Obras de revitalização do Parque Rio Uberabinha atingem fase final

Parque linear vai beneficiar moradores dos bairros Jaraguá, Daniel Fonseca e adjacências

COMUNICAÇÃO DMAE

As obras de revitalização do Parque Rio Uberabinha, sob responsabilidade do Departamento Municipal de Água e Esgoto (Dmae) por meio do Programa Buriti, entraram na fase final de conclusão. A identificação visual, com placas educativas e de orientação, está sendo colocada nas duas margens do rio, na extensão do parque linear. A previsão de entrega é para a 2ª quinzena deste mês. O valor investido é de R$ 800 mil.

Entre as benfeitorias, já foram revitalizados mais de 1 mil m² da calçada que circunda o maior trecho do parque. Os bancos de concreto e granitina foram limpos e impermeabilizados. A passarela que liga os bairros Daniel Fonseca e Jaraguá também foi totalmente revitalizada. O projeto contempla, ainda, a construção de rampas de acesso aos cadeirantes; manutenção das lixeiras e dos equipamentos de ginástica, bicicletário e escada.
Para Tainá de Paula, moradora do bairro Tubalina, a reforma do parque vai beneficiar os moradores da região. “Corro pelas margens do rio todos os dias e tenho acompanhado a obra. Acredito que está ficando muito melhor para quem realiza exercícios físicos”, destacou.

A revitalização beneficia diretamente os moradores dos bairros Daniela Fonseca, Jaraguá e adjacências. Inaugurado em 2010, o parque conta com uma área de 100 mil metros quadrados e extensão linear de 1.150 metros. O projeto de melhoria é resultado de uma parceria entre o Dmae (por meio do Programa Buriti), a Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Serviços Urbanos e o Ministério Público Estadual (MPE).

COMUNICAÇÃO DMAE

Melhorias Parque Rio Uberabinha
– Execução de nova calçada
– Instalação de bebedouros
– Instalação de lixeiras basculantes
– Renovação dos equipamentos de ginásticas
– Construção de um canteiro central e rampas de acesso
– Limpeza, pintura e impermeabilização dos bancos de concreto
– Limpeza e conserto de bancos em granitina
– Reconstrução de sarjeta e meio fio em concreto
– Novo projeto elétrico, execução e recuperação da fiação
– Execução de escada em concreto armado
– Instalação de guarda corpo com tela e corrimão em ferro
– Conserto e manutenção da estrutura metálica (lixeiras, placas, bicicletários)

Diagnóstico sobre situação dos estudantes da Escola Técnica de Saúde

Ascom/UFU

Relatório vai subsidiar ações de apoio durante atividades remotas e de acolhimento aos estudantes, após período de isolamento social
Tristeza, ansiedade, medo, irritação, preocupação, inquietação e indisposição para atividades diárias compõem a tendência de sentimentos que acometem 82% dos entrevistados, em intensidade moderada e alta, durante o período de isolamento social, em decorrência da pandemia da Covid-19. Com a premissa de que o conhecimento das diferentes realidades possibilita planejar de forma adequada e aprimorar ações educacionais e assistenciais, pesquisadores da Escola Técnica de Saúde da Universidade Federal de Uberlândia (Estes/UFU) realizaram um levantamento sobre as condições dos seus estudantes quanto ao enfrentamento das consequências da pandemia.
A pesquisa foi realizada entre os dias 22 de junho e 16 de julho, por meio de entrevistas semiestruturadas, em formulário on-line, disponibilizado aos estudantes no sítio eletrônico da Estes. Dos 396 estudantes regularmente matriculados no primeiro semestre de 2020 na instituição, 256 (64,6%) responderam às questões, que abordavam temas como: fontes de informação, recursos tecnológicos, ações de prevenção, medidas de isolamento social, atividades de trabalho, presença ou não de sintomas da doença na família, percepção de risco durante e após a pandemia e sentimentos. Estas são consideradas pelos pesquisadores como questões-chave para o diagnóstico da realidade estudantil durante este período de pandemia, refletindo na saúde mental, bem como em relações familiares, sociais e comunitárias.

