Mudança “radical”

Paulo Henrique Coimbra de Oliveira*

Muito curiosa a postura do PT na tentativa de tentar a dificílima tarefa de ganhar as eleições. Abandonaram o chefe, vem copiando o programa de Bolsonaro e mudaram as cores do partido ficando inclusive semelhante a do adversário. O que observo é que a cada mudança a distância aumenta. Esta mudança de cor então foi fatal. Os eleitores do PT, pouco letrados e nada observadores, irão se confundir e com certeza alguns milhões de votos irão para Bolsonaro. Este penhoradamente agradece.

Paulo Henrique Coimbra de Oliveira

Pesquisa humilha o PT

Paulo Panossian*

Como vemos nesta pesquisa do Ibope/Estadão/Globo, de segundo turno para o Planalto, em que o PT, é humilhado, quando com absoluta folga Jair Bolsonaro (PSL-RJ) lidera com 59% dos votos válidos e o candidato poste de Lula, o Fernando Haddad, com míseros 41%. E até o dia 28 de outubro, certamente essa diferença, como tudo indica, deve aumentar… Porém, essa merecida humilhação que passa este partido também corrupto que quebrou o Brasil, exigiu muito sacrifício do nosso País, com o não impeachment de Lula, em 2006, devido ao mensalão! Que, em consequência, infelizmente, veio a Lava Jato, e a perversa recessão econômica! Porém, uma profecia do já falecido senador ACM, que dizia na época, que é melhor ver o PT, com o Lula, perder nas urnas e arder na fogueira do inferno, acaba de ocorrer com longo atraso de 12 anos… E provavelmente, até antevendo esta derrocada petista, o Lula, conforme afirma a investigada Gleisi Hoffmann, teria dito, para o Haddad, que “não precisa mais vir aqui (na minha cela)”… Ou seja, que decadência, deste dito gênio Lula, de Garanhuns, que, ao mesmo tempo em que levou o seu partido de triste memória até o Planalto, e agora, direto da sua cela, como presidiário que é, também consegue enterrar o farsante e golpista PT…

PROSPERA A MEDIOCRIDADE

A que ponto chegou o nosso País! Além de uma economia arrasada com altíssimo desemprego, de herança petista, também nesta campanha eleitoral a mediocridade prospera! Se o primeiro turno foi horrível, em que, apenas se salva a alta renovação de nomes de eleitos para o Congresso, neste segundo turno, os dois candidatos para o Planalto, como o líder nas pesquisas Jair Bolsonaro (PSL-RJ) e o Fernando Haddad (PT-SP), sequer se dignam a apresentar minimamente seus planos de governo! Que por falta absoluta de boas ideias e respeito as nossas instituições, preferem a baixaria dos ataques! Porém, é uma ilusão achar que os graves problemas deste País, serão resolvidos somente porque, como indicam as pesquisas, que o PT, com o seu candidato Haddad, poste do corrupto e presidiário Lula, não será eleito! O que preocupa, é a escolha da maioria dos eleitores, já que, estamos próximo de eleger no escuro, um novo presidente, como o inoperante politico Jair Bolsonaro… Resta torcer para que dê certo…

