DMAE instala tratamento de resíduos na Usina de Capim Branco

Comunicação/Dmae

Uma das inovações do novo Sistema Capim Branco, em construção na região de Tenda do Moreno, é a Unidade de Tratamento de Resíduos (UTR), cuja parte estrutural será concluída em breve. A unidade, que faz parte da Estação de Tratamento de Água, ocupa uma área de 12 mil metros quadrados e realiza o tratamento do resíduo líquido (água + lodo) gerado pela ETA durante o tratamento da água. Por meio da decantação, a água é separada do lodo, tornando-se clarificada. Em seguida, o líquido volta ao sistema para ser tratado.

A UTR é composta por um sistema integrado com dois decantadores secundários, dois adensadores de lodo, um setor de desidratação e um tanque de regularização.“O lodo fica retido nos tanques (decantadores) da UTR e após secagem e retirada será conduzido ao aterro sanitário. O sistema é inovador e mostra a nossa responsabilidade com a sustentabilidade. Por meio deste processo, não há perdas”, explicou o diretor-geral da autarquia, Paulo Sérgio Ferreira. A sala elétrica está sendo preparada para receber a concretagem do 1º piso. Em seguida, será iniciada a preparação dos blocos de suporte para os adensadores de lodo.

Capim Branco

O Sistema Capim Branco começou a ser idealizado em 1995, sendo retomado e financiado em 2012, durante o segundo mandato do prefeito Odelmo Leão. As obras seguem em estágio avançado e, após a conclusão da primeira etapa, vai atender junto aos atuais sistemas (Sucupira e Bom Jardim) a 1,5 milhão de pessoas.

O investimento da primeira etapa, cuja previsão de entrega em 2020, será de aproximadamente R$ 300 milhões, financiados e repassados em parcelas conforme o andamento dos trabalhos. Atualmente, o sistema gera 330 empregos diretos e indiretos.

Prefeitura de Uberlândia comemora Dia Mundial da Saúde

Valter de Paula – Secretaria de Governo e Comunicação

Para reforçar a importância dos hábitos saudáveis para que as pessoas tenham uma melhor qualidade de vida, a Secretaria Municipal de Saúde irá promover mais uma edição da tradicional Caminhada em celebração ao Dia Mundial da Saúde (7). A ação,promovida pela Prefeitura de Uberlândia, está pautada na premissa de que o cuidado é a melhor forma de prevenir enfermidades.

A Caminhada SaUdi acontece na próxima quinta-feira (25), a partir das 17h no Parque do Sabiá, sendo o ponto de encontro no Quiosque Multiuso, próximo a entrada do bairro Santa Mônica. Durante todo o percurso, os participantes são acompanhados por um educador físico e recebem orientações de acordo com a idade e condicionamento de cada um.

“Além de reforçar a importância das atividades físicas para a promoção da saúde, a caminhada é um momento de integração entre os servidores da secretaria e também uma forma de inspirar os pacientes”, destacou Clauber Lourenço, assessor técnico da rede de urgência e emergência.

Prefeito Odelmo inaugura UBS no Bairro Monte Hebron

Imóvel que foi encontrado e depredado passou por reforma completa e foi equipada para atender à população

Foto: Cleiton Borges – Secom PMU

Sala de vacinação, consultório multiprofissional e atendimento odontológico. Esses são só alguns dos procedimentos que os moradores do bairro Monte Hebron poderão usufruir bem perto de casa a partir da próxima semana. É que, na tarde desta terça-feira (23), o prefeito Odelmo Leão inaugurou a Unidade Básica de Saúde da Família (UBSF) do bairro, que atenderá cerca de 8 mil pessoas.

No início de 2017, a atual administração municipal encontrou a UBSF fechada com as instalações depredadas. Para deixar a unidade em total condição de uso, foram investidos quase R$ 62 mil de recursos próprios oriundos da Secretaria Municipal de Saúde.“Assumimos o município com muitas dívidas, mas, apesar de todas as dificuldades, a Saúde sempre foi e sempre será uma das prioridades do nosso governo. Portanto,com muito esforço, agora entregamos esta unidade equipada para que a comunidade possa ser atendida da melhor maneira possível”, salientou o prefeito Odelmo Leão.

Reforma geral

A reforma da unidade foi anunciada ainda em fevereiro deste ano, durante a inauguração do Núcleo de Apoio Integral à Criança e ao Adolescente (Naica) e do Centro de Referência de Assistência Social (Cras), localizados no bairro Pequis. Os serviços foraminiciados naquele mês. “Nossas equipes refizeram a pintura, realizaram a reposição de materiais elétricos, hidráulicos, cabeamentos e utensílios metálicos. Agora, temos a certeza de que os moradores do bairro aproveitarão todos os benefícios dessa unidade”, explicou o Secretário Municipal de Obras, Norberto Nunes.

O atendimento na unidade será feito por duas equipes do Programa de Saúde da Família (PSF), composta por médicos generalistas, enfermeiros, dentistas, técnicos de enfermagem e agentes comunitários de saúde. Uma equipe de PSF tem capacidade para acolher e atender a média de 4 mil pessoas. Além da assistência na UBSF, os agentes comunitários realizam a busca ativa da população por meio das visitas domiciliares.