Laboratório do curso técnico em Análises Clínicas. localizado no Campus Umuarama. (Foto: Arquivo Estes)
Segundo a coordenadora da pesquisa, Juliana P. S. Faquim, professora do curso técnico em Saúde Bucal da Estes – e que possui doutorado em Saúde Pública pela Faculdade de Saúde Pública da Universidade do Estado de São Paulo (FSP/USP) -, além de orientar o planejamento de ações, os resultados deste trabalho têm impacto positivo na criação e proposição de estratégias e intervenções para apoiar os estudantes durante o enfrentamento da crise, assim como na qualidade do acolhimento dos alunos da Estes na fase pós-pandemia.
Ações de apoio aos estudantes durante o Período Letivo Especial – com atividades remotas – e ações de acolhimento, após a pandemia, poderão se fundamentar, respectivamente, dentre outros indicadores obtidos com a pesquisa, no fato de que, em relação aos recursos tecnológicos, 25,8% (65 entrevistas) não possuem computador ou notebook e 7,9% (20) não têm acesso à internet banda larga em sua casa. Outra constatação importante: 54,9% (138) dos estudantes que responderam à pesquisa tiveram renda diminuída durante estes meses de luta contra a doença causada pelo novo coronavírus.

O texto apresenta relatos espontâneos de respondentes (não identificados) sobre suas percepções sobre o ensino por intermédio de atividades remotas, pedidos de apoio financeiro, reconhecimento e agradecimentos pela iniciativa da pesquisa como forma de subsídio às ações administrativas, dentre outas manifestações.
Em um “ano atípico, de condições atípicas e com processo ensino-aprendizagem atípico”, como relatam os autores da pesquisa, o relatório do “Levantamento das situações dos estudantes da Escola Técnica de Saúde da Universidade Federal de Uberlândia durante a pandemia/Covid-19”, de modo inovador, criativo e cientificamente esclarecedor, surge como caminho seguro para conjugar “conectividade, solidariedade, proximidade, vulnerabilidade e criatividade” no caminho à superação da Covid-19 e de outras mazelas da sociedade atual.

Mais de 360 cidades mineiras passarão automaticamente para a onda amarela

Gov. MG Imprensa*

A partir deste sábado (8/8), 362 cidades mineiras com menos de 30 mil habitantes poderão avançar automaticamente para a onda amarela do plano Minas Consciente, criado pelo Governo de Minas para garantir a retomada segura das economias locais.

Esses municípios, que agora estão autorizados a abrir serviços não essenciais, como bares e restaurantes, registraram menos de 50 casos por 100 mil habitantes nos últimos 14 dias. O avanço poderá acontecer independentemente da situação das macro ou microrregiões nas quais estão inseridos.

A decisão foi tomada nesta quarta-feira (5/8) pelo Comitê Extraordinário Covid-19. A regra específica para cidades pequenas é uma das mudanças trazidas pelo novo Minas Consciente. O plano foi reformulado, após consulta pública, para se adaptar ao atual momento da pandemia, mantendo como prioridade a saúde dos mineiros.

O governador Romeu Zema explicou que o tratamento diferenciado para cidades menores levou em conta que a maior parte delas não possui transporte coletivo relevante e apresenta menos tendência a aglomerações.

“A autonomia que estamos dando às cidades que possuem menos de 30 mil habitantes e têm baixa incidência da doença não é, de forma alguma, uma flexibilização que desconsidere os critérios de saúde. São cidades onde não há um transporte público intenso. Ele pode até existir, mas nada que gere um pico, uma aglomeração, ônibus lotados, como geralmente se vê em cidades maiores. Por isso, a chance de transmissão é muito menor”, disse ele, lembrando que Minas Gerais possui 763 cidades com menos de 30 mil habitantes.

Cuidados

Ele também lembrou que todos os cuidados devem ser mantidos para que a doença continue sob controle no estado.

“O objetivo dessa nova fase do plano é aprimorar as regras e tratar as necessidades específicas das cidades mineiras, mas gostaria de lembrar que o momento ainda pede cautela. Minas continua, pela segunda semana seguida, como o estado que possui a menor taxa de óbitos do Brasil. Conseguimos esse resultado graças à dedicação dos mineiros, que estão usando máscara de proteção e mantendo as medidas de distanciamento e higiene. Peço a todos que continuem assim”, enfatizou.