UM TREM PARA CUMBICA

Finalmente passageiros para voos internacionais e nacionais poderão se deslocar de trem da Estação da Luz, até o Aeroporto de Guarulhos, que acaba de ser inaugurado! E com preço da passagem de apenas R$ 8,00! Um ótimo serviço de mobilidade urbana prometido pelo ex-governador Geraldo Alckmin. Assim como entregou dezenas de estações de Metrô, de monotrilho, além da quase finalizada obra do Rodoanel, entre outras inúmeras obras de grande relevância também inauguradas! Administrador público de rara competência no País, Alckmin, conseguiu equilibrar as contas do Estado, e investir mesmo diante da maior recessão da nossa história de reconhecida herança maldita petista! Ou seja, exatamente o tal equilíbrio nas contas publicas, e nível de investimento que hoje e urgente precisa o Brasil! Porém, não é o caso de chorar o leite derramado! Já que, o eleitor é soberano com o seu voto nas urnas! Mas, que esse eleitor de São Paulo, foi cruel com o ex-governador Geraldo Alckmin, que recebeu menos de 9% dos votos, nesta eleição para o Planalto, não tenho duvida! Já que, desprezaram aquele com grande experiência na esfera publica, que é austero, probo, e investe em obras de grande interesse da sociedade… E no próximo dia 28 de outubro, como consolo único para o eleitor, será o de derrotar o candidato Fernando Haddad, do corrupto PT. E eleger para presidente do País, um Jair Bolsonaro (PSL-RJ) sem nenhuma experiência na administração pública, e possuidor de um currículo dos mais inoperantes como deputado federal…

*Jornalista – paulopanossian@hotmail.com

E essa outra baita encrenca?

Cesar Vanucci *

“Conveniências espúrias costumam ocultar, neste
nosso mundo, muita coisa aviltante à dignidade humana.”
(Antônio Luiz da Costa, educador)

Ainda recentemente, aqui neste minifúndio de papel onde se cultiva o hábito de alojar singelas ideias e quimeras mil, andou-se falando de colossais encrencas que adoecem o mundo e que são geradas pela insensatez dos homens. Chamou-se a atenção do distinto público leitor para ocorrências, de manifesta crueldade, propositalmente ocultadas ou (quando) divulgadas com indesculpável parcimônia de manchetes pelos meios midiáticos internacionais, sabe-se lá porque cargas d’água! Melhor dizendo, sabe-se lá por quais conveniências políticas, econômicas ou por outra qualquer outra forma aviltante de agressão à dignidade!

Ao fazer de conta que nada de muito sério, afinal, acontece com relação a certas histórias impactantes, eclodidas aqui ou ali; ao minimizar a contundência de agravos cometidos contra os direitos fundamentais e a cidadania, o grande complexo midiático confessa-se, verdade verdadeira, complacente (se não conivente) com as forças retrógradas ininterruptamente empenhadas em retardar o processo evolutivo civilizatório. Traindo sua natural vocação construtiva, a mídia favorece a disseminação de ignomínias sem conta que atrelam multidões a nauseantes esquemas de perpetuação das servidões humanas.

Mesmo aqueles indivíduos mais embrutecidos em matéria de percepção social, declaram-se hoje aturdidos com certas cenas vindas a tona – mais intensamente nas redes sociais do que em folhas impressas cerceadas pela autocensura – retratando o tratamento desumano dispensado a inocentes crianças atingidas pelo vendaval de intolerância racista que açoita alguns lugares deste nosso convulsionado planeta. Enxergando vesgamente a “imigração sem visto” como crime abominável, não como mera contravenção civil, merecedora antes de tudo de cuidados humanitários, governantes arrogantes se valem de incontestado e implacável poderio para separar famílias inteiras. Colocam pais e mães agoniados em celas infectas. Arremessam crianças inocentes a campos de concentração eufemisticamente batizados de “centros de readaptação”. A violência empregada em tais ações é visível e consciente. Não há como não associá-las às lembranças apavorantes da sinistra era nazista.

