Prefeitura instrui produtores sobre manejo de pomares

Iniciativa faz parte do projeto Fruticultura Uberlândia que doou mais de 43 mil mudas frutíferas a 108 produtores

Araípedes Luz – Secretaria Municipal de Governo e Comunicação

A Prefeitura de Uberlândia, por meio da Secretaria Municipal de Agropecuária, Abastecimento e Distritos (SMAAD), segue com seu constante apoio aos produtores rurais do município. Como incentivo à produção comercial, o projeto Fruticultura Uberlândia tem incentivado o cultivo de pomares desde o ano passado, quando a gestão municipal realizou, mediante edital, a doação de cerca de 43 mil mudas frutíferas a 108 produtores.

Durante o período pandêmico em que o mundo se encontra, a Secretaria segue realizando visitas técnicas nos pomares para que os produtores consigam trabalhar com uma mão de obra menor e maximizar a colheita, prevista para o próximo semestre. As orientações técnicas consistem em manejo dos pomares, poda, condução do pomar controle de pragas, fertilização e estão sendo realizadas respeitando orientações de segurança como distância de ao menos 2 metros, uso de máscara e álcool 70%.

A partir de junho, será iniciada a colheita de mamão e banana de parte das áreas plantadas, além de diversas outras variedades até o final de 2020. A projeção é que, até 2022, mais de 2,2 milhões de quilos de frutos sejam colhidos somente nas áreas implantadas no Projeto Fruticultura Uberlândia, gerando uma receita somada de quase R$ 6 milhões de reais aos beneficiados, fortalecendo a renda das famílias e a economia do município.

Capacitação e apoio técnico

Desde o início do projeto, todos os produtores receberam capacitações para o preparo de solo, plantio e manejo inicial das mudas, em um total de 240 horas de treinamento, além de 352 visitas e outros 370 atendimentos, o que totalizou aproximadamente 2000 horas de assistência técnica até o mês de abril.

Certificação orgânica

Uma das vertentes do projeto é a produção de frutas em sistemas agroflorestais e orgânicos. Para isso, os produtores foram incentivados a criar sistemas produtivos em áreas subutilizadas ou degradadas, sem a utilização de insumos sintéticos e racionalizando a demanda por recursos hídricos. A partir daí, cerca de 1/3 dos produtores do projeto já buscam ou conquistaram a certificação orgânica para seus produtos.

Projeto Fruticultura Uberlândia

O Projeto Fruticultura Uberlândia teve início em 2019 com o objetivo de estimular a produção, o consumo e agregar valor aos frutos produzidos no município de Uberlândia, priorizando sistemas de produção sustentáveis. O trabalho iniciou com a seleção de 108 produtores em julho de 2019, para o recebimento de 43.056 mudas de 12 variedades de mudas frutíferas (Abacate, Banana Prata-Anã, Coco Anão, Goiaba Vermelha Gigante, Laranja Pera-Rio, Limão Taiti, Mamão Formosa, Mamão Papaya, Manga Palmer, Manga Tommy, Maracujá e Mexerica Ponkan), além de duas variedades para composição de sistemas agroflorestais (Eucalipto grandis e Café Arábica), doadas pelo município.

Escoamento dos produtos

Para permitir escoamento eficiente dos frutos, a equipe técnica da Prefeitura orienta e conduz estratégias de escalonamento de produção, vendas por meio das cooperativas do município, vendas institucionais, certificação orgânica e beneficiamento em agroindústrias de pequeno porte.

O primeiro passo para exportação dos produtos do Projeto Fruticultura Uberlândia já foi realizado, por meio da apresentação do projeto na sede da Associação Brasileira dos Produtores Exportadores de Frutas e Derivados (ABRAFRUTAS) em Brasília. Nessa reunião, foi verificada a viabilidade e interesse de exportação dos produtos em questão para mercados da Europa e Oriente Médio.