Araguari adere ao Plano Minas Consciente

Ascom/PMA

Foi publicado hoje, 5, no correio oficial, o decreto número 137, determinando a adesão do município de Araguari ao Plano Minas Consciente.

A proposta, criada pelo Governo de Minas Gerais, por meio das secretarias de Desenvolvimento Econômico (Sede) e de Saúde (SES-MG), sugere a retomada gradual de comércio, serviços e outros setores, tendo em vista a necessidade de levar a sociedade, gradualmente, à normalidade, através de adoção de um sistema de critérios e protocolos sanitários, que garantam a segurança da população.

O Minas Consciente foi baseado nas informações fornecidas por diversas instituições e entidades de classe, com objetivo de auxiliar os 853 municípios do estado para que possam agir de maneira correta e responsável, mantendo os bons resultados apresentados por Minas Gerais na contenção da pandemia da Covid-19.

Segundo estudos, o município de Araguari, pertence à Macroregião do Triângulo Norte que atualmente está classificada na “onda branca”, desta forma, somente está liberado os serviços essenciais de baixo risco, conforme a tabela atual de ondas do plano.
Cabe ao município continuar com a fiscalização dos estabelecimentos, divulgações de alterações do plano, acompanhar o cenário epidemiológico e assistencial da Covid-19 e atualizar a abertura de “ondas” e demais alterações no Plano Minas Consciente.

Aos empresários compete estar cientes das diretrizes do Plano, garantir que as regras sejam cumpridas pelos clientes nos seus estabelecimentos.

Aos cidadãos cabe observar e cumprir os protocolos de higiene, uso de máscaras e distanciamento social, a fim de evitar a disseminação do vírus.

A partir de amanhã, 6, estará valendo uma nova divisão com novas regras do Plano. O Governo de Minas reorganizou a divisão em três ondas, que mostra qual o momento indicado para a abertura de cada tipo de comércio e de atividade econômica.

Onda 1 – vermelha – serviços essenciais

Onda 2 – amarela – serviços não essenciais

Onda 3 – verde – serviços não essenciais com alto índice de contágio por covid-19

“Nessa nova fase precisamos mais do que nunca da ajuda de todos. Nós do poder público iremos continuar firmes na fiscalização. Peço ajuda aos comerciantes que nos auxilie na fiscalização e a população pedimos que tenha os cuidados necessários. Se cuide, proteja sua família. Precisamos pensar na coletividade para que juntos possamos combater esse vírus e voltar à normalidade”, ressaltou o prefeito Marcos Coelho (PSB).

Violência contra população LGBT+ em Uberlândia

Ascom/UFU

Projeto ‘Somos’ lança pesquisa para entender violência contra população LGBT+ em Uberlândia
Formulário aceita respostas até 31 de agosto

1º Simpósio Somos de Diversidade Sexual e de Gênero, realizado na Universidade Federal de Uberlândia em junho de 2019 (Foto: Arquivo Somos)
Se você mora em Uberlândia e se identifica como lésbica, gay, bissexual, transexual, travesti + (LGBT+), participe da pesquisa do projeto Somos sobre a violência e o preconceito na cidade. O formulário (acesse aqui) para levantamento de dados aceita respostas até o dia 31 de agosto.
O Somos é um projeto de extensão ligado ao Escritório de Assessoria Jurídica Popular (Esajup) da Universidade Federal de Uberlândia (UFU). Ele existe desde outubro de 2018 e o objetivo é promover orientação e assegurar direitos para a população LGBT+. Além do Somos, a pesquisa é feita em parceria com o Coletivo Marsha P. Johnson e com o Instituto Brasileiro Trans de Educação (IBTE).
Segundo Camila Barbosa de Paiva, mestranda em Direito, a necessidade da pesquisa se dá devido à escassez de dados no nosso município: “propomos este projeto para assim podermos incidir sobre as melhorias e Portal Comunica UFU.

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