Ivan Santos – Jornalista
Como nunca se viu antes neste Brasil, com aprovação do Congresso Nacional, o Capitão Mito que preside a República, ignora a Lei de Responsabilidade Fiscal e, a um mês do dia da eleição distribui uma “bondade” de R$ 600 a 20 mil brasileiros pobres e um bônus de R$ 1000 a cada taxistas e cada caminhoneiro autônomo. Também anuncio redução no preço da gasolina, do óleo diesel e distribui um “vale faz” para os pobres. Toda esta festa na véspera de uma eleição. Como não existe doação de bens de graça, alguém vai pagar a conta do Festival. Pagar com mais inflação e mas carestia.
S o eleito em outubro vindouro – no primeiro ou no segundo turno- for o Capitão Mito, não será surpresa pra ninguém. O governo dele continuará a ser o mesmo com o mesmo Paulo Guedes no comando da economia. Os ricos continuarão a ganhar mais dinheiro e os pobres consumidores de bens baratos e serviços vão continuar a pagar a conta. Não vai mudar nada.
Se o eleito for o Líder do Lulopetismo o governo não será surpresa pra ninguém. O tal abrasileiramento dos preços da gasolina e do óleo dieses, todo mundo já sabe o que é: intervenção na política de preços da Petrobrás. Resultado: a petroleira vai contabilizar prejuízos anuais maiúsculos e quem vai pagar a conta vai ser o povão. Lembrem-se que os caboclos dos sertões das Gerais, há séculos ensinam que “do couro saem as correias”. Alguém vai pagar a conta.
Cinicamente o Capitão Mito e os parlamentares da Situação e da Oposição que inventaram o NOVO estado de calamidade pública no Brasil para aprovar a distribuição de dinheiro público de graça “para os pobres” em troca de votos em outubro de 2022 vão arruinar a Educação, a Saúde publicas e a segurança no Brasil e impor mais uma década perdida ao para brasileiro.
É bom lembrar que hoje há no Brasil 33 milhões de pessoas famintas que não têm trabalho nem o que comer para sobreviver. Um chefe de governo precisa mostrar um programa viável para levar educação e garantir trabalho para essa gente todo. Não basta discutir religião e ideologia de gênero. É preciso garantir, pelo menos, sobrevivência digna para todos os que vivem neste pais. É preciso abandonar as fofocas políticas e pensar no Brasil de verdade.