Marília Alves Cunha – Educadora e escritora – Uberlândia – MG
O Sr. Lula da Silva é sem dúvida um farsante, em tudo que faz e fala. Diz que é inocente, malgrado as inúmeras provas que constam de robusto processo do qual ainda não se livrou. De vez em quando, liga o modo “sincerão”, mostra um pouco de seu plano de governo ( tão atroz e anti-democrático que os petistas não têm coragem de trazê-lo a público) e depois desmente o que falou, dando o dito por não dito… Vive apregoando a sua inclinação pela alternância de poder, fala em democracia, mas sentou-se na cadeira de presidente por oito anos, colocou a figurante Dilma por mais oito (não deu para segurar) e tentou encaixar o “poste” para mais um mandato. Fez parte de um tratado socialista por mais de 40 anos, junto a seu apoiador FHC e por ditaduras que arrastam-se por anos no poder…
É uma farsa que, por enquanto, continua a produzir efeitos, vista que o dito senhor quer continuar, por mais alguns anos, ocupando a cadeira de presidente. Seria bom, no Brasil, que algum legislador inteligente levantasse a lebre: por que não fazer como nos EEUU, já que gostamos tanto de copiar o que é de fora? O presidente que governou por 8 anos ou por um mandato sem reeleição, cai fora… Não pode mais candidatar-se. Vai fazer outra coisa, o que bem entender: escrever um livro, fazer palestras (tem que mostrar ao menos um vídeo das palestras, muito feio mentir…), beber cachaça, viajar, namorar e mais o que lhe aprouver.
Temos a escolher , no 2º> turno das eleições presidenciais dois candidatos: JAIR MESSIAS BOLSONARO, presidente atual, dando mostras expressivas de uma grande capacidade de liderança e um fazedor de obras, modernizador das estruturas administrativas do governo, atento ao respeito às regras constitucionais, atento às normas da lei de Responsabilidade Fiscal, atento aos aspectos sociais e econômicos do país e de sua população. Trabalhador, honesto, parceiro do povo brasileiro sempre, em qualquer ocasião. Tem na sua agenda Deus, liberdade, pátria, democracia. Defensor intransigente da liberdade de expressão. Criticado por muitos, mesmo antes de ter mostrado seu trabalho como presidente. Perseguido por todos aqueles que não conseguem destruí-lo através de argumentos realísticos e verdadeiros e tentam fazê-lo através de narrativas, mentiras e através da mais abjeta campanha de desmoralização que um presidente jamais sofreu em toda a história republicana. É um forte, sem sombra de dúvidas! Tem todas as qualidades para continuar seu governo e impulsionar este país para grandes resultados.
O outro candidato, LULA DA SILVA, tem apoiadores em espaços poderosos de poder. Não se tem certeza quanto à finalidade deste apoios, que se nos parecem mais como retribuições a favores feitos, delírios ideológicos ou a volta dos velhos tempos, onde a harmonia reinava num país convulsionado por corrupções, desrespeito à coisa pública e total desorganização administrativa. E que hoje em dia abusam da censura, tentando calar ou calando a boca dos que se comportam contrariamente às suas conveniências ou interesses escusos.
Os apoiadores de Lula têm como finalidade colocá-lo de novo na cena do crime (muito bem falado pelo “cumpanhêro” Alkimin). O objetivo precípuo não é o debate, não é a discussão necessária sobre os rumos do país. É desmoralizar, crimininalizar, demonizar, destruir reputações… Só podem fazer isto mesmo, já que em momento algum têm algo de bom e construtivo a falar sobre o currículo do candidato, repleto de crimes contra o erário nacional e a administração pública. E fazem isto baseados na máxima socialista: acusem os inimigos do que vocês fazem, repitam uma mentira até que ela se torne verdadeira, usem das teorias consequencialistas para infringir preceitos constitucionais.
É uma campanha suja, imoral, indecente que estamos vendo acontecer no Brasil. Fico muitas vezes envergonhada, não é assim que se faz política. Para que tenhamos uma democracia de verdade e não um arremedo dela, ainda temos que aprender muita coisa sobre liberdade, respeito, tolerância, educação, responsabilidade. Esperamos que o pleito seja justo e que nada interfira ainda mais no resultado das urnas, na escolha feita pelo povo brasileiro.