Sebrae Minas quer impulsionar negócios na Fenesc

Ascom/Sebrae

Modelo que já é sucesso em outras regiões chega a Ituiutaba

O Sebrae Minas e o Sicoob Credipontal realizam, com apoio da Prefeitura Municipal de Ituiutaba, a Feira de Negócios do Sicoob Credipontal (Fenesc). O evento está marcado para os dias 25 e 26 de abril, das 13h às 20h, no Parque de Exposições JK, localizado na rua professor José Vieira de Mendonça, s/n, bairro Alvorada.

De acordo com o analista do Sebrae Minas Weslley do Amaral Prado, o projeto surgiu de uma parceria que já existe há anos, com o objetivo de celebrar os 30 anos do Sicoob na região. “Também foi uma forma que encontramos para fomentar o desenvolvimento empresarial em 2019. O nosso propósito é impulsionar o comércio regional antes, durante e depois da feira. Várias ações estão sendo realizadas, diversos setores têm sido mobilizados e muitas empresas já estão comercializando seus produtos para expositores”, pontua.

Ele observa ainda que toda a estrutura se baseia na economia criativa, com o envolvimento de várias pessoas em trabalhos como sonorização, estrutura de tendas e podas de árvores. “Assim, aquecemos toda a economia. A proposta do Sebrae junto com o Sicoob é promover o desenvolvimento local, gerando oportunidades de trabalho e renda. Afinal, uma feira desta magnitude gera negócios antes, durante e depois também, pois vamos trabalhar na efetivação e continuidade de geração de negócios”, diz.

Para Weslley Prado, a Fenesc será um marco, já que nesta primeira edição foram contabilizados 50 expositores. Além disso, o Sicoob disponibilizou 40 milhões de reais em linhas de financiamento, para que expositores e clientes possam aplicá-las em negócios durante o evento.

O analista do Sebrae acrescenta ainda que o evento deve movimentar não só o município de Ituiutaba, mas todo o Pontal do Triângulo Mineiro. “O Sebrae criou uma estrutura para trazer os clientes até a Fenesc, por meio de ônibus, que passarão por alguns municípios, para que possam fazer bons negócios, e depois voltar às suas bases de origem. Assim, o evento também promoverá o fortalecimento da economia local”, comemora.

O presidente do Conselho Administrativo do Credipontal Sicoob, Silmon Vilela Carvalho Junqueira, comemora a antiga parceria com o Sebrae Minas. “Esta parceria tem importância intensificada dentro da feira, pois vai somar o conhecimento e a expertise do Sebrae Minas com os recursos e crédito especial que o Sicoob vai disponibilizar. Alinhamos ainda mais nossas ações para impulsionar o desenvolvimento, buscando favorecer a todos que procurarem a feira. Será um ambiente propício para bons negócios, bem como a continuidade deles após a Fenesc”, destaca Silmon Junqueira.

Prefeito de Araguari apoia saúde na Amvap

Ascom/PMA

Em assembleia geral ordinária do Consórcio Público Intermunipal de Saúde do Triangulo Mineiro – CISTM realizada na tarde desta terça-feira (23/04) o prefeito Marcos Coelho, juntamente com o Presidente e Prefeito de Canápolis, Ualisson Carvalho Silva, juntamente com o Presidente do Consórcio Público de Saúde do Triangulo Mineiro – CISTM e Prefeito de Capinópolis, Cleidimar Zanotto, e todos os membros da associação discutiram assuntos pertinentes à saúde da região.

A assembleia tratou sobre o panorama geral dos atendimentos realizado, procedimentos e contratos, além da apreciação do sistema de contas de procedimentos internos, a alienação de três micro-ônibus, criação de um banco de registro de ata de preços dos municípios e a provação da resolução para a criação do Centro de Especialidades Médicas.

“Reuniões como a de hoje são importantes para os sistemas de saúde dos municípios que compõem o CISTM, tivemos a oportunidade de deliberar sobre importantes assuntos, tais como a distribuição de medicamentos, e a criação do Centro de Especialidades Médicas, o que trará grande melhoria para os atendimentos em toda a região”, destacou o Prefeito Marcos Coelho.

Pesquisadora da UFU premiada nos EUA

Ascom/UFU

Algumas das coletas mais antigas de plantas estão em herbários internacionais e esse foi um dos motivos do interesse de Vanessa Terra na pesquisa realizada em Nova York. (Foto: Arquivo do pesquisador)
O corte de verbas na área da pesquisa no ambiente acadêmico interfere diretamente no desenvolvimento da ciência nas universidades. Esse é o quadro em que se encontrava a professora Vanessa Terra, do Instituto de Ciências Agrárias do Campus Monte Carmelo da Universidade Federal de Uberlândia (UFU).
Doutora em Botânica, a docente realizava pesquisas em taxonomia de espécies de plantas, no entanto, em virtude da escassez de recursos, os trabalhos foram paralisados, enquanto ela aguardava uma oportunidade para continuação. E foi através do edital “Rupert Barneby Award” que Terra enxergou a chance de prosseguir com os estudos.
A pesquisa intitulada “Flora do Brasil: revisão de espécies do gênero Senegalia com ênfase no complexo S. polyphylla” foi submetida e enviada para avaliação em agosto de 2018 e, em dezembro do mesmo ano, foi notificada como a mais bem classificada junto de outras sete pesquisas de todo o mundo. A premiação consistiu em um financiamento para o desenvolvimento do projeto no Jardim Botânico de Nova York.

