Redução nos gastos contribuiu para que excedente registrado fosse 48,1% maior do que se comparado ao mesmo período do ano passado

Os esforços do governador Romeu Zema para cortar gastos, enxugar a máquina e perseguir o equilíbrio das contas públicas já começou a dar resultados no primeiro bimestre de gestão. Nos meses de janeiro e fevereiro deste ano, dos R$ 17,1 bilhões arrecadados, o Governo de Minas comprometeu R$ 13,1 bilhões com as despesas do período, gerando um superávit de R$ 4 bilhões. Este superávit foi 48,1% maior, se comparado ao mesmo período de 2018, quando houve um excedente de R$ 2,7 bilhões. Cabe salientar que o resultado positivo nos primeiros meses do ano é comum devido à sazonalidade da arrecadação obtida com o IPVA.

Segundo a Secretaria de Estado de Fazenda (SEF), as despesas correntes do Governo de Minas tiveram queda nominal de 1,6% nos dois primeiros meses de 2019, quando comparado ao mesmo período do ano anterior. Dado a inflação de 3,8%, isso significa queda real de 5,4% das despesas correntes. Outros itens de custos, que incluem desembolsos com aluguel e outras despesas de manutenção do serviço público estadual, também tiveram queda de 4,6% nominal e 8,4% real.

“Tais números comprovam que a gestão do governador Romeu Zema tem cumprido o compromisso assumido com a sociedade mineira de reduzir as despesas da administração pública estadual. A meta é, no menor tempo possível, equacionar a dívida do governo anterior com os municípios, voltar a pagar os servidores em dia e podermos investir nas áreas essenciais do Estado”, afirmou o secretário de Fazenda, Gustavo Barbosa.

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