O próximo processo a ser realizado com os agricultores é a rastreabilidade de todos os produtos do projeto. Assim, é possível que o consumidor tenha acesso a dados sobre a área de produção, data da colheita e insumos utilizados. Segundo a SMAAD, o objetivo é gerar confiabilidade no alimento oriundo do projeto, além de agregar valor ao produto e permitir sua inserção em mercados específicos

Videoconferências garantem audiências em prisões mineiras

Gov. MG

Parceria entre governo e Tribunal de Justiça e aquisição de equipamentos possibilitam trabalho durante a pandemia

Para que as audiências judiciais não ficassem comprometidas durante o período de isolamento social, a tecnologia se tornou uma alternativa para centenas de encontros presenciais realizados diariamente nos fóruns de todo o estado. Detentos e adolescentes em cumprimento de medidas socioeducativas estão em contato com juízes por meio de sistemas de videoconferências, sem precisar sair das unidades onde cumprem sentença.
Em 20 dias de operação, já foram realizadas 608 audiências.
O Governo de Minas distribuiu 208 kits que incluem computadores, modem e webcams para presídios, penitenciárias e centros socioeducativos. O investimento, da ordem de R$ 2,5 milhões, é mais uma ação para conter a disseminação da covid-19 nos espaços administrados pela Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp). A intenção é que, se bem sucedida, a experiência possa ser replicada no período pós isolamento, contribuindo com a execução penal.
A iniciativa já fazia parte da rotina de algumas penitenciárias de Minas, mas ganhou reforço e ampliação com a compra desses novos equipamentos para atender 100% das unidades prisionais e socioeducativas. Além disso, uma equipe específica da área de Tecnologia da Informação está trabalhando diariamente para testar todos os aparelhos e não deixar nenhum espaço fora do projeto.
Segundo o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), o estado é o segundo do Brasil com o maior número de audiências a distância, mesmo ainda em caráter experimental. A implementação efetiva da prática está sendo avaliada do ponto logístico e financeiro, mas, sobretudo, do ponto de vista humano. Para o juiz da Vara de Execuções Penais de Belo Horizonte Luiz Carlos Rezende e Santos, que acompanha estes diálogos e é defensor das videoconferências, “o período de pandemia nos obrigou a fazer as transformações que já estavam sendo pensadas, com esforços para dar todo conforto logístico aos indivíduos privados de liberdade”, diz.
De acordo com o magistrado, as audiências virtuais serão norma durante a pandemia. “Este é um caminho sem volta, desde que continue com a excelência dos trabalhos e com a segurança necessária. Estamos avançando muito para a melhoria da prestação jurisdicional”, pontua.
Os números em Minas apontam, em média, pelo menos 25 audiências virtuais realizadas diariamente em todas as regiões do estado. Mas há dias, como a última terça-feira (26/5) em que a expectativa é superada: foram 106 audiências finalizadas e bem sucedidas. A ação beneficia toda a rede, incluindo o Poder Judiciário, o sistema prisional, o sistema socioeducativo, servidores e detentos. Além da agilidade nos trâmites judiciais, há maior segurança, já que não são necessárias escoltas e circulação de presos, e redução de custos com combustível para os deslocamentos.
O diretor-geral do Departamento Penitenciário de Minas Gerais (Depen-MG), Rodrigo Machado, destaca que a possibilidade de ampliação dos atendimentos jurídicos neste momento de enfrentamento de uma crise sanitária é mais uma importante ação da Sejusp em parceria com o Poder Judiciário. “Quanto mais as unidades puderem promover as audiências a distância, menor será a circulação de pessoas fora dos muros e mais amplo será o atendimento ao preso, tão necessário para o seu processo de ressocialização”, afirma.

