Odelmo vai transformar Uberlândia em Cidade-Luz como Paris

Ivan Santos*

O prefeito Odelmo Leão, nos últimos dias, tem sido vitima de publicações anônimas em redes sociais que tentam aproximá-lo de criminosos organizados em ações para desviar dinheiro público municipal em benefício próprio. Propaganda mentirosa, que pode ser caracterizada como difamação. A geringonça não tem autor e é produzida em anonimato despudorado e vergonhoso. O prefeito responde: “Enquanto tentam denegrir o governo com escândalos que só são esclarecidos com nosso apoio, a cidade começa a sair da inércia para onde nunca deveria ter entrado”.

Embora sofra com a politicagem dos politiqueiros que se movimentam para conquistar o poder em Uberlândia, de olho no orçamento municipal que é um dos maiores do Estado de Minas, o prefeito Odelmo Leão trabalha firme para equilibrar novamente as contas da prefeitura, moderniza a administração e anunciar novos e destacados serviços, entre os quais a nova iluminação pública para a cidade que se aproxima de uma população de 700 mil habitantes.

Recentemente o jornal “O Estado de São Paulo” publicou esta informação: “A francesa Engie venceu a disputa pela iluminação pública da cidade mineira de Uberlândia. A empresa vai participar de uma Parceria Público Privada (PPP) com foco principalmente na modernização e expansão da infraestrutura do município. O contrato prevê a substituição de mais de 87 mil lâmpadas do modelo tradicional pelas de tecnologia LED, o que deve gerar uma economia à prefeitura de pelo menos 49,39%. A lista de melhorias ainda inclui o atendimento a 12 prédios históricos e a instalação anual de mais 550 pontos de luz. A contratação da Engie foi publicada no Diário Oficial de Uberlândia na última segunda-feira (11). Na região, ela (a empresa francesa) já opera duas usinas hidrelétricas, em Jaguara e Miranda”.

O prefeito também transformou Uberlândia no Centro de nova revolução agrícola através de remineralização do solo com pedra basáltica moída. O basalto é abundante no município de Uberlândia. No dizer do ex-ministro Alysson Paulinelli, a iniciativa representa nova revolução na produção agrícola só comparada com o uso do calcáreo dolomítico para transformar terras ácidas de cerrados em áreas agricultáveis na década de 1970. Odelmo Leão é considerado hoje o motor dessa nova iniciativa na produção agrícola com o Programa lançado em Uberlândia neste ano.

*Jornalista

A “nova política” começa a implantar o liberalismo

Ivan Santos*

A intenção do governo liberal que se instalou no Planalto é privatizar tudo o que a iniciativa privada possa fazer em substituição ao governo. Não há erro nisso. Para os brasileiros, acostumados com a atuação do governo em serviços públicos e em atividades econômicas essenciais, a privatização de estatais é novidade. A ideologia liberal manifestada até agora pelo capitão-mito que preside a República, é confusa e representada por trombadas nacionais e internacionais contra adversários reais ou imaginados. No governo destaca-se o superministro da Economia, Paulo Guedes, um executivo racional, treinado na Universidade de Chicago, que acena aos brasileiros com recuperação economia. Dele muitos esperam ações para reduzir o desemprego e criar bem-estar para todos.
Recentemente o jornal “Folha de São Paulo” informou que encontrou, escondido em projetos do governo ao Congresso, um “jaboti” que, se for aprovado, vai desobrigar o Palácio do Planalto de construir escolas. A iniciativa transmite a impressão que o governo quer abrir mais espaço na educação fundamental e média no País para os investidores privados.
Aos poucos o governo liberal que comanda hoje o Brasil tenta se afastar de obrigações com a saúde, educação e segurança. Não se afastar completamente dessas obrigações, mas repartir ações com empresas e organizações comandadas pela iniciativa privada. Esta é uma visão defendida pela “nova política” e os apoiadores do novo governo devem ir se acostumar com a iniciativa.

