Gov. MG

Obra será realizada no trecho do distrito de Amanhece, em Araguari, até a divisa com Goiás. Previsão é que sejam investidos R$ 15,3 milhões

A Secretaria de Estado de Governo (Segov) participou, nesse sábado (25/6), da solenidade de assinatura da ordem de serviço para a pavimentação da rodovia MG-414, que liga Araguari, no Triângulo Mineiro, a Goiás. A intervenção é uma demanda antiga dos moradores da região e faz parte do Provias, programa do Governo de Minas. Serão 24,3 quilômetros de pista pavimentada e a previsão é a de que sejam investidos R$ 15,3 milhões.

“A pavimentação deste trecho vai mudar a vida de muita gente e promover o desenvolvimento econômico da região. É gratificante ver como o trabalho em conjunto – do Estado, prefeituras e poder Legislativo – , melhora a vida do nosso povo”, afirmou o secretário de Governo, Igor Eto.

A pavimentação será realizada no trecho do distrito de Amanhece, em Araguari, até a divisa com Goiás, mais especificamente na cidade de Anhanguera.

Após a conclusão das obras, o trecho servirá para trânsito dos moradores da região e para o escoamento da produção do agronegócio existente ao longo do segmento rodoviário, que é baseada na suinocultura, avicultura, extração de barro para as olarias de Araguari, além de fornecimento de areia para a construção civil da cidade. A mineração de calcário também será beneficiada com o asfaltamento da via.

Provias

Maior programa de recuperação rodoviário da última década, o Provias, do Governo de Minas, tem como objetivo reverter a situação precária em que se encontram muitas rodovias mineiras devido ao baixo investimento realizado por gestões anteriores na manutenção das estradas. O programa leva mais segurança e investimentos para o estado.

O Provias conta com R$ 2 bilhões em investimentos, que estão sendo aplicados em 99 intervenções em rodovias de Norte a Sul do estado.

Dos recursos destinados ao programa, R$ 1,4 bilhão é originado do Acordo Judicial assinado com o objetivo de reparar danos decorrentes do desastre de Brumadinho, que tirou 272 vidas e gerou uma série de impactos sociais, ambientais e econômicos na bacia do Rio Paraopeba e em todo o estado de Minas Gerais.

Além disso, cerca de R$ 120 milhões têm origem no Termo de Transação e de Ajustamento de Conduta (TTAC) firmado entre o Governo de Minas e a Fundação Renova. O restante é fruto convênios e emendas parlamentares estaduais e federais, parcerias com empresas e convênios com prefeituras.