Primeira sala

Em Manga, no Norte de Minas, a primeira videoconferência foi realizada na terça-feira (26/5). Já no Presídio de Vespasiano, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, as reuniões virtuais já fazem diferença na rotina dos gestores. “Antes da pandemia, tinha dia que não havia condições de atender a todas as demandas de audiências das comarcas. Agora, um computador e o apoio dos juízes fizeram total diferença no nosso trabalho”, pontua a diretora-geral da unidade, Eliane Lopes Coelho. O Presídio de Vespasiano realizou quatro audiências a distância e já tem outras sete agendadas.
Na Penitenciária Jason Soares Albergaria, em São Joaquim de Bicas, os testes foram realizados com sucesso. Há uma semana, a primeira videoconferência ocorreu em uma sala reformada com mão de obra prisional. Já em Uberaba, no Triângulo Mineiro, a realização das audiências virtuais foi pioneira. A Penitenciária Professor Aluízio Ignácio de Oliveira foi a primeira do Estado a colocar em prática as videoconferências. Ao longo de oito meses, a parceria com a Justiça Federal economizou R$ 140 mil aos cofres públicos, segundo a direção da unidade.

Encontros virtuais

O mesmo equipamento distribuído em todo o estado para realizar as audiências de custódia pode ser utilizado para aproximar aqueles que estão privados de liberdade dos seus familiares. Com a suspensão das visitas no sistema prisional e redução no sistema socioeducativo, em função da pandemia, os computadores são aliados para receber o carinho de quem está fora dos presídios.

Prefeitura de Araguari faz ronda para atender a população de rua

Ascom/PMA

Diante da queda brusca dos termômetros em nossa cidade, a prefeitura de Araguari por meio da secretaria do Trabalho e Ação Social e da secretaria de Políticas Sobre Drogas, realizaram na noite de ontem, 27, uma ronda noturna direcionada a população que vive em situação de rua.

A operação foi realizada com o apoio da Polícia Militar nos pontos onde foi identificada a presença de pessoas em situação de rua em rondas realizadas anteriormente dentro da programação de ações da secretaria de Ação Social.

A ação foi executada pela equipe técnica formada por assistentes sociais, psicólogos e pelos secretários municipais Jorge Nicolau Cafrune e José Eduardo Saura com o apoio do Re. Jessé e Soldado Pablo.

De acordo com Jorge Nicolau, o número de pessoas encontradas foi pequeno e isso se dá ao trabalho de rondas que vêm sendo realizado, principalmente de orientação sobre os riscos de contágio pelo coronavírus.

Outro efetivo trabalho que justifica a redução do índice é a triagem de migrantes com expedição de passagens para o encaminhamento deles para as cidades de origem.
“Comemoramos essa redução e continuamos empenhados na difícil conscientização desse grupo de pessoas, uma vez que, não existe lei que obrigue essas pessoas a deixarem esta condição. Todas têm o direito de ir e vir garantidos pela Constituição Federal, e o nosso dever é o dar apoio e ajudar na conscientização sobre os riscos de viver nas ruas, não só pelo Covid-19, mas também pela saúde em geral diante dessa intensa frente fria que estamos enfrentando”, destacou Jorge Nicolau

Durante a abordagem social é realizado um estudo social, orientações e a tentativa de encaminhamento dessas pessoas para as famílias e cidades de origem, bem como para o albergue. Para as pessoas que recusam o acolhimento são oferecidos kit de higiene, cobertores, lanche, chá e leite quente.

O prefeito Marcos Coelho (PSB), ressaltou a importância do trabalho que vem sendo realizado pelas duas pastas, “Estamos dando todo suporte possível para as pessoas que vivem essa situação. Nosso trabalho é pautado no respeito e diálogo, sempre com o intuito de melhorar as condições e ajudar a amenizar a dor e a solidão de quem vive nas ruas”, disse.

Pico da pandemia de Covid-19 em Minas é adiado para julho

Gov.. MG.

Oscilação de isolamento social está diretamente ligada à variação da curva

Nesta quinta-feira (28/5), o secretário de Estado de Saúde de Minas Gerais, Carlos Eduardo Amaral, e o secretário adjunto de Desenvolvimento Econômico, Fernando Passalio, informaram que o pico da pandemia de covid-19 no estado foi adiado para 19 de julho. Em entrevista coletiva on-line, eles fizeram uma nova análise da situação e responderam a perguntas feitas pela imprensa.