Todo esforço do governo da “nova política” concentrar-se agora, no pagamento da dívida pública. Logo, ações da iniciativa privada deverão ser incentivadas para assumir serviços públicos. O pacote recém apresentado para desonerar a folha de pagamento das empresas é uma iniciativa neoliberal prometida pelo candidato que foi aprovado pela maioria do povo na última eleição. Governar e cortar gastos para vai produzir benéficos na sociedade é uma intenção do trono. O capitão-mito é fiel às promessas da campanha eleitoral e tem por meta enterrar politicamente a esquerda em Pindorama..

*Jornalista

Contrates e confrontos na “nova política” do Capitão-Mito

Ivan Santos*

O processo político no Brasil nunca apareceu tão esquisito como agora. De um lado o chefe da “nova política” detona o partido que lhe deu a legenda para eleger-se no ano passado e despreza a metade dos 53 deputados que lhe são fiéis. Sua excelência também não deu um passo no primeiro ano do mandato para organizar uma base de apoio no Congresso para viabilizar os projetos que tem em mente.
Na outra extremidade, a oposição capitaneada pelo PT se manteve calada no Congresso e nas bases estaduais e municipais sem eira nem beira no jogo do poder político. Inesperadamente, nos últimos dias, o condenado líder do PT foi solto do presidio onde estava confinado em Curitiba fez dois pronunciamentos com a clara intenção de unir os partidos de esquerda para disputar espaços nas bases municipais nas próximas eleições e assim se preparar a emasculada oposição para as eleições municipais no ano que vem. Enquanto a oposição prepara-se para sair da imobilidade, o chefe da “nova política” capricha em polêmicas que desunem e criam adversários. Assim, o Capitão-Mito que se prepara para fundar novo partido para disputar as próximas eleições, corre o risco de ser abandonado na hora da precisão.

Por que o Capitão-Mito decidiu abandonar o PSL a menos de um ano das eleições municipais, Freud não explica nem a lógica tradicional. O deslumbrado Capitão-Mito poderá errar nos cálculos e deixar o campo aberto para a hoje debilitada oposição, se fortalecer e se capacitar para a guerra total em 2022.
Para alguns atores políticos experientes, se o Capitão-Mito não cuidar de articular uma ação política realista e de alta qualidade no Congresso, o Pacote de Propostas para modernizar a produção econômica poderá ser deformado no Congresso por falta de articulação política.

*Jornalista

Congresso pode não aprovar condenação em segunda instância

Ivan Santos*

Há no Senado e na Câmara uma força oculta que trabalha nos bastidores para impedir que a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) para viabilizar a prisão de condenados na segunda instância, revogada pelo
Supremo Tribunal Federal, seja aprovada. Um influente grupo de parlamentares nas duas Casas do Congresso teme ser a próxima vítima se a geringonça, desmantelada pelo Judiciário, for restabelecida pelo Poder Legislativo.
Os sinais de boicote disfarçado estão no ar. O mais revelador foi a Proposta de Constituinte Exclusiva encenada pelo presidente do Senado, David Alcolumbre, para discutir o cumprimento de pena após condenação em segunda instância ou por um colegiado. Alcolumbre sabe que é difícil discutir uma proposição que, se for aprovada, poderá criar insegurança para muitos membros da Casa. O corporativismo fala bem alto.
O presidente do STF, Dias Toffoli, livrou-se de uma situação incômoda com uma decisão apontada como técnica e remeteu uma decisão política para o Poder Legislativo que, agora, está com um abacaxi para descascar.
O presidente do Senado sabe que convocar uma Assembleia Constituinte num momento decisivo para um governo que procura viabilizar reformas complexas como a administrativa e a tributária, é difícil. Assim, joga o assunto incômodo para embolar o jogo. Uma Constituinte hoje, seria aproveitada pelos direitistas insensíveis para instituir medidas reacionárias e impor retrocessos como a supressão de direitos e de conquistas dos trabalhadores. A maioria dos senadores e deputados não se arriscaria a tanto. Logo, o retorno do cumprimento de pena após condenação em segunda instância poderá não passar de sonho de noite de verão.