Marília Alves Cunha
e farsantes o país avulta…
O Sr. Lula da Silva é sem dúvida um farsante, em tudo que faz e fala. Diz que é inocente, malgrado as inúmeras provas que constam de robusto processo do qual ainda não se livrou. De vez em quando, liga o modo “sincerão”, mostra um pouco de seu plano de governo ( tão atroz e anti-democrático que os petistas não têm coragem de trazê-lo a público) e depois desmente o que falou, dando o dito por não dito… Vive apregoando a sua inclinação pela alternância de poder, fala em democracia, mas sentou-se na cadeira de presidente por oito anos, colocou a figurante Dilma por mais oito (não deu para segurar) e tentou encaixar o “poste” para mais um mandato. Fez parte de um tratado socialista por mais de 40 anos, junto a seu apoiador FHC e por ditaduras que arrastam-se por anos no poder…
É uma farsa que, por enquanto, continua a produzir efeitos, vista que o dito senhor quer continuar, por mais alguns anos, ocupando a cadeira de presidente. Seria bom, no Brasil, que algum legislador inteligente levantasse a lebre: por que não fazer como nos EEUU, já que gostamos tanto de copiar o que é de fora? O presidente que governou por 8 anos ou por um mandato sem reeleição, cai fora… Não pode mais candidatar-se. Vai fazer outra coisa, o que bem entender: escrever um livro, fazer palestras (tem que mostrar ao menos um vídeo das palestras, muito feio mentir…), beber cachaça, viajar, namorar e mais o que lhe aprouver.
Temos a escolher , no 2º> turno das eleições presidenciais dois candidatos: JAIR MESSIAS BOLSONARO, presidente atual, dando mostras expressivas de uma grande capacidade de liderança e um fazedor de obras, modernizador das estruturas administrativas do governo, atento ao respeito às regras constitucionais, atento às normas da lei de Responsabilidade Fiscal, atento aos aspectos sociais e econômicos do país e de sua população. Trabalhador, honesto, parceiro do povo brasileiro sempre, em qualquer ocasião. Tem na sua agenda Deus, liberdade, pátria, democracia. Defensor intransigente da liberdade de expressão. Criticado por muitos, mesmo antes de ter mostrado seu trabalho como presidente. Perseguido por todos aqueles que não conseguem destruí-lo através de argumentos realísticos e verdadeiros e tentam fazê-lo através de narrativas, mentiras e através da mais abjeta campanha de desmoralização que um presidente jamais sofreu em toda a história republicana. É um forte, sem sombra de dúvidas! Tem todas as qualidades para continuar seu governo e impulsionar este país para grandes resultados.
O outro candidato, LULA DA SILVA, tem apoiadores em espaços poderosos de poder. Não se tem certeza quanto à finalidade deste apoios, que se nos parecem mais como retribuições a favores feitos, delírios ideológicos ou a volta dos velhos tempos, onde a harmonia reinava num país convulsionado por corrupções, desrespeito à coisa pública e total desorganização administrativa. E que hoje em dia abusam da censura, tentando calar ou calando a boca dos que se comportam contrariamente às suas conveniências ou interesses escusos.
Os apoiadores de Lula têm como finalidade colocá-lo de novo na cena do crime (muito bem falado pelo “cumpanhêro” Alkimin). O objetivo precípuo não é o debate, não é a discussão necessária sobre os rumos do país. É desmoralizar, crimininalizar, demonizar, destruir reputações… Só podem fazer isto mesmo, já que em momento algum têm algo de bom e construtivo a falar sobre o currículo do candidato, repleto de crimes contra o erário nacional e a administração pública. E fazem isto baseados na máxima socialista: acusem os inimigos do que vocês fazem, repitam uma mentira até que ela se torne verdadeira, usem das teorias consequencialistas para infringir preceitos constitucionais.
É uma campanha suja, imoral, indecente que estamos vendo acontecer no Brasil. Fico muitas vezes envergonhada, não é assim que se faz política. Para que tenhamos uma democracia de verdade e não um arremedo dela, ainda temos que aprender muita coisa sobre liberdade, respeito, tolerância, educação, responsabilidade. Esperamos que o pleito seja justo e que nada interfira ainda mais no resultado das urnas, na escolha feita pelo povo brasileiro.
Marília Alves Cunha