Ivan Santos*

Nos primeiros sete meses na chefie do governo do Brasil, o capitão reformado Jair Bolsonaro manteve o discurso da campanha eleitoral com ácidas e irônicas críticas contra políticos da esquerda e, particularmente comunistas que ele considera como “inimigos da pátria”. O presidente tem brilhado nas redes sociais e não esconde as prioridade que tem no governo neste momento: nomear um dos filhos dele para a embaixada do Brasil nos Estados Unidos, liberar recursos do Tesouro da Viúva para ajudar deputados e senadores amigos dele, na tarefa de elegerem políticos da direita conservadora para as prefeituras e câmaras municipais em todos os Estados para fortalecer as bases eleitorais a fim de garantir a própria reeleição em 2022. Assim é a Nova Política contra a Velha Política fossilizada.

O chefe do Governo segue preocupado com o Brasil que herdou de “governantes irresponsáveis”. Os Estados estão quebrados e o Tesouro da República, enfraquecido porque a arrecadação está baixa. Para fortalecer o Tesouro Público vai ser preciso fazer uma reforma tributária para que o Governo possa arrecadar mais. Mais e mais.

Hoje o Mito um pepino grosso pra descascar nos próximos dias: a dívida judicial dos Estados. Quebrados, os governadores tem um pepino grosso pra descascar nos próximos dias: a dívida judicial dos Estados. Quebrados, os govenadores pedem apoio para pagar quase R$ 2 bilhões. A Justiça, ainda influenciada pela velha política, mandou a União pagar mais de R$ 23 milhões que o “mau governador comunista” do Maranhão deve em precatórios. Uma barbaridade!

O Mito Encantador, aos poucos, começa a descobrir o Brasil real e em pouco tempo descobrirá que não poderá tomar garapa em uma feira popular e andar de moto por ruas e avenidas porque poderá ser apedrejado pela populaça sem emprego e sem esperança. O Brasil não é para políticos forjados só nas  redes sociais.

*Jornalista

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