“Completaremos um mês de Minas Consciente esta semana. Neste período, 87 municípios aderiram ao programa, com cidades nas ondas verde, branca e amarela. É importante destacar que não se trata de uma flexibilização, mas, sim, uma convivência harmônica com o isolamento, que deve ser mantido e aliado às demais medidas de prevenção”, avaliou Passalio.

Carlos Eduardo Amaral destacou a evolução das curvas epidemiológicas acompanhadas pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG) desde o início da pandemia. “Em um primeiro momento, a previsão que tínhamos em relação à Minas Gerais era de um número muito elevado de acometidos pela doença, seguindo uma tendência nacional. Com o passar do tempo e com o isolamento social já em andamento, percebemos que esta quantidade foi diminuindo, demonstrando a eficiência do distanciamento”, afirmou.

A evolução da pandemia em Minas possibilitou que as projeções passassem a ser feitas tendo como tendência o próprio estado e não mais todo o território nacional, como explicou o secretário de Saúde. “Atualmente, a previsão é que o pico ocorra dia 19 de julho. Esse constante adiamento da data de maior estresse assistencial está diretamente relacionado à manutenção do isolamento social, do uso de máscaras e de todas as demais orientações”, pontuou Amaral.

Questionado sobre o possível endurecimento das recomendações de prevenção, o secretário explicou que a pasta busca a manutenção de um isolamento adequado, de modo que haja um número controlado de casos da covid-19. “Caso haja um aumento desenfreado de casos, a primeira coisa que iremos fazer é retroceder com as ondas e voltar ao isolamento inicial que tínhamos”, disse. “Neste momento, a recomendação é que todos os municípios tenham uma aderência ao Minas Consciente para que tenhamos o melhor cenário possível”, frisou.

Aumento de casos
O secretário ainda detalhou os padrões que a pandemia pode adotar, sendo possível dobrar o número de casos de um dia para o outro. No entanto, atualmente, para que isso ocorra em Minas têm sido necessários de 12 a 14 dias. “Quanto mais rápido houver a dobra de casos, mais estresse no sistema de saúde ocorrerá. Assim, de certa forma, estamos em um patamar mais equilibrado. Esse dado está diretamente ligado com a manutenção do distanciamento social e das recomendações. Caso haja uma mudança na postura da população, a situação pode mudar e retroceder”, explicou.
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Crédito (foto): Alexandre Scotti
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UFU melhora alimentos com hortaliças

Ascom/UFU

Sediada no Campus Monte Carmelo, instalação produziu mais de 30 cultivares registradas no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