*Jornalista

Uma parte do Governo trabalha para evitar o caos total

Ivan Santos*

Aos trancos e barrancos, mesmo com as trapalhadas políticas do chefe, o Governo do capitão Bolsonaro dá tímidos passos à frente na economia. Muitos se lembram que a presidenta Dilma Rousseff ofereceu generosos subsídios a algumas indústrias, em troca da geração de empregos. As empresas contempladas com as desonerações, como as montadoras de automóveis, ganharam muito dinheiro, mas não geraram novos empregos.
Há poucos dias o governo do Capitão-Mito anunciou medidas de estímulo à contratação para o primeiro emprego, de jovens de 18 a 29 anos, com benefícios fiscais às empregadoras e salário até R$ 1,5 mil mensais. Para vários especialistas que já se manifestaram pela imprensa tradicional, a iniciativa é utopia tão grande quanto os incentivos fiscais de Dilma. O economista paulista José Pastore, disse que novos empregos só se o governo lançar medidas concretas para melhorar a economia e crescer o PIB. Sem gerar, aumentar e distribuir renda não haverá aumento de consumo e sem este não se fala em novos empregos.
O mercado brasileiro está hoje com 12 milhões de desempregados que somados a trabalhadores informais e subempregados, representam mais de 40 milhões de pessoas economicamente ativas sem dinheiro parra consumir bens e serviços. No meio deste cenário negativo destacam-se mais de 70 milhões de pessoas com o nome negativado no SPC e na Serasa. Neste momento, o “Trabalho Verde Amarelo” é apenas um artifício usado pelo Governo para ampliar a reforma trabalhista a favor das empresas. Serve também para que uma parte dos burocratas do Governo não cuide de fofocas, mas se disponha a enfrentar os grandes problemas econômicos e sociais do País. Uma hora esse pessoal pode acertar e mudar positivamente o cenário bagunçado deixado pelos lulopetistas. Quem tiver fé reze e confie no Governo. Quem não tiver fé espere com paciência o sereno passar.

*Jornalista

Bolsonaro quer um partido para nele mandar e desmandar

Ivan Santos*

A oposição no Brasil que, desde a posse do presidente Jair Bolsonaro, dorme em berço esplêndido. Se não se unir agora, sob a liderança do condenado Lula, dificilmente sairá da retaguarda e poderá ser enterrada ao som do mar e a luz do céu profundo, na eleição municipal do ano que vem. Na situação, nunca vi tanta trapalhada. Há menos de dois meses do ano eleitoral o presidente anuncia que vai deixar o partido pelo qual se elegeu, para criar novo, num universo político que já conta com mais de 30 legendas prontas para lançar candidatos a qualquer cargo no Brasil. É uma audácia somente atribuída a amadores, mas o presidente não é amador político porque se elegeu e reelegeu sucessivamente para deputado federal antes de conquistar a presidência da República.
O processo de criação de um partido no Brasil é complicado, lento e burocrático. Mas o presidente Bolsonaro confia no próprio prestígio para conquistar mais de 500 mil assinaturas em nove ou mais estados até o mês de março para organizar a legenda e qualificá-la para lançar candidatos a prefeito em todo o Brasil. Vai ser preciso organizar diretórios regionais em 27 unidades da Federação em cerca de 5 mil municípios. Não é tarefa a ser concluída por simples sonhadores político. É trabalho pra gente experiente que conta com recursos estratégicos imensos. Se não for bem-sucedido na Tarefa o chefe do governo corre o risco de facilitar a invasão da esquerda capitaneada polo PT nos municípios pequenos e médio desassistidos pelo governo federal.

Bolsonaro, para ter êxito com o Partido que vai fundar, precisa contabilizar sucesso na Economia. Para isto precisa contar com apoio no Congresso para aprovar o Pacote de reformas apresentado por Paulo Guedes, ministro da Economia. Com o PSL rachado ao meio e sem base de apoio político, o Mito precisa contar com a ajuda de São Longuinho e do Senhor do Bonfim para ser bem-sucedido no Congresso.

*Jornalista

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