Ivan Santos*

Em recente visita ao Piauí o capitão-presidente do Brasil, Jair Messias Bolsonaro disse com fé e entusiasmo que para reduzir a poluição no Brasil, cada habitante do País (210 milhões de viventes humanos) deverá “fazer cocô dia sim, dia não”. Foi uma afirmação genial, porém sem conteúdo científico. Como a recomendação foi feita pelo supremo mandatário do País, todos os brasileiros a receberam com atenção máxima. Cabe agora, ao governo, organizar um serviço de fiscalização para acompanhar e saber se os brasileiros aceitaram e cumprem a recomendação do presidente. Alguns esperam por uma lei aprovada que legalize a proposição do chefe do Executivo que revelou grande preocupação com a poluição ambiental no Brasil.
O capitão-presidente também tem revelado preocupação com os comunistas corruptos. Segundo a conclusão do ilustre chefe do Poder Executivo do Brasil, se alguém é comunista é corrupto. Assim, na opinião de Sua Excelência, não há comunista que não seja corrupto. Comunismo, para os partidários da Nova Política, é sinônimo de corrupção. Hoje, por efeito dessa tal de Nova Política, ser comunista é ser malfeitor social. E n~]ao há mais um partido Comunista influente no Brasil. O antigo Partido Comunista do Brasil (PCB), que virou PPS, abandonou a doutrina de Karl Marx, virou PPE e agora é, simplesmente, “Cidadania”. Não há comunistas no Cidadania!
O presidente Bolsonaro é um personagem político que se mantém em cena há mais de três décadas e cresceu como ator de polêmicas racionais ou irracionais contra toda ação progressista. Bolsonaro foi ungido pelos que não aceitaram o canto de sereia dos esquerdistas lulopetistas. Esse grupo de pressão social sonha com um paraíso moralista cheio de anjos, beatos e santos. Bolsonaro ainda encanta 30% de sonhadores. Mesmo com tantos contrates e confrontos o Brasil continua a ser o “País do Futuro”.

*Jornalista

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