Na Estação Experimental são desenvolvidas atividades de ensino, pesquisa e extensão (foto: divulgação/GEN-HORT)
Domesticar plantas para atender às necessidades humanas não é algo novo. Isso acontece desde a Pré-História. De lá pra cá, inúmeras mudanças aconteceram. Hoje, selecionar e adaptar espécies de vegetais para melhorar a produtividade na agricultura tem importância cada vez maior na cadeia produtiva.
Com dois hectares, a Estação Experimental de Hortaliças da Universidade Federal de Uberlândia (UFU) — localizada na Rua Riachuelo, no bairro Santa Rita, em Monte Carmelo — abriga não só as pesquisas da universidade. Nela são realizados projetos de extensão, que buscam beneficiar os agricultores da região, visitas guiadas com estudantes da educação básica e o “Dia de Campo”, voltado para toda a comunidade.
Conforme explica a docente Ana Carolina Silva Siquieroli, do Instituto de Biotecnologia, as ações extensionistas desenvolvidas pelo grupo na Estação Experimental de Hortaliças permite a troca de conhecimentos entre a comunidade e a universidade.
“O Dia de Campo Infantil vem permitindo que crianças de Monte Carmelo conheçam as cultivares aqui desenvolvidas e compreendam a importância de uma alimentação saudável. Outros projetos desenvolvidos em conjunto com os produtores vêm beneficiando tanto os alunos da graduação, que passam a ter contato direto com a comunidade, como os próprios agricultores”, afirma.
Nas instalações da estação também são realizadas aulas práticas dos cursos de Agronomia, Engenharia Florestal, Engenharia de Agrimensura e Cartográfica e Sistemas de Informação.
Cultivares
Os programas de melhoramento genético (tomate, alface biofortificada e tropicalizada, quiabo, abóbora, coentro, milho doce, melancia e melão) implantados na Estação Experimental visam a desenvolver cultivares com resistência a pragas e doenças causadas por fungos, vírus e bactérias, com intuito de reduzir a aplicação de defensivos agrícolas nas lavouras.
Desde quando foi criada a estação, em 2013, o trabalho já rendeu o registro de mais de 30 cultivares de hortaliças no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), 40 artigos científicos publicados em revistas nacionais e internacionais provenientes de teses, dissertações, iniciações científicas e trabalhos de conclusão de curso, além de um software registrado no Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI).
Vídeo sobre a estação produzido por Andressa Alves Clemente, aluna de mestrado do Programa de Pós-graduação em Agricultura e Informações Geoespaciais do Instituto de Ciências Agrária da UFU.
Os pesquisadores desenvolveram, na Estação Experimental de Hortaliças, um banco de germoplasma de capsicum. O que é isso? “É o armazenamento de exemplares de pimenta visando manter a variabilidade genética da espécie. Monte Carmelo é uma região conhecida por produzir pimenta”, explica o coordenador da estação, Gabriel Maciel, que é docente do Instituto de Ciências Agrárias.
Toda a produção resulta de parcerias, como as implementadas com a Prefeitura de Monte Carmelo — que cedeu a área por meio de um convênio —, e financiamentos do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig). O coordenador cita, ainda, a parceria com empresas privadas do mercado de sementes. Maciel também coordena o Grupo de Estudos em Melhoramento Genético de Hortaliças (GEN-HORT), que reúne profissionais, estudantes e professores interessados em promover atividades na área de pesquisa, desenvolvimento e inovação sobre esse tema. Criado em 2013, o grupo tem na Estação Experimental um espaço para pôr em prática seus projetos, como o Simpósio de Olericultura e edições do “Dia de Campo”.

Ouvidoria da Saúde volta a atender no 0800-940-1480

Secom/PMU

Número estava sendo utilizado para o call center do “Alô, Saúde” durante o agendamento da vacinação dos idosos

Por meio da Ouvidoria da Saúde, usuários da rede pública têm um canal direto de comunicação com a Prefeitura de Uberlândia. A partir desta quinta-feira (28), a comunidade pode continuar fazendo elogios, sugestões, solicitações, reclamações e denúncias no antigo número, que é o 0800-940-1480.

A troca de número havia ocorreu em março devido ao empréstimo do 0800 para o call center do “Alô, Saúde”, que estava realizando o agendamento da imunização dos idosos em domicílio durante a 22ª Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza. A medida foi adotada pela administração municipal para garantir que os idosos, que fazem parte do grupo de risco da Covid-19, ficassem em casa e protegidos. Com essa estratégia, a Prefeitura de Uberlândia vacinou em domicílio cerca de 10 mil idosos.

A Ouvidoria da Saúde registra, orienta, encaminha ao setor responsável, acompanha e dá retorno da demanda ao usuário. Os registros feitos são utilizados para orientar as ações de governo para promoção da qualificação e aperfeiçoamento da gestão estratégica e democráticas das políticas públicas do Sistema Único de Saúde. Pelo 0800, também é possível obter informações sobre os serviços realizados nas Unidades de Atendimento Integrado (UAIs), Unidades Básicas de Saúde da Família (UBSF) e Unidades Básicas de Saúde (UBS).

Além do número telefônico, os usuários também podem optar pelo atendimento presencial ou via e-mail. Confira:

– Horário de atendimento por telefone: 7h às 18h
– Presencial: Av. Ortízio Borges, 196, bairro Santa Mônica (Sala 103 – 1.º Piso). Horário de atendimento: 8h às 17h
-E-mail: ouvisaude@uberlandia.mg.gov.br

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