Ivan Santos*

O governo do Brasil tem mais de 130 mil cargos comissionados que são exercidos por servidores indicados por amigos do Trono ou efetivos deslocados da função efetiva para ocupações especiais nas quais recebem uma comissão complementar que reforça o salário regular. Ser criações políticas para beneficiar companheiros ou ocupações estratégicas turbinadas com remuneração especial.

    O jornal “O Estado de São Paulo” publicou ontem uma informação importante na qual revelou que o governo do presidente Jair Bolsonaro extinguiu nesta semana 21 mil cargos e funções de confiança ou comissionados. Se o presidente da República não aceitar as tradicionais pressões de companheiros de caçadas de votos que defendemos cargos para cabos eleitorais, a decisão do governo é animadora, mas precisa ser aprofundada e ampliada. No entanto, ainda restarão mais de 100 mil cargos comissionadas no governo federal do Brasil. Se o governo reduzir a burocracia na administração pública e ampliar a informatização na administração, cargos comissionados poderão ser reduzidos em mais de 90% até o fim do mandato do atual presidente da República.

  Segundo o jornal paulista, o governo federal calcula que, com a redução de cargos anunciada nesta semana, haverá uma economia de R$ 200 milhões orçamento público federal ainda neste ano.

   A extinção de cargos comissionados é proposta do ministro da Economia, Paulo Guedes, aceita e autorizada pelo presidente Bolsonaro.

*Jornalista

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