Dos desdobramentos desse estarrecedor drama envolvendo os assim chamados “imigrantes ilegais” jorram mais iniquidades. Ordens judiciais expedidas com o fito de reintegrar os menores imigrantes no seio familiar são cumpridas com relutância, excessiva lerdeza burocrática. Há caso comprovado de criança encontrada morta antes da restituição aos legítimos pais. Menores cobertos de sarna, jamais banhados ao longo do extenso tempo de cativeiro, representam outra nódoa inapagável a mais nesse degradante e doloroso esquema de repressão. Responsáveis pela “guarda” de milhares de vítimas não se pejam em oferecer resistência à entrega determinada pela Justiça. Levantam barreira de empecilhos, do tipo “ausência de documentação”, “necessidade de exames de DNA”, assim por diante… Organizações de defesa dos direitos sociais anotam episódios em que as formalidades de soltura não são de imediato cumpridas pela simples razão de que, “devidamente intimados”, bebês de um ano não puderam, compreensivelmente, comparecer sozinhos às audiências para as quais foram “convocados” na forma da lei etecetera e tal, valha-nos Deus… Essas mesmas organizações sustentam ponto de vista de que, no fundo, essa avalancha de abusos e maldades esconde o perverso objetivo de ir acostumando as pessoas, dentro da linha do preconceito, da intolerância e do racismo, a aceitarem sem maiores questionamentos a desumanização no trato das questões ligadas aos “imigrantes indesejáveis”, não importa se adultos ou menores.

É elucidativo ressaltar que todas essas coisas horrendas têm como cenário não um território longínquo, desguarnecido de estruturas políticas e jurídicas sólidas, mas, sim, um país universalmente reconhecido como polo de irradiação cultural, econômico mais influente deste nosso atormentado chão azul terrestre. Os Estados Unidos da era Trump…

Por derradeiro, fica aqui convite para um exerciciozinho de imaginação por parte dos que se angustiam com os rumos trilhados neste mundo do bom Deus onde o tinhoso se habituou a implantar enclaves. E se todos os absurdos relatados estivessem pipocando, não no país mais poderoso, mas nalgum país periférico, de reduzida expressão política e econômica? E se, ainda, espichando o raciocínio, os cidadãos alvejados por maus tratos fossem, todos eles, patrícios do titular da Casa Branca, o que, realmente, estaria acontecendo de avassalador em termos de reação internacional às barbaridades perpetradas? Hein?

* Jornalista (cantonius1@yahoo.com.br)

Sobe o educador

Shyrley Pimenta*

A alegria não chega apenas no encontro do achado, mas faz parte do processo de busca. E ensinar a aprender não pode dar-se fora da procura, fora da boniteza e da alegria. (Paulo Freire)
Afirma o escritor Rubem Alves (1933 – 2014) que o educador é como uma velha árvore: um jequitibá, por exemplo. Viceja e floresce num habitat que lhe é próprio. Ninguém o plantou, nem o viu nascer. Tem uma face, uma história, um nome. É densidade e mistério.
Tal como o jequitibá, o mestre se define por dentro. É um vocacionado, e exerce o seu mister com amor. Infelizmente, é uma espécie em extinção, que vem sendo substituída pela do professor, um profissional produzido em série, idêntico a tantos outros, podendo ser substituído rapidamente e sem problemas.
O educador se define pela sua interioridade, por suas visões, paixões, esperanças e utopias. Rubem Alves o aproxima do poeta e do louco, já que são tênues os limites que os separam. Educador, poeta e louco teimam em anunciar o ausente, aquilo que permanece, a despeito dos fracassos e das impossibilidades e se faz presente sob a forma de promessas, fantasias, esperanças.
Por isso o educador não desiste. A despeito das más condições de trabalho, das duplas jornadas, dos salários irrisórios e, atualmente, parcelados (haja vista a educação pública no Brasil), o educador abrigou em sua interioridade o discurso do sonho e da esperança. E com ele desestabiliza o mundo rotineiro da instituição e do instituído. Lança por terra os muros da burocracia, da rotina, da racionalidade pura e simples.
Movido pela paixão e pelos atos de amor, está autorizado a criar novos mundos e novas formas de relacionamento entre os homens. Essa experiência de amor e paixão não se aprende na faculdade; é uma descoberta pessoal. Só os apaixonados sabem viver e morrer por uma causa; só eles conhecem o segredo do sentido da existência.
Bons professores, afirma Rubem Alves, podem ser gerentes de produção, controladores de qualidade, especialistas no ensino de técnicas, enfim, úteis animais domésticos. Mas jamais poderão fazer brotar a centelha mágica da criatividade. Essa tarefa compete ao mestre, que se manteve alerta, alimentou seus sonhos, não se deixou domesticar ou castrar pelo sistema, pela ideologia.
De onde lhe veio a inspiração para tanto? Da coragem. Coragem para falar, escrever e revelar valores, desejos, utopias, confissões de amor. Sem intimidação, sem medo do escárnio, pronto a viver e a morrer pelo seu discurso, pleno de significação humana.
Precisamos urgentemente de jequitibás de boa cepa. Precisamos de mestres, de educadores. Do poder criador de sua palavra. Seu mister é argamassa: imprescindível para a construção de uma sociedade nova, mais justa, mais humana, mais ética. Nossas crianças e jovens precisam de educadores que lhes ensinem o gosto pelo que é verdadeiramente bom e belo.
Para a escritora peruana Glória Kirinus (2007), é com os poetas e na poesia que o educador mergulha nos mistérios da vida, nos segredos da natureza, na complexidade humana. O poeta e o aprendiz (criança ou jovem) participam de uma afinidade estreita com o imaginário, de uma curiosidade desmedida sobre os temas do mundo. É com a poesia e o poeta que o mestre desaprende o excesso de dogmas e certezas para colocar-se lado a lado com o aprendiz, numa relação de descoberta e de perplexidade diante do mundo com suas lições de infinito.