A pesquisa
No doutorado, Terra trabalhou com o gênero de legumes chamado Senegalia, conhecido pelo nome popular “arranha gato”. O enfoque do estudo foi verificar quantas espécies ocorrem no Brasil, em quais biomas e quais necessitavam de mais cuidados para conservação por estarem ameaçadas de extinção; e entender, através da biologia molecular, o parentesco entre essas espécies com as Senegalias que ocorrem fora do país.
A pesquisadora, no entanto, percebeu que não haveria tempo suficiente para se dedicar à identificação de tais complexos de espécies no doutorado e essas questões ficaram por serem respondidas. O assunto voltou a ser tema de estudo quando a professora iniciou a co-orientação de pesquisa de pós-graduação do aluno Flávio Antônio Zagotta Vital, da Universidade Federal de Lavras (UFLA). O estudante começou a desenvolver sua tese com o complexo S. polyphyla, trabalhando com anatomia (morfologia interna das folhas) e morfometria (medidas externas de folhas e flores).

A morfometria ajuda, de forma estatística, a identificar espécies dentro de um grande complexo. (Foto: Arquivo da pesquisadora)

Ao longo do processo de orientação, Terra percebeu que, das seis espécies presentes no complexo, cinco poderiam ser analisadas por meio de materiais presentes em herbários (uma espécie de museu de plantas secas) no Brasil. Uma delas possuía depósito apenas em herbários nos Estados Unidos.
Daí veio a ideia de submeter o trabalho ao edital “Rupert Barneby Award”. A pesquisadora conta que, em meio às incertezas sobre levar a pesquisa adiante em virtude da escassez de recursos, ficou sabendo da oportunidade através de um de seus colaboradores. “Meu co-orientador de doutorado, o doutor Joseph Thomas Miller, me mandou um e-mail dizendo: ‘Olha, Vanessa, tem esse edital aberto que disponibiliza um valor financeiro para uma visita ao Jardim Botânico de Nova York para desenvolver um projeto por duas semanas’”.
O edital era destinado a pesquisadores que trabalhavam apenas com taxonomia de legumes. Depois de enviar o trabalho para avaliação e receber o resultado final, a cientista se programou para ir em março deste ano, entre os dias 7 e 22, realizar as análises e os estudos. A premiação poderia ser utilizada em qualquer período de 2019, desde que contemplasse o prazo de realização da pesquisa de duas semanas.
No herbário do Jardim Botânico de Nova York, Terra teve acesso aos arquivos de plantas do gênero Senegalia. “Fiquei fazendo a morfometria, medindo as características das folhas e das flores, de todas as estruturas”, explica. “Lá consegui medir cerca de 50 plantas e ampliar a tabela que possui 27 caracteres para 43, gerando uma base de dados bastante densa e importante para finalizar as análises que estávamos fazendo”, complementa.
Além do trabalho de análise e morfometria, a pesquisadora ainda organizou, corrigiu e atualizou o acervo de gênero Senegalia. “Junto com alguns pesquisadores dos Estados Unidos, com quem colaboro há algum tempo, a gente descreveu dois gêneros novos para esse grupo: a para-senegalia e a pseudo-senegalia”.
O prêmio “Rubert Barneby Award” é uma homenagem ao pesquisador que trabalhou durante muito tempo com família das leguminosas e com taxonomia.

Cerca de 50 espécimes de plantas do gênero Senegalia tiveram suas características medidas e registradas. (Foto: Arquivo da pesquisadora)

Contribuições para a sociedade
Para a pesquisadora, a experiência de ter realizado o trabalho e a pesquisa no Jardim Botânico de Nova York, um dos maiores herbários existentes, trouxe frutos válidos não só para o presente, mas também para o futuro. “Eu estava com as minhas pesquisas estacionadas, sem conseguir avançar muita coisa. Então, além da ajuda financeira, a oportunidade de ir até lá te dá um contato profissional maravilhoso, porque fiz muitos contatos que vão me dar suporte para pesquisas futuras que estou desenvolvendo com outros grupos de plantas, com outros complexos de espécies”, destaca.
Além disso, Terra entende que a contribuição que a realização do trabalho deixa é a de que é preciso “conhecer para conservar ao máximo possível a nossa fauna e flora”. “Na taxonomia, a gente trabalha com identificação e nomenclatura de plantas e nós partimos do princípio de como podemos conservar o que não conhecemos? Impossível. Para conservar a gente precisa conhecer e eu não consigo conservar as espécies que eu não conheço”, finaliza.

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