na busca de um aperfeiçoamento na lida legislativa por meio de uma dedicação indivisa. A opção por tornar-se político/legislador, entendo, deve ser feita por meio de valores impactantes e que comportem um estilo de vida coerente com a função e baseada sobretudo na entrega. A opção pela vida política partidária, penso, não é meramente representar e defender os interesses dos seus eleitores e de parte da sociedade que diz abraçar, mas viver uma constante abertura às causas populares e sem as quais ele nunca poderá dizer-se um digno e legítimo representante daqueles que o elegeram. O bom político precisa entender que ele deve ter um valor permanente, que o caracterize perante o seu eleitorado e que, também por isso, necessita dar testemunho dos seus atos para manter-se creditado junto ao povo, à opinião pública. O seu trabalho necessita de um significado social, um rótulo que o retrate, que o simbolize, que o faça ser lembrado com alegria e esperança,pois durante o seu mandato ele se torna um homem para os outros, um representante ou um procurador juramentado de considerável parcela de determinada comunidade, no âmbito de tudo aquilo a que deve dedicar-se, entregar-se à labuta diuturnamente e sem direito a bônus e horas extras. Além do que um político deve ter um grande potencial de solidariedade, algo do qual a sociedade está sedenta. Assim, imagino, o político torna-se esperança para muitos que já não crêem na política, que deploram o mal e vergonhoso uso que não poucos fazem da mesma e, não raramente, em benefício exclusivo. Porque não promover-se cursos obrigatórios de formação política e organização social para pessoas interessadas em tornarem-se candidatos a cargos político/eletivos? Sem essa formação política um estreante naquele ofício torna-se uma marionete controlada por poderosos grupos empresariais e por conseqüência um empecilho para o desenvolvimento harmônico de parte da sociedade que o ajudou a eleger-se. Candidatos a cargos político-eletivos precisam de uma autêntica formação afetiva, para que alcancem a capacidade de amar verdadeiramente aqueles que o elevaram ao topo do Olimpo legislativo além, fique claro, de um (muito) necessário equilíbrio moral e mental. Essa formação se tornaria absolutamente necessária, inclusive, para a saúde financeira e econômica do seu município ou do seu estado. Havemos de considerar que nem todos os interessados em abraçar um mandato parlamentar, têm capacidade para entender o que é ser um político empossado em alguma câmara; aliás, nesse particular, pode-se mesmo apontar o dedo para alguns que já estão “lá”e que atendem unicamente aos interesses do Partido pelo qual foram eleitos. O povo? Bem, esse é um mero detalhe!
Gustavo Hoffay
Agente Social
Uberlândia-MG