*Psicóloga e educadora – shyrleypimenta@gmail.com

O Rabo da Lagartixa

Gustavo Hoffay

Durante quase duas décadas venho contribuindo da forma que posso na reabilitação de dependentes químicos em Uberlândia e fazendo alertas em escolas e empresas diversas a respeito da importância de trabalhos de prevenção ao uso de drogas. Iludido e insistindo em enxugar gelo, eu era absolutamente contra a liberação das drogas para uso geral. Hoje, diante do terrorismo instalado pelo tráfico e todas as suas deletérias consequências e depois de constatar que todo trabalho repressivo da polícia não resulta em algo que possa ao menos diminuir a ação dos criminosos e suas drogas sobre a mente dos nossos adolescentes, não restou-me outra alternativa senão constatar que, de fato, a reincidência ao tráfico de drogas daqueles que já foram presos e condenados em função daquele crime é, indubitavelmente, a prova cabal do total fracasso do Estado na sua tentativa de combater aquelas substâncias e quem faz das mesmas um meio de vida ou de morte! O tráfico mata, aleija, destrói famílias, causa pânico e terror a uma sociedade que luta diariamente pela sua própria sobrevivência e ainda obriga o Estado a cumprir o seu papel protecionista, gastando fortunas por meio de uma legislação que não resolve e que não basta para erradicar um mal que insiste em permanecer. É como investir “milhões” na tentativa de erradicar definitivamente uma doença incurável. É duro, duríssimo, lamentável e doído admitir que há tempos perdemos toda e qualquer batalha que trava-se contra as drogas e os seus agentes; mortes violentas são registradas em ambos os lados de qualquer combate que tem por finalidade a apreensão de drogas e posterior prisão dos envolvidos, além de ter-se conhecimento de aplicação de penas a traficantes que, na realidade, em nada contribuem para a diminuição daquele tipo de crime. Tal e qual ao rabo das lagartixas depois de cortado, o crime de tráfico torna à ativa e ainda mais forte todas as vezes que é combatido, embora ilusoriamente menor e a cada morte de alguma pessoa absolutamente inocente, vítima de balas perdidas ou enquanto refém de quadrilhas diversas e muito bem capacitadas e armadas para seguirem no trato mercantil daquele luvrativo negócio, trazendo ainda mais horror a uma população cada vez mais descrente com a nossa justiça. Enquanto o povo se protege intramuros e procura armar-se de maneira muitas vezes ousada e até inconveniente, traficantes subornam autoridades constituídas e fazem das ações policiais uma forma de se autopromoverem, ao continuar ameaçando e até levando a óbito quem é pago para defender-nos de quem bandeou-se para a criminalidade mantida pelo lucro da produção e comercialização daquelas substâncias, servindo ainda de um grande motivo para alimentar de maneira crescente a audiência e o lucro de grandes redes de televisão que têm em noticiários policiais uma enorme fonte de renda. Hoje em dia, infelizmente, querer dissuadir alguém a deixar de traficar drogas é uma ilusão, principalmente quando se sabe que o lucro do comércio daquelas substâncias garante comissões invejáveis ao melhor vendedor de qualquer outra mercadoria e em qualquer lugar do mundo. Da mesma maneira que algumas seitas religiosas equipam seus “pastores” com