Ivan Santos -Jornalista
Alguns líderes dos caminhoneiros, insatisfeitos com os constantes reajustes nos preços do óleo diesel e dos fretes oferecidos pelo mercado, mobilizam-se para promover uma paralisação nacional no dia 1º de novembro se o governo não atender às reivindicações dos transportadores.
A principal reivindicações dos caminheiros autônomos é a garantia do Governo para um frete mínimo e nova política de preços para os combustíveis que, na avaliação deles, estão muito altos.
A intenção de promover a paralisação é de três organizações que representam caminhoneiros no Rio de Janeiro, com apoio de lideranças que organizaram a histórica greve de 2018.
Deputados da Frente Parlamentar dos Caminhoneiros vão tentar falar com o governo amanhã em busca de alguma solução que evite a greve que seria perturbadora neste momento de crise econômica e social causada pela Pandemia do Corona.
Os líderes do movimento disseram que estão cansados de ouvir promessas do Governo que depois não são cumpridas. Eles deram 15 dias para que o governo anuncie nova política de reajustes para os preços dos combustíveis e apresente melhores condições de vida para os transportadores. Está anunciado um ri-fi-fi.