carros “último modelo” e garante-lhes uma vida nababesca no intuito único iludirem e convencer que aquela sua religião irá garantir uma vida luxuosa e sem qualquer preocupação financeira aos seus fiéis discípulos e futuros mantenedores de sua igreja, assim também age o tráfico em relação a quem trabalha para iludir terceiros, ao fazer que os seus “soldados” apareçam -via internet- de posse de carros importados, residindo em mansões e curtindo praias e piscinas ao lado de um grupo de lindas mulheres seminuas. Aqui, também, a propaganda é a alma do negócio e o que torna ainda mais atrativa uma vida ao sabor da delinquência enquanto no tráfico das drogas. Quais empresas brasileiras são capazes de oferecer muito dinheiro, luxo e vida regada a prazeres imediatos aos seus empregados, que não aquelas que vendem ilusão a quem não é capaz de conquistar uma vida feliz e saudável por si mesmo, pelos seus esforços e conquistas honrosas? Liberando-se o consumo de drogas e a partir de um comércio controlado por leis e fiscalizado por agentes públicos, ao menos lança-se a expectativa de que o tráfico irá diminuir sensivelmente em função, primeiro, de achar-se a droga de preferência e à venda (mesmo que em pequenas porções) em locais específicos e mediante critérios oficiais pré-estabelecidos. A mera proibição ao uso de drogas, como ocorre em nosso país ( temos que admitir ) apenas diminui ou dificulta a oferta dado a um natural receio de ações policiais, mesmo que isso resulte em medidas que pouco ou nada irão deter o comércio e o consequente consumo de tais substâncias. Oferta aquela que, nos moldes de grandes magazines, tende a seguir padrões de marketing e merchandising convincentes e o que faz elevar ainda mais um comércio clandestino mantido por ameaças, armas e mortes até de pessoas absolutamente inocentes. Ou alguém ainda duvida que o alto índice de assaltos e homicídios tem por finalidade obter-se meios de rápido acesso às drogas? Há que levar-se ainda em consideração que o comércio legal de entorpecentes reduziria muito o valor de acesso aos mesmos, acabando com os altíssimos custos de produção e intermediação que a proibição implica. Isto significa que muita gente que é dependente destas substâncias não teria que roubar ou prostituir-se com o fim de custear o alto preço de tais substâncias. O narcotráfico, sabemos, tem estendido seus tentáculos ao cenário político dos países, sim. A legalização das drogas em nosso país acabaria também com esta nefasta aliança entre o narcotráfico e o poder político, dando fim a uma poderosa rede corruptiva que alimenta parte de quem elegemos na condição de legisladores ( como já ficou evidenciado em ações da Justiça) e faz aumentar a descrença da população quanto à política praticada em nosso país. Ainda há muito o que considerar-se a esse respeito e eu, humilde e vergonhosamente, mais uma vez sinto-me obrigado a registrar que são infrutíferos quaisquer esforços no sentido de proibir-se o uso de drogas em nosso país. Que continuem os trabalhos de prevenção ao uso de drogas, sempre e da maneira que procura-se prevenir a todos contra possíveis incêndios em residências, industrias e comércio em geral. A vida agradece.

*Agente Social Uberlândia-MG

Free WordPress Themes, Free Android Games